PplWare Mobile

Presidenciais 2026: atenção ao boletim de voto domingo

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Feliz100Ti says:

    Porquê que em 2026 ainda voltamos em papel? Ridículo

    • Manuel da Rocha says:

      Porque a outra forma é 100%, fácil, de termos 50000 milhões, de eleitores, a votar, e ninguém pode dizer que não foram 50000 milhões, de portugueses, a votar, nem pedir recontagem.
      É, por isso, que até nas grandes empresas, quando há votação, ou pagou 130000 euros, a um advogado, para o representar, ou não vota, sem lá ir e passar 5 horas, na reunião, a ouvir, as propostas. Pode ouvi-las pelas apps, mas não pode votar.

    • Tiago says:

      Dizem eles que assim é “mais fidedigno”

      • Joana Marques says:

        E é. Pode haver fraude? sim, mas terias que corromper cada mesa de voto que queiras alterar alguma coisa. E a contagem é “pública” qualquer pessoa pode ir e dele lá ter um representante de cada partido.

    • Joao Ptt says:

      Para evitar fraudes.

      Os sistemas digitais de votação não são totalmente confiáveis porque não permitem verificar que o voto da pessoa é efectivamente atribuído ao partido/ pessoa escolhido pela pessoa.

      Teoricamente existem esquemas do género “Helios Voting” ( https://vote.heliosvoting.org ) que permitem à pessoa posteriormente verificar na base de dados (pode ser na oficial ou num duplicado por exemplo em uma biblioteca online, partido político, etc.) se o voto realmente foi recebido e correctamente integrado com a opção que escolheu, mas é preciso que quisessem utilizar esse ou um modelo do género.

      A máquina (normalmente utilizadas) pode ser adulterada para colocar os votos todos em uma determinada posição ou para aumentar artificialmente o número de votos em determinada opção mas de forma mais discreta.

      No Brasil e em outros países tem havido inúmeras acusações das máquinas serem adulteradas para favorecer determinado partido/ candidato. Claro que o tribunal de lá recusa qualquer acusação e diz que está tudo bem, mas eles mesmos podem estar envolvidos na fraude, e uma vez que ninguém consegue realmente confirmar se o voto verdadeiro foi ou não correctamente integrado e utilizado na contagem final, podem acusar de falsificação sem que o tribunal ou outros possam provar o contrário.

      Em alguns países existe um sistema misto, a máquina disponibiliza o resultado imediato para um resultado provisório, que depois é confirmado com a contagem manual dos votos. Serve para as pessoas saberem logo no próprio dia/ dia seguinte quem em princípio terá ganho, pendente de confirmação dos votos em papel que a própria máquina emite, e que permite ao eleitor verificar se o voto foi realmente bem colocado ou se existe fraude óbvia a acontecer.

      • Zé Fonseca A. says:

        Se ao menos pudessem fazer um sistema de votação em cima de blockchain com autenticação via gov.pt.. não há vontade, o que não faltam são arquitecturas 100% seguras para votação. Pelo menos enquanto a comptação quântica não for massificada

        • Joana Marques says:

          não se consegue garantir a fiabilidade o anomimato do voto em qualquer meio digital de votação. Quem disse o contrário não sabe como funciona os meios digitais.

          Para um voto ser validado, tem que haver uma ligação a um eleitor. Mesmo que não haja ligação do objecto “boletim” ao objecto “votante” as datas nos logs podem dar uma correlação entre boletim e votante. Caso não haja logs ou sejam incompletos, não consegues auditar a urna.

          A única situação que se pode utilizar o voto digital é com a impressão do teu voto, confirmas se está certo e depois depositas numa urna (física). Assim podes anonimizar os logs e qualquer recontáge fidedigna pode ser feitas com esses boletins impressos.

          Não existe NADA digital que dê para votações e sorteios de jogos de azar. Tem que ser sempre físico.

          • Zé Fonseca A. says:

            Comentário de quem não percebe nada de tecnologia e gosta de mandar cá para fora o que dizem os comentadores da praça.
            Lê o que eu disse e vai estudar, quando tiveres opinião tua eu terei todo o gosto em responder a perguntas pertinentes

          • Dggh says:

            Blockchain, minha cara. Não há é vontade política e o resto é conversa fiada.

