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Espanha vai baixar o IVA da eletricidade de 10% para 5%

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Luis says:

    Politicos que pensam nas pessoas?
    Que ultraje!
    #irony

    • Keyboardcat says:

      Os preços da eletricidade em Espanha são muito mais elevados que em Portugal. Faz uma simulação de consumo num comparador de preços Portugueses e Espanhóis e vez a diferença.

      A eletricidade em Portugal é barata. Pagas 15 centimos por KWh. Eu pago o dobro (32 cêntimos).

  2. David Guerreiro says:

    Os nossos governantes que gostam muito de falar dos exemplos dos outros, agora vão estar calados.

  3. Eu says:

    Se em Portugal o governo decidir o mesmo, as operadoras vão aumentar a margem de lucro e o preço final até vai aumentar como no caso dos combustíveis!

    • Wolfheart says:

      +1
      Depois vem a autoridade da concorrência dizer que é tudo normal, sendo que os nossos governantes fazem como o outro “assobia para o lado”!

    • Ricardo says:

      Sim sim, continua com essa história das margens na tua cabeça que vais longe, 60% do valor é imposto, nada justifica o resto.

      • Nuno V says:

        Errado. Os impostos e taxas cobrados na fatura da luz é o DGEC, o IEC, a contribuição audiovisual e o IVA (6% na contribuição audiovisual, 13% na energia até 100kWh, 23% na energia superior a 100kWh, potência, DGEC e IEC). No total, os impostos, no mercado doméstico, representam menos de 23% do valor total da fatura, longe dos 60%. Deves estar a fazer confusão com a potência contratada, que não é imposto, nem sequer este valor é para o estado.

  4. Wolfheart says:

    Parece que em Portugal o IVA vai continuar nos actuais 13%…
    Temos uma carga fiscal altíssima (impostos directos e indirectos) e continuamos na cauda da Europa em termos de saúde, educação, cultura, transportes públicos, etc. Por sua vez canalizamos apoios (proveniente dos referidos impostos) para o BES, TAP, etc… Onde está o apoio ao povo Português?

    • Joao says:

      É continuarem a votar no Xuxalismo…

      • freakonaleash says:

        De bandeira de alfinete ao peito enquanto vêm os aviões da TAP a voarem com a lágrima ao canto de tanto orgulho que sentem.

      • Nuno V says:

        Por acaso quem subiu o imposto para o valor actual foi o PSD. Claro que o PS também não está interessado em baixar o IVA. O mesmo se diz do PSD que nunca votou favoravelmente nos projectos de lei que baixam o IVA da electricidade. Isto para não falar do circo que foi em 2019 quando durante a discussão disse que votava favoravelmente para baixar o IVA, para passado minutos abster-se.

        Mas baixar o IVA não basta. É preciso haver fiscalização para que as operadores não aumentem imediatamente o preço base, tal como fizeram recentemente as empresas de combustíveis quando houve reduções nos impostos.

  5. R says:

    Deve-se olhar para o IVA e para as outras taxas que constam na factura de electricidade.

  6. Carai says:

    Teem que pagar os 800 milhões de prejuizo (gamanço) da EDP lol, até lá… levamos com os 23% de iva, “Aguenta”.

  7. elma says:

    ca em portugal continua a 23% e o governo a dizer que nao pode baixar pq a UE nao deixa… eheheheheh

  8. Américo Mendes says:

    Smo, deveria regressar aos 23% (ironia, mas não só).
    Assim, os Reformados, trabalhadores ligados ao estado (+/-730.000 e familiares) e todos os outros que levaram a esta maioria devem pagar bem. Os restantes, têm de sofrer…para a próxima, vão votar!
    O ISP deve regressar ao valor anterior tb, pelas mesmas razões.
    Custa é verdade, mas este Povo só lá vai a “chicote” (ou nem isso), portanto, seja feita a sua vontade :-).

    Esta gestão desta “empresa/país” é uma comédia, um pouco dramática, mas uma comédia.

    Veja-se o caso do SNS: só serve para os menos abonados (maioria) pois os restantes têm seguro de saúde ou trabalham ligados ao estado e por isso conseguem ir aos serviços privados.
    Este povo ainda não percebeu que o SNS é para o povinho, pois o Estado (funcionários, são cerca de 730.000 a que acrescem familiares, logo mais de 1.500.000 de pessoas) funciona como um bom regime comunista (para eles, o melhor!).

    • B@rão Vermelho says:

      Não sei se sabes mas a ADSE, não é de borla, é paga e descontado dos vencimentos dos funcionários públicos 3,5 %, e acredita que há seguros de saúde mais baratos.
      E se não fosse a ADSE, mais de metade dos hospitais e clinicas privadas já tinham ido de vela.
      Já agora Portugal até está ligeiramente abaixo da média europeia em relação ao número de funcionários púbicos assim como a despesa com os mesmos.

