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Mais um marco para a Microsoft! Windows 11 passou os mil milhões de utilizadores

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Judas says:

    Mil milhões de mentecaptos.

    • JS says:

      So se for Voçe e respeito pelas opçãos de outros utilizadores
      Escassez de capacidade intelectual; falta de inteligência; tolo, idiota: o parlamentar comportava-se como um verdadeiro mentecapto.
      Ou pensa que são todos como voçe
      Haja respeito

    • Filipe Jorge says:

      De acordo, infelizmente eu não consigo livrar-me do Windows, se pudesse era já hoje

      • Pedro António says:

        Típico pensamento dos que usam Linux, pretensiosa percepção de superioridade intelectual, proporcionalmente inversa ao que o Linux vale e faz. Basta ver as quotas sempre acima dos 70% do Windows em relação ao Linux. Pergunto, afinal há quantos anos existe o Linux? Então… por quê mantém uma quota tão baixa!

        • Profeta says:

          Queres que te responda a isso Pedro ? Deixasse de haver venda casada pc + windows e havias de ver a quota de Linux a aumentar. Alem disso ha todo um ecossistema do windows e principalmente alguns softwares que nao existem em Linux que faz refem muita gente nesse sistema da treta. Ops nao era para dizer ? 😀

  2. Andre says:

    Windows é para winners, Linux é para losers.

    • Vítor M. says:

      Linux é para quem não quer estar acomodado. Para quem quer mais do que apenas “o mesmo”. Losers são os têm medo de arriscar a abrir as fronteiras do conhecimento 😉

      • Manuel da Rocha says:

        Linux é para quem pagar 5000 euros, por um mini curso, para o poder usar ou 800000 euros, pelo curso básico, de 11 meses, para o saber montar.
        Se for para segurança, são 34 milhões de euros, por pessoa, para poder usar Linux…
        É que 100%, das distros, possuem triliões de triliões, de buracos e bugs, conhecidos por 100%, da comunidade hacker. Para reduzir, esses buracos, é preciso saber compilar as 65000 opções disponíveis, montando uma versão, mais personalizada, protegendo-se.
        E, hoje, já há uns biliões, de triliões, de drivers, para linux, para tudo e mais alguma coisa… alguns são é problemáticos, pois é preciso fazer, pequenas, alterações, ao Kernel, para não haver conflitos.

        • Vítor M. says:

          óH este teu comentário é claramente irónico, mas não corresponde à realidade. O Linux é gratuito, acessível e usado diariamente por milhões de pessoas sem qualquer curso pago. A maioria das distribuições funciona “instalar e usar”, sem compilar kernels, mexer em milhares de opções ou alterar drivers. A segurança vem do código aberto, da auditoria contínua e de atualizações rápidas, não de segredos ou formações milionárias.

          Exageros desse género podem ter graça, mas não ajudam a perceber como o Linux é realmente usado no dia a dia. E só adicionam ruído à realidade.

      • Antonio Ferreira says:

        Vitor, acho piada á forma rápida e gratiuta com que se chama nomes a pessoas sem sequer usar 1 neurónio para pensar que ha mais no mundo do que o seu proprio umbigo. Mas lá está, é a fomosa “liberdade de expressão”.

        Muitos softwares empresariais não existem para Linux ou Mac, como por exemplo software de Gestão/Faturação (basico ou mais avançado).

        Alguns ERP’s teem versões cloud que permite trabalhar via browser, mas com algumas limitações versus versões instaladas em maquinas locais.

        Pessoalmente uso WIndows e Mac, onde muito mais windows, la esta por causa do sofware de faturação e suporte a clientes e Mac para edição de fotografia.

        Para os utilizadores caseiros, para navegar na net e afins, sim claro, Linux é uma alternativa, mas cada pessoa tem a sua utilização/necessidades. Dai a ser mentecapto vai um grande caminho e de falta de respeito.

        • Vítor M. says:

          Piada deste comentário é tu teres-te sentido atingido. E nem era para ti. E nem foi nada de especial, o Andre apenas teve um bocejo. Qual é o mal de exprimir essa repulsa que vai dentro dele? Sim, a ação teve uma reação. Não são verdades absolutas, muito menos foi chamar nomes. Essa é uma interpretação muito tua. 😉

          Sobre o resto do teu comentário, também posso tecer aqui algumas opiniões. Aliás, concordo em grande parte com o que referes. No contexto empresarial, o software disponível acaba por ditar a plataforma e, em áreas como gestão, faturação ou suporte ao cliente, o Windows continua a ser praticamente obrigatório. As versões cloud dos ERP ajudam, mas ainda não substituem totalmente as soluções locais em termos de funcionalidades e integração.

