PplWare Mobile

Cuidado, o seu NIB pode estar a pagar contas de outros


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. ricardo says:

    fogo que abuso. Isto agora é assim, dá-se o nib e tira-se dinheiro. Vou já ao banco !!

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Vamos lá devagar, devagarinho, porque anda aqui muita confusão.

      Tanto quanto eu saiba a autorização por débito directo para pagamento de serviços, pelo menos agora, funciona assim:

      – Eu sou o “senhor de Cascais” e faço um contrato com a MEO.
      – Nas opções de pagamento escolho débito direto
      – Recebo o código de entidade/referência multibanco e, com o meu cartão MB, vou a uma máquina MB e ativo o pagamento direto digitando essa entidade/referência.
      – Se tenho o cartão MB, a conta que estou a autorizar o débito direto é a do cartão e não outra.

      Antes eu podia dar à MEO o NIB duma conta que não era minha, era da “Margarida Henriques da Associação” e a MEO passava a fazer o débito direto na conta dela??!!

      Desculpem, “pero no lo creo” (“pero que hay brujas, las hay”).

      • Patrícia says:

        Infelizmente já não funciona assim.
        Agora, para activar os débitos directos é preciso contactar quem nos fornece o serviço, seja MEO, seja EDP, seja quem for e solicitar a activação.
        Ainda há pouco tempo activei um serviço e para o débito directo só indiquei o NIB, não precisei de confirmação nenhuma. 🙁

        • Benchmark do iPhone 6 says:

          Tchiii … C’um escafandro ##!!!???###$%#
          É mesmo, acabou-se a activação pelo Multibanco e pode-se pôr o NIB de outra pessoa. Diz o Banco de Portugal (ADC – autorização para débito em conta):

          12 – O consumidor pode continuar a gerir as suas ADC nos caixas automáticos Multibanco ou no Homebanking?

          Sim, o consumidor continua a poder gerir as suas ADC na rede Multibanco, ou seja, a consultar, alterar alguns parâmetros (montante máximo por cobrança e data limite para a ADC), e inativar as suas ADC.
          No entanto, duas funcionalidades deixaram de estar acessíveis nos caixas automáticos Multibanco por não cumprirem a regra relativa à entrega direta da ADC ao credor: – a ativação de uma nova ADC introduzindo as referências dadas pelo credor – e a alteração da conta (IBAN) associada a uma determinada ADC.

          http://www.bportugal.pt/pt-pt/pagamentos/sepa/perguntasfrequentes/debitosdiretos/Paginas/DebitosDiretos.aspx

        • Invision says:

          Provavelmente porque ligaste de casa, número esse que estava associado à conta da MEO ou EDP não?

      • Paulo Esperança says:

        Bom, do que me lembro de fazer quando autorizei o meu débito bancário foi assim, mas apenas uma referência. Ou também através do homebanking. Mas posso assegurar que a MEO aceitou o meu NIB para pagamento de outra conta sim. Um amigo meu, o qual tinha o meu nib, por lapso deu o meu e comecei a ver débitos na minha conta. Só ao 2º débito é que percebi que alguma coisa não estava certa, visto tb ser cliente MEO com débito direto. Quando liguei para esclarecer o que se estava a passar é que percebi que tinham dado o meu nib e eles aceitaram. Reclamei junto do banco e o que me disseram é que não poderia ser problema do banco. Fiquei na mesma. Devolveram-me o dinheiro, mas como já tinha passado tempo de mais, só consegui reembolso do 2 débito. O que vale é que o 1º era de 1€ e o amigo pagou um cerveja. 🙂 Mas só agora estou a perceber o motivo disto, afinal é lei…………….. Enfim, eu tenho sempre controlo na minha conta, é o que faz a crise e os tostões contados.

        • Jofre Martins says:

          Os avarentos europeus perderam a vergonha toda. Qualquer dia basta dar o nome de alguém e este tem de deixar irem-lhe ao rabo. Não faz sentido esta lei. São totalmente loucos e iníquos. O que se devia de fazer era todos fecharem as contas nos bancos. Estamos mesmo no fim pois a iniquidade sob o manto da legalidade está-se multiplicando de dia para dia. Graças a Deus que o dia de lançar todos os iníquos no lago de fogo e enxofre se está aproximando.

