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Europa investiu 45 mil milhões em eólicas… mas ainda não chega

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Berto says:

    Entretanto a Enercon em Portugal vai fechar fábricas

  2. AlexS says:

    Então a Turquia agora faz parte da Europa…

  3. Max says:

    As fontes de produção de energia elétrica na UE:
    – Renováveis: 48% (eólica 17%, solar 13% hídrica 10%, biomassa e outras 8%)
    – Combustíveis fósseis: 29% (inclui gás natural 17% e carvão 9,2%)
    – Nuclear: 23%
    Em Portugal (produção interna, sem considerar a produção por bombagem, Fonte Ren Hub, acumulado de 2025):
    – Renováveis: 85,4% (hídrica 41,9%, eólica 31,4%, solar 6,3%, biomassa 6,0%)
    – Combustíveis fósseis 14,6% (sobretudo gás natural)
    – Nuclear 0%
    Relativamente a Portugal, com tanta conversa sobre painéis solares, a produção por energia eólica (1.354 GWh) é 5x a produção por energia solar (274 GWh)

    • Max says:

      Relativamente a Portugal, acima pus os valores de dezembro de 2025. Os totais de 2025 são:
      – Renováveis: 87,8% (hídrica 34,7%, eólica 33,8%, solar 11,7%, biomassa 7,6%)
      – Combustíveis fósseis 12,2% (sobretudo gás natural)
      Relativamente a Portugal, com tanta conversa sobre painéis solares, a produção por energia eólica (14.143 GWh) é cerca de 3x a produção por energia solar (4.908 GWh).
      E onde se produziu a eletricidade utilizando biomassa? A maior parte foi gerada em centrais térmicas dedicadas (utilizando resíduos florestais) e em centrais de cogeração na indústria da pasta de papel.

      • Max says:

        Eh, pá essa coisa da biomassa tem levantado conflitos com populações próximas atingidas por fumos e cinzas, cheiros (queimam também lamas industriais e não apenas lenha) e ruído. Em: Fundão, Constância (Caima), Viseu e Oliveira de Azeméis.

        • Zé Fonseca A. says:

          estás a falar sozinho

          • Max says:

            Pode ser … mas aprendi duas coisas: que só se fala dos painéis solares, mas as eólicas são muito mais importantes. E o que era a produção elétrica por biomassa – que nem os ambientalistas estão convencidos que seja “verde” e as populações atingidas abominam.
            Quem ler e também não souber pode achar útil. Já os comentários que não adiantam nada é que não servem para nada.

  4. Yamahia says:

    Não vão descansar enquanto não destruírem toda a biodiversidade tanto na terra como no mar

    • Blackbit says:

      Matas mais a biodiversidade com o petroleo e gas (e nuclear) do que com as Renováveis.

      • Yamahia says:

        Pelo contrário,o CO2 é o alimento das plantas é é tbm um gás completamente inóquo.
        O que mata é a falta de concentração de oxigénio e sem plantas não há oxigénio.

        • Max says:

          Ainda acreditas que a mata de Monsanto é o pulmão de Lisboa. A química completa:
          – 50 a 70% do oxigénio da atmosfera é gerado pelo fitoplâncton marinho (algas microscópicas e bactérias marinhas)
          – Quando se queima combustíveis fósseis liberta-se CO2. Parte permanece na atmosfera retendo calor (efeito de estufa) e uma parte, de 25% a 30% é absorvido pelos oceanos. Quando o CO2 se dissolve na água do mar ocorre uma reação química que forma o ácido carbónico que reduz o pH da água (tornando-a mais ácida).
          – O aquecimento da água do mar, à superfície, tem por efeito diminuir a sua capacidade de absorver CO2 (limpar o excesso na atmosfera).
          – O aquecimento da água do mar e a sua acidificação prejudica (reduz) o fictoplâncton, o que tem dois efeitos – diminuiu a sua absorção de CO2 e a geração de oxigénio.
          É preciso ir além da mata de Monsanto.

