Chegará a Portugal? Apple obriga verificação de idade no Reino Unido
A partir de agora, ao instalar o iOS versão 26.4 num iPhone ou iPad, e sempre que estiver no Reino Unido, há uma novidade. Qualquer utilizador terá de verificar a sua idade para remover o filtro automático de conteúdos web e aceder a aplicações classificadas para maiores de 18 anos.
A Apple implementou definitivamente a verificação de idade para os utilizadores no Reino Unido, tanto para iPhones como para iPads, a partir da última atualização do iOS. A versão 26.4 do sistema operativo móvel da Apple, uma vez instalada em qualquer telefone ou tablet do catálogo da empresa de Cupertino, exige um passo ao utilizador no Reino Unido.
Este deve verificar a sua idade antes de aceder a determinados serviços específicos. O que está a ser pedido é que o utilizador confirme ter mais de 18 anos quando utiliza serviços para adultos no dispositivo móvel. A partir de agora, qualquer aplicação classificada como destinada a pessoas com mais de 18 anos exigirá esta verificação no ecossistema da Apple.
Sempre com o objetivo de proteger os menores de conteúdos inadequados para os mesmos. Na verdade, não confirmar a sua idade, após a atualização para o iOS 26.4, significa que o filtro de conteúdo da web será ativado automaticamente. Esta é uma medida que a reguladora britânica Ofcom descreveu como "uma verdadeira vitória para as crianças e nossas famílias".
iOS 26.4 and iPadOS 26.4 brings age verification to UK users 💀 pic.twitter.com/MZNYtyTA74
— Holly - I like tech (@AnxiousHolly) March 24, 2026
A Apple conseguiu, pelo menos, tornar este processo de verificação pouco tedioso, uma vez que qualquer utilizador pode fazê-lo utilizando o seu cartão de crédito ou digitalizando o seu documento de identidade com o próprio dispositivo. É, sem qualquer dúvida, uma medida controversa, sem dúvida. Muitos já protestaram veementemente nas redes sociais, alegando que restringe a liberdade de internet dos britânicos.
Por sua vez, a Apple também se está a precaver, exibindo a seguinte mensagem como aviso nos seus dispositivos: "A legislação do Reino Unido exige que confirme que tem idade legal para alterar as restrições de conteúdo". É claro que esta medida é positiva do ponto de vista da proteção infantil.
A resposta para o que é ideal é quase óbvia, dado que manter uma vigilância ativa e educar bem as crianças sobre os riscos da Internet e das redes está a tornar-se cada vez mais essencial. No entanto, esta mesma proteção pode ser encarada como uma medida de censura e controlo, algo que a maioria dispensa e não quer presente de forma ativa.



















É sempre a desculpa de “proteger as criancinhas”, deviam era educar os pais isso sim…
Ninguém é obrigado a comprar Apple.
Discordo. Deviam responsabilizar os pais por não educarem os filhos. A maior parte não liga puto e não é só nisto.
Sim, rapaz.
Pela tua conversa, deves ser daqueles que não aprendeu nada com os amigos.
Apenas por curiosidade, foram os teus pais que te explicaram o que era o sexo, ou foste descobrindo com as namoradas?
Vinhas para casa perguntar aos teus pais o que havias de fazer com uma namorada?
Estas empresas tech podem deixar facas espalhadas pela rua, porque se algum miúdo pegar numa, obviamente a culpa será dos pais, lol.
Não cresças, não…
Vamos ser claros. A Apple não obriga ninguém a verificar a idade. O Governo do Reino Unido sim.
Sinceramente, não discordo da ideia geral, mas acho que seria mais útil outros tipos de verificação. “Foto” do documento de identificação, nunca. Cartão de crédito, talvez. Mas deveriam haver alternativas, mas isso é culpa do governo do RU. Esta questão já está mais que debatida. A Steam recusou-se a usar documentos de identificação e eu concordo. Em termos de proteção de dados é das piores informações que se pode ter e o “processo” de salvaguarda de dados é complicado. O cartão de crédito é uma boa solução, mas exclui quem não tenha cartão de crédito e, obviamente, quem não o quiser vincular à conta. Mas pronto, também ninguém é obrigado a ver conteúdos “restritos”. Não é preciso ter a conta “validada” para ver vídeos de gatinhos…
O mais engracado nisto é que o Reino Unido não possui documento de identificação e nao é obrigatorio possuir um. Neste caso vão ter que utilizar passaporte ou Carta de conducão.
