Presidenciais 2026: atenção ao boletim de voto domingo
No próximo domingo, 18 de janeiro, os portugueses voltam às urnas para eleger o Presidente da República. Apesar de o ato eleitoral ser simples à primeira vista, há um detalhe importante que merece atenção especial: o boletim de voto pode causar alguma confusão.
Embora tenham sido admitidas oficialmente 11 candidaturas, o boletim de voto inclui 14 nomes. Esta situação resulta de questões administrativas e prazos legais que impediram a exclusão atempada de algumas candidaturas antes da impressão dos boletins.
Na prática, isto significa que:
- Nem todos os nomes que aparecem no boletim correspondem a candidaturas válidas;
- O eleitor deve confirmar bem o nome e a fotografia do candidato em quem pretende votar.
Boletim de Voto: um pequeno erro pode anular o voto
Como habitual, o voto é feito com um simples “X”, mas é essencial cumprir as regras:
- Marcar apenas um quadrado;
- Não escrever, riscar ou dobrar excessivamente o boletim;
- Evitar qualquer sinal que possa identificar o eleitor.
- Um erro mínimo pode ser suficiente para que o voto seja considerado nulo.
Com um elevado número de candidatos e um eleitorado dividido, as projeções apontam para a forte possibilidade de uma segunda volta, a realizar-se em fevereiro, caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos válidos.
A CNE já veio esclarecer que na segunda volta os boletins de voto terão dois candidatos






















Porquê que em 2026 ainda voltamos em papel? Ridículo
Porque a outra forma é 100%, fácil, de termos 50000 milhões, de eleitores, a votar, e ninguém pode dizer que não foram 50000 milhões, de portugueses, a votar, nem pedir recontagem.
É, por isso, que até nas grandes empresas, quando há votação, ou pagou 130000 euros, a um advogado, para o representar, ou não vota, sem lá ir e passar 5 horas, na reunião, a ouvir, as propostas. Pode ouvi-las pelas apps, mas não pode votar.
é o quê pá?
Tens a tecla da virgula a mandar impulsos de SOS…
Dizem eles que assim é “mais fidedigno”
E é. Pode haver fraude? sim, mas terias que corromper cada mesa de voto que queiras alterar alguma coisa. E a contagem é “pública” qualquer pessoa pode ir e dele lá ter um representante de cada partido.
Para evitar fraudes.
Os sistemas digitais de votação não são totalmente confiáveis porque não permitem verificar que o voto da pessoa é efectivamente atribuído ao partido/ pessoa escolhido pela pessoa.
Teoricamente existem esquemas do género “Helios Voting” ( https://vote.heliosvoting.org ) que permitem à pessoa posteriormente verificar na base de dados (pode ser na oficial ou num duplicado por exemplo em uma biblioteca online, partido político, etc.) se o voto realmente foi recebido e correctamente integrado com a opção que escolheu, mas é preciso que quisessem utilizar esse ou um modelo do género.
A máquina (normalmente utilizadas) pode ser adulterada para colocar os votos todos em uma determinada posição ou para aumentar artificialmente o número de votos em determinada opção mas de forma mais discreta.
No Brasil e em outros países tem havido inúmeras acusações das máquinas serem adulteradas para favorecer determinado partido/ candidato. Claro que o tribunal de lá recusa qualquer acusação e diz que está tudo bem, mas eles mesmos podem estar envolvidos na fraude, e uma vez que ninguém consegue realmente confirmar se o voto verdadeiro foi ou não correctamente integrado e utilizado na contagem final, podem acusar de falsificação sem que o tribunal ou outros possam provar o contrário.
Em alguns países existe um sistema misto, a máquina disponibiliza o resultado imediato para um resultado provisório, que depois é confirmado com a contagem manual dos votos. Serve para as pessoas saberem logo no próprio dia/ dia seguinte quem em princípio terá ganho, pendente de confirmação dos votos em papel que a própria máquina emite, e que permite ao eleitor verificar se o voto foi realmente bem colocado ou se existe fraude óbvia a acontecer.
