Quantcast
PplWare Mobile

Carro autónomo da Google sofre acidente mais grave de sempre

                                    
                                

Autor: Maria Inês Coelho


  1. vitor carvalho says:

    Treta!!! O Homem provoca muitos acidentes, mas também evita bastantes.
    Não me parece que esses carros venham a ter essa capacidade.

    • neapo says:

      Não sabes o que dizes.

    • Tiago says:

      Vives nas barracas so pode

    • Hugo says:

      Se há coisa em que o homem supera as máquinas é no número de erros cometidos.

      • Daniel Moreira says:

        Também não é bem assim, mas está quase.

        • Hugo says:

          Por acaso é mesmo assim.
          Acho que é óbvio que uma máquina a executar uma determinada tarefe falha muito menos que o ser humano.
          Claro está que falo de executar tarefas em ambientes controlados.

          • 007 says:

            a unica coisa em que o homem supera a maquina é na nossa capacidade interagir com o meio que nos rodeia, utilizamos os vários sentidos e obtemos um resultado mais rápido. tens a noção do que era preciso para um computador processar tanta informação como o nosso cérebro processa?

          • Hugo says:

            Eu disse “a executar uma determinada tarefa”, não a fazer tudo o que fazemos.
            Pra conduzir basta a máquina cumprir o código da estrada e não serão precisos muitos testes para concluir quem comente mais erros.

          • Daniel Moreira says:

            As vezes “executar uma determina tarefa” engloba compreender o que te rodeia.

      • MPG says:

        “A vida humana é como o windows…. é só bug’s…”

    • Pedro says:

      Vitor Carvalho, parece-me que basta que o carro autónomo não faça mudanças de via despropositadas, repentinas e sem qualquer tipo de aviso luminoso, ultrapassagens loucas sem qualquer tipo de atenção a distâncias quanto a viaturas que conduzem na faixa contrária e não conduza na via do meio a 10 à hora e já conseguirá evitar muitos acidentes… é que estes comportamentos que descrevi acima são todos comportamentos do Homem e não da máquina…

      É incrível o nível de estupidez que se consegue encontrar todos os dias nas nossas estradas, temos desde os que vão a morrer ao volante e esquecem-se que há pessoas que têm onde estar e a horas aos que se sentam no carro e julgam que estão em algum tipo de competição tipo daytona… as pessoas esquecem-se que não andam sozinhas na estrada e depois os azares acontecem…

      E para melhorar as coisas, com as belas estradas que temos, basta um ou dois anormais para entupir tudo o que é estrada em Lisboa… basta ver o que se passou esta semana em que 4a, 5a e 6a feira, devido a acidentes “na sexta também devido ao jogo em alvalade” foi impossivel andar de carro em lisboa a partir das 19h… enfim….

      • Cristiano says:

        “É incrível o nível de estupidez que se consegue encontrar todos os dias nas nossas estradas” e nos comentários da internet…

        Bem respondido Pedro.

    • aaaaa says:

      Eventualmente os carros terão capacidade. É tudo uma questão de poder de processamento e IA.
      Mas isso a mim não diz nada. Ando de carro porque gosto de conduzir. Se me tirarem esse prazer mais vale andar de táxi.
      Chamem-me velho ou outra coisa qualquer, mas é o tipo de tecnologia em que não gastarei um cêntimo. Isto é ter um taxi privado.

