Vem aí a depressão Nils: “Rio atmosférico” que vai afetar Portugal
A depressão Nils, um sistema de baixa pressão em formação no Atlântico Norte, está a atrair atenções por trazer consigo um cenário de chuva persistente que pode causar problemas em várias regiões de Portugal nos próximos dias.
Embora o centro da depressão não deva atravessar diretamente o território continental, a circulação associada a este sistema favorecerá a entrada de ar húmido e instável, o que significa que períodos de precipitação contínua estão previstos, sobretudo de terça-feira até quarta-feira.
O que esperar da depressão Nils?
- Chuva moderada a forte em partes do Norte e Centro, com possibilidade de acumulados significativos em 24 horas, especialmente nas zonas montanhosas do país.
- Risco elevado de cheias ou aumento de caudais em rios e ribeiras, dado que o solo já se encontra saturado devido às recentes precipitações.
- Agitação marítima significativa ao longo da costa ocidental, com ondas que poderão ultrapassar os quatro a cinco metros, situação que pode motivar alertas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
- O vento, embora presente, não deverá atingir níveis particularmente perigosos no continente, ficando abaixo do que seria considerado anormal para a época.

De acordo com modelos meteorológicos, o centro de baixa pressão de Nils deverá situar-se próximo do Canal da Mancha, entre o final de terça-feira e quarta-feira, empurrando sistemas frontais que reforçam a instabilidade e a precipitação no território português.
A Proteção Civil recomenda à população que evite zonas inundáveis, garanta a desobstrução de sistemas de drenagem e acompanhe atentamente as informações e avisos emitidos pelo IPMA. A condução deve ser feita com especial cuidado, devido ao risco acrescido de lençóis de água nas estradas.
As autoridades continuam a monitorizar a situação, apelando à adoção de comportamentos preventivos, de forma a minimizar os impactos deste episódio meteorológico adverso.





















Nils é Nilo em latim, diz a profecia que o rio atmosférico será do tamanho do Nilo
Agora é o Nils, não existe pachorra para tanta depressão…
é a ultima, dia 22 o anticiclone volta de férias
Continuem a dar cabo do clima em nome do capitalismo para terem a casa cheia de mrda que não precisam e a comer mrda tóxica enquanto estão a ver americanizes na tv e vão ver como nunca terão paz daqui para a frente.
Haha um Comuna que odeia a Liberdade, what else is new?.
Se não fosse o Capitalismo com a sua produtividade terias fomes Comunistas e poluição Comunista a produzir a quota de parafusos e roscas definidas por um burocrata para uma suposta industria a jusante que não existe…que depois terias de derreter para fabricar o mesmo no próximo ano e assim o Partido ficar contente com a tua produtividade e teres direito a uma datcha no Mar Negro…
A tua liberdade para quando começas a lixar a vida dos outros, a tua liberdade não te permite ser irresponsável ou criminoso, já não podemos tolerar tal “liberdade” o planeta não aguenta. E isso de ser comuna são rótulos que me atribuíram mas quem diz a verdade não merece castigo, cá estou a tentar ver as coisas de maneira objectiva.
sim, seremos nós no ocidente que estamos a dar cabo do clime, somos responsaveis ( Portugal por 0.11% das emissões mundial de CO2) e a europa por 6%….
Continuamos a achar que vamos salvar o planeta, quando 32.8% são provenientes da China….
Essa agora foi boa, lol….somos uns anjinhos não?
Pensa lá se a Europa não ajudou a China a tornar-se o maior poluidor, mandando para lá as fábricas e a produção das marcas ocidentais. Pensa lá se enquanto os empresários ocidentais andaram a tornar-se milionários, com a produção barata da China, alguém se chateou com isso.
Pensa lá se quando toda a gente sabia que as grandes marcas ocidentais usavam mão de obra infantil e em condições desumanas, alguém na Europa achou importante.
Já agora, sabes que nós Europa pagamos a países pobres para receberem os nossos resíduos (lixo), certo?
A China vai pelo mesmo caminho que a europa e os USA foram, desenvolvimento selvagem. São os países desenvolvidos que poluem mais.
E sim Portugal polui e como vivo cá tenho o dever de lutar pelo que está certo cá.
E ninguém sequer dá cabo do clima por causa do CO2… bem pelo contrário.