      • R says:

        Poderá haver seguros mais baratos mas não com benefícios similares. E, mesmo assim, só se aplicaria a quem tenha salários elevados (ADSE).
        E mais: gostaria que indicasse qual o seguro que tem benefícios idênticos à ADSE (independentemente do preço). É que não há…

        • DrJoseHorta says:

          Victoria Seguros, paga 90% da despesa… Eu tenho ADSE, Pago mais e garanto-lhe que não tenho este beneficio na ADSE. Por estas e por outros é que a maioria do pessoal dos quadros superiores desiste da ADSE. é só fazer as contas.

          • B@rão Vermelho says:

            Para mim ainda compensa como doente crónico tenho muitas consultas de especialidade, sendo certo que agora estou a ser acompanhado no Hospital Santa Maria, e digam o que disserem não há nada como o nosso sistema nacional de saúde, é complicado entrar mas quando entras és realmente seguido, parabéns a todos os médicos do nosso serviço nacional de saúde pelo menos os das consultas de especialidade

        • B@rão Vermelho says:

          Quais são esses supostos benefícios que a ADSE têm que os outros seguros não têm?
          Assim consigo explicar melhor.
          A ADSE já foi muito boa, agora é boa, para conseguires marcar consultas de especialidade é uma guerra, na CUF, Hospital da Luz, Lusíadas é uma carga de trabalhos se tiveres seguro a marcação é feita no próprio dia, já foi muito bom e barato agora é só bom.
          Podes tentar fazer a experiencia tlf para um destes hospitais e pergunta por vajas para consulta com acordo ADSE e em seguida faz a mesma pergunta com um seguro qualquer e vais ficar pasmando com a resposta.

          • Sergio says:

            As coisas foram melhorando, mas lembro-me que o meu tio em 2000 sendo funcionário da Camara Municipal, equipava com 3 óculos de sol a família à custa da ADSE..
            Há que admitir que durante anos valeu tudo e que ajudou a estar onde estamos

  9. Sergio says:

    A Espanha está a entrar por um caminho bem complicado, continua a afundar-se em divida

  10. dfs says:

    Em Portugal a eletricidade para os consumidores particulares tem aumentado relativamente pouco e o serviço universal em julho vai baixar acho que 2%. Nós utilizamos muito tarifas reguladas e fixas por algum tempo ao contrário de outros paises que utilizam muito tarifas que acompanham o mercado e essas tem tido grandes aumentos.
    Por este motivo apesar de Achar que o IVA da eletricidade não devia ser de 23% por se tratar de umm bem essencial, não vejo motivo para baixar apenas com base nos aumentos ocorridos.
    Quem tem grandes problemas são os grandes consumidores, mas para a maior parte das empresas o IVA é neutro, pelo que baixar o IVA nada as beneficiaria.
    Os problemas da eletricidade vão muito para além do IVA.

  11. Joao Ptt says:

    Com o perigo real de o Estado entrar em falência a qualquer momento se os estrangeiros pararem de enviar para cá toneladas de dinheiro, talvez seja boa ideia o Estado não baixar impostos, e sim deixar de prestar serviços de saúde e educação que são extremamente caros, e com esse dinheiro que poupam começarem a pagar o que devem! Mesmo assim levará certamente mais de 10 anos a pagar a dívida externa… pelo que durante no mínimo esse tempo continuaremos à mercê da vontade dos estrangeiros.

    • Mr. Y says:

      Tu fazes cada conta de merceeiro. Achas que deixar de prestar serviços de saúde e de educação não traz problemas?
      O ideal é o Estado gastar bem os impostos que arrecada e dar espaço para a economia crescer por forma a criar riqueza. Isto é um propósito simples como se chega lá é que é muito complexo.

      • B@rão Vermelho says:

        O nosso problema é que quando isso acontece ficamos ainda pior, qual é o serviço em Portugal que tenha sido liberalizado/privatizado e que tenha ficado mais barato?
        A desculpa é sempre a mesma, somos um país pequeno, tivemos combustíveis baratos quando o estado fixava valores máximos, agora que é a tromba estendida ai temos a nossa famosa concorrência que todos praticam preço igual até a última virgula.