Na teoria quem não viaje para o estrangeiro ou não conduza não possui qualquer tipo de documento de identificação
Por cá podíamos utilizar a autenticação GOV / Chave Móvel Digital. não dás o documento é só uma forma de provares que es tu.
Bastaria um sistema de tokens anónimos. A grande questão é… será que querem que seja anónimo? E será mesmo possível?
Aliás, com os dados do próprio CC, cada plataforma decide de que dados necessita. Até podiam pedir só a data de nascimento. Mas… sem o número do CC (ou NIF, por exemplo) não seria possível validar contas únicas e em teoria seria possível ter milhares de contas com o mesmo CC. Eventualmente com o token do certificado digital, mas pelo menos em teoria também é “único e rastreável”. Seja como for, eu acho um passo natural, apesar de muito tardio. Os putos não podem ir ao cinema ver filmes que não são para a idade deles. Não podem comprar DVDs nem revistas para adultos, nem tabaco, nem raspadinhas… pelo menos legalmente. Grande foi a falha de não terem sistemas que vedem o acesso ao material adulto da internet. Podemos vir com todas e mais algumas teorias da conspiração (e eu sou hiper desconfiado e nem registos, newletters nem sequer cartões do supermercado quero por causa dos dados e dos”profiling” que fazem aos clientes), mas alguma coisa tinha de ser feito. A Lei é antiga e na verdade só estão a adaptar ao mundo digital. Também não sou inocente ao ponto de achar que ninguém vai estar a ver. Mas a privacidade de cada um também está em grande parte nas mãos de cada um. E pode escolher a quem ceder os seus dados. Não estamos a falar na obrigatoriedade de registar o CC para comprar batatas ou frango. Estamos a falar de coisas perfeitamente dispensáveis. Há quem goste, OK. Mas não é essencial.
Em todo o caso, eu jamais enviarei o meu CC seja para quem. Na verdade e no caso de Portugal, o envio de “reprodução” do CC tem, por Lei, de ter sempre uma alternativa (verdade que na prática não é assim). Não faz qualquer sentido andar com cópias e fotos do CC para trás e para a frente. Já me chateei com o banco, a meo, a nowo, os CTT, até a advogada da empresa. Ninguém sabe a lei (nem o raio da advogada!!!). Esta coisa da “cópia do CC” está tão entranhada na cornadura das pessoas e não é precisa para nada. A meo queria cópia do CC para “validar” um documento assinado com assinatura digital do CC. Tive que lhes explicar que a assinatura do digital com CC é exatamente o mesmo que uma assinatura manual e não é preciso cópia do cartão para nada. E ainda assim estava difícil de lhes meter aquilo na mona.
Mas como se te vindo a ver, as big tech querem isto passe a ser uma realidade basta ver o lobby da Meta e a passividade da MS e Apple que ainda antes de estas leis começarem a serem aprovadas já estavam a gerar código para ser complaint.
O que estou a ver a acontecer qualquer dia é teres de validar a tua identidade como fazes quando cá te autenticas nas finanças com o CC ou chave movel em que a aplicação/site/futuramente OS vão validar o teu nome e idade a um sistema central e governamental…. a partir desse momento tudo o que fazes é rastreado e ligado à tua identidade real e não apenas digital – isto para mim é gravíssimo….
Vamos ver onde isto pára.
FALSO!!!!
A validação, de idade, desactiva, o bloqueio, a sites, validados, como para maiores de idade.
Só precisa de ser feito 1 vez!!! Depois de desbloquear, não precisa de se identificar, nos sites, que visita. O telemóvel, recebe dados, e mostra.
Se não fez, a verificação, tenta aceder, a um site, desses, vê a janela vermelha “Não pode aceder, sem fazer verificação de idade.” E não dá para usar, outras apps, ou VPN (super caras!!!) para driblar esse sistema.
A pior coisa, é que, mesmo em modo anónimo, o filtro é activado, sendo que, não pode aceder, a esses sites. Só resta usar, apagar cookies, depois de fechar, o browser, para não enviar informações pessoais.
Cookies? São 5000000 de cookies em cada clique.
Filtros? Contei 85000096380 só no último site que visitei.
Próxima notícia: uso de VPNs aumenta em 1000% e distribuição de malware também porque as criancinhas instalaram a primeira “free VPN” que lhes apareceu à frente.