          • Joana Marques says:

            Então ambos estudem lá bem se a blockchain te dá anonimato completo. Tens que associar um votante a um boletim. Estando a associação feita, já foste.

            Ou tens anonimato ou é auditável. Não podes ter os 2. Quem diz o contrário é que não entende nada.

          • Zé Fonseca A. says:

            Pois Joana, não foste, consegues ambos, já te disse, estuda, faz questões pertinentes e eu respondo, não entro em conversas com pessoas desinformadas

          • PJA says:

            Zé, você não garante a independência do voto sem ser presencial.

          • Joana Marques says:

            Então vamos lá subir ao teu puleiro, pois não falas com pessoas de “nível inferiror”

            Vamos pôr as problemáticas por tópicos:

            1. O Paradoxo Central: Autenticação vs. Anonimato
            Para um voto ser válido, o sistema tem de autenticar que a pessoa é um eleitor registado e que só vota uma vez. Para ser livre, o voto tem de ser anónimo (secretismo do voto). Num sistema digital, temos de criar uma credencial digital (um token) que prova o direito a votar, mas depois temos de destruir imediatamente e irreversivelmente a ligação entre essa credencial e a identidade da pessoa. Qualquer falha neste passo — ou a possibilidade de a reconstruir — quebra o anonimato. Este é o primeiro equilíbrio precário. O simples datetime do voto pode dar para estabelecer alguma relação entre o voto e o indivíduo.

            2. O “Wrong Candidate Problem” (Problema do Candidato Errado)
            Este é o calcanhar de Aquiles. Mesmo com tokens seguros, como é que um eleitor verifica que o seu voto digital foi registado com a sua intenção real? Se o comprovante não mostrar o voto (para evitar coação e compra de votos), o eleitor só pode verificar que “algo” criptografado está na blockchain. Se um malware na máquina de voto mostrar “Candidato A” no ecrã, mas encriptar e enviar um voto para o “Candidato B”, o eleitor nunca o saberá. A auditoria da blockchain confirmará apenas a integridade do voto fraudulento. A criptografia protege os dados, não a intenção original.

            3. A Ameaça do “Magic Ballot Attack” (Ataque da Bala Mágica)
            Imagina que, minutos antes do fecho das urnas, um agente malicioso (um insider ou um malware pré-instalado) ativa uma rotina. Esta gera 1.000.000 de votos falsos, mas perfeitos do ponto de vista criptográfico:
            – Gera tokens válidos (usando chaves de assinatura roubadas).
            – Cria votos cifrados para o candidato X.
            – Gera Zero-Knowledge Proofs (ZKPs) válidos que provam que são votos bem-formados.
            – Injeta-os na blockchain.

            Perante a blockchain e qualquer auditoria criptográfica posterior, estes são votos perfeitamente válidos. A contagem está correta, as provas matemáticas estão validadas. A fraude é indetetável pelo sistema digital, pois este não tem como saber que não houve um eleitor físico por trás. Isto demonstra que a auditabilidade do processo criptográfico não é sinónimo de correção do resultado. Para uma máquina 2+2 é sempre 4, e uma “re-contagem” não é nada mais do que fazer a conta novamente e dará sempre o mesmo resultado.

            4. A Reconciliação Final é Impossível sem um Artefacto Físico
            Eis o cerne da questão: Num sistema puramente digital, não existe um “ground truth” (verdade fundamental) independente para comparar os resultados. A blockchain só pode auditar a sua própria consistência interna. Se os dados de entrada forem fraudulentos desde a origem, a auditoria não tem referência externa.

            A única forma de quebrar este ciclo é introduzir um canal independente e analógico: o Boletim Físico Verificado pelo Eleitor (Voter-Verified Paper Audit Trail – VVPAT).

            A máquina imprime um papel com o voto, o eleitor verifica-o e deposita-o numa urna física.

            Esse papel é o registro definitivo da intenção do eleitor.
            Auditorias Risk-Limiting Audits (RLAs) comparam uma amostra dos papéis com o resultado digital. Qualquer discrepância (como p.ex. 1.000.000 de votos digitais sem papel correspondente) leva a uma recontagem total manual, e esta é que contaria e não o digital (fazendo com que a blockchain seja descartada no processo de validação)

            CONCLUÍNDO:
            Num sistema de voto político é praticamente impossível ter, em simultâneo:

            1. Segurança forte contra fraudes internas/ insider threats (incluindo injecção de votos).
            2. Anonimato perfeito e secreto do voto.
            3. Auditabilidade completa e compreensível por um leigo.

