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Software de 1958 ainda é usado porque substituí-lo é muito caro

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Arlindo Pereira says:

    É o mais seguro. Não tem vírus!

  2. khidreal says:

    a verdade é que antigo, neste momento, é sinónimo de simples nos tempos que correm. antigamente tinhamos 1 botão para cada coisa, hoje nem butões se usam… quanta mais tecnoligia for necessária para fazer algo, maior a probablidade de falhas. quanto mais simples for um produto, mais facil é identificar falhas e consequentemente repará-las. mesmo vai para programas, veículos, etc. tudo o que usamos é tecnologia, até a nossa cama é um exemplo de tecnologia.
    nós trocamos conforto por segurança, a ver, quem não gosta de mais um pouco de conforto? por isso é que há problemas de privacidade e segurança. mas tbm se fossemos só a pensar em segurança nem saíamos de casa.

    eu sou defensor de que não é necessário comprar um computador ou seja o que for com carateristicas que não iremos usar. se o produto cumpre o objetivo a que é destinado, não é preciso nada mais “potente”…
    simplicidade = facilidade, seja facilidade de reparação, facilidade de uso ou outro tipo de facilidade.

  3. Sampas says:

    Façam um pouco de pesquisa e façam um artigo sobre o mesmo em Portugal.
    Posso falar directamente dos sistemas de Agua e saneamento, muitos dos sistemas ainda são controlados por PLCs onde o programa é feito em assembly, descarregado numa eprom ou eeprom e inserido no socket.

  4. Vasco A Alves says:

    Desde que o algoritmo sirva os fins a que se destina, sem bugs e a funcionar tantas décadas, porquê mexer no que está bom? São sistemas dedicados que cumprem funções bem especificas. “If it works don’t touch it.”

  5. manito says:

    Pessoalmente acho estes sistemas antigos mais seguros e fiaveis! Para quê mudar o que é bom?
    Lembra me os nossos submarinos antigos, que nos exercicios da NATO escapavam quase sempre aos sistemas ultra modernos dos colegas e faziam uns brilharetes com a sua tecnologia antiga simples e robusta! Mas com a pressão dos politicos corruptos e militares incultos modernizaram a frota da maneira que se viu e hoje em dia estão mais parados que outra coisa e a aumentarem os impostos de todos nós contribuintes por causa das constantes manutenções…. enfim o antigo é que é bom!

    • Cortano says:

      Isso é tudo muito bonito dos submarinos e tal, que fogem aos radares e sonares, que se colavam aos outros para passarem despercebidos,,, mas se fosse uma guerra a sério o que é que faziam?! Atacavam com fisgas?! Passavam a guerra colados ao submarino inimigo e rezavam para que este não fosse para profundidades grandes ou para não implodirem?!
      O desenrasque é bom, é muito útil, pode safar de muitas situações, mas não é a solução 😉
      E não, os submarinos não estão parados.

  6. milkshaker says:

    Faz a função dele, que é o que importa. A única questão que se mete é mesmo no hardware, que passa o seu tempo de vida e depois não se consegue arranajar substituto.

    Bem vistas as coisas, hoje em dia será raro o caso de alguêm que saiba ao certo para que serve todas as aplicações que têm instaladas e que usem realmente todas as funcionalidades das mesmas. Mas isto sou eu a dizer claro .

  7. André says:

    Legacy será sempre (valiosa) Legacy.

    Os sistemas nasceram e agora por ser “caro” não se muda, porque é difícil arranjar muitas pessoas para compreender e implementar um sistema novo sem “parar o antigo” !!!
    Há que virtualizar o sistemas para não haver falha de hardware, a partir daí, o sistema manter-se-á vivo (com a respetiva manutenção !

  8. Joao 2348 says:

    Deveriam modernizar o sistema nuclear para se conseguir lançar umas ogivas através de uma APP, mas deveria estar disponível para Android, iPhone, BlackBerry e Windows Phone. Não faz mal se apanhar código maligno, o mais que podia acontecer era acabar o mundo.

  9. Sérgio says:

    EMACS e VIM são exemplos de programas de computador dos anos 70 e milhares de programadores usam-nos hoje em dia. E não há coisa melhor…

  10. Jose Nunes says:

    Todas as grandes instituicoes financeiras a nivel mundial usam versoes deste sistema.
    Nenhuma o consegue eliminar pelas mesmas razoes indicadas no artigo, o sistema esta muito implementado e alem disso consegue processar milhoes de transacoes bancarias diariamente com elevada estabilidade.

    • Joao 2348 says:

      É sempre possível mudar tudo, mas não mudam porque não tem motivação para tal, tipo: legislação que obrigue a isso e que imponha o encerramento das instituições e prisão dos responsáveis pelas mesmas a quem não quiser implementar.
      Mas para mudar seria necessário existir algum bom motivo, e aparentemente não existe… se funciona deixa estar.

  11. Pérolas says:

    Outro dia estive a limpar garagem e descobri que num canto 2 ibm da idade da pedra com discos de 10mb e como me pareceu que poderia haver humidade decidi ver se ainda funcionavam. Liguei-os à corrente e realmente são máquinas que justificam o peso; 30 anos depois ainda funcionam 🙂

  12. alcaide says:

    Informática a sério!

  13. José Rodrigues says:

    Maior parte das vezes o custo de manutenção destes sistemas ao longo do tempo é em muito superior à mudança para um novo, a questão é que enquanto o fabricante garantir o suporte é preferível manter o sistema actual que correr qualquer tipo de risco na sua mudança.

  14. W00T says:

    Onde trabalho a plataforma de gestão e controlo dos activos é também em COBOL.
    Tanto quanto sei em Portugal ainda é utilizando na maioria dos bancos.

  15. Tino says:

    Velhas e eficientes linguagens COBOL, Assembler, jamais serão substituídas pois o velho Mainframe ainda continua a ser a máquina mais confiável e segura…..

  16. Nilson Silva says:

    Quando eu era estagiário (bem iniciante) na Programação, lá pelos idos de 1978, tive aulas de JCL, Utilitários e COBOL. Mas avisaram que o COBOL era só pra constar, porque o COBOL ia acabar. Seria substituído, em breve, por uma linguagem nova, chamada Basic.
    De lá pra cá, já vi inúmeras linguagens nascerem e morrerem…
    Atualmente, estou preparando o ChangeMan para implantação da nova versão 5 do… velho e bom COBOL !
    Enquanto isso assisto, quase diariamente, as aplicações em Java, Websphere e outras modernidades, em repetidas crises!
    Longa vida ao Mainframe!

  17. Roberto Nunes says:

    COBOL não é um software, compiladores é que são software e softwares são mutáveis se transformam com o tempo, linguagens abertas como COBOL mudam um pouco mais devagar porque são definidas por comitês, enquanto não mudam oficialmente são complementadas por extensões que podem ou não serem homologadas nas convensões (ANSI, ISO e CODASYL), linguagens proprietárias não tem compromisso com padronização, portabilidade nem continuidade dependem de propaganda para se manter, cessada a propaganda elas morrem.

  18. Francisco says:

    Deverá estar a correr num AS400 da IBM.
    Muitas milhares de linhas em Cobol400 escrevi eu.

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