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Portugal: Exército compra 36 drones para detetar incêndios


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. João Dias says:

    espero que a compra seja a uma empresa portuguesa como a tekever…

    • joaquim says:

      hahahahhaha, boa piada.. empresa portuguesa looooool

    • Rui says:

      Não há essa garantia. Portugal entregou a compra dos drones a uma agência da NATO que organiza os concursos públicos INTERNACIONAIS, para aquisições dos membros da NATO. Essa agência pede orçamentos ao mundo inteiro e que cumpram com o caderno de encargos que Portugal fez e depois a agência vai entregar uma lista graduada com as propostas ao Governo. Caberá depois ao governo decidir!!!!!
      Mas o facto de ter sido entregue a uma agência internacional, é quase certo que não é prioridade comprar a uma empresa portuguesa, mas sim, comprar o melhor possível dentro do orçamento!

      • Santos says:

        O Rui fartou-se de responder aos comentários neste post..costuma comentar assim tão vivamente em outros posts? e outros jornais com a mesma noticia? cheira-me a lobby

  2. Rui says:

    Deve-se referir que os drones adquiridos não são DJI 🙂
    São drones com muitas funções: The NATO Support and Procurement Agency (NSPA) will issue a request for proposals for the acquisition of mini unmanned aerial vehicles (UAVs) for the Portuguese Army by the end of 2017, a military source told Jane’ s. A contract is expected to be signed during the first quarter of 2018, the source added.

    In May 2016, the Portuguese Ministry of National Defence announced the intention to procure 12 mini UAVs worth up to EUR6 million (USD7 million) as part of the Military Programming Law 2015–2026. The aim is to provide battalion-sized units with an intelligence, surveillance, target acquisition, and reconnaissance (ISTAR) capability by 2021.

    Faltam urgentemente de helicópteros, aviões anfíbios (CL415-CL515 vai abrir novamente a linha de produção) e que venham equipados com visão noturna/Flir, etc….. sempre poupa-se mais do que pagar 50 a 75 milhões de euros por ano a alugar aeronaves!!!!!!!

    • int3 says:

      não são VANTs?

      • Rui says:

        Quem diz VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) são os brasileiros, esse texto copiei da JANES (americana) e os americanos referem UAV (unmanned aerial vehicles). Nós por cá ou referimos a drones de forma genérica ou seguimos a nomenclatura inglesa/americana (uniformização de nomes utilizada pela NATO/OTAN), por esse motivo verá que é referido muitas das vezes nos meios militares as siglas UAV para os drones ou mesmo UCAV para os drones ofensivos (transportam armas).

    • X says:

      O que realmente é preciso são submarinos.

  3. cK says:

    As reformas políticas nos últimos anos foram desastrosas ao nível da prevenção dos incêndios. Isto aliado aos interesses que todos sabemos e aliado à carência de ‘mão firme’ na justiça, levou a a este ponto em que estamos. Sou do tempo que haviam casas florestais ativas e postos de vigia. Os guardas florestais que para além de patrulharem a floresta, ainda faziam serviços de sapadores. Enfim, acabaram com toda a prevenção. E é agora que, depois de tudo estar ardido, vão investir o NOSSO dinheiro em drones, em vez de darem mão -de-obra à GNR, como, por exemplo, os GIPS.

    • Rui says:

      Estes drones não servem apenas para detectarem incêndios, têem muitas mais funções úteis para outras áreas! Digamos que vão fazer o mesmo que os P3 e os C295 fizeram nos últimos dias, quando apanharam agricultores a fazerem queimadas à noite, e ilegalmente!!!!!! Com a vantagem de que um drone é incomparavelmente mais barato de operar que um C295!!!!!!
      Em Portugal são poucas as aeronaves com capacidade de visão noturna, Flir, etc……. é 1 primeiro passo!

    • Carlos Soares says:

      Vão-se gastar milhões de € para resolver um problema que só se vai agravar com as alterações climáticas.

      Aquilo que é importante, ou seja, a educação e a punição continuam de fora do vocabulário deste governo, porque o verdadeiro combate aos incêndios começa por aí.