            Por isto, a posição consensual da comunidade de segurança informática (como dizem os relatórios da US National Academy of Sciences ou da German Chaos Computer Club) é de extremo cepticismo face ao voto pela Internet ou a sistemas digitais sem um registo físico verificável pelo eleitor, mesmo na blockchain. A tecnologia pode melhorar a logística e a transparência da totalização, mas não pode substituir o papel como a fonte última e confiável da intenção do eleitor.

            Podes me responder agora com a tua expertise?!?!!

          • PJA says:

            Joana Marques, excelente comentário. 

          • Zé Fonseca A. says:

            Não Joana, continuas sem estudar o tema, limitaste-te a ir a um chatbot para fazer paste em coisas que nem têm nexo em sistemas blockchain.

            Estuda se queres discutir o tema:
            https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=5370817

            https://indjst.org/articles/blockchain-powered-e-voting-a-novel-approach-to-secure-voter-authentication-online-voting-and-election-automation

            Cuidado com as AI, se não percebemos o que estamos a fazer paste podemos fazer pior figura do que ficar calados

            Btw, nem sou defensor de um sistema de e-vote sobre blockchain, mas conceptualmente é a forma mais barata, mais rápida e com menor manutenção, mas conseguia montar um sistema desses seguro em pelo menos 4 ou 5 tipologias de arquitectura diferentes, muito mais complexas de explicar do que um simples blockchain com zkp.

            Aliás, tens aí muitas DAOs a usarem sistemas arquiteturas semelhantes para produtos financeiros, fazendo prova de que funciona e é seguro

          • Joana Marques says:

            É no mínimo ridiculo comparares um produto financeiro a um sistema de votação, mas tu é que o fizeste. LOL

            Eu estou a fazer o meu doutoramento em sistemas de votações digitais e sei todo o método, hardware, coding, …. para o atingir, e é unânime a conclusão. Não podemos garantir digitalmente a integridade de uma votação puramente electrónica, e ponto final.

            Os links que partilhaste não provam nada. Todos os pontos cŕiticos que relatei continuam válidos e NENHUM foi respondido pelos teus links.

            Se achas que faço paste um “sistema de chatbot” diz-me onde e respoponde ponto a ponto, como fiz para cada uma das problemáticas co reolverias.

            Deixa de te escudar no “não falo com que não sabe”, ou “não respondo a quem não estuda”. Responde aos pontos que referí como os ultrapassarias, e podes “ensinar” aos diversos estudiosos desta problemática como reoslver estes items.

            Em relação aos artigos que enviaste;
            1. O artigo “indiano” foca-se mais na autenticação segura (via biometria), mas não detalha como mantém o segredo do voto após a autenticação, o que é uma lacuna crítica.
            2. O artigo “indiano” propõe usar a imutabilidade da blockchain e os smart contracts para prevenir manipulação e automatizar processos. No entanto, não aborda a fundo o “Calcanhar de Aquiles” de que falámos: o risco catastrófico de malware pré-instalado nas máquinas de voto ou dispositivos dos eleitores gerar votos falsos, mas criptograficamente perfeitos. Esta é a omissão mais significativa quando comparada com o consenso de segurança.
            3. Sobre Escala Prática: A conclusão da revisão da SSRN é crucial — afirma que a implementação para eleições de grande escala permanece numa fase inicial, destacando desafios por resolver em criptografia de privacidade e escalabilidade. Isto alinha-se com o consenso de que a tecnologia não está pronta para eleições políticas.

            Como resolves a problemática dos 3 pontos fundamentais que expus no meu comentário????

            Parece que quem utilizou um chatbot foste tu…

          • Zé Fonseca A. says:

            “É no mínimo ridiculo comparares um produto financeiro a um sistema de votação, mas tu é que o fizeste. LOL”

            desconhecimento de blockchain, continua nos teus chatbots para te ajudarem com a tese de doutoramento, no MIT já existiram várias com este topico que demonstram o contrário do que dizes, mas és tu e as tuas prompts que são uma sumidade 😉

          • Joana Marques says:

            Nada a ver com prompts. Querias elevar a discussão e não dás uma resposta às problemáticas que levantei.

