PplWare Mobile

PJ vai adquirir uma plataforma para combate à Deep Web


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

51 Respostas

  1. Amilcar Alho says:

    E a Deep Web vai adquirir uma plataforma para combate à PJ… 😀

  2. Pinto da Costa says:

    Boa sorte ! LOL

  3. Adalberto says:

    è considerado ilegal navegar na DeepWeb ?

  4. Ze says:

    Como sempre não sabem ler nem entender nada. “Sistema de aquisição remota de prova digital em terminais de comunicações móveis”. Não tem nada a ver com deep web.

  5. Allez says:

    Ainda com poucos detalhes sobre no Diário da República, mas… E porque não gastar esses 2,5milhões contratando técnicos de segurança informática e dando formação a quem já está na PJ, invés de mandar esse dinheiro lá para fora, comprando um pacote que será (provavelmente) mais um fiasco?
    E porque não investigar primeiramente os mega conglomerados multinacionais que têm acordos danosos para os estados, fogem o mais que podem dos impostos e por vezes estão por trás dos ditos tráfegos… Até pode ser que sejam alvo deste “programa”, mas duvido…
    Porque quem o Grande Irmão lixa é sempre o mexilhão…

    • António Fagundes says:

      Uma coisa não invalida a outra, este sistema é necessário, a minha questão é porque não utilizaram o sistema já existente do SIS? Vamos passar a ser como os EUA que cada unidade de combate ao crime tem as suas ferramentas? É que nós não temos budget para isso, a seguir vem a PSP, GNR, forças armadas..

    • Rodrigo says:

      Só se fosse para contratar técnicos lá fora, porque a quantidade de técnicos de segurança que existe em Portugal posso-te garantir que é zero. O que há por ai é pessoal que se intitula de técnicos que só porque sabem mexer em algumas coisas em redes julga logo que é especialista em segurança informática.

  6. Hugo Gomes says:

    Mais uma conta para o povinho pagar. Aumenta ai mais os impostos o governo preço de guita

  7. Jose Baptista says:

    “valor máximo estimado de 2.400.000,00 €”. Mais um “investimento” SIRESPico à portuguesa (entenda-se estado). Deep Web não é?? Como diz o povo: “Quando para lá forem já eles de lá vêm” ou “Quem tem muita manteiga assa-a no espeto”.
    Como manteiga não há e vão pagar uma guerra antecipadamente perdida, haja alguém que informe estes desinformados (para não lhes chamar um nome feio!).

    • Hibou says:

      concordo com o início do coment…mas a seguir fico na dúvida…o senhor Baptista sabe o que é a “Deep Web” não?e “en plus” esta treta é só para “branqueamento de capitais”…é como deitar abaixo a INTERNET(que não é a Dark Web!!!)…na teoria pode-se…e até existem laboratórios onde tais ataques são simulados…na prática/realidade…não é possível!

  8. Nelito says:

    Mais um SIRESP com outro nome para o contribuinte sustentar…….

  9. diogo says:

    Vários países como o Irão, Arábia Saudita, China, Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, Israel e outros tentam à muito tempo fazer o mesmo e não conseguem. A solução para a deep web é muito simples aumentar e melhorar a encriptação.
    Vai ser o dinheiro mais mal empregue. tal como foi aquele grande investimento para terem acesso ás contas do facebook, twiter e outras, mais uns milhões mal empregues.
    Não nos podemos esquecer que na deep web há muita coisa má, mas também há muita coisa boa.

    • António Fagundes says:

      A CIA e a NSA já lá andam/andaram dentro a consumir os dados todos de toda a gente..
      Esta ferramenta é para mais que isso, é mais uma tool de hacking.

  10. Hibou says:

    A PJ em vez da habitual perda tempo à caça de GAMBOZINOS…devia era !INVESTIGAR! a SÉRIO ASSOCIAÇõES CRIMINOSAS como a UNIVERSIDADE DE COIMBRA…isso sim!

  11. Tevez says:

    A minha opinião relacionada com a Deep Web, embora não entender 100% como funciona, eu penso da seguinte forma:

    Quando o pessoal na Deep se aperceber que a Policia por lá anda, que já anda, vão mudar a forma como se apresentam na Thor… isto sou eu a pensar alto, e provavelmente mal.
    Se destruirem a rede thor, alguma alma inventa a rede Iron Man, e por ai adiante.