      Esquecem-se que temos um interior abandonado e apenas povoado por pessoas idosas que praticam agricultura de subsistência com hábitos cravados no seu dia-a-dia.

      Esquecem-se que libertam os incendiários e os deixam livres para voltar a cometer estes crimes ano após ano.

      Depois daqui a 5 anos começam as polémicas tais como os drones estarem parados porque falta manutenção ou porque os contratos de manutenção vão encher os bolsos de alguns…

      • Joao ptt says:

        Li, e registei. Concordo, se funcionarem tão bem como as comunicações da tropa, podemos ficar bastante preocupados com o dinheiro que irá ser gasto! Porque estes idiotas não fazem contratos a 25 anos ou coisa parecida que garanta a qualidade, manutenção preventiva e pós problemas, e actualizações tecnológicas necessárias ao longo do tempo de vida útil.

        A tropa ter drones não me choca, o que me choca é que seja supostamente para detectar incêndios, quem deveria andar a detectar incêndios nas áreas florestais e similares neste momento deveria ser o Instituto da Conservação da Natureza ou na pior das hipóteses a Protecção Civil, pelo menos até ser possível ter a Guarda Florestal (como antigamente) encarregada novamente da limpeza (prevenção), vigilância (prevenção), prisão (de suspeitos a sério, repressão), e combate a focos iniciais de incêndios. Por tanto seria um misto de de GIPS da GNR com sapadores florestais, voltar ao que existia antigamente e que funcionava muito bem! E que o estado em vez de ter promovido uma forte melhoria a nível de pessoal e meios, não, meteu aquilo na GNR e agora é a porcaria que se vê à mais de uma década… arde tudo, todos os anos, a menos que esteja a chover claro!

        A GNR é exército, é polícia, é investigador, é fiscal, é bombeiro, é equipa de salvamento… é um pouco de tudo e depois não conseguem fazer realmente nada bem, porque estão metidos em tudo.

  4. Sxac says:

    Políticos… Será preciso dizer mais?

    • int3 says:

      lol hipocrisia.
      então não se deve investir em prevenção e não em combate????
      é preciso decidir. ou trabalha-se na prevenção e custa dinheiro ou custa centenas vezes mais no combate + património e ambiente afetado.

      • Joao ptt says:

        Mas detectar os incêndios não é prevenir, é remediar depois de o problema já ter iniciado.
        Prevenir é limpar, ter as espécies correctas plantadas, é fazer a gestão e torná-la rentável para quem o faz, ao mesmo tempo em que beneficia o ambiente em geral.

        Claro que a detecção precoce torna mais rápido o debelar dos incêndios e eventual detecção da origem dos mesmos (humana, ambiental, tecnológica), o que é útil e fundamental.

    • Goncalo says:

      Então o melhor será não fazer nada, esperar que tudo se resolva por magia. Um dos grandes problemas do nosso País é o povo, gostam de criticar o que se faz e que se não faz, mas são os primeiros a não fazer, a não por a mão na consciência antes de tomarem atitudes que muitas vezes agravam ou geram esses mesmos problemas, e ficam à espera que alguém venha para os resolver. Pensem numa coisa: Quem vos limpa o traseiro depois de defecarem? Ficam à espera que alguém adivinhe que têm o traseiro sujo, e que esse alguém tenha a bondade de vos vir limpar?

  5. joaquim says:

    Como é que é possível um drone custar mais de 150.000$ ? mesmo que tenha todas as funções e mais possíveis instaladas neles!! um dos melhores drones da DJI ou phantom com tudo que quiserem incluir custa no maximo 5.000€ programadores e engenheiros é o que não faltam em Portugal, porque gastar 5,7 milhões???
    Facil, porque quem os encomendou vai gastar 0,7 milhões e distribuir 5 milhões por ”Custos com as encomendas” e ficar com o dinheiro, tal como acontece em quase tudo que se faz em Portugal. Atrasados mentais.

    • Zei says:

      Procure por drones militares, e fica logo a perceber porque podem ter esse preço. É importante informar que o conceito de drone é um veiculo aéreo não tripulado, podem ter meros cm ou metros.

