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FBI mandou a Google desbloquear telefones e a Google acatou


Autor: Vítor M.


  1. Branets says:

    Ainda bem que não foi como os outros.
    Parabéns google.

    • JV says:

      só é pena teres comentado sem ler o texto

    • Catarino says:

      Eu ajudo.

      “A empresa volta a afirmar que, no caso da Apple, a situação era bem mais grave do que apenas aplicar a lei para desbloquear um smartphone, exigia mesmo o fabrico de um software que colocaria em causa a segurança do sistema, assunto que já tem a oposição total por parte da Google. Alias, já no passado, a Google tinha referido estar de acordo com a posição da Apple neste assunto.

      Neste caso, o “fardo” da Google é leve e não tem problemas em cooperar com as autoridades desbloqueando os smartphones que foram solicitados.”

  2. Tony says:

    Boa decisão por parte da Google!

  3. Mark says:

    Assim é que deveria ser.
    Se faz parte de uma investigação e os dispositivos estão apreendidos, não vejo razão nenhuma para não ser feito.

  4. JV says:

    é importante perceber a diferença entre os dois casos e é pena que muita gente não vá ler o texto (nota-se pelos comentários já aqui deixados)

  5. kekes says:

    Basicamente como sempre se fez. A Apple é que decidiu fazer todo esse show-off, e todas as outra empresas para terem o apoio da opinão publica apoiaram, mas por trás fazem todas isto.
    Esta guerra nunca teve sentido, pois esta é a atitude correcta.

    • JV says:

      kekes, dois pedidos para ti

      1. abre-me a porta de tua casa, quero lá ir buscar uma coisa
      2. dá-me a chave de tua casa, quando me apetecer posso lá ir

      peço coisas semelhantes mas totalmente diferentes.
      à google pediram o 1
      à apple pediram o 2

      • balelas says:

        A chave de casa de nada tem a ver com isto……….
        A policia consegue abrir facilmente uma porta….

        • Renato says:

          Depende, se eu tiver uma porta de madeira, é só uma machadada, se tiver uma porta de 12cm de aço, acesso electrónico e 24 pistões, estou no meu direito, e a polícia faz o quê?

          • tavares says:

            12 cm de aço,acessórios eletrónicos e 24 pistons…encastrados em que género de paredes?? A porta de nada serve se a estrutura em que está montada for de tijolo ou areia “pintada” de cinza!! rsrsrs

      • kekes says:

        Mato a tua familia toda.
        Fecho-me na minha casa, faço pedidos pela internet de comida, trabalho desde casa e tal, que fixe, pois a policia não pode entrar na minha casa!
        De qualquer forma na realidade a policia pode arrombar a porta e senão consegue, pode chamar serralheiros, os bombeiros, etc.

        • RVM says:

          Ninguém entra ou sai de tua casa, e as tuas contas e cartões de crédito estão bloqueados.

        • JV says:

          foi precisamente o que aconteceu.

          A tua porta de casa está fechada e a polícia não conseguiu entrar.
          Pediu ajuda a quem fez a tua porta e quis obrigá-los a fazer uma chave mestra para abrir não só a tua porta como a minha e a de todos os teus vizinhos sempre que quisesse.

          A empresa recusou porque estaria a colocar em causa a segurança de toda a gente que tem essa porta.

          A polícia foi chamar outro serralheiro, os bombeiros, etc e lá entrou.

          E agora? Consegues criticar quem fez a porta? A minha segurança não pode ser colocada em causa só porque tu cometeste um crime.

          É esta a analogia que usaste e vai de encontro ao que aconteceu

          • Ppllz says:

            no final conseguiram entrar na tua casa e conseguem entrar na casa dos outros. Resultado? A empresa que fez a porta afinal era só garganta porque queria parecer que tinha uma segurança fora do normal e que ninguém entrava alem do utilizador e afinal basta chamar um serralheiro.

            Por causa do crime de outra pessoa a tua segurança acabou por ficar em causa na mesma porque arranjaram outro método e a segurança dessas portas é toda igual. Boa.