    • old says:

      Ei lá, acabar com a prestação de serviços de saúde e educação? Espera lá, isso não é a base de evolução de um país? Caramba, uma pessoa lê cada coisa por aqui… Isso foi minimamente pensado? Tens noção das implicações que isso teria para a sociedade em geral? Enfim…

      • Joao Ptt says:

        A principal função de um estado deve ser manter boas relações com outros países, para facilitar as trocas comerciais e viagens dos seus cidadãos, tratar da papelada que garante que se cumprem as regras perante as expectativas internas e externas, fazer cumprir as regras que forem definidas dentro do seu país, e tratar de manter as condições de segurança de tal forma que garanta a paz social e uma evolução correcta, e que outros, de outros países, não se sentem tentados a atacar/ invadir o país (por exemplo: boas medidas de protecção e boa diplomacia).

        Saúde, educação, cultura, pode ficar nas mãos dos privados.

        Ao estado só cabe garantir que existe um equilíbrio entre a oferta e a procura para que a troca de serviços/ produtos seja justa para ambos os lados.

        Atenção, que não me oponho por ideologia ao estado prestar tais serviços, apenas que perante a possibilidade bem real de a qualquer momento os estrangeiros poderem parar de mandar dinheiro em larga escala para Portugal (por exemplo se rebentar a guerra na Europa caso a Rússia decida avançar Europa fora, ou os radicais islâmicos decidam invadir a Europa em larga escala) e estando o Estado tão endividado, seria altura de parar de prestar serviços que realmente não tenham de ser prestados pelo mesmo, já que objectivamente não dinheiro para eles, e vive de andar a pedir emprestado com os respectivos juros que só fazem com que a dívida seja maior conforme o tempo passa.

        Quando se fala de reformas do Estado, nesta altura, para mim já está ao nível de ter de se deixar de prestar tais serviços, ou a alternativa é continuar e ao mínimo problema o Estado pode deixar de conseguir prestar qualquer serviço, mesmo os essenciais por não haver dinheiro. E se, por milagre, o estado daqui a 10 a 15 anos conseguisse pagar as dívidas externas todas, e conseguisse ter dinheiro para voltar a prestar alguns dos serviços que deixou de prestar, sem que tal significasse voltar à mesma situação de dívida, poderia voltar a prestá-los directa ou indirectamente.

        Se preferem pensar que o actual modelo é o único que aceitam, tudo bem, mas no dia em que a torneira fechar, não se admirem do país cair no caos, por não terem tratado de fazer a transição mais “suave” em tempo devido.
        As mudanças vêm, quem não se prepara a tempo, sofrerá as consequências.

        • old says:

          Não concordo. Estás portanto a dizer que o melhor sistema é tipo o existente nos EUA? Honestamente achas que a saúde e a Educação são o sorvedouro da riqueza do país? É tão fácil passar serviços para o privado com a desculpa típica “gerem melhor que o público, eles só olham para os lucros” e isso para mim não faz sentido. E aí vamos de encontro ao tópico principal, educação acessível para todos. Quanto mais educada for uma população, mais dificil é de se aproveitarem dela. Dou só o caso da EDP que por algum motivo foi vendida num piscar de olhos e quem a comprou esfregou as mãos… e podia continuar a falar disso. O dinheiro NUNCA é mal gasto em fornecer saúde e educação às pessoas. Obviamente que as coisas têm de ser bem geridas. Antes isso que subsídios para tudo e mais alguma coisa ou até pensões vitalícias ainda a ser pagas a políticos corruptos. O pilha galinhas vai logo preso, roubas um valentes milhões e não se passa nada. Eu só vejo isto a piorar caso os níveis de educação das pessoas deste país não subisse. Há que esquecer essa ideia de achar que privatizar é a melhor situação. Não me cabe na cabeça pensar que as mesmas pessoas que estão no privado podiam estar no público e gerar lucros para os portugueses, qual a diferença? Interesse e falha em julgar a má gestão.

        • Sergio says:

          Imagina que privatizas a Tap, passava a ser da raynair ..
          Achas que a raynair teria algum interesse em fazer as centenas de voos de correspondência e transporte de meracdoria que a SATA ( empresa 50% da tap) faz nos açores?
          A raynair olha para aquilo e não vê rentabilidade, logo não compra. Aliás nenhum privado aéreo pega.

          Ou seja tu como estado se queres privatizar tens de pensar:
          tenho uma empresa publica a dar 1600 milhoes de prejuizo por ano.

          Vou ter que dar um incentivo ao privado para pegar naquilo, imaginemos que a raynair aceitava 500 milhoes ano, ja tinhas uma poupança de 1100 milhoes

          O estado no final vai estar sempre a perder dinheiro, a grande questão é quanto perde.

          Ou tens uma solução melhor? E que não seja os açorianos serem tratados como lixo, sem receber correio, medicamentos, alimentos ou simplesmente visitar um familiar noutra ilha?