          No uso pessoal, o Linux pode ser perfeitamente válido para muitas tarefas, tal como o macOS ou o Windows, dependendo das necessidades de cada um.

          No que eu falei não tem nada de falta de respeito. Eu comecei neste mundo ainda nem Windows existia, o meu primeiro “sistema operativo” foi o DOS (se bem que o Commodore 64 foi o meu primeiro computador), o meu primeiro processador de texto foi o WordStar, depois atravessei 18 anos profissionais onde o Windows era imperativo. Com a necessidade de conhecer outras plataformas, andei a vaguear pelo Unix (no tempo da Infologia, mais concretamente o SCO UNIX). Espreitei nos anos 90 o Mac OS 9… mais tarde adotei de vez o Mac OS X, no Tiger, depois mais Linux a partir de 2005… mas hoje é macOS (sem nunca deixar de ir acompanhando as novidades Windows. e Linux).

          • Antonio Ferreira says:

            Bom dia Vitor, embora o meu comentario tenha sido resposta ao teu, a minha critica em nada teve a ver com o teu comentario, mas sim ao do @Judas, pelo que se achas-te que foi para ti, peço desculpa.

            Eu quando comecei nisto tambem nem sequer o windows existia (1985) , muito menos o DOS. ZX Spectrum, sistema operatico CPM, Atari 1520 ST, Comodore 64/Amiga, OS/2, AS/400, Linux, WIndows e MacOS, etc, etc.

            De resto, concordo contigo sobre o que tambem dizes sobre o mundo empresarial e o mesmo na parte pessoal.

            Cada um escolhe o que melhor lhe serve para as suas necessidades.

            Dai a ser chamado de mentecapto, asno, atrasado mental, e outras coisas no genero como já li em outros comentários de cada vez que esta historia de windows vs linux vem á baila, é que já enjoa.

          • Vítor M. says:

            Não sei, sei que foi um bom comentário e deu para abrir ali o leque de informação.

            Quanto aos adjetivos depreciativos, a malta por vezes defende-se da falta de conhecimento com essas tretas. Siga, os bons comentários prevalecem.

        • Sail says:

          Tens a certeza disso?? Uma pequena pesquisa e encontrei no mínimo 3 softwares desse tipo 😛

      • Danyyel says:

        Pena no que toca a eleições, não seguirem a mesma lógica.

      • Aybara says:

        Uau Vitor, grande Win neste comentario.

      • Pedro António says:

        Tens razão, pois, mesmo quem para percebe de TI e Linux, tem de andar à procura de tutoriais, procurar pela net, para resolver pacotes danificados, aprender sobre comandos, se quiser algo mais, repor configurações importantes que desapareceram com uma atualização. Se há uma coisa que falta ao Linux é a universalidade e a aceitação livre de aplicações! O Linux não é para todos, sim, é para pacientes monges da idade média.

        • Vítor M. says:

          Percebo esse teu lado jocoso 😉 embora reconheça que pode ter aí algum fundo de verdade. Por fim, chamar aos utilizadores de Linux “monges da idade média” revela aí algumas frustração 😉 Hoje o Linux é usado por pessoas comuns, empresas, governos e infraestruturas críticas, muitas delas precisamente porque funciona e é previsível.

      • Silo says:

        Ui,parece que o comentário do André fez dói dói… Dá para perceber o utilizador de Linux frustrado..

        • Vítor M. says:

          Acho que o frustrado aqui é malta como tu e como o André. A sério, quem tem noção do que é Linux, quem teve a curiosidade de usar, de conhecer a plataforma, não é de todo frustrado, é, acima de tudo, um explorador. Agora, tu, malta mais limitada do ponto de vista do conhecimento no que toca a estes assuntos, tenta de alguma forma lamber as feridas, dizendo que quem explora fora da caixa é frustrado. E não, sabemos que é o contrário, Tu és o espelho do teu comentário 🙂

          • Pedro António says:

            Acho mesmo muito mal virem para aqui a chamar mentecaptos a quem não usa Linux. Revela muita coisa, a primeira é a falta de tolerância e aceitação dos costumes dos outros e a segunda é fanatismo e total cegueira, também digo o mesmo para quem chama frustrados aos utilizadores do Linux. O ser humano cada vez está mais radical e intolerante por coisas ridículas. Agora, gosto mais de argumentar, e acho que um sistema que se quer universal e para todos, mas que obriga a conhecimentos e a tanta aprendizagem, é um péssimo sistema. Pego no macos e fico logo a utilizar, pego no android e fico logo a utilizar, pego no Windows e fico logo a utilizar, pego no Linux e tenho de ir pesquisar e ver tutoriais, é a grande diferença….