Se o vapor de água que é, por excelência, o gás de “efeito de estufa” e não provoca “aquecimentos globais” apesar de existir em quantidades incomparavelmente maiores do que o CO2… por quê que o CO2 haveria de provocar? O vapor de água não é utilizado para incutir medo nas populações… seria absurdo se o fosse.
Do vapor de água ninguém tem medo porque não há qualquer razão para ter medo mas, no entanto, utilizam o CO2, que existe em quantidades minúsculas quando comparado com o vapor de água, para meter medo!
Os ditos gases de “efeitos de estufa” não provocam “aquecimentos globais” mas afectam, de facto, o clima e afectam-no de uma única maneira: tornam o clima ameno atenuando os extremos de temperatura, nada mais. É por esta razão que o litoral (bastante mais húmido) tem habitualmente temperaturas mais moderadas do que o interior… e é ainda por esta razão que os desertos secos têm variações enormes de temperatura entre o dia e a noite (tórridas durante o dia e de enregelar durante a noite).
Não há qualquer “efeito de estufa” nos moldes em que nos são constantemente impingidos… há, sim, redução de extremos de temperatura e consequente amenização do clima.
Vai trabalhar.
Trabalha menos e estuda mais!
Nada temam, agora têm o Seguro que vos vai solucionar todos os vossos problemas. A vossa vida vai dar uma volta de “360°” como diz a outra.
O Presidente da República não governa, as soluções cabem ao Governo e à Assembleia da República, são eles que têm de encontrar essas soluções.
Vi há pouco nas notícias o eleito presidente Seguro e o presidente de saída Marcelo a cumprimentarem-se. Foi lindo de ver… dois socialistas a apertar o bacalhau!!!
Finalmente uma chuvinha, estava tudo tão seco…
Já votei mais vezes este ano que estendi a roupa ao sol.
Todos os anos as grandes depressões têm nomes, mas este ano “os comentadores que por aqui comentam tudo o que acham está mal – e se não está fazem com que pareça estar” assanharam-se com tanta depressão. Antigamente é que era 😉
Como é que funciona a coisa:
– Antecipadamente, para a época de que vai de setembro a agosto do ano seguinte, os países a que está integrado Portugal para efeitos metereológicos (grupo do sudoeste europeu, com Espanha, França, Bélgica e Andorra) aprova uma lista – de “tempestades tropicais”, a usar por ordem alfabética. Para 2025-2026, 1 Alice, 2 Benjamin, 3 Claudia, 4 Davide, 5 Emilia, 6 Francis, 7 Goretti, 8 Harry, 9 Ingrid, 10 Joseph, 11 Kristin (usado em Portugal), 12 Leonardo (usado em Portugal), 13 Marta (usado em Portugal), 14 Nils (já anunciado para Portugal), 15 Oriana, … 21 Wilma. Além disso “Uma tempestade tropical que se forme no Atlântico e seja nomeada pelo National Hurricane Center (NHC), se sofrer uma transformação nas suas características termodinâmicas tal que se converta numa tempestade extratropical, irá manter o nome original atribuído pelo NHC na comunicação do IPMA e dos restantes serviços meteorológicos europeus”.
– O nome de uma depressão/tempestade extratropical que afeta Portugal só é atribuídos (pelo IPMA ou pelo homólogo de Espanha) se provoca avisos laranja ou vermelho e tem impacto relevante (vento forte, chuva extrema, agitação marítima.
– Mas não basta que tenha nome, é preciso considerar o nível de alerta atribuído pelo IPMA e a zona mais afetada. Nem todas as depressões nomeadas resultam em avisos – desde setembro de 2020 o IPMA emitiu 11 avisos principais, de nível amarelo ou amarelo/laranja de chuva & vento.
– Mas só houve um aviso vermelho – o da depressão/tempestade Kristina de 27 a 31 de janeiro de 2026, de vento muito forte. Os comentadores/metereologistas de bancada faziam bem em não a misturar com as outras.
Correção: Todos os anos, Portugal, “Espanha, França, Bélgica e Andorra) aprovam uma lista – de “tempestades extratropicais”, ou seja, “um sistema de baixa pressão que se forma fora dos trópicos, a latitudes médias entre 30º e 60º” (São as tempestades de inverno na Europa. As tempestades tropicais são habitualmente os tufões e furacões)