      • Tiago André says:

        mesmo assim o mais caro drone militar disponivel ao publico sao só 45mil e os que a policia norte americana sao so 20mil, estes deves saber tirar cafes e imperiais

        • Rui says:

          Não diga disparates. Um UCAV pode custar mais de 100 milhões de dólares:

          Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk
          https://en.wikipedia.org/wiki/Northrop_Grumman_RQ-4_Global_Hawk

          • joaquim says:

            isso é o mesmo do que precisamos comprar uns carros, podemos comprar 100 volkswagens? ahhh não vamos só comprar 5 Bentley’s.
            Obvio que estes drones têm milhões de funções.. mas será que vamos precisar destas funções todas? claro que não. Só queremos drones para patrulhar as florestas e prevenir incendios.

        • joaquim says:

          Ora nem mai. Agora 180.000 € por um drone????
          podia se muito bem comprar o do 20.000 e o resto do dinheiro ser investido em prevenção.. Mas não como devem ter recebido ajudas é melhor gastar o dinheiro todo e apresentar gastos. 😉 -.-‘

    • Luís says:

      Joaquim precisa deitou-se muito tarde, tem de começar a dormir mais horas. As imagens são representativas, não são drones daqueles.

    • Rui says:

      E se lhe disser que um UCAV (drone de combate), custa mais de 100 milhões de dólares (só 1)!!!!!. Estes drones são especiais, em vez de 20 ou 30 minutos de voo, conseguem fazer pelo menos 24 horas de voo, têem câmaras Flir (custam dezenas ou centenas de milhares de euros), sensores noturnos, etc…… conseguem voar a centenas de km de distância do operador. Explique-me lá o que é que fazia com um DJI que apenas pode estar a 5km de si e não tem visão noturna/Flir?

      • Goncalo says:

        Rui, estes comentários nem merecem resposta, sao claramente gente que vive num mundo próprio e muito pequenino, so veem e acreditam no que quere, e a inteligência nao é para todos. Temos de lhes dar um desconto e rir com eles.

    • Cortano says:

      Aliás, acho que até com aqueles drones do ebay que custam 100€ chegava…
      Nem sei porque o gastam milhares em veículos de combate a incêndio?! Qualquer carrinha com mangueiras de jardim e um depósito de água chegava, né?!
      pois claro… aliás, umas bisnaga chegava…

  6. QuimRoscas says:

    Está explicado afinal…

  7. Pedro says:

    Só espero que não sejam os mesmos que a marinha experimentou…….

  8. Adão says:

    Nem vão sair da caixa

  9. Informatico Amador says:

    Saúda-se o envolvimento cada vez maior das Forças Armadas na proteção do Território – não devem servir só para a Guerra. É preciso é terem os efectivos e meios convenientes. Mas o investimento a médio prazo, compensa e se tirarem o lucro da equação, aposto que o numero de fogos diminui. Ouro sobre azul, seria os drones virem de uma empresa Portuguesa. Espero é que isto não seja como oshabituais negócios de armas: paga-se mais do que se deve, porque “Tem de haver comissões para alguém….”

  10. Diogo Aleixo says:

    Drones para detetar fogos como assim? Detetam com visão computacional ?

    • Rui says:

      Equipados com câmaras Flir!
      Viu os vídeos que a Força Aérea disponibilizou para as televisões? São gravações noturnas feitas com câmaras Flir que um particular não tem acesso!!!!! E feitas ou por P3 ou por C295.

    • Goncalo says:

      Simples, sao aparelhos voadores munidos das mais recentes tecnologias para voo autónomo e deteccao de focos de calor que com a utilização de diversas tecnologias e toda a infraestrutura sao capazes de detectar incendios.

      • Diogo Aleixo says:

        Isso quer dizer que são capazes de gerir sozinhos as missões ? Ou seja aterrar, levantar e detetar focos de incendio sem qualquer intervenção humana ?