            Se o MIT existem vários que provam o contrário, manda-me pelo menos um que resolva os items que referi.

          • Paulo Silva says:

            Muito bem Joana. Isso é o que eu digo a todos que acham que o voto digital é o futuro. Explicaste de uma forma tão directa que até guardei nas minhas notas pessoais.

            Boa sorte para o teu mestrado e esquece o Zé Fonseca, já meteu o rabinho entre as pernas e fugiu.

          • Profeta says:

            Joana responde-me so a isto. Se existem alguns paises que usam o voto electronico porque em Portugal nao e possivel ? Alem disso em que plataforma e desenvolvida essa aplicacao windows ou linux ? A mim parece-me um pouco absurdo que nao existam programadores capazes de resolver esses problemas que apontaste. Podemos dizer entao que eles atingiram a sua capacidade maxima para a resolucao desses problemas e que nao e possivel resolve-los ? Por outras palavras isso e um pretextou ou ma vontade para nao se querer fazer as coisas ? Ultimamente so se ve e algo do genero “ah e tal nao se pode fazer isto , ah e tal custa muito dinheiro, ah e tal nao vale a pena” Ah e tal arranjem la programadores craneos e inteligentes e depois vem ca falar desses problemas que apontaste novamente.

          • Joana Marques says:

            @Profeta, essa é a grande questão. Assumir um possível erro/falha. Como sabemos os meios digitais não são 100% seguros, isto é um facto. A questão das votações levam isto ao limite, porque pelas “Leis de Eleições” em todos os países são mais ou menos equivalentes, elas assentam em alguns pilares, por exemplo:
            1. Anonimato completo do voto livre – Hoje em dia um voto é anulado se o boletim tiver qualquer item extra, seja um ponto ou linha fora do quadrado de voto, uma dobra num canto, um rasgo pequeno, ou até dobrares o voto mais que 2 vezes. Isto serviria para associar o voto a uma pessoa/grupo. Imagina que o candidato A paga 100€ a uma pessoa para ela votar nele. Estes métodos seriam utilizados para verificar se a pessoa votou ou não, por isso qualquer marca o voto é logo anulado.
            2. O voto tem que ser exercido sem pressões externas e/ou coacção. – Isto invalida logo o voto remoto no teu dispositivo. Nunca podes assegurar este ponto. Levando apenas à possibilidade de ter voto digital, mas numa mesa de voto como temos actualmente.
            3. O votante tem o direito se saber se o voto dele foi realmente para o candidato que ele quer. Com o voto digital levantam-se vários problemas, porque auditar um sistema informático não pode ser feito por pessoas leigas, enquanto a contagem (ou recontagem) é feita pelos votos em papel. Qualquer criança de 10 anos conseguiria fazer a recontagem dos votos, e este processo pode ser presenciado por qualquer pessoa.
            4. No caso físico, as urnas estão vazias e seladas. Qualquer erro no selo na hora da abertura invalida a urna toda. Não consegues ter 100% de certeza que nos votos digitais, um boletim perfeito do ponto de vista matemático seja inserido na base de dados/blockchain, e não podes fazer o traceback ao votante (por razões obvias). Logo tens que acreditar que nada, num processo obscuro (por não estar à vista de todos como é o processamento computacional) é valido. Ou seja, não pode haver recontagem, porque o computador 2+3 é sempre 4. Se corrermos o script para “recontar” ele apenas vai fazer a mesma conta e dar o mesmo resultado.

            O meio de votação digital presencial pode ser utilizado se imprimir um comprovativo de voto com o candidato que se votou e deposita-se numa urna. A contagem é na mesma electrónica, ou seja, é dada rapidamente, no entanto, caso haja uma recontage, a verdade absoluta está nos comprovativos impressos, e o digital seria descartado para uma recontagem e validação dos votos.

            Não é que um programador ou grupo de programadores consigam ou não resolver estes problemas, é a questão de não conseguires ter anonimato a 100% e auditabilidade num processo digital. é impossível. Teríamos mesmo que acreditar que tudo está bem, mas não havia certezas, e para uma votação isso não é viável.

            Espero ter esclarecido.