      • Maria joao says:

        Concordo…. foi precisamente o k pensei….

    • Mim says:

      Podem ir ao banco (online, multibanco, pessoalmente) e pedir o bloqueio completo ou parcial (lista das entidades que autorizam, ou lista das entidades que não autorizam).

      Por isso calma.

    • Oscar says:

      ha uns tempos era necessario o nib, e o nome completo do titular, devendo ainda a entidade credora guardar uma gravacao telefonica para se mais tarde fosse necessario comprovar que tinha sido autorizada a debitar. agora basta o nib, nao devia ser assim. em tempos tb era necessario um papel assinado.
      muita gente nem sabe que pode reclamar no banco ou cancelar essa autorizacao.
      ha mesmo creedores que, e ja depois de o cliente cancelar a autorizacao, como guardaram o nib criam automaticamente outra autorizacao com esse nib e voltam a atacar a conta.

    • Jofre Martins says:

      É de facto um abuso ultrajante às pessoas de bem. Quando a ladroagem souber desta lei não haverá descanso algum pois vai-se passar os dias a telefonar para o banco para este recuperar o dinheiro pago e a cancelar débitos. Na minha opinião quem fez semelhante lei não possuía nem 50% dos neurónios que deviam de ter.

  2. ultraLord says:

    O banco deveria de confirmar os dados. Para tirar estão sempre prontos!

    • JV says:

      a culpa não é dos bancos, é do BdP e dos acordos mal amanhados que são feitos nesta Europa fora

    • maria rodrigues says:

      A culpa não é dos banco,é de uma norma comunitária que retirou ao banco a responsabilidade de confirmar os dados. Os único responsáveis agora são as pessoas que fornecem os nib’s

      • Joao says:

        è uma norma comunitária, possivelmente pensada pelo lobby dos bancos na europa. Não sejamos inocentes, muitos intresses existem para que assim aconteça, o comum mortal é que não sabe o porque disto, mas os lobbys dos bancos sabem de certeza, nada acontece por acaso… Onde há dinheiro há muitos interesses.

  3. José says:

    Como estamos no pais das bananas, tudo pode acontecer. É cada uma.

    • JV says:

      *Europa das bananas.

      “Esta alteração de comportamento é um problema que decorre da harmonização bancária na União Europeia. Desde Agosto do ano passado, as Autorização de Débito Directo são concedidas pelo devedor directamente ao credor, sem interferência da entidade bancária.”

      • Stephane Moser says:

        Exacto Europa, porque antes tínhamos um controlo dos DD, agora não temos controlo nenhum excpto de reclamar com quem esta a tirar o dinheiro

  4. miguel says:

    oh mas o nib é uma coisa que se da com muita facilidade, para fazer transferências.
    Quantas e quantas vezes não dei o meu NIB, como faço para me pagarem?? vale postal?? LOL

    E as instituiçoes de caridade/ ONG/ fundações, etc que tem o seu NIB em todo a lado com o intuito de receberem dinheiro como ajuda.

    só única e exclusivamente o NIB não devia dar para fazer debito directo.

    fácil olhem só:
    Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrofica

    NIB para donativo: 0007.0369.00030460006.16

    Bastou escrever no google nib instituição, é lindo vamos todos pagar os nossos luxos com debito directo.

    Imaginem Apostas online, ou compras online, que podemos ate dar os dados completamente errados, é so ir buscar a caixo do correio do prédio em frente..

  5. David Ferreira says:

    quer dizer, se eu fosse funcionário da meo, cabovisao, noz what ever, tenho acesso a milhoes de nibs e se me apetecer coloco onde eu quiser e ninguém controla?! wtf?

    • David Ferreira says:

      só uma curiosidade, se eu por acaso possuir os nibs de uns certos politicos, eles nem vao dar que o dinheiro sai da conta deles? e se os nibs deles fossem publicados online? :O

      • João Pereira says:

        Até ao momento sempre me foi solicitado o comprovativo do banco com a informação do NIB (excluindo a DECO). Ou seja, eu não consigo apresentar um comprovativo do multibanco com o NIB de um outro sujeito…

        Se todas as empresas fizerem isto, então diria que a segurança está presente. E claro, comecem a ter melhor controlo da vossa conta bancária. Só quem é rico é que não controla as finanças…

      • Bruno M. says:

        O mais certo era teres a PJ na tua casa e seres acusado por fraude….

