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Qualcomm anuncia a linha Snapdragon 808 e 810 64bits


Autor: Hélder Ferreira


  1. JMCS says:

    UAU!Acho que é um exagero para dispositivos portáteis! Mas quem sabe? Estes SOCs qualquer dia substituem os PCs de secretária… Estou em pulgas.

  2. Nunes says:

    Uma observação nas especificações do Nvidia k1 64bits, este não usa núcleos A53 ou A57. Usa um núcleo feito pela Nvidia e compatível com as instruções ARMv8

  3. Nelson says:

    Grande bestialidade!

    Isso, num portátil ultra-fino a correr linux, era um mimo!

  4. João says:

    A ver vamos se o software vai dar uso aos 64bit

    • Possivelmente já a próxima versão do Android deverá ser 64bits, mas tal como aconteceu com o iOS 7, a primeira versão pode não tirar 100% partido do hardware, mas logo se vê.

      • Nunes says:

        O iOS 7 já é 100% a 64bits, tal como as aplicações da Apple! As aplicações de terceiros é que ainda estão a transitar para 64bits,

        • Eu não me referia ao iOS 7 não estar a 100% em 64bits, referia-me ao facto de quando chegou vinha com vários problemas devido aos 64bits, isto é, não estava 100% operacional.
          Tal como irá acontecer com o Android, não há software perfeito.

          • Nunes says:

            Os problemas eram bugs, a maioria já corrigidos. Haver bugs não é o mesmo que “não tirar 100% partido do hardware”

          • Sim tens razão, e sei que dei a intender de forma errada, mas eu queria dizer, que tanto como o iOS 7, a nova versão do Android, se vier em 64bits, pode vir com falhas, tanto no sentido de não tirar aproveitamento a 100% do hardware bem como outros bugs.

          • Nunes says:

            O Android poder “não tirar aproveitamento a 100% do hardware”, não tem paralelo com o iOS7!
            Mas acho pouco provável que isso aconteça, a não ser que se limite a ter só o kernel a 64 bits, mas numa altura destas já deveriam ter ido além disso, creio eu!

          • Nelson says:

            O iOS não teve bug nenhum relacionado com 64 bits… Alguém me elucida nesse aspecto qual foi o bug que apareceu por ser 64b?

            Pois… inventar também eu sei…

            O android, a vantagem que tem, é que todas as app’s, pelo menos as de baixa performance, ficam a correr a 64bit.

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Os bugs eram falhas ocasionais/aleatórias que ocorriam no iOS no iPhone 5S, e que não pareciam ocorrer noutros modelos! Assume-se ser devido à transição para 64bits, pois é perfeitamente natural que numa transição dessas apareçam alguns bugs ao início!
            E como disse, tais problemas parecem já ter sido corrigidos, e nunca foram impedimento para tirar proveito a 100% do hardware a 64bits.
            Isto não tem qualquer semelhança com a possibilidade do Android ao início vir só com o kernel a 64bits – algo que não terá quase impacto nenhum!

          • Não vem só com o kernel a 64bits, as alterações feitas no repositório vão muito além disso. E ao tempo que já andam nisto (há quase ou pelo menos 1 ano), é tempo mais do que suficiente para a nova versão do Android estar a 100% em 64bits.

          • Nunes says:

            @ Nelson
            “O android, a vantagem que tem, é que todas as app’s, pelo menos as de baixa performance, ficam a correr a 64bit”
            Não me parece que as aplicações no Android passem a correr a 64bits sem que tenham sido revistas para a nova arquitectura pelos programadores. O Android deverá ter que manter uma máquina virtual a 32bits para garantir a compatibilidade com as aplicações!

          • Pelo que sei, o ART já foi desenvolvido com esse objectivo.

          • Nunes says:

            @ Hélder Ferreira
            Não faço ideia se no início é só o kernel, mas assumi que era a isso que te referias ao falares sobre o sistema não tirar todo o partido do hardware, ainda mais tendo em conta que neste momento é só o kernel que está pronto, e que a Intel está a distribuir uma versão do Android só com o kernel a 64bits!

            O ART não resolve a questão das aplicações passarem a correr a 64bits em vez de 32bits. Uma máquina virtual qualquer pode teoricamente fazer isso, o problema é que as aplicações são feitas e testadas assumindo certas condições e bibliotecas, e uma transição destas tende a expor e a criar novos problemas que não foram assumidos a quando da programação. De modo que o mais seguro e o que evitará dores de cabeça durante uma transição destas, é manter a compatibilidade a 32bits para as aplicações que não foram revistas pelos programadores, por mais simples que seja o código!

          • @Nunes
            Bem, o que a Intel fez foi, pegar no kernel do Android e compilar para 64bits, coisa que não deve ter levado mais do que 1 2 meses (suponho). O que a Google está a fazer é totalmente diferente.
            Pelo menos já foram feitas alterações no platform/system/core e no frameworks/base, portanto sabe-se à partida que não será só o kernel.
            A Google, pelo menos que se saiba, está desde Janeiro a fazer a transição. Visto que a nova versão do Android só vai chegar daqui a uns quantos meses (Entre Junho e Outubro), penso que o tempo é mais do que suficiente para a nova versão vir completa nos 64bits.

          • Nelson says:

            @Nunes, não tenho culpa que não te pareçam.

            As aplicações correm numa máquina virtual que depois corre no linux/hardware, é tão simples como implementar essa máquina virtual em ARMv8.

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Lê o resto dos meus comentários!
            Máquinas virtuais Java a 64bits têm às vezes problemas a correr aplicações desenhadas a 32bits.
            A máquina virtual do Android teve problemas ao início para correr todas as aplicações em processadores da Intel – foram necessárias optimizações…
            O problema é muito simples, as máquinas virtuais não são perfeitas (muito menos numa primeira versão) e não correm exactamente da mesma forma em todas as arquitecturas. As aplicações são desenhadas e testadas sob determinados parâmetros e usando determinadas bibliotecas, muitas aplicações até incorporam bibliotecas alternativas. Ao alterar a arquitectura corre um sério risco de muitas aplicações quebrarem e isso é perigoso para a reputação dos novos telemóveis. Por isso o mais pragmático é tentar manter a compatibilidade, e não forçar as aplicações a correr numa máquina virtual a 64bits, ainda mais quando os processadores podem correr código a 32bits!
            É esperar para ver qual a opção da Google!

          • Nunes says:

            @ Helder Ferreira
            “para a nova versão vir completa nos 64bits”
            agora já é completa? decide-te.
            Afinal o que é que querias dizer com “não tirar 100% partido do hardware,”

          • Vamos por partes, apesar do tempo dar para a nova versão do Android vir a 100%, não quer dizer que não possam haver partes do sistema que ainda precisem de mais tempo para serem transitadas.
            Se assim for, a primeira versão da nova versão não vai aproveitar a 100% os 64bits.

            Foi isto que quis dizer em cima, eu não disse que o Android não virá a 100%, eu só referi que pode haver hipóteses de não vir (devido a alguns factores).

  5. ACS says:

    Nenhum é octa-core que downgrade!!! Kappa

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