  11. Simao Leite says:

    DJI ou phantom???? mas o exército vai comprar brinquedos???? que comprem drones a sério não são precisos 36… uns 6 drones a sério daqueles que estão horas a voar chega…têm um raio de acção enorme e ninguém sabe onde andam

    • joaquim says:

      é para patrulhar e prevenir ou para apagar fogos?????????
      dji ou phantom foi um exemplo mas vê-se que não percebes nada de nada.. Dji e phantom’s não são brinquedos

  12. Cap says:

    Soluções pagas com dinheiro público é sempre soluções à bruta. Não acredito que funcione. Se fosse uma solução inteligente, com dirigíveis ou mesmo satélites miniatura ..

  13. navyseal says:

    Exército + drones = palhaçada total.
    FAP com Predator XP já faria sentido.

    • Rui says:

      Se ainda não foram escolhidos os drones, como é que já está a criticar!!!!!
      Típico tuga, fala de cor sem saber pelo menos do que fala. O contrato só vai ser assinado (encomenda) na melhor das hipóteses no primeiro trimestre de 2018, só nessa altura é que decidem qual é o drone escolhido, mas sem saber qual é esse escolhido, já critica!!!!!!

      Já agora não sei se sabe que um Predator pode custar dezenas de milhões de euros!!!!!!!

      • Filipe says:

        Acalme-se lá, um MQ-1 Predator custa 4M.

        Câmaras flir estão acesso ao publico geral sim, equipamentos como da dewalt, até o novo smartphone da CAT tem.

        Apesar de achar um número bem excessivo, acho que já torramos dinheiro em coisas menos acertadas. No entanto, os drones poderão ser usados para outros fins.

        Claro que não dá para todo o território, mas só de pensar que por nem 50€ e possível ter um dispositivo que recolhe dados (temp,O2, CO2) e que comunica com outros dispositivos em mesh (tipo um zigbee)…

    • poiou says:

      navyseal também concordo, ainda não percebi o porquê de irem drones para o exército ou para a marinha (vide o video dos testes no alfeite aka canadair versão drone)
      Sendo os drones deste segmento operáveis remotamente não faria mais sentido serem operados por uma esquadra da força aérea?
      Isto pergunto eu que sou um cidadão comum e a única coisa que percebo de aviões e que eles voam

  14. Miguel Rebelo says:

    ATENÇÃO!

    Para não gerar confusão, os drones a ser adquiridos serão de classe militar, algo como isto: http://www.emfa.pt/www/po/afa/conteudos/galeria/novosite/investigacao/a-087788_1127.jpg

    Não tem nada a ver com o drone civil (que os peritos da FAP nem os consideram drones, mas sim brinquedos, hahaha, é o que dá poderem “brincar” com os grandalhões), são aeronaves de médio porte, com uma grande autonomia e alcance.

    Se não estou equivocado, a aquisição destas aeronaves já estava prevista e formalizada, mas dado os recentes acontecimentos, a FAP irá coloca-las também no serviço de prevenção, os media é que distorceram um pouco a noticia (para variar).

    • Rui says:

      Exactamente. A grande maioria dos comentadores pensa que estamos a falar de drones que voam só meia hora ou que só podem afastar-se alguns km do operador!!!!!
      Não! Estamos a falar de aparelhos que voam pelo menos 24 horas seguidas, voam a dezenas ou centenas de km do operador e estão equipados com câmaras que detectam qualquer coisa a muitos km de distãncia, de dia e de noite!!!!!!

  15. João Rui says:

    Acho bem que se faça este tipo de investimento, não me interpretem mal, mas 5,7 milhoes para 36 drones, estamos a falar de aproximadamente 158 mil euros por drone.. Parece-me excessivo não?

    • Rui says:

      não. Estamos a falar de drones militares com requisitos de pelo menos voarem 24 horas seguidas sem parar!!!!!! Equipados com câmaras Flir, etc, etc. Que voam a dezenas ou centenas de km do operador (coisa que é impossível para um drone doméstico!!!!!!!

  16. Luís M says:

    Fazer patrulha presencial, falar com as populações. Nada disso, compram-se drones.

    • Quim Zé says:

      Boa Zé!!

