Programa “Botija Solidária” regressa esta quinta-feira! Saiba se pode ter este apoio
O apoio à chamada “botija solidária” está de regresso e há novidades importantes para quem depende do gás engarrafado. O programa volta a estar disponível já esta quinta-feira, 26 de março, e pode representar uma ajuda relevante no orçamento familiar.
Botija Solidária regressa: quem pode receber e como funciona?
O programa “Botija de Gás Solidária” foi criado para apoiar famílias economicamente vulneráveis na compra de gás engarrafado (GPL). Em 2026, a medida mantém-se ativa e, em alguns casos, até com reforço temporário do valor do apoio.
Na prática, este apoio permite receber um valor por cada botija de gás comprada, ajudando a compensar o aumento dos preços da energia.
Quanto se pode receber?
O valor base mantém-se nos 15 euros por botija, mas há uma atualização importante:
- Durante três meses, o apoio pode subir para 25 euros por botija;
- Cada beneficiário pode pedir apoio para até 2 botijas por mês;
- Existe um limite máximo de 12 botijas por ano.
Quem tem direito ao apoio?
Nem todos podem beneficiar. O apoio destina-se a consumidores com baixos rendimentos, nomeadamente:
- Beneficiários da tarifa social de eletricidade;
- Agregados familiares em que pelo menos um elemento recebe prestações sociais como:
- Rendimento Social de Inserção
- Complemento Solidário para Idosos
- Pensão social (velhice ou invalidez)
- Subsídio social de desemprego
- Prestação social para a inclusão
Como pedir o apoio?
O processo não é automático. É preciso tratar de tudo presencialmente:
- Dirigir-se à junta de freguesia aderente;
- Apresentar:
- Fatura da eletricidade (ou comprovativo de prestação social);
- Fatura/recibo da compra da botija com NIF;
- Documento de identificação;
- Após validação, o apoio é pago (em dinheiro, cheque ou transferência).
Caso não possa deslocar-se, pode nomear um representante com uma declaração.
Apesar de ser uma ajuda importante, há críticas: o programa pode não chegar a todas as famílias elegíveis, seja por falta de informação ou pela necessidade de deslocação às juntas de freguesia.




















No Montijo, nunca funcionou. Dizem que estão a espera do dinheiro e todos os meses é sempre a mesma desculpa: “Ah e tal, ainda não chegou” E é assim desde o inicio do programa.