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WindFloat Atlantic: Parque eólico flutuante já está a funcionar em Portugal

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. terra ano30 says:

    Muito bom, faltou dizer que foi montado em Espanha e viajou até Viana do Castelo. A Escócia também já tem turbinas destas a funcionar.

    • Urtencio says:

      Mas não temos material deste a ser feito em Portugal?

    • Manolo says:

      @terra ano30 Falso, esta foi montada em Portugal. Na Escócia têm outro tipo de turbina. Perdeste uma oportunidade de ficar calado.

      • terra ano30 says:

        Mas que mania de se acharem que são os maiores, tem-se visto.

      • terra ano30 says:

        Já agora a Escócia está a meses de atingir 100% energia verde e só vai atrasar, por culpa do Covid-19. Deve ser dos países da Europa que mais investe e se preocupa em mudar e sendo ele produtor de Petróleo. Nesta matéria Portugal devia seguir o exemplo, já que por causa de uma gravurinhas no fundo do rio deixaram de fazer a barragem em Foz Côa . Já para não falar que daqui a 10 anos vão querer água de reserva e não têm mas isso é outra estória.

    • Petrus says:

      “Duas das plataformas foram fabricadas nos estaleiros de Setúbal. A ASM Industries, o maior produtor português de torres eólicas e fundações offshore, foi a empresa escolhida para fabricar e fornecer as duas plataformas. Já a terceira plataforma foi fabricada nos estaleiros de Avilés e Ferrol, em Espanha.” https://noctula.pt/projeto-windfloat-atlantic-primeiro-parque-eolico-maritimo-em-portugal/

    • Petrus says:

      E não, não são como as da Escócia porque estas são as turbinas maiores do mundo, como se lê no texto da notícia. Porque será que há portugueses que, sempre que outros portugueses constroem e produzem, correm a tentar denegrir e menosprezar? Deixo à reflexão.

  2. Ricardo Ribeiro says:

    “Depois de te ao cabo de alimentação”, falta ali qualquer coisa, não falta?

  3. Rui says:

    Quanto custaram as 3 eólicas? No site da EDP só falam no custo do projecto que andará pelos 100 milhões de euros (60 + 29,9 + 6): https://www.edp.com/pt-pt/inovacao/windfloat (capítulo fase de pré-comercialização)

  4. Jon Carlos says:

    Custos de investimento vs Despesa? Quem custeará o prejuízo?

  5. Pirata das cabernas says:

    Há vergonha de dizer que estão em Viana do Castelo? É que não tem k ser tudo lá para Marrocos (Lisboa)
    O objetivo é expandir

  6. Miguel Portela says:

    As pessoas têm de ter noção que para já, este tipo de tecnologia não é rentável, mas é fundamental a sua implementação e investigação.
    É importante para estudar da melhor forma, o impacto deste tipo de eólicas, tipo de plataformas, em ambiente agressivo, pois não são eólicas de offshore tradicional (as offshore estão praticamente pregadas ao fundo do mar, em zonas menos profundas, mais calmas, como as que existem no UK, Países Baixos, Escandinávia, etc), estas são plataformas que boiam e estão presas com uma “âncora”, em zonas mais fundas.
    Cada máquina destas ficou em cerca de 25-28M€. Offshore normal faz-se por 1/3 desse valor. Onshore é muito mais barato, quase 1/8 do valor (ou +).
    O custo da manutenção deste tipo de parques tem um grande impacto. Subestações, PTs no fundo do mar, aluguer de navios, helicópteros, por aí. A probabilidade de ser rentável é muito baixo, ou quase nulo.

    Há um artigo no NYTimes que explica muito bem isto, e este projecto em especifico.

    A Vestas é forte no Onshore.
    A Siemens Gamesa é forte no offshore tradicional.

    Digamos que para a EDP e parceiros, é uma boa montra de auto-promoção. Aliás, é o objectivo disto.

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