          • JBM says:

            @ Ppllz
            Primeiro que tudo, esse outro método acabará por ter longevidade reduzida, como muitas outras vulnerabilidades que são corrigidas. É mais um exemplo de como uso de analogias tem limites…
            Em segundo lugar não fazes ideia da eficácia desse outro método. A acreditar nas opiniões mais experiência terão acabado por fazer um brute-force attack, o que esbarra na qualidade da password que cada pessoa usa e nas defesas do hardware de encriptação.

          • JV says:

            Ppllz, a diferença é que a empresa que fez a porta continua no mercado porque as pessoas continuam a acredita na ÉTICA dessa empresa.
            Não só isso, também não fez uma chave mestra que permite a polícia entrar na casa de qualquer um quando muito bem entender (neste caso terá sempre de chamar outro serralheiro).

            Há quem não entenda o que é ética, é normal. Eu não compro uma porta a alguém que vai dar a chave mestra de bandeja, é simples

    • Celeste says:

      Nem com laranjas entendes a diferença. Vai la vai

      • kekes says:

        É uma diferença burocratica, que o fim é o mesmo, e que o FBI já tem pelos visto como contornar a situação. No final estamos igual com ou sem colaboração da Apple ou qualquer outra empresa.
        Quem me diz que as empresas não colaboram com os governos, digo por exemplo o chines que é conhecido pelas limitações na liberdade dos seus cidadãos.

        • Tomás says:

          diferença burocrática? Tanta imaginação que tens.
          É a diferença entre um ter encriptação e outro não; entre um implicar pôr em causa a segurança de dados guardados em milhões de dispositivos e no outro começar logo à partida por os dados guardados não terem segurança. Fora as diferenças nas implicações legais/jurisprudência.

          • Kekes says:

            Estou a falar de uma hipotética aprovação por parte do juiz a polícia ter capacidade autónoma para fazer tal processo, vocês gostam de misturar alhos com bugalhos. Não estou a dizer no caso de lhes der na cabeça, a justiça não funciona assim.

          • Tomás says:

            Kekes, é muito confusa a tua lógica.
            A ordem dum juiz depende dos pormenores do caso para avaliação da aplicação das leis e sua execução. Pões-te a falar em hipotéticas e em burocracias, mas esqueces-te, ou preferes esquecer, que antes disso existem diferenças de substância consideráveis que alteram os pressupostos e consequências legais, assim como o peso da ordem sobre terceiros e até a sociedade.

      • RVM says:

        Ele NÃO QUER entender, quer-se fazer de desentendido, é um Apple hater registado.

    • Tomás says:

      leste sequer o texto?
      A Google fez o mesmo que a Apple já fez em condições idênticas. O último caso do FBI com a Apple é muito diferente…

      • Vítor M. says:

        Sim, este último e muitos daqui em diante, é que serão diferentes daquilo que a Apple, a Google e tantas outras empresas têm feito, acatar as decisões judiciais e não causar atritos. O problema deste último da Apple é completamente diferente… mais aparecerão outros.

      • Kekes says:

        Se calhar não me expressei bem no post. Sim sei que é diferente na técnica no entanto o fim é o mesmo, não deixa de ser informação privada, não deixa de necesitar de autorizacao do juiz, não deixa de ser uma” violação da privacidade”. É uma questão de tecnicismos.
        A metade das pessoas não imagina o que uma polícia pode fazer, o que faz, e o que apenas diz que faz por questões sociais. Imagina o FBI que tem imensos recursos.
        Era preferível ter uma técnica transparente que o que se faz agora de forma escura para evitar conflitos constitucionais.

        • Tomás says:

          kekes, não é tecnicismos, nem a questão jurídica da ordem tem directamente a ver com privacidade, é sobre auxílio de terceiros para fazer algo. Dum lado é um caso em que esse auxílio é exequível e sem “peso” para terceiros; do outro lado é um excesso com consequências que vão muito além deste caso ou da justiça.
          Se fosse um Android encriptado, a Google não faria nada, tal como a Apple.
          Técnica transparente implica que haveria sempre backdoors para qualquer dispositivo, que podem ser sempre aproveitados por outros, o que é bem pior do que alguém aproveitar um bug que pode ser corrigido e com aplicabilidade bem mais reduzida.