This is a copy of a conversation between ChatGPT & Anonymous.
*** Já estamos numa ditadura tecnocrática digital?
Depende muito de como defines “ditadura tecnocrática digital”, mas podemos analisar os sinais. Uma ditadura tecnocrática digital implicaria que decisões políticas e sociais estão a ser cada vez mais tomadas por algoritmos, inteligência artificial ou especialistas em tecnologia, em vez de representantes eleitos ou pelo escrutínio público tradicional.
Alguns sinais que se aproximam disso hoje:
Controle da informação – Plataformas digitais controlam grande parte do que vemos, o que pode influenciar opiniões e eleições sem transparência total.
Decisões automatizadas – Algoritmos em bancos, tribunais, segurança e até recrutamento estão a tomar decisões importantes sobre pessoas, muitas vezes sem supervisão clara.
Vigilância massiva – Câmeras, apps e sensores recolhem dados constantemente, permitindo um controlo social mais eficaz.
Dependência tecnológica – Muitos serviços essenciais funcionam através de plataformas digitais privadas, dando-lhes poder que antes era do Estado ou de instituições públicas.
Por outro lado, ainda há eleições, liberdade de expressão (em muitos países), críticas públicas e resistência civil que limitam o conceito de “ditadura completa”. Não estamos num regime formal de controle total, mas há tendências que se aproximam de um poder tecnocrático e digital que pode limitar liberdades se não houver regulação.
Se quiseres, posso fazer um resumo de exemplos concretos no mundo real que mostram como estamos a aproximar-nos disso. Queres que faça?
*** Bora
Ok, aqui vai uma lista concreta de exemplos que mostram como partes do mundo estão a aproximar-se de uma “ditadura tecnocrática digital”:
China – Vigilância e pontuação social
A China implementou sistemas de vigilância em massa com câmeras inteligentes e reconhecimento facial, ligados a bases de dados que monitorizam comportamento dos cidadãos.
O sistema de crédito social recompensa ou pune cidadãos com base no seu comportamento online e offline, afetando acesso a empregos, viagens e serviços.
Estados Unidos – Algoritmos na justiça e no emprego
Tribunais e polícia usam algoritmos de predição de crimes, que decidem liberdade condicional ou nível de risco de um suspeito.
Empresas usam IA para triagem de currículos e decisões de contratação, o que pode criar discriminação automatizada sem supervisão humana.
Europa – Controle de dados e plataformas digitais
A União Europeia regula dados com o GDPR, mas grandes plataformas como Google e Meta têm poder enorme sobre o que vemos e consumimos.
Algoritmos de recomendação podem manipular comportamentos e opiniões, mesmo sem intenção explícita de “controle”.
Vigilância corporativa global
Apps e smartphones recolhem dados de localização, hábitos de consumo, saúde e comunicação.
Esses dados permitem perfis detalhados, usados para publicidade direcionada e, em alguns casos, decisões financeiras e de crédito.
Autoritarismos digitais emergentes
Países como Rússia e Irão controlam a internet e redes sociais, bloqueando informações e promovendo propaganda estatal.
Sistemas de IA são usados para monitorizar dissidentes e identificar opositores políticos online.
Resumindo: ainda não é uma ditadura total em todos os países, mas há tendências claras de controle digital e tecnocrático sobre informação, decisões e comportamentos sociais.
Se quiseres, posso criar um quadro comparativo país a país, mostrando nível de tecnocracia digital vs. liberdade civil — dá uma visão imediata de onde estamos mais próximos de uma “ditadura digital”. Queres que faça isso?
*** Quanto tempo até estar implementada a nível global?
Não há uma resposta exata, porque depende de muitos fatores: tecnologia, política, economia e resistência social. Mas podemos analisar tendências e cenários possíveis.
Tecnologia disponível – A IA, reconhecimento facial e coleta de dados já existem e estão a evoluir rapidamente. Em termos tecnológicos, um sistema de vigilância global é viável dentro de 10 a 20 anos, se houver vontade política e coordenação internacional.
Política e regulação – Muitos países ainda têm democracias e direitos civis que bloqueiam esse tipo de controle total. Para que fosse global, seria preciso um nível de cooperação ou imposição que parece improvável a curto prazo. A nível global, mais provável é um cenário fragmentado, onde alguns países têm regimes de vigilância total e outros resistem.
