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Cibersegurança: Footprinting… sabe o que é? Saiba como se “proteger”

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Alberto Grijó says:

    Excelente artigo. Foca essencialmente a matéria que dei este ano no cet5 de cibersegurança.
    Curiosamente, foi dos trabalhos de aprendizagem que achei bastante interessante fazer.
    O Maltego é poderosíssimo, e bastante viciante, mas é fácil consumir rapidamente os créditos gratuitos mensais 🙂
    Já o Shodan foi uma surpresa para mim perceber a barbaridade de vulnerabilidades mundial de servidores web que existe, e deixa-me a pensar se é por pura negligência, desinteresse, ou total ignorãncia.
    Claro que, há imensas outras ferramentas adicionais, que o artigo não cobre, mas também não necessita. Para os interessados, já têm muito para testar, com cuidado claro.

    • Zé Fonseca A. says:

      Pena que tenha zero aplicabilidade no mundo real.
      É o maior problema que os cursos portugueses têm, até cursos práticos como os CET.
      Sempre que faço onboard de juniores na minha equipa é preciso fazer um brain wash para eles se esquecerem de tudo o que aprenderam que não tem valor nenhum prático, este é um desses casos.
      Um bom académico não faz um bom profissional

      • bot com QI acima dos 115. says:

        Va la que e’ quase a primeira vez que dizes alguma coisa de jeito. Quem sai da Universidade em IT, sabe tudo e nao sabe nada ao mesmo tempo. Sabe para conversa de cafe, nao sabe para trabalhar em qualquer empresa ja em modo cruzeiro. Os melhores profissionais sao os que tem paixao pelo que fazem nao e’ os que tiraram melhores notas. Estao-se a cagar para as aulas, querem e’ aprender por eles proprios o que precisam e nao o que lhes impingem. tem capacidade suficiente para perceberem que estao a perder tempo com o que aprendem la mas tiram na mesma para calar os patroes burros que pensam que quem tem o curso os vai salvar.

      • Alberto Grijó says:

        Dou-te toda a razão!
        O curso acaba este mês de Julho. Foi um ano inteiro muito puxado e exigente. Da turma inicial metade saíu porque não aguentaram o ritmo e exigência técnica. Foi tanta informação concentrada, tanta documentação, “40 mil vm’s” de teste, de treino e tão pouco tempo para me dedicar a fundo, com tempo, e agora fica a sensação de medo porque tenho a sensação que não sei nada de nada. Mesmo com as simulações e cenários de wargame, agora que vou estagiar, estou com a pura sensação que vou “apanhar bonés” 🙂

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