        • JV says:

          tu explicaste-te bem, se calhar agora estás é a virar a coisa ao contrário porque percebeste que não tens razão.

    • Nuno Santos says:

      Deixa de ver os Morangos com Açucar… isso passa com o tempo embora alguns fiquem assim para sempre.

  6. nobody says:

    foi engraçado foi o FBI obrigar a google a desbloquear os seus telefones mas quando tentaram faze lo à apple a google apoiou a, estava se a ver que a google ia lutar como a apple fez

  7. Ricardo M. says:

    Engraçado como se fala aqui dos backdoor dos Android, e afinal o FBI teve que ir pedir a Google para desbloquear.

    • WTF says:

      Sabes que se utilizam um backdoor não era válido em tribunal, certo?
      Pronto só isso.
      I’M NOT FANBOY

    • RVM says:

      Assim, não se fica a saber que têm backdoors.

      Como é que a Google desbloqueou? Pois… com backdoor!

      • LG says:

        Como é que a Apple desbloqueou? Pois… com magia!

        • RVM says:

          A Apple não desbloqueou… pois…

          • LG says:

            Ahh peço desculpa pelos vistos és o único a ter certeza dessa informação… és o verdadeiro whistleblower portugês… Só não entendo porquê não tens mais fama que o Snowden porquê pelos vistos sabes tudo que se passa no sistema judicial americano… “ah há backdoors em Android e iOS não!” como sabes disso? enconraste um no Android?Mostra la… E porquê tens 1000% certeza que não existem no iOS? Porque o teu Deus Tim Cook disse que não?

          • Vlad says:

            Mas desbloqueou a fbi.

      • Pedro Martins says:

        Acho uma coisa engraçada nessa teoria…
        O Android e open source, logo tens acesso ao código. Diz me onde está o backdoor…
        Já no ios não podes garantir nada porque o SO e fechado…
        Mas defendes o que não podes ver e acusas o que, se existisse, podias provar… Mas não tens provas

        • Tomás says:

          O Android que normalmente encontras tem muito código que não é open source. Mesmo o open source não te dá garantia absoluta de que não há backdoors.

  8. Hugo says:

    Eu concordo com o facto, seja Google ou Apple, desbloquearem um dispositivo que esteja envolvido e sob investigação das forças policiais, concordo que devem ser desbloqueados.
    Apenas não concordo como o modo como o FBI queria fazer… uma coisa é a empresa desbloquear um dispositivo em concreto… outra é disponibilizar uma ferramenta para o FBI o conseguir fazer… ferramenta esta que depois poderá ser utilizada em outras situações fora das investigações…

    • Kekes says:

      Eu opino que se bem regulado seria de igual eficácia. Assim como a polícia pode entrar em tua casa quando quiser não o faz por estar bem regulado aqui deveria passar o mesmo.

      • Tomás says:

        Quer esteja ou não bem regulamentado para o fazer é necessário criar um backdoor e os backdoors criam problemas de segurança para todos os dispositivos e não só naquele que a justiça quer. A somar à existência de software criptográfico que facilmente escaparia à regulamentação, tornaria essa medida muito débil para a função pretendida; no final o mais certo seria ter mais efeitos negativos do que positivos.
        Para a polícia entrar dentro da tua casa não se criou nenhuma legislação especial para regulamentar o fabrico de portas e/ou janelas para facilitar a entrada sem a chave.

      • APereira says:

        A policia pode entrar onde quando quiser?

        Pode, desde que exista um mandato, emitido por um Juiz em tribunal que lhe permita entrar.
        A alternativa a isso, tu como proprietario da casa dares o teu concentimento.

  9. Vítor M. says:

    Era importante lerem a notícia. Pois a posição da Google é muito equilibrada, face ao sistema que tem. Mesmo nas suas declarações à Google explica explicitamente a sua posição.

    Acho que deveriam ler antes de entrarem em guerrinhas.