Resistência social e econômica – Plataformas tecnológicas dependem de adesão do público. Movimentos de privacidade, criptografia e legislação anti-monopólio podem atrasar ou limitar a implementação.
Cenários realistas
Curto prazo (5-15 anos): expansão de vigilância e IA em governos e grandes empresas, com diferentes níveis de controlo por país.
Médio prazo (15-30 anos): alguns países poderão aproximar-se de regimes digitais muito rígidos, mas globalmente ainda haverá zonas de liberdade.
Longo prazo (30+ anos): se a tecnologia e a centralização de poder evoluírem sem oposição, uma forma de “tecnocracia digital global” poderia surgir, mas é altamente incerta.
Se quiseres, posso desenhar um mapa de previsão global, mostrando onde cada país está em direção a essa tecnocracia digital nos próximos 20-30 anos. Isso dá uma visão mais concreta da linha temporal. Queres que faça?
*** “ninguém ficará para trás”
Essa frase é frequentemente usada em contextos políticos, sociais ou tecnológicos como promessa de inclusão e igualdade, mas na prática é mais complicada de cumprir. No contexto de uma possível tecnocracia digital, ela levanta algumas questões críticas:
Acesso desigual à tecnologia – Mesmo que haja intenção de incluir todos, países e populações pobres têm acesso limitado a internet, IA e serviços digitais avançados. “Ninguém ficará para trás” muitas vezes ignora essa realidade.
Automatização e emprego – A digitalização rápida pode substituir empregos tradicionais. Garantir que ninguém fica para trás exigiria políticas massivas de requalificação profissional, renda básica ou redes de apoio que poucos governos implementam de forma eficaz.
Privacidade e direitos – Incluir todos no mundo digital também significa que todos estão sujeitos à vigilância e aos algoritmos de decisão. Ninguém ficar para trás poderia, paradoxalmente, significar todos sob controlo digital.
Dependência tecnológica – Quanto mais um sistema promete não deixar ninguém para trás, mais as pessoas ficam dependentes da tecnologia e das plataformas que a controlam. Isso dá poder enorme a empresas e governos que administram esses sistemas.
Em resumo, a frase é aspiracional, mas na prática, num cenário de tecnocracia digital, “ninguém ficar para trás” seria muito difícil de garantir sem comprometer liberdade, privacidade ou equidade real.
Se quiseres, posso fazer um cenário hipotético de como seria esse “ninguém fica para trás” num mundo totalmente digitalizado, mostrando vantagens e riscos. Queres que faça?
*** Imagina o regime nazi com estas “ferramentas”.
Se transportarmos a ideologia e os métodos do regime nazi para o contexto tecnológico de hoje, o cenário seria assustador e muito mais eficiente do que foi na realidade histórica. Algumas possibilidades:
Vigilância total – Com câmeras inteligentes, reconhecimento facial e rastreio de dispositivos, seria praticamente impossível uma pessoa escapar ao controlo do Estado. Cada movimento, transação e comunicação seria monitorizada em tempo real.
Propaganda dirigida – Algoritmos poderiam personalizar mensagens de ódio ou doutrinação para grupos específicos, explorando medos e preconceitos individuais de forma muito mais eficaz do que cartazes ou rádios.
Controle social e castigo automatizado – Sistemas de pontuação social ou perfis de risco poderiam determinar quem tem acesso a serviços, emprego, transporte ou mesmo liberdade de circulação, sem necessidade de processos legais tradicionais.
Recrutamento e doutrinação digital – Plataformas sociais e jogos poderiam ser usados para doutrinar populações jovens desde cedo, criando uma geração totalmente moldada pelos valores do regime.
Genocídio ou limpeza social digital – Ferramentas de big data permitiriam identificar minorias, dissidentes e opositores em larga escala muito mais rápido do que o regime histórico poderia fazer. As decisões de perseguição poderiam até ser parcialmente automatizadas, reduzindo os “custos humanos” de coordenação.