Se ao menos pudessem fazer um sistema de votação em cima de blockchain com autenticação via gov.pt.. não há vontade, o que não faltam são arquitecturas 100% seguras para votação. Pelo menos enquanto a comptação quântica não for massificada
não se consegue garantir a fiabilidade o anomimato do voto em qualquer meio digital de votação. Quem disse o contrário não sabe como funciona os meios digitais.
Para um voto ser validado, tem que haver uma ligação a um eleitor. Mesmo que não haja ligação do objecto “boletim” ao objecto “votante” as datas nos logs podem dar uma correlação entre boletim e votante. Caso não haja logs ou sejam incompletos, não consegues auditar a urna.
A única situação que se pode utilizar o voto digital é com a impressão do teu voto, confirmas se está certo e depois depositas numa urna (física). Assim podes anonimizar os logs e qualquer recontáge fidedigna pode ser feitas com esses boletins impressos.
Não existe NADA digital que dê para votações e sorteios de jogos de azar. Tem que ser sempre físico.
Comentário de quem não percebe nada de tecnologia e gosta de mandar cá para fora o que dizem os comentadores da praça.
Lê o que eu disse e vai estudar, quando tiveres opinião tua eu terei todo o gosto em responder a perguntas pertinentes
Blockchain, minha cara. Não há é vontade política e o resto é conversa fiada.
Então ambos estudem lá bem se a blockchain te dá anonimato completo. Tens que associar um votante a um boletim. Estando a associação feita, já foste.
Ou tens anonimato ou é auditável. Não podes ter os 2. Quem diz o contrário é que não entende nada.
Pois Joana, não foste, consegues ambos, já te disse, estuda, faz questões pertinentes e eu respondo, não entro em conversas com pessoas desinformadas
Zé, você não garante a independência do voto sem ser presencial.
Então vamos lá subir ao teu puleiro, pois não falas com pessoas de “nível inferiror”
Vamos pôr as problemáticas por tópicos:
1. O Paradoxo Central: Autenticação vs. Anonimato
Para um voto ser válido, o sistema tem de autenticar que a pessoa é um eleitor registado e que só vota uma vez. Para ser livre, o voto tem de ser anónimo (secretismo do voto). Num sistema digital, temos de criar uma credencial digital (um token) que prova o direito a votar, mas depois temos de destruir imediatamente e irreversivelmente a ligação entre essa credencial e a identidade da pessoa. Qualquer falha neste passo — ou a possibilidade de a reconstruir — quebra o anonimato. Este é o primeiro equilíbrio precário. O simples datetime do voto pode dar para estabelecer alguma relação entre o voto e o indivíduo.
2. O “Wrong Candidate Problem” (Problema do Candidato Errado)
Este é o calcanhar de Aquiles. Mesmo com tokens seguros, como é que um eleitor verifica que o seu voto digital foi registado com a sua intenção real? Se o comprovante não mostrar o voto (para evitar coação e compra de votos), o eleitor só pode verificar que “algo” criptografado está na blockchain. Se um malware na máquina de voto mostrar “Candidato A” no ecrã, mas encriptar e enviar um voto para o “Candidato B”, o eleitor nunca o saberá. A auditoria da blockchain confirmará apenas a integridade do voto fraudulento. A criptografia protege os dados, não a intenção original.
3. A Ameaça do “Magic Ballot Attack” (Ataque da Bala Mágica)
Imagina que, minutos antes do fecho das urnas, um agente malicioso (um insider ou um malware pré-instalado) ativa uma rotina. Esta gera 1.000.000 de votos falsos, mas perfeitos do ponto de vista criptográfico:
– Gera tokens válidos (usando chaves de assinatura roubadas).
– Cria votos cifrados para o candidato X.