  6. JJ says:

    A questão é que devíamos começar a utilizar o IBAN em vez do NIB. E era isto que os débitos deveria estar a pedir e não o NIB.

  7. João Pereira says:

    Engraçado…a DECO também não pede autorização para coletar o débito direto da assinatura mensal…

    • Liberal da cerca says:

      +1
      padece dos mesmos vícios. “olha ao que eu digo e não ao que eu faço…”

    • lmx says:

      esta historia do débito directo é uma treta total…

      Há uns anos atrás tive um colega de trabalho que de repente…deixou de ter dinheiro sequer para pagar a renda da casa…pois é a empresa a qual tinha comprado o seu veiculo automóvel…retirou-lhe 4 meses de pagamento de uma vez, sem sequer lhe pedir autorização!

      isto é um perigo…

      • Luis Silva says:

        Pois mas para isso tb pode-se colocar limites no débito directo, se uma pesoa souber a média de apgamento nos débitos ou querer impor limite para evitr erros de retirarem dinheiro a mais mete-se esses limites

  8. Paulo Esperança says:

    Curiosamente já me aconteceu com a MEO tb. Foi apenas mais uma das muitas que a “empresa líder” já me fez. Mas continuando no tópico, convém referir que o banco só devolve as quantias até 30 dias, se não estou em erro, após o levantamento. Por isso atenção.

    • anibal says:

      Esse “curiosamente” é bocado tendencioso, não?? Se o sistema implementado em Agosto, também conhecido por SEPA, foi implementado em toda a Europa pode ocorrer em qualquer empresa. Quem disse que esse senhor de Cascais não usa outro nib para pagar a água e outro para pagar à EDP? E a única lesada atenta por acaso é cliente desta empresa. É um sistema da treta e é impensável nos dias de hoje em que cada vez mais procuramos o comodismo, que regras básicas de segurança não sejam implementadas.
      Que tal o Banco alertar assim que uma ADC (autorização débito de conta) é activa, já que as normas da UE infelizmente são para implementar ao menos mitigem as eventuais fraudes.
      Em relação à sua devolução são 47 dias.

      • Paulo Esperança says:

        Claro que pode ocorrer em qualquer empresa, disso não tenho dúvidas, aliás li noutro comentário o exemplo da Vodafone.
        O meu banco sempre me informou de todas as adesões aos débitos diretos. Neste caso concreto não me lembro se sim, pois tive alguns problemas com saldo na altura e andava sempre a ativar novamente o debito da MEO e por isso pode ter-me escapado. E só passou à primeira porque pensei que eram acertos, pois controlo muito bem as minhas contas.
        O meu curiosamente, sim foi tendencioso. Além de ter acontecido comigo o caso exposto, a MEO não me inspira confiança nenhuma. Mais ou menos na altura desses levantamento doutro cliente da minha conta estava em processo de adesão a um pacote, pois só tinha a Net. Depois disso foi um caos, alguem foi a uma loja e alterou o meu contrato para outro pacote e nunca mais consegui resolver a situação. Desde agosto até agora são enganos mensais na fatura, notas de crédito pra cá, notas de débito pra lá, horas perdidas ao telefone, repetição exaustiva da situação e informações contraditórias. É muito frustrante… Não consigo ter mais confiança na empresa. E por isso não me espanta que tenha acontecido com a MEO.

        • K0izo says:

          é o que dá privatizarem empresas sérias do Estado e ainda por cima darem de bandeja a Administração destas a ratos com alzheimer (Granadeiros, Zeinais e outros que tais…)

          • anibal says:

            Se não tivessem privatizado a empresa posso-te garantir que estávamos muito mais atrasados em termos tecnológicos. Ou achas que a PT continuando a ser uma golden-share tinhas o data center na covilhã e a rede fibra que tens??
            Vê o exemplo das empresas que ainda são do estado e o estado delas CP, TAP etc. A única que se salva é a CGD.