      • Alvega says:

        Concordo, para mim também é um prazer conduzir.
        Mas na verdade o que eu penso acerca destas novas tecnologias é bem diferente:
        O objectivo nao é poupar vidas e acidentes com vitimas (muita gente VIVE e sobrevive há custa dos acidentes dos outros), é duro, triste, mas é verdade, em ultima analise os orgaos para transplante ainda nao nascem nas árvores, mas como digo o verdadeiro objectivo é CONTROLAR as pessoas, podem rir, mas vejam o caso actual de usando tecnologia já trivial, a policia inglesa quer IMOBILIZAR os carros dos criminosos !!!
        Quem decide e quando quem é criminoso ? A policia ? quem é a policia ?
        Pois eu somente vou usar um carro desses, NUNCA, por muito baratos e acessiveis que sejam, eu proprio faz anos que montei varios sistemas que permitem imobilizar uma viatura com um comando pelo telemovel, era suposto aquilo ter varias proteçoes para nao actuar quando a viatura se desloca, por motivos de segurança (para o proprio e para os outros), mas algo falhou numa delas e o raio do carro parou no meio do transito quase provocando um acidente que podia ou nao ser grave, deu uma bronca dos diabos. Concluindo isto de mariquices tecnologicas é como a culinaria, QB.

    • K says:

      Não acredito que seja treta. Tu não achas que para fazer uma declaração destas eles têm provas documentadas de tudo que o carro faz? De certeza que tem quanto mais não seja para se protegerem de situações legais.
      Mais, se já és condutor a uns anos nunca avançasse num vermelho por descuido? Praticamente toda a gente já. A diferença é que este deu em acidente,porque acredito mesmo que seja das causas mais frequentes de acidentes.

  2. André R says:

    Mais um algoritmo para a Google colocar no software: avançar caso detete carros parados nas interceções ou então sem carros. Caso detete a aproximação de um veículo, travar imediatamente…

    • Hugo says:

      Se fosse assim tão simples…

      • André R says:

        Não disse que era simples… É possível, mas vamos lá a ver, não é suposto tornar o carro cada vez mais seguro?? Vai levar tempo a desenvolver…

        • Hugo says:

          Sem dúvida, mas programar uma máquina para andar no meio de humanos é praticamente impossível.
          No caso em questão, o carro detectava um veículo a aproximar-se e quebrava todas as regras parando e evitando o acidente. Provavelmente o que vinha na perpendicular seguia feliz da vida e o carro da google estava sujeito a provocar um acidente em cadeia 😛

          • Nelson N says:

            Errou em todas!
            1. Actualmente é possível programar um computador para qualquer actividade.
            2. Se fosse um humano parava, sem quebrar nenhuma regra
            3. Se fosse um humano ao ver uma carrinha não ia meter-se debaixo, e é evidente que não pensava nos que vinham atrás, porque estes têm obrigação de manter a distância de segurança.

          • Hugo says:

            Vamos por partes a ver se te entendo:
            1- É possível programar uma máquina para qualquer actividade (obrigado pela informação), mas tendo em conta o ambiente “desconhecido” que são as estradas não é propriamente fácil e, de certeza absoluta, que vai falhar mais cedo ou mais tarde, muito provavelmente por culpa de terceiros. Quando disse “impossível” referia-me a 100% de eficácia. Lamento não teres entendido.
            2-3- Travas a fundo com verde aceso, batem-te por trás és automaticamente culpado. Isso responde à questão das “regras”.
            No entanto não percebo porque não dizes o mesmo do carro que vinha na perpendicular: “se fosse um humano não avançava com vermelho”..ups…era mesmo um humano. Que irónico!
            É óbvio que a prioridade é sempre evitar o acidente e o meu exemplo era apenas um exemplo básico, mas como gostam de explorar os detalhes até ao último átomo pronto, está feito.
            Eu errei todas, mas tu não acertaste nenhuma.

  3. Str says:

    Confesso que a ideia dos carros autónomos é estranha. Por algum motivo os aviões também são autónomos mas até certo ponto, sempre com o piloto presente e autónomia só em determinadas situações. Acho que carros autónomos vai ser muito difícil, existem imensas variáveis o ambiente que os rodeia é muito dinâmico muito imprevisível. Não confiava a minha vida a um carro desses

    • Filipe says:

      Mas acho k basta tu tocares num dos pedais k o carro passa logo a manual…

      • Str says:

        Pois tem de haver um mecanismo que desligue o automático numa fracção de segundos. Ainda assim um gajo que vá a 50 km/h se levar 1 segundo a reagir, o carro já percorreu mais alguns metros, portanto… Acho que como eu existem por aí muitos cépticos em passar o total controlo a “outrem”. Em autoestrada ainda vá que não vá (se um gajo não adormecer entretanto eheheheh) agora nas cidades é mais caótico.