      Utilizar métodos eficazes na detecção de fogos? Não! Fazer “patrulha presencial” pelos 3 milhões de hectares de bosque praticamente não trilhado.

      Prevenir incêndios de grande dimensão através do cadastramento de mais de 25% do território nacional e eliminar o mato de eucaliptos que irá voltar a arder daqui a uma década? Não! Falar com as populações. Há que falar muito. E já agora, aconselhar rezar um pai nosso antes do verão…

  17. JM says:

    Agora só falta os drones para detetar os eucaliptos plantados à beira das estradas e das casas, já que esses, ao que parece, ninguém os conseguiu detetar a tempo e horas, são pequeninos.

  18. Justo says:

    Errado. deviam era comprar 10 aeronaves para combate a incendios.

  19. PedroC says:

    Gastam esta quantidade de dinheiro exorbitante mas recusam 200k por uma estação de vigilância 24h/dia com detecção de incêndios até 100k de distância em qualquer situação climatérica, com notificações automáticas para a proteclão civil e quem mais quiserem e já com contrato de manutenção de 10 anos incluído. Isto deve ter sido encomendado a um primo qualquer. Não há volta a dar a estes políticos, fazem o que querem desde que seja para benefício próprio.

  20. um otario que nao sabe fazer contas says:

    lol… é pra ter alguns de reserva caso se enganem e mandem abaixo na brincadeira, ou pra peças supelentes….afinal estamos a falar de um territorio do tamanho 92.212 km²…

    36 drones significa aroximadamente 2555 km2 por drone, o que em termos leigos da aproximadamente 25,25 campos de futebol por cada drone militar…

    contando que essas maquinas nao vao sobrevoar cidades, nem tao pouco vigiar as zonas que ja arderam, e que estao impossibilitadas de sobrevoar obstaculos naturais como a serra da estrela, o que sobra pra vigiar hipoteticamente será nem 1/3 dos 92 000 km2 da area nacional…

    refazendo os calculos, isso da aproximadamente para cada drone uma area pra vigiar equivalente a 8 ou 9 campos de futebol….

    ou seja, os bombeiros de almada ou barreiro ou la o que é … a decretarem falencia, e o exercito a comprar drones a mais…

  21. Stéphane says:

    Admito que sou ignorante na matéria, mas 160 mil € não é demais por cada drone?

  22. Rui says:

    Faz-me impressão ler comentários de gente que não faz a mínima ideia do que está a escrever!
    Meus caros, um drone militar não tem nada a ver com um DJI! Voam a km de altitude, mais de 20 horas seguidas, a dezenas de km de distãncia do operador, com câmaras e sensores que um civil não pode adquirir…….

    Antes de fazerem figuras tristes, deixo-lhes uns números para aprenderem mais um bocado:
    – Um drone militar pode custar mais de 200 milhões de euros!!!!!! (de 1 ou 2.000€ só se for para brincarem a tirar selfies!!!!)
    – Um hidroavião de combate aos incêndios custa de 37 a 50 milhões de euros!!!!!!
    – Um avião de vigilãncia, tipo P-8 Poseidon custa mais de 200 milhões de euros!!!!!!
    – Um avião pequeno C-295 como temos nós, custam no mínimo 30 milhões de euros!!!!!!

    E já agora para os escandalizados com os preços de equipamentos militares, não ficaram escandalizados quando o estado gastou 1.100 milhões de euros no Euro 2004?

    Mais uma achega para aprenderem mais umas dicas. Sabem quanto custa um portátil militar? Olhem que não são 1.000€ e nem se compra na FNAC!!!!!!

    • joaquim says:

      vê se mesmo que sabes tudo na teoria, mas na prática não pescas nada disto.
      Vou dar te um exemplo muito simples para ver se entendes.
      -se fosse preciso patrulhar as estradas podiamos comprar Vw, audis, fords etcc…. NÃO PRECISAMOS de patrulhar as estradas com ferraris, Bentles, ou lamborguinis percebes?