            Que houve má gestão na empresa não há dúvidas, mas também há que dar crédito ao Bava pelo que fez pela a empresa após a venda da PT Multimédia (actual NOS).
            No entanto se a empresa agora é francesa a culpa também é dele.e

          • K0izo says:

            não vá por aí com argumentos “pró-privatizações” que senão dava pana para mangas… sei muito bem que empresas estatais só não dão lucros porque tem muito lixo, gorduras e taxos que levam a más gerências, mas daí a afirmar que a PT é o que é hoje devido à nem sequer acabada rede fibra que nem cobre 50% do país, ou do famoso datacenter que não gera assim tanto valor (nem estou a falar de lucro) ainda vai um bocadinho. Já para não falar nessa tal negociata obscura da tvcabo/pt multimedia—>zon.

            No que a PT é forte: venda de pacotes meo + tmn (meo movel) a grande maioria ainda são tudo antenas e cablagem instalada muito antes da PT ter sido privatizada, se fosse agora nem um 1/4 da população tinha acesso por cabo cobre simplesmente porque não lhes dava lucro. E ainda há o caso do 4G da PT que foi pouco mais do que se ter aproveitado das ondas da TV Analogica compradas ao estado a custo da chuva, mais a desresponsabilização quanto à cobertura do territorio nacional por sinal tv digital, o que lhe valeu muitos contratos meo, assim como ainda se desresponsabilizou das obrigações provindas das directivas da Comissão Europeia em como obrigava a cobertura de todo o territorio nacional por linhas de nova geração (fibra?) passando a batata quente para a ZON da angolana e que agora acho k ninguém sabe nem lhes interessam saber como está essa situação. Isto dava um mar de conversa…mas para outra ocasião. O Pplware é que bem podia fazer um artigo de reportagem sobre estes assuntos, seria interessante mexer nestes lobbys.

      • JC says:

        Ouvi no telejornal que o prazo para pedir a devolução ao banco são 13 meses.

  9. jaugusto says:

    …mas ainda agora uma entidade estatal obriga a dar o nib para efectuar um pagamento de formação, logo vou ter de criar uma conta só para o nib publico!!

  10. Urtencio says:

    É por estas e por outras que abri uma conta num banco apenas para estes casos(pagar contas)!!

  11. Picasso says:

    O debito direto tem que ser autorizado pelo titular da conta no banco. Pelo menos foi assim que permiti que houvesse debito direto numa das minhas contas. Não entendo como é que conseguiram sem autorizar o deb. direto.

    • Luis Silva says:

      E àquanto tempo foi isso? É que a lei foi alterada à 7 meses, eu pelo menos recebia uma carta do banco a dizer que estava com débito activo de x entidade, agora não sei se mandam na mesma a cart….

    • Rui says:

      Meu caro, se fizeres um seguro, qualquer que seja, mas para abreviar pode ser o seguro de um carro. Nem sequer assinas nada, podes até fazer por telefone e ditares o NIB por telefone e podes ter a certeza que o seguro vai ser debitado na conta, mesmo sem autorização!!!!!

  12. Talvez as coisas tenham mudado com as novas leis que mencionaram, mas eu sempre pensei que não era possível fazer pagamentos com o NIB. O NIB servia só para receber.

    Se dando o NIB as pessoas podem fazer isto assim, fácil, mais vale começar a usar PayPal e MBnet para tudo – perdido de um lado, perdido do outro.

    Corrijam-me se estiver enganado, porque a mim é uma coisa que eu não percebo muito.

  13. Gerardo says:

    Antes de entrarem todos em panico quero alertar para uma coisa que muita gente não sabe. Qualquer débito directo pode ser anulado durante 30 dias (não tenho a certeza do número de dias). Independentemente de ser válido ou não. Não têm de dar nenhuma justificação ao banco, basta dizerem que querem anular determinado débito e o dinheiro volta para a vossa conta. Imaginem que a EDP vos cobra um valor excessivo. Independentemente de esse valor estar correcto ou não, o dinheiro pode-vos fazer falta e só o terem disponível daí a uma semana ou assim. Em vez de estarem a entrar em despique com a EDP, cuja a resposta nunca vai ser a devolução do dinheiro, na melhor das hipótese vão vos dizer que fazem o acerto na próxima factura. Basta simplesmente se dirigirem ao vosso balcão e anularem o movimento.