– Gera Zero-Knowledge Proofs (ZKPs) válidos que provam que são votos bem-formados.
– Injeta-os na blockchain.
Perante a blockchain e qualquer auditoria criptográfica posterior, estes são votos perfeitamente válidos. A contagem está correta, as provas matemáticas estão validadas. A fraude é indetetável pelo sistema digital, pois este não tem como saber que não houve um eleitor físico por trás. Isto demonstra que a auditabilidade do processo criptográfico não é sinónimo de correção do resultado. Para uma máquina 2+2 é sempre 4, e uma “re-contagem” não é nada mais do que fazer a conta novamente e dará sempre o mesmo resultado.
4. A Reconciliação Final é Impossível sem um Artefacto Físico
Eis o cerne da questão: Num sistema puramente digital, não existe um “ground truth” (verdade fundamental) independente para comparar os resultados. A blockchain só pode auditar a sua própria consistência interna. Se os dados de entrada forem fraudulentos desde a origem, a auditoria não tem referência externa.
A única forma de quebrar este ciclo é introduzir um canal independente e analógico: o Boletim Físico Verificado pelo Eleitor (Voter-Verified Paper Audit Trail – VVPAT).
A máquina imprime um papel com o voto, o eleitor verifica-o e deposita-o numa urna física.
Esse papel é o registro definitivo da intenção do eleitor.
Auditorias Risk-Limiting Audits (RLAs) comparam uma amostra dos papéis com o resultado digital. Qualquer discrepância (como p.ex. 1.000.000 de votos digitais sem papel correspondente) leva a uma recontagem total manual, e esta é que contaria e não o digital (fazendo com que a blockchain seja descartada no processo de validação)
CONCLUÍNDO:
Num sistema de voto político é praticamente impossível ter, em simultâneo:
1. Segurança forte contra fraudes internas/ insider threats (incluindo injecção de votos).
2. Anonimato perfeito e secreto do voto.
3. Auditabilidade completa e compreensível por um leigo.
Por isto, a posição consensual da comunidade de segurança informática (como dizem os relatórios da US National Academy of Sciences ou da German Chaos Computer Club) é de extremo cepticismo face ao voto pela Internet ou a sistemas digitais sem um registo físico verificável pelo eleitor, mesmo na blockchain. A tecnologia pode melhorar a logística e a transparência da totalização, mas não pode substituir o papel como a fonte última e confiável da intenção do eleitor.
Podes me responder agora com a tua expertise?!?!!
Joana Marques, excelente comentário.
Não Joana, continuas sem estudar o tema, limitaste-te a ir a um chatbot para fazer paste em coisas que nem têm nexo em sistemas blockchain.
Estuda se queres discutir o tema:
https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=5370817
https://indjst.org/articles/blockchain-powered-e-voting-a-novel-approach-to-secure-voter-authentication-online-voting-and-election-automation
Cuidado com as AI, se não percebemos o que estamos a fazer paste podemos fazer pior figura do que ficar calados
Btw, nem sou defensor de um sistema de e-vote sobre blockchain, mas conceptualmente é a forma mais barata, mais rápida e com menor manutenção, mas conseguia montar um sistema desses seguro em pelo menos 4 ou 5 tipologias de arquitectura diferentes, muito mais complexas de explicar do que um simples blockchain com zkp.
Aliás, tens aí muitas DAOs a usarem sistemas arquiteturas semelhantes para produtos financeiros, fazendo prova de que funciona e é seguro
É no mínimo ridiculo comparares um produto financeiro a um sistema de votação, mas tu é que o fizeste. LOL
Eu estou a fazer o meu doutoramento em sistemas de votações digitais e sei todo o método, hardware, coding, …. para o atingir, e é unânime a conclusão. Não podemos garantir digitalmente a integridade de uma votação puramente electrónica, e ponto final.
Os links que partilhaste não provam nada. Todos os pontos cŕiticos que relatei continuam válidos e NENHUM foi respondido pelos teus links.