      • Cortano says:

        … há pessoas que deviam pagar impostos pela estupidez… cum carai… vai dormir

      • nome says:

        Curioso, segundo essa logica poderiamos entao patrulhar as estradas com carrinhos de rolamentos.
        Acho que já vi quem eh que nao percebe nada disto…

      • Bruno Pinto says:

        Mas que raio de comparação que tu fizeste agora…
        Queres comprar 36 drones para ter alcance do país inteiro 24h por dia ou comprar uns 5000 foleiros para ter o mesmo tempo de voa e distância abrangida pelo mesmo? Há certos investimentos que têm de ser feitos. São caros? Epah é verdade mas se não forem feitos tens que o gastar a reconstruir património queimado. Aplaudem quando jogadores de futebol são comprados por 50milhoes mas um investimento em 36 meios militares por menos de 6milhoes já é escândalo completo!

        • rui says:

          Vou mais longe. Sou portista, mas custa-me perceber como é que o estado português gastou 20 a 25 milhões a subsidiar a construção do estádio do dragão e pasme-se…… 170 milhões nas acessibilidades do estádio do dragão!?!?!?! Só a parte que coube ao estado português, é um absurdo!!!!
          Depois vêem comparar drones de tirar fotos com drones tipo militar que nada tem a ver!!!!

      • Rui says:

        Portanto, seguindo à letra o que diz, os engenheiros informáticos que escolhem um switch da cisco de 100.000 euros são uns grandes camelos, porque podem fazer o serviço perfeitamente bem com um tp link de 100 euros! Estou esclarecido com os seus conhecimentos!

  23. jaugusto says:

    Comprar é fácil depois acontece como o resto e estão parados ou /e para reparações:
    – Ver helis kamovs
    – Ver carrinhas siresp antenas;
    – Ver f16 nas caixas vendidos á Roménia;
    – Ver helicópteros EH-101 augusta parados ;
    (http://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/forca_aerea_com_oito_helicopteros_eh_101_parados_por_atraso_do_fornecedor)

    • Rui says:

      Os casos que refere, dizem respeito à moda de pensar tuga, compram os equipamentos até acertados, mas esquecem-se de contratar a assistência técnica por x anos. Resultado, no início é mais barato, mas a prazo sái mais caro!
      Mas atenção, mistura coisas. Portugal comprou 40 F16, mas por razões financeiras, só tinha dinheiro para usar 30, e por esse motivo vendeu e muito bem, os aviões (usados) que ainda tinha encaixotados!
      Os kamov foi um negócio feito pelo António Costa e que julgo que nem ele sabe bem porquê! E mais uma vez esqueceram-se da manutenção dos kamov!
      Eh101 Merlin foram uma excelente compra, mas mais uma vez alguém “esqueceu-se” de comprar a manutenção…….

  24. Rui says:

    Um desabafo. Eu para manter-me constantemente actualizado, venho todos os dias ver os artigos da pplware e até os refiro noutros fóruns, mas também sigo todos os dias um fórum de defesa portuguesa (www.forumdefesa.com), aconselho e passam a ter uma ideia completamente diferente e informada sobre o porquê que precisamos de investir em defesa, porque não sei se sabem a nossa independência não é garantida, alguém tem de zelar por ela ao longo dos séculos.
    Se seguirem como eu sigo o fórum todos os dias, também aprendem a detectar imediatamente notícias falsas, notícias plantadas pelos políticos, etc.
    Sigam também o forum de defesa e vão ver que mudam a maneira de pensar e até escusam de escrever tolices como vejo por aqui. A sério, cultivem-se e aproveitem que é de borla 🙂

    • Rafael Sardinha says:

      Nitidamente que nem todos os leitores sabem distinguir os drones que são usados nestes tipo de aplicações…. mas Rui também está claro que vives na ilusão quando achas que o exército vai ter opções na escolha da empresa e nas caracteristicas das aplicações.

      ” Estamos a falar de aparelhos que voam pelo menos 24 horas seguidas, voam a dezenas ou centenas de km do operador e estão equipados com câmaras que detectam qualquer coisa a muitos km de distãncia, de dia e de noite!!!!!!” – rui acreditas que 34 drones por 5M chegam a 10% destas capacidades? …..24h de autonomia? a que te referes?