    • g0tH1cX says:

      Atualmente, os aviões já são capazes de descolar, voar até ao destino e aterrar…sem qualquer intervenção humana.
      Basicamente, os pilotos só lá estão para garantir que tudo corre bem e a maioria desliga o piloto automático nas descolagens/aterragens, simplesmente para terem algo para fazer…

  4. vitor carvalho says:

    A maior parte dos acidentes não se evitam parando,mas sim escapando ou desviando,e não,não vivo numa caverna,vivo mesmo na estrada,todo o dia,e todos os dias.

    • Tiago says:

      Vê a taxa de acidentes com estes carro e vê com humanos, e depois vem aqui contar. As pessoas vão na estrada e todos os dias parece que estão numa pista, sempre a abrir porque 5 minutos faz a diferença. Depois é o que é

      • Marcos says:

        Bom esse carro nao tem nada de autonimo.denferencia do outro e que esse carro o conduto fica longem dele controlando a distancia.e outro o conduto fica dentro dele.
        Ele seria autonimo se nao tivesse neguem controlando ele.

      • Daniel Moreira says:

        Primeiro, que compração… estamos a falar de biliões de carros conduzidos por humanos contra alguns carros autonomos. Logo a comparação estupida, é o mesmo dizer que dizer que o avião é a cena mais segura, é e não é! Primeiro existem poucos nas rotas, enquanto vais a uma ponte e ves milhares de carro por isso a PROBABILIDADE do erro acontecer é maior.

        Um carro autonomo, vai ser 100% ou quase lá seguro, quanto todos forem autonomos! porque vasta um fazer asneira que tens o efeito dominó.

        • Hugo Silva says:

          A probabilidade de algo acontecer é o nº de ocorrências/nº total de situações. Ou seja, podem existir 5.000 acidentes com carros normais que havendo 5.000.000 de carros, a probabilidade é de 0.1%. Se houver 50 acidentes apenas com carros autónomos e existirem 10.000 destes em circulação na rua, a probabilidade de um acidente é metade. Por outro lado, se houver 500 acidentes a probabilidade de um acidente passa para 5%, mesmo que haja muitos mais acidentes com carros ‘manuais’. Ou seja, havendo milhares de carros não aumenta a probabilidade, aumenta sim o nº total de acidentes mas também são mais carros…

          De qualquer forma, basta ver o nº de acidentes por milha que um carro autónomo tem em comparação com um de condução manual para verificar que o primeiro é muito mais seguro.

        • Hugo says:

          “existem poucos nas rotas” tens noção do que dizes?
          Existem muitos mais carros é verdade, mas está provado (acho que não era preciso fazer nenhum estudo) que é mais seguro o avião que o automóvel.
          Se esquecermos as probabilidades de acidentes com vários veículos e apenas considerarmos os que se despistam sozinhos, o avião continua a ser mais seguro 🙂

          • Daniel Moreira says:

            Enquanto encontras numa rota 100 ou menos avioes, numa ponte encontras milhares de carros, as vezes. Era isso que me estava a referir, obvio que a probabilidade de uma aviao avariar é muito menor do que uma carro avariar devido à sua elevada tecnologia. Mas nao podemos comprar o numero de acidentes porque a probabilidade de um carro ir contra outro é maior porque existem mais.

        • Hugo says:

          100% seguro e asneira não combinam lá muito bem lol.
          No entanto já falaram no efeito dominó e sinceramente não faz sentido nenhum pois se um se despistar não implica que todos os outros se despistem, a menos que haja realmente alguma falha no sistema.