          • Vítor M. says:

            Sem dúvida. Quem usou a palavra mentecaptos estava a referir-se a quem usa Windows. Mas, lá está, esses termos ficam com quem os usa, são, na verdade, o reflexo da pessoa.

            Por isso é que nós, por cá, nunca aceitaremos essa intolerância. Quer quer usa o que lhe mais interessa, e sempre assim será. 🙂 portanto, quando alguns insultam, não estão a fazer nada mais do que a dizer o que vêm ao espelho.

            O resto que dizes, é a tua opinião. De facto Linux não é “tão fácil” como Windows, mas isso também aumenta a qualidade do desafio. Não é para todos, mas também não é uma obrigação utilizar.

    • Sail says:

      Windows é para givers, Linux é para non givers 😛

      givers gostam de dar dados e informação de forma ilimitada as empresas

  3. Manuel da Rocha says:

    O meu portátil (Compaq de Maio de 2012) passou do Windows Vista, para o Windows 7. Quando ofereceram, o update grátis, para o 10, fi-lo, acabando por regressar, ao 7. Demasiado lento e, vários, drivers, não eram compatíveis (como o ligar/desligar wifi e bluetooth, pelas teclas). Ainda procurei opções, não há. O driver genérico, activa/desactiva, usando o painel de definições.
    No início, deste ano, a unidade de alimentação queimou. Uma motherboard é cara. Acabei por comprar, um igual, na internet. Mudei a RAM, duplicando, a do outro, e tenho o disco, como externo.
    Vinha com o windows 11… super lento. Instalei, o 10, há o mesmo problema, com os drivers mas, graças a ter 8gb, de RAM, não dá problema. Ainda pensei em usar o backup, que tenho, do meu, instalando o windows 7, como não deu, ainda, qualquer problema, ficou com o 10. Os browsers é a coisa chata, que vão deixando de ter suporte e, alguns sites, exigem verificações adicionais.

    • Mr. Y says:

      Eu não sei que uso que dás a esse Compaq mas dá uma oportunidade ao Linux se apenas fizeres coisas básicas (que deve ser o caso por ser uma máquina ‘antiga’).

    • Aybara says:

      Experimentaste um LiveCD com Linux? Fedora ou CachyOS por exemplo?

      PC’s antigos ganham vida nova com linux e sempre com as ultimas atualizações.

  4. Tug@Tek says:

    Bravo Microsoft!!!
    55.8% de cota de mercado (presumo que seja o mercado da Microsoft em SO), para um SO que tem mais de 4 anos no mercado e que é atualmente o único com suporte, é de se lhe tirar o chapéu.
    Microsoft continua a insistir neste BUG gigante, a que deram o nome de código, W11.
    Continuem a insistir, a concorrência agradece!

  5. Diana says:

    Melhor mesmo é MAC mas claro que ficam logo excluídos os pobrezecos, esses sim têm que ser postos a parte e ir para o Windows

  6. Diana says:

    E a pinta que dá andar com um MAC só isso vale o preço!

  7. TiagoR says:

    Maior queda em bolsa desde que há memória estão no bom caminho ! Depois não se queixem !!!

  8. Vasco says:

    Pelos artigos aqui publicados pensava que cada vez mais estava a perder utilizadores…

    • Vítor M. says:

      Linux nunca será para massas. E como depende de uma forte comunidade de developers, tende a ter saltos quantitativos mais lentos.

      Atenção, não nos podemos esquecer que a Internet moderna está fortemente assente em Linux, sobretudo na infraestrutura invisível ao utilizador.

      Isto porque a maioria dos servidores web, data centers e serviços cloud corre Linux. É estável, seguro, escalável e gratuito, o que o torna ideal para operar serviços críticos à escala global.

      Onde isso é mais evidente? Nos servidores que alojam sites, plataformas de streaming, redes sociais, motores de pesquisa e serviços de email. Estes usam quase sempre Linux. Tecnologias-chave da Internet, como Apache, Nginx, Docker e Kubernetes, nasceram e evoluíram no ecossistema Linux.

      Ai e tal mas é tudo Linux? Não, não é tudo Linux. Nos dispositivos do utilizador final, a realidade é diferente. Windows, macOS, Android e iOS dominam.

      Ainda assim, Android também é baseado em Linux, o que reforça o peso do sistema no conjunto.

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