      • Rui says:

        Bem sei que o Exército não vai escolher, recomendou um drone com x características e o governo pediu a colaboração da agência de compras da NATO, mas quem vai decidir a compra é o governo, naturalmente.
        Há drones para todos os gostos. Mas a Força Aérea até colabora e é parceira com a Tekever, no desenvolvimento de drones (1 dos quais o famoso que mergulhou no Tejo).
        Tenho perfeitamente consciência de que as Forças Armadas não têem meios quase nenhuns para combater fogos, vamos lá a ver se até ao verão o governo compra alguma coisa! Não temos Canadairs, não temos helis ligeiros, pesados só alguns Kamov funcionam! Ou seja, falta comprar tudo, porque por cá achavam que era mais prático alugar aparelhos!!!!!!!!
        Compreendo perfeitamente o que diz, com aviões com 30, 40 e 50 anos, a Força Aérea não está capacitada para combater o que quer que seja, neste caso incêndios!!!!!!

  25. Nuno says:

    Acho óptimo que seja privilegiada a prevenção e detecção precoce de incêndios, por oposição ao combate. Li com atenção todos os comentários neste tópico, a maioria de idiotas, e alguns de pessoas “normais” com alguns conhecimentos, e com senso comum (e que apesar de se chamar de “comum”, é uma coisa rara!). Mas nessa linha de raciocínio de privilegiar a prevenção e detecção precoce de incêndios, ponho muitas reservas que a opção por drones seja a melhor solução! Por várias razões: 1) é necessário tempo de aprendizagem, 2) provavelmente alguém (como é habitual!) se vai esquecer de fazer os contratos de manutenção, 3) os drones estão operacionais mas os sistemas de suporte não estão, ou vice-versa, 4) avariam por qualquer razão, ou caem acidentalmente ou não, e não há orçamento para reparar, 5) a(s) pessoa(s) formadas para operar os drones, estão off, enfim… etc… etc… etc!!! Eu diria que daqui a 2-3 anos estão os 36 drones a “dormir” num qualquer armazém.
    O recurso a sistemas fixos de detecção de incêndios, com um determinado número de câmaras colocadas em locais estratégicos (por exemplo no topo dos geradores eólicos, mas não só), com detecção de infra-vermelhos e apoiadas por software adequado de detecção, e por humanos, seria provavelmente uma solução mais barata, quer de aquisição, quer de manutenção. E com a detecção precoce de incêndios poupava-se uma quantidade astronómica de dinheiro com tantos meios aéreos! E essa poupança em meios aéreos, com a poupança adicional de serem operados pelo estado (Força Aérea ou outra entidade) em vez de privados, dava para formar melhor os bombeiros, mais profissionalização, e dar-lhes melhor e mais moderno equipamento.

  26. Pedro Abrunhosa says:

    O que mais me choca nisto tudo, foi saber que muitos utilizadores de drones se ofereceram para irem para parques e reservas naturais voar, prontifica foi-se assim a fazerem ao mesmo tempo vigilância na área gratuitamente e receberem como resposta das entidades que gerem os parques naturais e reservas que isso iria perturbar a fauna. Agora pensão em gastar milhões e já não há problemas em perturbar a fauna .
    Bem são capazes de terem razão, já não existe fauna, morreu tudo nos últimos incêndios.

  27. Rogério Santos says:

    Há mais de um ano que o grupo PJF, empresa portuguesa, apresentou no MAI uma solução de drone asa fixa com autonomia de 6 horas de voo, preparada para prevenção dos incêndios.
    São 6 anos de desenvolvimento unicamente com capitais privados, sem ajudas estatais e esperamos ter oportunidade para no mínimo podermos concorrer.
    http://www.pjf.pt ou http://www.harpia-tech.com

  28. paulo says:

    Dizer que vão vigiar e detetar incêndios e uma maneira “gira” de fazer passar a coisa pela opinião publica /( geralmente avessa a compras militares – vide o caso dos submarinos )!

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