            No entanto, ficamos à espera do @Zé Fonseca A. pela sua posição, mas parece-me que afinal não gosta de discutir pontos concretos e só manda bocas para o ar de “se não sabes estuda para depois falares comigo”.

          • Joana Marques says:

            @profeta, não estou a conseguir colocar o meu comentário completo, nas a questão aqui é pela particulariedade das leis eleitorais.
            1. Para não haver coacção o voto tem que ser presencial. Não garantes isso remotamente
            2. na presencial, e se for só voto digital, nada impede de haver mais votos fraudolentos, mas válidos na urna digital ou blockchain. Só poderíamos todos acreditar que está certo, mas não auditar

            A solução seria imprimir o voto, a pesosa confirma e depois deposita numa urna, e qualquer recontagem seria feito pelo meio físico, descartando todo o digital.

          • Profeta says:

            Joana essa tua resposta e um discurso de quem so ve problemas e nao solucoes. Haja vontade e tudo se resolve. Mas ficamos por aqui ja todos percebemos o teu ponto. E preferivel ficar tudo na mesma porque algumas pessoas nao tem capacidade para resolver os problemas apontados. E mais facil assim e da jeito que seja assim a muita gente.

          • Joana Marques says:

            Entendo a tua posição também, mas trabalho na área e o meu trabalho/estudo nos últimos 7 anos foi, entre outros, nesta área em concreto. Existem coisas que o digital é funtamental e necessária. Agora abdicar de transparência, liberdade e simplicidade (porque qualquer leigo pode (re)contar os votos) numa votação para ter resultado mais cedo achas que vale a pena?

            Existem erros no processo físico? Sim, mas é o mais seguro/viável. Abdicando destas premissas, abres uma porta imensa à fraude.

    • Grunho says:

      Não interessa quem vota. Nem como vota. Interessa é quem conta os votos.

    • PJA says:

      Atualmente não há confiança entre as pessoas para se votar de outra forma. Veja o que se passou nos EUA nas eleições de 2020.

      • Profeta says:

        Esta resposta e para a Joana Marques, entao esta a querer dizer que existem sistemas seguros para tudo e mais alguma coisa e nao existem para o voto electronico ? Haja paciencia e vontade para fazer as coisas certas. Se alguns Portugueses os que a Joana conhece que nao conseguem criar um sistema seguro no voto electronico, ha mais quem tenha essa capacidade. Era so o que faltava vir dizer que a capacidade humana faz tudo e um par de botas mas construirem um sistema seguro para o voto electronico nao conseguem. Falta e mais empenho e vontade em querer mudar as coisas isso sim.

  2. Bin says:

    …agora lembrem-se de eleger o Mini Trump e depois queixem-se…

  3. Zé Fonseca A. says:

    Só na tugolandia

  4. Manuel da Rocha says:

    Um erro do Ministério da Administração Interna.
    Como as candidaturas podiam reclamar, encerrado o processo, ás 20h do dia 18 de Dezembro, durante 72 horas, o governo decidiu contratar, uma tipografia espanhola, para imprimir 84 (oitenta e quatro) milhões de boletins, para entrega, de 25 milhões, a 29 de Dezembro, para serem enviados, aos emigrantes. Assim, não esperaram pela validação (feita no dia 19, ás 11h) e avançaram, com o contrato e com o modelo.
    Pela mesma razão, no dia 19, serão os mesmos boletins, a serem enviados, para os emigrantes, independentemente, de quem passe, à segunda volta.
    O governo diz que poupa 400000 euros, com esta opção (2,4 milhões de euros, pelos 84 milhões de boletins), em vez, dos contratos, habituais, de dividir, a impressão, por 7-10 tipografias, espalhadas, pelo país, escolhidas pelas câmaras municipais, usando o modelo, definido pelo Tribunal Constitucional.
    Pressa, poderá dar problemas, na contagem e levar, quem não concorde, com os 11 candidatos, a escolher outro.
    Nas actas, vai ficar registado, o número de votos, em cada, dos rejeitados. Serão somados, aos nulos, no fecho da votação, e não serão apresentados, em público, apesar da CNE, saber quantas pessoas anularam, o voto, ao votar num, dos 3, rejeitados.

  5. Rúben Barros says:

    “A CNE já veio esclarecer que na segunda volta os boletins de voto terão dois candidatos”

    já vou dormir melhor

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.