    • Luis Silva says:

      Isso é verdade? sim também já ouvi algo parecido que s epode anular movimento em x tempo, mas não sei ao certo, mas a ser verdade isso dá jeito.

    • int3 says:

      Basta ir a caixa do MB.

      • Gerardo says:

        Não vou afirma com certeza, mas acho que não podes anular movimentos no MB. O que podes é anular autorizações de débito em conta. Mas isso não resolve débitos já feitos. E a pessoa pode nem estar interessada em retirar a autorização à empresa, apenas anular determinado movimento.

    • Elias Oliveira says:

      Isso é fácil de Resolver Basta ir ao seu Banco, e informar que não deve pagar nada em debito direto, e deve sempre indicar quem pode fazer isso informando o mome da empresa, o banco é obrigado a fazer esta observação na sua conta, no mais é controlar sempre os movimentos a menor supeita ir ao banco e confirmar, no mais evitar sempre o debito direto para não ter dor de cabeça, não custa nada fazer pagamentos através da referencias e códigos multibancos, eu sempre fugi deste tipo de pagamento e aptar pelo seguro.

  14. Sergio J says:

    Há uns anos aconteceu algo muito semelhante com a conta da minha ex-mulher. Um colega de trabalho burlão andou a abrir débitos directos nas contas dos clientes. Ele tinha convencido a fazer um seguro qualquer. De repente começaram a aparecer debitos directos. Achamos estranho e fomos ao banco. O individuo já estava referenciado. O banco restituiu todo o dinheiro, mas perdeu a confiança no banco. Eu mantenho-me fiel.
    O individuo teve problemas com a justiça. A minha ex entalou-o porque era colega e primo de uma amiga lá do trabalho. Ele a tentar minimizar o problema pagou também. No final a minha ex acabou beneficiada, mas perdeu toda a credibilidade naquele banco.

  15. Sergio J says:

    Mas ao contrário da situação que referi acima, que era uma burla, há uma coisa que não entendo. O débito directo está sobre um determinado serviço que está ao abrigo de um contrato. Se o Joaquim resolve usar o meu NIB para pagar o serviço X, ele está tramado e será facilmente apanhado.
    Ou há uma burla mais sofisticada ou de pouco serve usar simplesmente o NIB.

  16. Américo Nunes says:

    Acho bastante curioso, tenho varios debitos directos sempre assinei uma autorização para que essas instituições / empresas apresentassem no banco para confirmar esssas autorizações de debito.
    “Desde Agosto do ano passado, as Autorização de Débito Directo são concedidas pelo devedor directamente ao credor, sem interferência da entidade bancária”; então mas o banco que gere o nosso dinheiro não tem que ver o docunhento que o devedor passa ao credor para fazer esse debito directo?
    Se reralmente é assim obtem-se um nib qualquer; e pode-se fazer os debitos directos que quiser?

  17. okapi says:

    O sistema bancário em Portugal parece-me pouco seguro neste caso, pode não ser mais simples mas é mais seguro é o que se usa lá fora, o numero do Cartão Debito + o nº da Conta + o numero de Balcão é que validam o DD. O NIB e o Swift só servem para transferências Inter Bancos.

    • Sergio says:

      “O que usam lá fora” é um disparate, pois o NIB já contém o número de conta e o número de balcão. Número de cartão de débito é irrelevante, pois ninguém é obrigado a ter…
      E o sistema era perfeitamente seguro até à mudança da lei, pois o banco da conta debitada era obrigado à confirmação dos dados junto do seu cliente.
      Como agora os bancos já não são tidos nem achados no processo, não há quem confirme nada. Daí a facilidade em dar o NIB de terceiros. Facilidade que seria idêntica, caso os dados necessários fossem outros, uma vez que continuaria a haver carência de alguém que verificasse que eram efectivamente pertença de quem o indica para pagamento através de débito directo…

    • Rui says:

      O sistema português é tão seguro como nos outros países europeus!!!! E que dizer por exemplo, de Itália, onde com o cartão de débito e sem sequer meteres o PIN, ele paga as contas!!!!!!