    • Kekes says:

      Tens toda a razão neste momento Vítor. É supostamente diferente do caso Apple, mas o fim é o mesmo. Não seria mais fácil criar um método controlado de fácil acesso das autoridades que permitir que elas incentivem a quebra de segurança dos aparelhos por outros meios? É a minha opinião.

      • samuel says:

        Não sei bem como funcionam estes assuntos, mas na minha opinião não é preciso criar ferramentas/ métodos de acesso fácil ás autoridades se as empresas agirem como a google. As autoridades apenas precisam de arranjar um mandato (ou lá o que é) e, as empresas fornecem os dados. Assim, ficam os users felizes e sem o risco de estarem a ser espiados e, ficam as autoridades, sabendo que sempre que for necessário, vão conseguir as informações que necessitam. Mas isto é apenas a opinião de um leigo.

        • Tomás says:

          A Google apenas faz reset a passwords de aparelhos não encriptados, aparelhos esses em que muito provavelmente nem seria muito complicado para muitos ler os dados

        • Kekes says:

          A questão está na encriptação. O que na minha opinião não deixa de ser informação igual a outra.

          • Tomás says:

            “encriptação” não é informação igual à outra. Para alguém ler a informação precisa duma chave, coisa que à partida só quem a definiu é que pode dar, isto é, o utilizador.Quem não souber a chave terá que experimentar “várias”.

      • Vítor M. says:

        A Google tem uma forma mais fácil e por isso, das várias solicitações judiciais, não teve problemas, pelo menos nunca se ouviu falar em recusa, logo partimos do principio que sempre foram, todas, tidas como cumpridas.

        Mas tem uma posição muito rígida quanto à lei que querem usar para vergar as empresas de tecnologia. No passado, a Apple também tinha de acatar e também forneceu dados, alias Tim Cook referiu isso, de há uns tempos para cá, com a introdução do iOS 8, deixou de ser possível, dado o mecanismo de encriptação. Coisa que a Google também vai insistir para que os seus dispositivos todos tenham, por questões de segurança.

        Mas neste momento, a Google tem uma posição correcta, está a trabalhar de forma a que esta lei sirva os interesses de todos.

        Na tua questão… o mal aqui é quem depois controlaria esse fácil acesso às autoridades. É que dentro das autoridades é tão fácil alguém “invadir” e sacar esse método.

        Por um lado, isto dando uma opinião pessoal, já que estamos a conversar, a Apple ao fechar o seu sistema obriga a entidades a ter uma acção pro activa, conseguir ter os dados antes destes chegares aos dispositivos, por outros lado dificulta a resolução de alguns crimes que podem ter um papel fulcral na sociedade. Mas e os dados de todos os outros?

        • Kekes says:

          As várias áreas judiciais não tem control absoluto sobre tudo. Supostamente é fácil legislar bem, já funciona com as escutas telefónicas. E nem acho que a Apple agiu mal, apenas defendeu os seus interesses.
          Acho hipocrisia as empresas tecnológicas querem lavar-se as mãos quando toda gente sabe há terceiros com capacidade para o fazer, não é que essa tecnlogoa caia em mãos indevidas, é que já está!
          Obrigado Vítor pelo debate!

          • JBM says:

            Escutas telefónicas aproveitam o uso da infraestrutura das empresas de telecomunicações, que já têm à partida forma de aceder às chamadas sem abrir buracos por ser sempre um intermediário. Tal é diferente do caso da Apple.
            O aproveitamento que terceiros possam fazer é temporário e é um entre muitos motivos para a luta constante das empresas para melhorar os sistemas de segurança. Não faz sentido atar as mãos nessa luta enfiando-se no imbróglio da criação de backdoors.

    • Felipe Teixeira says:

      Mas, o título …

  10. Ricardo says:

    Grande google, a dar o exemplo.

  11. eu says:

    Quando existe crime, seja ele qual for, só têm de desbloquear, não usarem isso como chamariz para venderem mais aos criminosos!!!!!