    O mesmo será com a pirataria. Já algum de vocês viu um caçador de fantasmas apanhar um fantasma? Eu não.
    O que eu quero dizer, é que mesmo que consigo mandar 4 sites abaixo, vão aparecer 8, e por aí fora. Mesmo que bloqueiem as ISP’s, protocolos como P2P, por exemplo, vai aparecer um outro protocolo que irá servir para a partilha ilegal, ou até mesmo sem protocolo.

    Ainda sou do tempo, em que a policia andava a atras do pessoal que vendia CD’s gravados.

    Se mal apanham os “piratas”, querem andar a caça na deep web?

    Eu acho fantasioso…

    • António Fagundes says:

      Pois, percebes pouco como funciona, as forças policiais já andam pela deep web há vários anos, e já resultou em várias apreensões e prisão de muitos indivíduos.

    • asd says:

      eu por acaso não tenho nada a apontar contra a deep web. têm de saber o que querem de lá.
      imagine-se um super hiper mega mercado onde podem comprar de tudo… têm que escolher o que querem levar, e é tudo gratuito, independentemente do que é.

      aqui é que está a diferença, uns vão para a carne, outros o peixe, outros a massa e o arroz, outros para os vegetais… e outros vão para o fast food.

      a ver se alguém entende esta analogia…

      muita gente que anda na deep web não anda em cenas ilegais, muitas vezes são apenas pessoas que querem liberdade de expressão mas que não o podem fazer “cá fora”, como falar de temas politicos em países em que isso é proíbido, por exemplo.
      encontram-se sites .onion que são tipo clubes do livro virtuais, onde podes falar de todos os livros que queiras, incluindo o livro “codex gigas”, conhecido cá fora como “a biblia do diabo”, que costuma ser banida de todos os clubes do livro “normais” mais conhecidos, por apresentar uma visão diferente do acontecimento das coisas, não há restrição por lá, nos sites .onion sobre clubes e foruns é tudo muito neutro, regem-se, muitos sites, incluindo esse clube do livro que eu frequentava: “só lês o que queres e se leste e não gostaste, ninguém te obrigou a ler”, uma especie de lei totalmente correta, mas que cá fora na internet controlada não se aplica, começam logo a reportar os sites e tretas, não se pode dizer que o rei de marte é burro que aparecem logo 3 triliões de marcianos a reportar a pagina, a mandar ddos e tretas dessas…

      há que saber separar alhos de bugalhos e descobrir se aquilo que parece ser um alho, não é na verdade um bugalho.

  12. Tevez says:

    A minha opinião relacionada com a Deep Web, embora não entender 100% como funciona, eu penso da seguinte forma:

    Quando o pessoal na Deep se aperceber que a Policia por lá anda, que já anda, vão mudar a forma como se apresentam na Thor… isto sou eu a pensar alto, e provavelmente mal.
    Se destruirem a rede thor, alguma alma inventa a rede Iron Man, e por ai adiante.

    O mesmo será com a pirataria. Já algum de vocês viu um caçador de fantasmas apanhar um fantasma? Eu não.
    O que eu quero dizer, é que mesmo que consigo mandar 4 sites abaixo, vão aparecer 8, e por aí fora. Mesmo que bloqueiem as ISP’s, protocolos como P2P, por exemplo, vai aparecer um outro protocolo que irá servir para a partilha ilegal, ou até mesmo sem protocolo.

    Ainda sou do tempo, em que a policia andava a atras do pessoal que vendia CD’s gravados.

    Se mal apanham os “piratas”, querem andar a caça na deep web?

    Eu acho fantasioso…

  13. poiou says:

    O que é considerado “terminais de comunicações móveis”?
    O que são ” Esta plataforma terá o objetivo de recolher e avaliar informação de redes navegáveis sem qualquer restrição.”?

  14. Serafim says:

    Resolver a polemica dos emails e jogos comprados do benfica…”tá quieto”

  15. K0!zo says:

    Portaria n.º 4/2018

    Diário da República n.º 2/2018, Série II de 2018-01-03

    Data de Publicação:2018-01-03
    Tipo de Diploma:Portaria
    Número:4/2018
    Emissor:Finanças e Justiça – Gabinetes do Secretário de Estado do Orçamento e da Secretária de Estado da Justiça
    Páginas:164 – 164
    Parte:C – Governo e Administração direta e indireta do Estado

    Sumário

    Autoriza a Polícia Judiciária a proceder à repartição de encargos nos anos de 2017 e 2018 relativos ao contrato de aquisição de bens e serviços para fornecimento de um sistema de aquisição remota de prova digital em terminais de comunicações móveis

    Texto

    Portaria n.º 4/2018

    Considerando que compete à Polícia Judiciária, de acordo com a sua lei orgânica e no âmbito da Lei de Organização da Investigação Criminal, aprovada pela Lei n.º 49/2008, de 27 de agosto, assegurar a investigação criminal em matéria de criminalidade particularmente grave e complexa, bem como o funcionamento da Unidade Nacional EUROPOL e do Gabinete Nacional INTERPOL.