  18. Pedro Silva says:

    Pois este tipo de situação já me aconteceu a mim… uma tipa por engano… colocou o meu nib num boletim das revistas e fez assinaturas anuais revistas desde turismo, viagens etc. e em dois anos saiu € da minha conta sem ter dado autorização … reclamei e devolveram o €, o banco só pediu desculpa.. mais nada.. Nome era diferente dos titulares o nib era o meu.. …

  19. Pedro says:

    Já tive um caso semelhante com a Vodafone, tive débitos na minha conta, depois li a informação sobre o SEPA. O cliente tem uma salvaguarda de anular o debito durante os primeiros 30 dias no dia no dia útil seguinte tem o dinheiro na conta, depois é necessário ir ao banco reclamar acho pode reclamar ate 6 meses da data do debito, a entidade credora tem de provar o debito por essa é a responsável, se não, é obrigado devolver. Neste momento com o SEPA é obrigatório assinar um documento onde conta informação da pessoa e o NIB e tem de anexar prova que o NIB lhe pertence.

  20. Abílio says:

    Por causa de um problemas do género mudei de conta e de banco, novo NIB, e pagamentos de luz, gás, àgua, net, etc. Dou-me ao trabalho de perder uma horita a pagar. Qualquer funcionário temporário ou não de uma destas empresas pode aceder ao NIB e utilizá-lo sem minha autorização? Não há NIB para ninguém agora.

  21. Joao says:

    E eu a pensar que o NIB era só para receber. Afinal dá para pagar? Ter mais cuidado agora.

    Alguns cartões multibanco mostram o NIB no verso. É apagar isso ou ao pagar algo(num cafe o etc), manter sempre olho no cartão…

  22. Nuno R says:

    Caros,

    Esta noticia está no mínimo incompleta e alimenta um nível de alarmismo que não é saudável.

    Dizer primeiro que nada que embora a imagem do sistema financeiro português já tenha tido melhores dias, este tipo de situações só ocorre de uma de duas maneiras:
    1 – Erro informático
    2 – Alteração deliberada do NIB por um funcionário da instituição.

    Não é possível pegar num NIB qualquer, e atribuir um débito directo pelo seguinte:
    1 – Cada autorização de débito directo é feita sempre pelo titular da conta, à qual é atribuído um número de autorização. Isto quer dizer que se hoje eu descobrir um débito directo na minha conta que não é meu, o meu banco (seja ele qual for) terá de comunicar que a minha conta não possui aquela autorização, logo o valor ser-me-à reembolsado.
    2 – Os débitos directos são sempre rastreáveis, ou seja, se eu tiver a pagar indevidamente, a entidade à qual estou a pagar sabe quem é o titular da autorização que está erradamente atribuída à minha conta. Logo, o real devedor irá sempre ter de pagar aquilo que deveria fazer em primeiro lugar.

    De referir que houve uma migração de sistema de débitos directos pelo que admito que tenham havido erros nos dados em alguns bancos.

    Descansem que há mecanismos de segurança que nos protejam.

    Se quiserem saber mais procurem pelo manual sepa dd, e divirtam-se

    • Joao says:

      Não é bem assim como dizes, há pouco tempo fiz um seguro para o automóvel via telefone, dei o meu NIB, não assinei nada e eles foram á minha conta buscar o dinheiro. Duvido que os bancos tenham alguém para ouvir as gravações das autorização dadas por voz, de alguém que eles não conhecem.
      Descobrir quem faz fraude é possível, mas a pessoa sem saber como já esta metida em despesas, a 1ª é contratar um advogado que ninguém lhe vai pagar esse prejuízo. Isto é a desresponsabilização dos bancos e do sistema financeiro, que como já vimos em Portugal é uma bandalheira completa, a incompetência começa a ser institucionalizada.

  23. Luis Miguel Lopes says:

    Boas Pessoal,

    Informem-se antes de comentarem. Com os débitos directos Sepa o cliente não tem a possibilidade de cancelar o DD apenas inactivar. Cancelar só a entidade é que o pode fazer.

    Existe realmente a possibilidade de se pedir o reembolso junto do banco claro.