Se achas que faço paste um “sistema de chatbot” diz-me onde e respoponde ponto a ponto, como fiz para cada uma das problemáticas co reolverias.
Deixa de te escudar no “não falo com que não sabe”, ou “não respondo a quem não estuda”. Responde aos pontos que referí como os ultrapassarias, e podes “ensinar” aos diversos estudiosos desta problemática como reoslver estes items.
Em relação aos artigos que enviaste;
1. O artigo “indiano” foca-se mais na autenticação segura (via biometria), mas não detalha como mantém o segredo do voto após a autenticação, o que é uma lacuna crítica.
2. O artigo “indiano” propõe usar a imutabilidade da blockchain e os smart contracts para prevenir manipulação e automatizar processos. No entanto, não aborda a fundo o “Calcanhar de Aquiles” de que falámos: o risco catastrófico de malware pré-instalado nas máquinas de voto ou dispositivos dos eleitores gerar votos falsos, mas criptograficamente perfeitos. Esta é a omissão mais significativa quando comparada com o consenso de segurança.
3. Sobre Escala Prática: A conclusão da revisão da SSRN é crucial — afirma que a implementação para eleições de grande escala permanece numa fase inicial, destacando desafios por resolver em criptografia de privacidade e escalabilidade. Isto alinha-se com o consenso de que a tecnologia não está pronta para eleições políticas.
Como resolves a problemática dos 3 pontos fundamentais que expus no meu comentário????
Parece que quem utilizou um chatbot foste tu…
“É no mínimo ridiculo comparares um produto financeiro a um sistema de votação, mas tu é que o fizeste. LOL”
desconhecimento de blockchain, continua nos teus chatbots para te ajudarem com a tese de doutoramento, no MIT já existiram várias com este topico que demonstram o contrário do que dizes, mas és tu e as tuas prompts que são uma sumidade 😉
Nada a ver com prompts. Querias elevar a discussão e não dás uma resposta às problemáticas que levantei.
Se o MIT existem vários que provam o contrário, manda-me pelo menos um que resolva os items que referi.
Muito bem Joana. Isso é o que eu digo a todos que acham que o voto digital é o futuro. Explicaste de uma forma tão directa que até guardei nas minhas notas pessoais.
Boa sorte para o teu mestrado e esquece o Zé Fonseca, já meteu o rabinho entre as pernas e fugiu.
Joana responde-me so a isto. Se existem alguns paises que usam o voto electronico porque em Portugal nao e possivel ? Alem disso em que plataforma e desenvolvida essa aplicacao windows ou linux ? A mim parece-me um pouco absurdo que nao existam programadores capazes de resolver esses problemas que apontaste. Podemos dizer entao que eles atingiram a sua capacidade maxima para a resolucao desses problemas e que nao e possivel resolve-los ? Por outras palavras isso e um pretextou ou ma vontade para nao se querer fazer as coisas ? Ultimamente so se ve e algo do genero “ah e tal nao se pode fazer isto , ah e tal custa muito dinheiro, ah e tal nao vale a pena” Ah e tal arranjem la programadores craneos e inteligentes e depois vem ca falar desses problemas que apontaste novamente.
@Profeta, essa é a grande questão. Assumir um possível erro/falha. Como sabemos os meios digitais não são 100% seguros, isto é um facto. A questão das votações levam isto ao limite, porque pelas “Leis de Eleições” em todos os países são mais ou menos equivalentes, elas assentam em alguns pilares, por exemplo:
1. Anonimato completo do voto livre – Hoje em dia um voto é anulado se o boletim tiver qualquer item extra, seja um ponto ou linha fora do quadrado de voto, uma dobra num canto, um rasgo pequeno, ou até dobrares o voto mais que 2 vezes. Isto serviria para associar o voto a uma pessoa/grupo. Imagina que o candidato A paga 100€ a uma pessoa para ela votar nele. Estes métodos seriam utilizados para verificar se a pessoa votou ou não, por isso qualquer marca o voto é logo anulado.