    Considerando que a Polícia Judiciária se candidatou a um financiamento europeu por verbas do Fundo de Segurança Interna para aquisição de um sistema de pesquisa e monitorização de fontes abertas, tendo a aprovação da candidatura atribuído um financiamento correspondente a 30 % do valor total do projeto.

    Considerando a imprescindibilidade de dotar a Polícia Judiciária dos meios técnicos adequados à promoção e reforço da prevenção e da repressão da criminalidade transnacional grave e organizada, designadamente o terrorismo, o tráfico de seres humanos, o cibercrime, o tráfico de droga, o crime económico-financeiro, e fomentando a cooperação, quer com os restantes Estados-membros, quer com Países Terceiros. Considerando que a implementação do projeto dará origem a encargos orçamentais em mais de um ano económico, prevendo-se a celebração de um contrato pelo período de três meses, distribuídos em três anos económicos; Considerando que a execução do projeto em causa tem um custo máximo estimado de 2.400.000,00 (euro) (dois milhões e quatrocentos mil euros), ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor;

    Considerando que, nos termos do n.º 1 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho, a abertura de procedimento relativo a despesas que deem lugar a encargo orçamental em mais de um ano económico ou em que não seja o da sua realização, não pode ser efetivada sem prévia autorização conferida em portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da tutela;

    Torna-se necessário proceder à repartição plurianual do encargo financeiro, resultante do contrato a celebrar, nos anos económicos de 2017, 2018 e 2019.

    Assim:

    Manda o Governo, pelos Secretários de Estado do Orçamento e da Justiça, ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho, na alínea a) do n.º 1 do artigo 6.º da Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro, e no n.º 1 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho, todos com a redação em vigor, conjugados com o n.º 3 do Despacho do Ministro das Finanças n.º 3485/2016, de 25 de fevereiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, de 9 de março, e o n.º 3.1 do Despacho da Ministra da Justiça n.º 977/2016, de 14 de janeiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, de 20 de janeiro, o seguinte:

    1 – Fica a Polícia Judiciária autorizada a proceder à repartição de encargos nos anos de 2017 e 2018 relativos ao contrato de aquisição de bens e serviços para fornecimento de um sistema de aquisição remota de prova digital em terminais de comunicações móveis, até ao montante máximo de 2.952.000,00 (euro) (dois milhões, novecentos e cinquenta e dois mil euros), com IVA incluído à taxa legal em vigor.

    2 – Os encargos resultantes do contrato não excederão, em cada ano económico, as seguintes importâncias:

    a) Em 2017 – 885.600,00 (euro);

    b) Em 2018 – 1.316.400,00 (euro);

    c) Em 2019 – 750.000,00 (euro).

    3 – A importância fixada para cada ano económico poderá ser acrescida do saldo apurado na execução orçamental do ano anterior.

    4 – Os encargos objeto da presente portaria serão satisfeitos por verbas adequadas da Polícia Judiciária, inscritas ou a inscrever.

    5 – A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

    18 de dezembro de 2017. – O Secretário de Estado do Orçamento, João Rodrigo Reis Carvalho Leão. – 12 de dezembro de 2017. – A Secretária de Estado da Justiça, Anabela Damásio Caetano Pedroso.

    311006988

  16. qeryy says:

    Essa porcaria é um sting(#)grey

  17. André T says:

    Se fossem à Deep Web comprar a plataforma devia ser mais barata!

  18. Pedro Duarte says:

    Saber ler não é, nem nunca foi, sinónimo de saber compreender…
    Na minha modesta opinião alguém não percebeu o que a PJ queria comprar… E, não, não tem nada a ver com a Deep Web.
    Lembram-se do caso dos milhares de emails e código fonte dos italianos da Hacking Team que vazou na internets… Lá pelo meio havia umas mensagens trocadas com a PJ portuguesa para a aquisição do tal sistema que depois de montado permitia a recolha de todo o tipo de informação em telemóveis e computadores comprometidos que depois era enviado para um sistema central de analise por umas vps fantasma.
    E, o assustador nesta história é que o software da Hacking Team podia ser instalado em qualquer equipamento (pc, Android, IOS) bloqueado e/ou protegido por palavra passe.
    Não é a Deep Web o alvo… Somos nós.