Em termos práticos, seria um regime muito mais letal e invisível, porque a tecnologia permitiria o controlo quase absoluto sem que a população percebesse sempre onde está a ser manipulada ou monitorizada.
tecnofeudalismo
Sim, e não. Discordo essencialmente de uma coisa que dizes quando falas nos valores do regime. Isto nada tem a ver com regimes. Tem a ver com controlo por privados e com dinheiro e poder. Os governos não são a onda. Apenas acham que estão a surfar nela (que não estão de todo). Isso, e os falsos deuses de que fala a bíblia e outros livros religiosos. Não, não sou religioso, mas gosto de ler algumas coisas, são bons “manuais” sobre o pensamento humano. Mas temos as tech e algumas pessoas ligadas às tech tidas como deuses. Como aliás temos também pessoas do mundo das artes e deporto. Ainda mais prova disso é a divisão que isso causa. O musk, por exemplo, para uns é o maior ser humano à face da terra, para outros é o demo (eu acho só que é um excelente burlão com amigos muito bem colocados). Tal como tivemos as guerras entre cristão e muçulmanos durante séculos e séculos, temos a “guerra” Messi/Ronaldo há uns 20 anos. Temos as guerrinhas XBOX/PS. Temos a guerra Android/IOS. Parece que quem está de um lado tem obrigatoriamente de detestar outro. Nem sabe porquê, nem conheceu sequer o outro lado, mas detesta. Isso é irracional e só pode cair na calha das religiões. Qual é a lógica de dizer que um iPhone é terrível se nunca tivemos um? Eu não tenho, nunca tive e não faço conta disso. Pessoalmente acho caro para as minhas necessidades e logo por aí arruma. Mas daí a ser um “hater” como diz a malta mais nova…
Como em muitos exemplos de ditadura pela história fora, esta é mais uma “ditadura” que começa e se desenvolve com o apoio do povo. Bem sabemos que “eles” querem vigiar tudo, mas nós já lhes demos as chaves para entrar em casa, no carro…
Lembro-me sempre da frase do Star Wars:
“So this is how liberty dies…with thunderous applause”
Tendo em conta que o Reino Unido é um regime 100% fascista, e urSSula deseja o mesmo para a UE…
???????
O pplware também poderia ter filtros de 18+ para evitarmos ler comentários como este 🙂
Nem ele sabe
E verificar o QI?
Isto não é o famoso controlo de acessos às redes sociais, aos 16 anos.
É o controlo de acesso a conteúdos para adultos (18+). Em que consiste?
– Usando o Safari o acesso a páginas web é filtrado (bloqueado as com conteúdos 18+). Usando outro browser, já não há filtro
– O sistema no dispositivo usa inteligência para detetar e desfocar fotos e vídeos que contenham nudez, recebidos ou enviados via serviços iMessage, AirDrop e FaceTime. Usando, por exemplo, o FaceTime não altera nada
– Restrições de apps, dificultando ou impedido o download de apps classificadas como 18+ na App Store.
Além disso, considerando que tem um iPhone ou iPad tem também um computador, não se pode dizer que se tenha alterado grande coisa.
Quando estiver, totalmente implementado, nenhum browser irá contornar, esse filtro (passa a ser interno, no sistema, que é usado, por qualquer browser, incluindo se usar VPN ou modo anónimo).
As apps, que não o usem, passam a ser bloqueadas, não podendo ser instaladas, a não ser que você, o saiba fazer, via ADB, com cabo.
No Android 17 também já vêm essa opção. Só ainda não foi activada.
Fonte?
O busílis é que as empresas de “entretenimento” para adultos fornecem serviços a todos, indiscriminadamente. Não podem, por lei, faze-lo a menores. Só que, tanto pelo facto de ser digital e pelo facto de ser internacional (e em muitos casos a operar em países onde basicamente nem lei, nem ordem há), também por lentidão das autoridades, não existia um quadro legal claro e aplicável. Eu ainda sou do tempo em que ia ao café ali ao funda da rua comprar tabaco para o meu cota e vinha todo contente com 2 maços na mão pela rua fora. Não era ilegal pois basicamente não existia lei nesse sentido. Agora, podemos olhar para isto de várias formas, mas o que realmente se pretenae (em teoria) é impedir estes gigantes do entretenimento de vender a menores. Não nos esqueçamos que estas empresas faturam milhões e milhões.
Por cá, ainda falta a regulamentação.
Só quando, forem definidas regras, é que os sistemas, apps e serviços, podem implementar, essas coisas.
Se é exemplo: a Eutanásia ficará, pelo menos, mais 4 anos, pendente, sem regulamentação. Esta deve ir, pelo mesmo caminho. Lá para 2080, depois da EU definir normas, gerais, é que Portugal, as adopta.
Aonde é que por cá se fala na verificação da idade 18+, para acesso a conteúdos para adultos?
Isso nada tem a ver com o controlo 16+ para acesso a certas redes sociais, que é do que se tem falado cá.
Não inventes.