2. O voto tem que ser exercido sem pressões externas e/ou coacção. – Isto invalida logo o voto remoto no teu dispositivo. Nunca podes assegurar este ponto. Levando apenas à possibilidade de ter voto digital, mas numa mesa de voto como temos actualmente.
3. O votante tem o direito se saber se o voto dele foi realmente para o candidato que ele quer. Com o voto digital levantam-se vários problemas, porque auditar um sistema informático não pode ser feito por pessoas leigas, enquanto a contagem (ou recontagem) é feita pelos votos em papel. Qualquer criança de 10 anos conseguiria fazer a recontagem dos votos, e este processo pode ser presenciado por qualquer pessoa.
4. No caso físico, as urnas estão vazias e seladas. Qualquer erro no selo na hora da abertura invalida a urna toda. Não consegues ter 100% de certeza que nos votos digitais, um boletim perfeito do ponto de vista matemático seja inserido na base de dados/blockchain, e não podes fazer o traceback ao votante (por razões obvias). Logo tens que acreditar que nada, num processo obscuro (por não estar à vista de todos como é o processamento computacional) é valido. Ou seja, não pode haver recontagem, porque o computador 2+3 é sempre 4. Se corrermos o script para “recontar” ele apenas vai fazer a mesma conta e dar o mesmo resultado.
O meio de votação digital presencial pode ser utilizado se imprimir um comprovativo de voto com o candidato que se votou e deposita-se numa urna. A contagem é na mesma electrónica, ou seja, é dada rapidamente, no entanto, caso haja uma recontage, a verdade absoluta está nos comprovativos impressos, e o digital seria descartado para uma recontagem e validação dos votos.
Não é que um programador ou grupo de programadores consigam ou não resolver estes problemas, é a questão de não conseguires ter anonimato a 100% e auditabilidade num processo digital. é impossível. Teríamos mesmo que acreditar que tudo está bem, mas não havia certezas, e para uma votação isso não é viável.
Espero ter esclarecido.
No entanto, ficamos à espera do @Zé Fonseca A. pela sua posição, mas parece-me que afinal não gosta de discutir pontos concretos e só manda bocas para o ar de “se não sabes estuda para depois falares comigo”.
@profeta, não estou a conseguir colocar o meu comentário completo, nas a questão aqui é pela particulariedade das leis eleitorais.
1. Para não haver coacção o voto tem que ser presencial. Não garantes isso remotamente
2. na presencial, e se for só voto digital, nada impede de haver mais votos fraudolentos, mas válidos na urna digital ou blockchain. Só poderíamos todos acreditar que está certo, mas não auditar
A solução seria imprimir o voto, a pesosa confirma e depois deposita numa urna, e qualquer recontagem seria feito pelo meio físico, descartando todo o digital.
Joana essa tua resposta e um discurso de quem so ve problemas e nao solucoes. Haja vontade e tudo se resolve. Mas ficamos por aqui ja todos percebemos o teu ponto. E preferivel ficar tudo na mesma porque algumas pessoas nao tem capacidade para resolver os problemas apontados. E mais facil assim e da jeito que seja assim a muita gente.
Entendo a tua posição também, mas trabalho na área e o meu trabalho/estudo nos últimos 7 anos foi, entre outros, nesta área em concreto. Existem coisas que o digital é funtamental e necessária. Agora abdicar de transparência, liberdade e simplicidade (porque qualquer leigo pode (re)contar os votos) numa votação para ter resultado mais cedo achas que vale a pena?
Existem erros no processo físico? Sim, mas é o mais seguro/viável. Abdicando destas premissas, abres uma porta imensa à fraude.
Não interessa quem vota. Nem como vota. Interessa é quem conta os votos.
Atualmente não há confiança entre as pessoas para se votar de outra forma. Veja o que se passou nos EUA nas eleições de 2020.