    • André Correia says:

      Nunca gostei da Apple nem das suas posições mas no caso do desbloqueio a ser verdade que o FBI pediu uma alteração no IOS dou razão desbloquear 1 e refiro apenas 1 telemovel em particular nada contra agora andar a desbloquear sempre que lhes apeteça não peço imensa desculpa a todos nenhuma razão é suficiente para me atacarem a privacidade mais do que já atacam (camâras de vigilancia , revista a todos os elementos da bagagem de mão nos aeroportos abrir frascos de perfumes champôs etc) a Google limitou-se a fazer o que tinha que ser feito e eu faria temos aqui o telemóvel queremos desbloquear e eles desbloquearam aquele e apenas aquele telemóvel

    • JV says:

      desbloquear se o conseguirem fazer. se não tiverem ferramenta de desbloqueio, não o podem fazer e ninguém os pode obrigar a inventar uma

  12. Penso Higiènico says:

    Mas era mesmo necessário recorrer à Google para o desbloqueio uma vez que o aparelho utilizava um sistema operativo-manta-de-retalhos?! Qualquer hacker com um mínimo de capacidades podia aceder ao dispositivo, ou estou enganado?!

  13. Nelson Ramos says:

    A sério que fazem deste assunto uma escolha entre Google e Apple como se estas tivessem posições antagónicas de um tema que se trata da privacidade básica de qualquer pessoa? Isto já foi referido inúmeras vezes mas o que o FBI pretendia era acesso ilimitado a qualquer dispositivo móvel sob qualquer pretexto (ou mesmo nenhum), onde quer que o dispositivo se encontrasse, pertencesse a quem pertencesse. Pensem lá bem, com o uso que se faz de um smartphone atualmente – localização; e-mail; contactos; conversas; fotos; etc, a que informação é que o FBI teria. Alguém aqui compraria uma casa que soubessem que todos os agentes da autoridade tinham uma chave mestra? Mais, ninguém conhece casos de agentes da autoridade corruptos? Ou a Justiça que conhecem é algo lá no alto que só os anjos é que aplicam, de forma cega e isenta, no qual todos somos iguais? Tenham (bom) juízo e pensem lá bem o que está em causa. Se existem suspeitas bem sustentadas, deve haver uma autorização suportada pela lei (que não a americana – em Portugal por exemplo) que proteja o cidadão dos abusos e dos atropelos à lei em prole de mostrar resultados rápidos, por exemplo. Os agentes da autoridade também são pressionados a ter respostas e também têm objetivos profissionais. Compete a outros – devidamente formados – de verificar se estes têm razão. O que muitos parecem argumentar aqui é que o FBI deveria ter carta branca para tudo. Resta saber se, em caso hipotético, o vizinho de quem tenha essa opinião calha ser agente da autoridade e lhe acede à informação sem ter de dar qualquer justificação. Mantinham a opinião?

  14. TrasMontano says:

    E ao fim e tanto trabalho, depois de correrem processos judiciais, acreditam nas noticias que dão conta que o FBI entornou um copo de agua sobre o iphone do atirador de são bernardino (ao festejarem o alegado desbloqueio), inviabilizando-o por completo?
    Cheira-me a esturro….

  15. djofight says:

    a q única que teve nível nesta situação foi a microsoft, nestes casos é para colaborar e ponto. N fez panelinha cm as outras. No que toca à obrigação de alterar as tecnologias, estou com a google e apple tb.

  16. Jorge says:

    Eu estou a comprar um smartphone da google e a google nao está a oferecer privacidade aos clientes???
    Estou a gastar dinheiro para ke?
    Antes prefiro ios que nao cedeu as chantagens do fbi

  17. Rodrigo Lopes says:

    Tenho acompanhado essa ” briga ”
    Bom , Apple tem as políticas de segurança dela,que presa a segurança de seus produtos.
    O FBI queria não apenas o desbloqueio do aparelho, mas também que a Apple criasse um software para que eles “FBI ” pudesse ter acesso a outros aparelhos quando quisessem.
    Os engenheiros de segurança disse que prefeita se demitir da empresa caso fossem obrigado a fazer o que pediram.

    A empresa Apple mateve a postura e seguiu sua política de privacidade e segurança. Isso é o que esperamos de uma empresa que se preocupa com a privacidade dos clientes.

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