          Concluindo, a tua ideologia de privatização a 100% é impraticável ,se não cruzas o setor privado e publico acabas por ter morte nas mãos.

  12. ulme says:

    em portugal

    É só os primeiros 100 kwh consumidos 13%. Os restantes são a 23%.

    Termo de Energia – 23%
    Termo de Potência – 23%
    Termo Acesso Redes – 23%
    Taxa exploração – 23%
    Imposto especial consumo – 23%

    • k says:

      Isto.

      Na minha fatura vêm 3 IVA distintos.
      13% os tais primeiros 100kwh
      23% nos restantes
      6% na taxa audiovisual que sou obrigado a pagar.

      Nao concordo em ser obrigado a pagar a audiovisual se não uso mas visto que a taxa reduzida de 6% é destinada a bens essenciais, não vejo porque é que pagar taxa audiovisual+iva disso é mais essencial do que, sei lá, eletricidade.
      Eu vivo bem sem nada da Rádio e Televisão de Portugal, S.A. mas sabes com o que é que eu não vivo bem sem? Certo, eletricidade.

      Governo de m8756da.

  13. compro essa também says:

    Quer dizer, parece então que entre o mau, o pessimo, e o ruim

    Teremos supostamente o mau, que é sem qualquer tipo de duvida o melhor que todos os outros …

    Todos eles com obrigações e a responder perante a U.E. …

    Nenhum será prefeito daí ser necessário a participação activa dos cidadãos, seja no território, como na Europa e mesmo no mundo, pelas razões óbvias…

    Sem o povinho não existe nada…

    Alguém saiu à rua para mostrar desacordo com alguma lei, ou, alterações, ou , outra ?!

    Ficaram pelo o fb ou no jogo do momento, ou foram ver a bola, ou, aquele concerto e o outro festival …

    Depois doi-lhes o S e dizem que esta tudo mal…

    Offshore !

    Offshore !

    The Goldman and sacks vs you make the slavery grate again… and all of you love it .

  14. Narciso Miranda says:

    Ora bem, segundo o site da GALP familia numerosa é de 5 pessoas para cima no agregado.
    Aqui em casa somos 2 fixos, e mais 2 criancas semana sim semana nao. Tenho tarifa normal (bi horaria nao me compensa pois trabalho de casa), e só em cheio tenho uma media de 100/115 por mês, falta ainda o vazio e o ponta

    Presumo que uma familia de 5 pessoas dificilmente consiga no máximo 150kw mês.

    Isto só é valido quase para 2 pessoas q estejam fora de casa grande parte do dia

    • k says:

      Nem isso. Aqui somos 2 pessoas e estamos fora de casa o dia todo. Tenho bihorario porque, por pouco, mas ainda compensa (ponho as maquinas de lavar a noite, etc).
      Tudo no meu apartamento é elétrico, gasto sempre de 200 para cima muito facilmente e para cima de 300 nem sequer é raro. E tenho paineis solares de aquecimento de água, mais de metade do ano não gasto eletricidade para isso.

      E quem não gastar em eletricidade, gasta noutra coisa para fazer o mesmo. Por exemplo, eu uso AC para aquecer e arrefecer a casa. Se não gastares AC para aquecer, vais gastar gasóleo. Ou gás num aquecedor. Ou lenha. Ou pellets. Mesma coisa para o forno, fogão, etc. Qualquer coisa gasta-se sempre.

      Não sei como é que eles acham que isso chega. Nem de perto.

      • Narciso Miranda says:

        Eu no total, tambem ao mes anda na casa dos 200/230.

        Percebo que tenham posto 13% para quem consome 100kw, porque… se formos a ver, deve de ser “1 ou 2” contractos… E como habitual em Portugal, ah e tal baixamos…mas…nao se aplica a praticamente ninguem, ou num universo de 10 milhoes.. apenas 1 ou 2 teem…mas teem

      • Mr. Y says:

        Duas pessoas a gastar 200-300? Nem sei como conseguem.
        Aqui por casa também somos dois e não chega aos 100. Também é tudo eléctrico: fogão, arca, frigorifico, cilindro, loiça e roupa. Só não temos A/C.
        Há um ano com paineis solares, por isso, com tarifa normal e as máquinas são ligadas durante o dia.
        Acho que deverias ver o que anda a consumir tanto. Essa diferença toda não deve ser só do A/C

  15. Tiago says:

    Quem diz que os precos sao mais altos em Espanha, nao deve nunca ter saido do pais. Tipica conversa de quem pensa que em Portugal nao se ganha muito, mas tambem se paga menos que la fora. Apanhem um aviao, estejam la 1 semana. Ha gente que nao sabe do que fala.

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