Esta resposta e para a Joana Marques, entao esta a querer dizer que existem sistemas seguros para tudo e mais alguma coisa e nao existem para o voto electronico ? Haja paciencia e vontade para fazer as coisas certas. Se alguns Portugueses os que a Joana conhece que nao conseguem criar um sistema seguro no voto electronico, ha mais quem tenha essa capacidade. Era so o que faltava vir dizer que a capacidade humana faz tudo e um par de botas mas construirem um sistema seguro para o voto electronico nao conseguem. Falta e mais empenho e vontade em querer mudar as coisas isso sim.
Se soubesses do que estás a falar tinhas vergonha do que está s adizer….
Esse e o teu argumento Joana ? Claramente que nao percebes nada do assunto mas tentas dar o ar da tua graça.
Podes ver os meus argumentos a cima em resposta ao @Zé Fonseca A.
…agora lembrem-se de eleger o Mini Trump e depois queixem-se…
Estás a chamar o Marques de mini Trump?
Bem pior do que foram estes 50 anos de gamanço não sei se conseguem pior…
Esse é o micro trump. Mas prometeu aos eleitores ficar mais alto que o almirante se ganhasse. O mini trump é o das aventuras, que prometeu que o maior fadista do mundo ia ser um português. Patriótico!
Tem razão… Aquele meio quilo só em cadeiras e sapatos novos vai levar o país á fencia… Ainda vai abrir empresas para fazer tudo á medida… Metro e meio de.laranja é dose…
Vota VENTURA, vota na mudança do sistema!
é preciso ser muito pobre de inteligência
Concordo contigo, dá para perceber que padeces dessa doença “pobre de inteligência”
precisavas de uma mudança por aquele sitio acima
Vota VIEIRA, bebe vinho de primeira!
Muito pobre de inteligencia porque ? Desafio cada um de voces a dizer o que tem contra o Ventura ? Vamos la ver os vossos argumentos fidedignos. Esta e a altura certa para votarem com sabedoria, depois nao venham com a frase do costume “ah e tal fui enganado” Ventura para presidente 2026
Desafio-o a dizer o que tem contra o Vieira.
Vieira para presidente 2026.
Só na tugolandia
Um erro do Ministério da Administração Interna.
Como as candidaturas podiam reclamar, encerrado o processo, ás 20h do dia 18 de Dezembro, durante 72 horas, o governo decidiu contratar, uma tipografia espanhola, para imprimir 84 (oitenta e quatro) milhões de boletins, para entrega, de 25 milhões, a 29 de Dezembro, para serem enviados, aos emigrantes. Assim, não esperaram pela validação (feita no dia 19, ás 11h) e avançaram, com o contrato e com o modelo.
Pela mesma razão, no dia 19, serão os mesmos boletins, a serem enviados, para os emigrantes, independentemente, de quem passe, à segunda volta.
O governo diz que poupa 400000 euros, com esta opção (2,4 milhões de euros, pelos 84 milhões de boletins), em vez, dos contratos, habituais, de dividir, a impressão, por 7-10 tipografias, espalhadas, pelo país, escolhidas pelas câmaras municipais, usando o modelo, definido pelo Tribunal Constitucional.
Pressa, poderá dar problemas, na contagem e levar, quem não concorde, com os 11 candidatos, a escolher outro.
Nas actas, vai ficar registado, o número de votos, em cada, dos rejeitados. Serão somados, aos nulos, no fecho da votação, e não serão apresentados, em público, apesar da CNE, saber quantas pessoas anularam, o voto, ao votar num, dos 3, rejeitados.
Não ficaria mais barato se dessem uma folha em branco a cada eleitor e depois cada eleitor escreveria lá o nome da pessoa em que pretendia votar?
Exatamente, anda-se a brincar com a democracia.
“A CNE já veio esclarecer que na segunda volta os boletins de voto terão dois candidatos”
já vou dormir melhor
Ahahahahahah………………………..