    Sugiro que leiam:
    http://www.bportugal.pt/pt-pt/pagamentos/sepa/perguntasfrequentes/debitosdiretos/Paginas/DebitosDiretos.aspx

    “13 – Qual a diferença entre cancelar e inativar uma ADC?
    A inativação de uma ADC permite que futuras cobranças apresentadas pelo credor sejam rejeitadas pelo banco do devedor (respeitando a instrução expressa do devedor nesse sentido). Pode ser solicitada pelo devedor junto do seu PSP através de ATM (Multibanco), do homebanking ou ao balcão. A inativação é reversível, pelo que, em qualquer momento, o devedor tem a possibilidade de reativar essa ADC junto do seu PSP. Este serviço apenas está disponível em Portugal.
    A inativação da ADC junto do PSP do devedor não produz consequências jurídicas na relação contratual entre o devedor e o credor, pelo que o devedor terá sempre de dirimir bilateralmente com o credor a eventual cessação da relação contratual entre ambos.
    O cancelamento de uma ADC só pode ser realizado através de solicitação expressa do devedor ao credor para esse efeito. O cancelamento da ADC é irreversível.”

    • Gerardo says:

      Para efeitos práticos a inativação é igual ao cancelamento. O único inconveniente é que quando consultamos a nossa lista de DD no Homebanking ou no MB temos a lista cheia de “lixo”. 😛

  24. JJ says:

    Como já foi referido assim…

    Esta situação não compensara muito como esquema para pagar contas. Isto porque um serviço DD está associado algum contrato de alguém. Ou seja, se o indevido for apanhado, rapidamente terá problemas com o banco.

    Agora, o que eu acho estranho é uma pessoa ver um valor sair da sua conta sem saber do que é, e não fazer nada, só passado uns meses ou uns anos…

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Por acaso comigo nunca tiraram nada indevidamente. Mas já puseram … e voltaram a tirar 🙁

      Sobre a conferência do extracto bancário, ou se faz diariamente, ou se passar algum tempo – dependendo do número de movimentos e do número de débitos diretos associados à conta – é fácil perder o fio à meada e não perceber alguns débitos, sobretudo se forem de pequeno montante.

      Já agora – os números dos NIBS seguem um algoritmo quanto aos algarismos (tal como o número de contribuinte), não são números sequenciais. É altamente improvável que alguém se engane e em vez de dar o NIB dele dê outro que exista – mas pelos vistos está a acontecer.

    • Gerardo says:

      Não leves a mal, mas talvez não estejas habituado a contas com muito dinheiro e montes de movimentos. Sei de pessoas que com jeitinho sacas 50 ou 100 euros por mês durante meses ou anos e nem davam conta. Porque têm muito dinheiro e dezenas de movimentos diários. 😀

    • Joao says:

      Então não estranhes, basta pensares em pessoas idosas.
      Imagina alguém que tem 300 ou 400 (ou mais) movimentos por mês (empresa, PME), só passados meses é que detectam esses movimentos. Vê o caso do BES, nem o BdP nem os auditores sabiam de nada, nem o Ricardo Salgado,e não estamos a falar de 500€. hehehe.

  25. David Guerreiro says:

    Pedi alteração do NIB de um serviço que subscrevo, para outra conta, e apenas dei NIB, não foi preciso assinar nada. Podia muito bem ter dado o NIB de outra pessoa, e esse coitado é que pagava. A sorte é que não sou aldrabão.

  26. FXX says:

    Vocês primeiro informam que os bancos já não fazem parte do processo e acabam a publicação a dizer para as pessoas irem pedir o dinheiro de volta ao banco…

  27. Joao says:

    No web site do MillenniumBCP, se tiverem conta online, entram, vão à divisória “Pagamentos”, depois por baixo de “Débitos Diretos SEPA” tem diversas opções. Para não permitir nenhuma vão a “Gestão de Entidades Credoras – Consultar/alterar”, e depois clicam onde diz “Não Permitir débitos a todas as Entidades Credoras nesta conta” (ou parecido). Seguir os passos. No final deve aparecer “Operação realizada com sucesso.”, “Tipo de operação”: “Não permitir débitos a todas as Entidades Credoras” e o número da vossa conta por cima.
    Se tiverem entidades credoras também podem gerir lá.