  19. Toninho says:

    Isto de INFOSEC em portugal ta muito Fraquinho, na noticia, adorei o termo ”INTERNET PURA” LOL muito bom LOL , o Pedro Duarte neste ultimo comentario, foi o unico que tocou + ou – , na real ferida , arrisco a dizer que 90% da sociedade portuguesa, nao tem ideia do que se passa behind the scenes,quem nao sabe é como quem nao ve ,infelizmente é uma realidade. Se fosse um investimento por exemplo em honey pots e em agentes especializados para tentar apanhar algo real e bastante estranho/suspeito em redes nao indexadas ,tipo a rede TOR,assim como a guardia civil em espanha o faz , entre outras coisas, ainda compreendia ,mas depois dos emails do departamento Cyber_Crime_Unit da PJ em 2015 para a hackingTeam em italia,pesquisem no wikileaks ,para compra de uns ”produtos” para interceptar remotamente ip’s inclusive em rede wi-fi , restam poucas duvidas ,traduzindo por miudos , FRAMEWORKS para controlar BACKDOORS/EXPLOITS/IMSI-CATCHERS, em dispositivos moveis,que tambem funcionariam alguns em pc’s (desktop), como publicado no diario da republica ”contrato de aquisição de bens e serviços (EQUIPAMENTOS ”IMSI-catchers’,’ ETC / FORMACOES TECNICAS, DOCUMENTACOES , ETC) para fornecimento de um sistema de aquisição remota(SOFTWARE,FRAMEWORKS COM PAYLOADS,ETC PARA INTERCEPTAR REMOTAMENTE) de prova digital em terminais de comunicações móveis(LAPTOPS , TABLETS , SMARTPHONES,WEARABLES) o pretexto do terrorismo ,etc ,etc é um bom aliado para estas implementacoes, vejam o caso do snowden que meteu as cartas em cima da mesa e ficam com uma ideia do que se passa worldwide . É simples de entender,digo eu, n sei qual o motivo do Pedro Pinto falou em ”deep web” ta na moda o nome DW 🙂 mal o menos o artigo do jornal de negocios ,esta mais perto da realidade. Tambem existe a questao dos metadados e da sis, uiui . As pessoas passam demasiado tempo a ver em vez de OBSERVAR e isso é um dos grandes problemas das sociedades actuais. P34C3

    • Toninho says:

      Nao referi um ‘pormenor’ no meu comentario anterior , como citado na portaria do diario da republica ” aquisição de um sistema de pesquisa e monitorização de FONTES ABERTAS” apesar de ser pra mim um pouco estranho tanto investimento ‘somente’ para ‘controlar’ fontes abertas,pior ainda nao terem nada do genero ja em funcionamento. Sr Pedro Pinto as fontes abertas nao tem nada haver com o que te referes no artigo que escreves te,cito te ”… adquirir uma plataforma para avaliação de redes de fonte aberta, tal como a deep ou dark web (ou Internet pura)… ” mas sim toda a informacao que nao seja restrita/privada, tudo que seja de acesso publico na internet e sem necessidade de registro/login podes considerar fonte aberta,por exemplo , redes sociais publicas, forums artigos/servicos noticiosos/blogs ,videos/fotos/audios/textos etc. Na dita ”deep web” a maioria da informacao ”relevante” e os foruns é necessario algum tipo de registro/login e sao encriptados, os sites .onion (hidden services) e as redes descentralizadas,nao podemos considerar publicas ,por isso a tua info n é correcta, um bom exemplo de projecto/plataforma para analise seria por exemplo ” AGATHA: Sistema inteligente de análise de fontes de informação abertas para vigilância/controlo de criminalidade” um projecto que eu penso que seja ainda um wip (work in progress) apoiado Programa Operacional Competitividade e Internacionalização ”COMPETE 2020” ,mas existem outras alternativas referi este projecto por ser tuga 😉

  20. diogo says:

    Pedro Duarte concordo totalmente contigo. Vão utilizar essas técnicas e vão Utilizar as técnica da nsa, cia e cghq.
    Eles vão utilizar falhas, vulnerabilidade, backdoors e muitas outras coisas dos sistemas operativos (Windows, ios, android, macos) e dos programas.
    Pois já ficou provado que torna-se mais fácil e rápido.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.