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Descoberta inédita: Portugueses criam baterias que se autocarregam

                                    
                                

Fonte: Universidade do Porto

Autor: Pedro Pinto


  1. Sérgio J says:

    Este artigo nao ja tinha sido publicado ontem?

    • CF says:

      Eu iria perguntar se este artigo não tinha sido publicado já há um ano ou dois!
      Já foi noticiado que fez uma parceria com um americano que tinha comprado a patente ou parte da patente, bla bla bla, e é sempre mais do mesmo, começo a pensar se muitas destas descobertas “cientificas” não são orquestradas pelas universidades e empresas com lobbies para “chupar” dinheiro aos contribuintes para estudos que depois nunca dão em nada, algo cada vez mais comum hoje em dia, conto do vigário!

  2. jonasfreitas says:

    mais vapourware….
    ha uns anos era uma pen que ia revolucionar o mundo das pens….
    ainda estou a espera dessa pen (sentado)

    • Ricardo says:

      O facto de não se investir (ou sequer valorizar) o mercado nacional não significa que não tenha qualidade, e que a sua inovação não seja relevante. Noutros locais estes tipos estariam ricos.

      Já o velho ditado já dizia: “pão-de-ló a burros”. Parece que se aplica.

  3. Afonso Maria says:

    Viva Portugal!

  4. dfdf@ffd.lk says:

    Agora façam o que devem e deixem de produzir na China. Produzam-nas em Portugal.

  5. Samuel MG says:

    Mais uma descoberta portuguesa!! Vão os americanos e os chineses e nada, chega o português e faz logo as coisas 😛

  6. miguel says:

    Maio sem um artigo sobre baterias que vão revolucionar o mundo nao era o mesmo 😀
    Todo os meses temos noticias sobre baterias, que não passam disso noticias…

    Estas “autocarregam-se”, grande lol 😀

    • acs says:

      Está em fase de investigação ou laboratório. Até ser produzida em massa vai muita coisa. Há que contar com o preço dos materiais, facilidade de produção, durabilidade, etc. É por isso que muita merda não dá em nada. A unica razão qu8e ha noticias disto é porque criam cliques nosso e dá potencialmente mais investimento a quem fez a descoberta. No final se não conseguires produzir a bateria em massa e barata só poderá ser aplicada a engenharia espacial onde o preço pouco importa.

  7. Nick says:

    Esta descoberta já tinha sido anunciada, continuamos nas repetições à falta de assunto.

    Mas relativamente às baterias em estado sólido, também descobertas com a colaboração de Helena Braga, continuam sem sair do papel. Ou seja, teoricamente a investigadora diz que estão prontas para a produção, mas só teoricamente. Seria bom um esclarecimento adicional por parte da investigadora.

  8. asdasdasd says:

    de 3 em 3 meses lá sai mais umas baterias fabulasticas que nunca ninguem vê no mercado 😀

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