  28. Adolfo Dias says:

    no dia em que usarem o nib do coelho estas falcatruas param…. tipo as listas VIP! como foi de alguem importante, a confidencialidade passou a importar

  29. AlexX says:

    Os Bancos podem não ter culpa desta situação mas é mais um motivo para andarmos em constante vigilância nos movimentos das nossas contas. De preferência vigilância diária. Feita a denúncia dentro de 24h pós o movimento não autorizado talvez ainda se resolva qualquer coisa mas passado um mês ou até alguns dias pode tornar-se numa dor de cabeça.
    Dito isto, espero que amanhã não tenha pago a primeira mensalidade dum penthouse de 200m2 na zona chique de Lisboa 😀

  30. Vitor says:

    ola
    acho que há qualquer coisa errada com esta noticia. Diz que qualquer pessoa vai a net e tira um NIB de qualquer pessoa. ainda agora fui ao google e fiz uma pesquisa sobre o meu nome (varias tentativas) e não encontrei qualquer referência a ele, não sei como conseguem saber o NIB de outra pessoa. essa pessoa que teve acesso ao NIB de outra, deve ter apanhado qualquer papel onde estaria escrito esse NIB, caso contrario nao o fez através de uma pesquisa na net. por isso devem ter cuidado quando vão levantar dinheiro e deixa la ficar os recibos, ainda gostava de saber como é que uma pesquisa no google eu tenho acesso a um NIB de outra pessoa.

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Não há nada de errado.
      Quem é que publicita o NIB na internet? Quem quer receber donativos.
      Do que se está a falar é do NIB de uma associação – palpita-me que tenha sido esse o caso

      Como preciso mesmo de usar os débitos diretos, fui ver melhor e percebi – através do acesso online à minha conta, penso que para os outros bancos é igual, que:

      Há uma opção que impede que uma conta seja usada para débitos diretos. Pode-se saber os que estão ativos e limitar o montante de cada débito e o período de tempo. E que que há prazo para anular o débito direto.

      Mas o que é mais importante é conferir os extratos bancários. Como certamente há muita gente que não confere – acho a alteração que houve muito perigosa.

      P.S. Os talões/recibos multibanco não têm o NIB todo (21 dígitos), têm o número da conta (14 dígitos) – o que não quer dizer que se devam abandonar.

  31. Bruno says:

    Caso o lesado se diriga ao banco, pode pedir o reembolso sem qualquer tipo de justificação. O banco é óbrigado a devolver o dinheiro. Depois o que pode acontecer o burlão ficar sem Meo e ir preso

  32. sideshow says:

    Tenho a certeza absoluta que é impossível acontecer isso cmg… 😉

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Não tens conta bancária? Tens conta bancária mas activaste a opção que impede qualquer débito directo na conta?

      Só nestes dois casos podes ter a certeza absoluta.

  33. Rui says:

    “O Banco de Portugal confirma que as alterações à lei já decorreram há sete meses e, desde então, que as autorizações de débitos directos são um acordo celebrado exclusivamente entre quem presta o serviço e quem o paga”

    O banco de portugal (sim com letra minúscula) é engraçado, se é um acordo entre que presta o serviço e que o paga como me se dão ao trabalho de confirmar que correspondem à mesma pessoa?, enfim mais uma boa decisão para o saco da do BES

    • Jofre Martins says:

      Que nojo! Eu só hoje soube desta lei por causa da Deco pois queria ser sócio e vi que bastava dar o IBAN para eles fazerem o débito. Fiquei muito escandalizado e disse algumas coisas pouco simpáticas, mas por outro lado foi um abre olhos pois estava totalmente alheio a esta lei de MERDA (desculpem mas não merece outro nome). Pois não me vou calar e vou passar a informar toda a gente através das redes sociais desta lei. Há que nos revoltarmos contra tão grande abuso e ver se ainda nasce alguma vergonha e bom senso na “tola” dos génios que fizeram tal lei ou noutros que a possam revogar. Vão gozar com o…

  34. olga says:

    Nos seguros basta dar o nib para autorização de débitos diretos!

  35. rafael says:

    A melhor parte do SEPA é Entidade Credora: “PT16ZZZ103627 – easypay-instituicao pagamento”

    sim, eu conheco a entidade com o nome easypay 😀

  36. jp says:

    eu tenho os débitos directos de forma a só serem possíveis quando eu adiciono à lista de permissões. Qq homebanking deverá dar para fazer isto.. Investiguem.

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