          • Yamahia says:

            O fitoplâncton faz parte da biodiversidade marítima e as eólicas offshore, podem afectar a sua existência.
            O Monsanto é na terra, e o fitoplâncton é no mar.
            Eu falei na terra e no mar.

          • Max says:

            Via-se cobrir o mar com eólicas off-shore … vai dar cabo do fitoplâncton.

          • Yamahia says:

            Tudo conta meu caro. Qdo se anda a discutir 0,5 grms de CO2 a mais ou a menos como justicativa para destruir td o q se move e respira.

            Aliás, a EPA já se desmarcou da lei do bem estar de 2009 exactamente por ser uma mentira com dados científicos falaciosos inventados pelo terrível lobby elektro

            Portanto vão dar banho ao cão ou inventam outra.

          • Max says:

            A EPA não é uma agência do ambiente gerida por esse cientista afamado chamado Trump?
            Do seu discurso em Davos sobre as eólicas e a refutação:
            “A China faz quase todas as turbinas [de energia eólica]. E no entanto, não consegui encontrar parques eólicos na China. (…) Eles fazem-nas, vendem-nas por uma fortuna. Vendem-nas a pessoas estúpidas que as compram. Mas eles próprios [China] não as usam”.
            – Não é verdade que a China não utilize turbinas de energia eólica no seu território – atingiu os 521 gigawatts de capacidade eólica instalada em 2024.
            – A China é responsável por gerar cerca de 40% da energia eólica a nível global.
            – Situa-se na China o maior parque eólico do mundo.
            E isto tudo porque, na Escócia, lhe estragaram as vistas de um campo de golfe dele, com geradores eólicos no mar. Ainda pôs o governo da Escócia em tribunal não teve sorte. Vingou-se cancelando os projetos de desenvolvimento de energia eólica nos EUA. E não deixou de colocar na EPA um apaniguado. Lambe-lhe as botas. 😉

          • Yamahia says:

            Lol, ainda não percebeste como isto funciona. Não é o Trump que delibera ele é apenas um peão da engrenagem e apenas dá a cara.

    • Mário says:

      Não é nada meu caro. Já vem aí a empresa JL, Realista e Ca Lda, Sociedade em Comandita, dizer que isso é mentira. E que até onde têm plantado painéis eram desertos que não serviam para nada.

  5. Zulmira says:

    Eheh. Paga Zé. O mais chocante é que sao precisamente os falsos defensores do planeta que vao acabar com ele.

  6. JoaoBastos says:

    Como destruir dinheiro em ideias de D.quixote.

  7. João says:

    As pás das turbinas eólicas são feitas de fibra de vidro, carbono (petróleo) e resinas (mais petróleo), e são impossíveis de reciclar e por isso são um desastre ambiental. A maioria vai para incineração, co-processamento em cimento ou armazenamento (aterro), libertando emissões tóxicas e microplásticos. De ~20 mil toneladas anuais em 2025 para 55 mil toneladas por ano em 2030 só na Europa.

    • Factos says:

      Há sempre um profeta da desgraça como tu em qualquer comentário sobe energias verdes, é hilariante. As pás são compósitos e são difíceis de reciclar? Sim, mas não são impossíveis, e na Europa já há rotas usadas há anos como co processamento em cimento e reciclagem mecânica, e há cada vez mais projetos a escalar reciclagem química. Também já existe compromisso do setor para acabar com aterro em vários países precisamente porque isto foi identificado como problema desde o ínicio e está a ser tratado. Pessoas como tu pegam em coisas que não interessam minimante e chamam desastre ambiental como se isso anulasse os benefícios da energia eólica a longo prazo e como se fosse sequer comparável às alternativas dos combustíveis fósseis. Se fosse por pessoas como tu ainda usávamos carroças, a nossa sorte é que vocês ficam para atrás looool

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