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Férias 2026: maior campanha de sempre da Ryanair dá descontos em 10 milhões de lugares!

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Marco says:

    Razão:
    Perda galopante de passageiros devido às regras restritas da companhia a que acresce uma pouco simpática tolerância.
    A companhia tem uma má empatia com o público…

    • says:

      Sempre tiveram estratégias nesta linha. A grande razão (como sempre) é para dar nas vistas. A Ryanair não se preocupa com a “má imagem”. Isso para eles é um trunfo, não uma pedra no sapato. Seria impossível ter boa imagem e ter os preços que tem, com o número de clientes que tem. Isso é para as outras companhias que vendem viagens muito mais caro e têm que justificar o preço de alguma forma. A Ryanair quer a “má imagem”. Se não fossem as questões com as restrições de bagagem, a história dos lugares em pé (que nunca foi para a frente), o “mau atendimento” e tantas, mas tantas críticas que vão aparecendo, os clientes começavam a desconfiar dos preços baixos. Das duas uma. Ou são mais baixos porque o atendimento é mau, ou são mais baixos porque a parte técnica e de manutenção dos aviões é má. Daí a companhia abraçar as críticas, até porque em termos técnicos e de manutenção até são (talvez) das melhores. Os clientes aceitam todos os “defeitos” pelo preço. Agora também não se armem aos cucos e queiram lagosta a preço de tremoços.

      • Max says:

        Só viajei na Ryanair para Malta e volta. Essa “má imagem” até pode surpreender, como me aconteceu a mim, por, afinal, encontrar uma companhia igual às outras (na Europa, mesmo as ditas companhias de bandeira andam próximas das low-cost).
        O que me surpreendeu por não estar prevenido:
        – a variação dos preços conforme a data/hora da reserva
        – a variedade dos preços dos lugares no avião e pagar-se mais por reservar o lugar, em vez de ser atribuído aleatoriamente
        – a diferença dos preços para quem viaja com mala de porão, mala de cabine e mochila para colocar debaixo do banco da frente, respeitando as dimensões.
        – a ordem de embarque, primeiro os sem mala de cabine. Percebe-se porquê, com a confusão que se arma para arrumar as malas de cabine (as que sobram vão para o porão).
        – os bancos serem fininhos, quer as costas, quer o assento (é de sumá-pau). As costas das cadeiras não são reclináveis, ou seja o espaço não abunda, mas também não diminui porque o da frente reclina a cadeira.
        – tripulação igual às outras, embora insista um tanto em vender raspadinhas (os ganhos são para a tripulação.
        Se me fizessem a pergunta habitual do grau de satisfação do cliente: “Recomendaria a Ryanair (as outras low-cost não conheço)”? Sim … para viagens curtas. Pelo preço percebo perfeitamente que seja apreciada. Não encontrei a má-imagem de que se fala.

        • AlexS says:

          Ja tens muito disso, como variação de preços dos lugres nos autocarros da Rede Expresso. À ultima da hora eles até fabricam falsa escassez, puxam os preços para cima com o site dizer que só há 1 lugar e vais na viagem e nem metade.

      • Mafalda says:

        Excelente comentário que sintetiza a política da empresa. Houvesse mais Ryanairs, que eu comia tremoços todos os dias!

  2. Joao Ptt says:

    Acho que o pior da imagem é a nível de as pessoas chegarem lá e upsss! não temos lugar para si porque fizemos o mesmo que todos os outros (ou quase todos) fazem que é vender mais lugares do que aqueles que temos e depois se aparece mesmo toda a gente não vai existir lugar para alguns, e ficam por terra. Isso e o rigor do tamanho das malas… mas se o tamanho das malas ainda é ultrapassável, perder o voo porque venderam mais bilhetes do que os lugares que efectivamente disponibilizam é que é uma prática (generalizada) pouco (ou nada) ética.
    Algumas pessoas sei que gostam dessas práticas porque muitos não se importam e conseguem por exemplo depois receber ou muito dinheiro (indemnizações), ou conseguem viajar em uma classe superior àquela que pagaram para o voo onde não lhes foi permitido ir por falta de lugares.

    • piscas says:

      Para terminar o overbooking teriam de proibir a venda de bilhetes onde dá para alterar a reserva. Ou seja proibir os bilhetes mais caros e mesmo os de executiva ( Em que o espaço desta varia conforme uma cortina).

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