    • joao magalhaes says:

      A maioria dos acidentes evitam-se se o condutor for civilizado, não conduzir bêbado, não falar ao telemóvel, não andar em excesso de velocidade, enfim, acima de tudo cumprir o código da estrada e estar concentrado na condução.

    • Hugo says:

      Isso é na Índia amigo. Cá existem regras e se todas a gente cumprir ninguém precisa escapar ou desviar do que quer que seja (obviamente que isso é impossível :P)

  5. NT says:

    Bem entendo o “medo” que o pessoal tem dos carros autónomos, mas penso que se fossem todos autónomos mesmo só usando a tecnologia que temos disponível os ‘acidentes’ não aconteciam. Neste caso o erro foi de outro condutor não autónomo. Também penso que o trânsito iria ficar muito reduzido, porque sendo todos os carros autónomos iriam seguir as regras e não iam parar para dar passagem a outro que “não tem prioridade” mas é xico experto e já meteu metade do carro à frente… Aliás depois não tinhas xicos espertos a fazer ‘habilidades’ dessa.
    Quanto ao prazer de conduzir, também gosto de conduzir mas existem muitos dias que não me importava nada de ir a fazer outras coisas enquanto o carro seguia o seu caminho.

  6. Helder says:

    Se a carrinha que bateu no carro autónomo também fosse autónoma o acidente não teria acontecido porque esta teria respeitado o sinal vermelho, como está programado nos carros autónomos. Aliás, num mundo de carros autónomos nem serão necessários semáforos porque as viaturas terão a percepção umas das outras.

  7. vitor carvalho says:

    Ainda não temos uma amostra suficiente para fazermos essas comparações,nem vamos ter tão cedo.

  8. me and me says:

    Se o carro que bateu tivesse um sistema de conduçao autonoma não havia acidente pq parava no vermelho….
    É nestas situações que a máquina ajuda a salvar vidas… E se o carro da google fosse mais pequeno? Os danos eram bem mais graves.

  9. Paulo F. says:

    Estou em crer que em Portugal também teremos muitos acidentes do género. Ainda ontem numa rotunda um fulano sem pisca e mesmo ao centro da rotunda resolve sair, quase batendo em mim de lado. Por cá vejo de tudo, pessoas a ultrapassar pela direita a alta velocidade, não sabem fazer as rotundas, passam em vermelhos, a última moda é virem a olhar para o telemóvel sem olhar para a estrada. Já nem falo nas centenas de condutores a falar ao telemóvel.

  10. PeFerreira98 says:

    Pensem nos dois extremos.
    A rede atual que é composta 100% por veículos em modo manual e uma rede futura cuja composição é 100% de veículos autónomos controlados e sincronizados por uma central de controlo.
    Adivinhem qual a percentagem de acidentes nas duas redes.
    Pessoalmente acho que se a segunda for bem desenvolvida o rácio está a tender para os 0% de acidentes.

    • Daniel Moreira says:

      Isso eu acredito, mas tem de ser 100% de veículos autónomos. Bastar haver 1 não autónomo na tua equação e tens o efeito dominó na estrada.

      • Hugo says:

        Efeito dominó não terias porque provavelmente só haveria um acidente.

        • Daniel Moreira says:

          Depende, 1 nao seguia e poderia mesmo dar asneira da “grossa”.

          • PeFerreira98 says:

            Se for um acidente como o que refere a noticia então pelas normas é só mesmo 1 acidente.
            Se for por exemplo um acidente em cadeia numa autoestrada pode levar a acidentes em cadeia mas mesmo assim com menores danos que uma rede 100% manual.
            Digamos que existe um acidente, só que o software está de tal maneira programado para notificar esse acidente para a central que vai transferir essa info para os restantes veículos da rede para se possível escolher uma via/caminho que evite esse acidente e quem sabe, alterar o limite de velocidade dessa zona temporariamente. Essa acção muito provavelmente não só evita congestão das estradas (o que é bom para nós) como pode muito bem evitar mais acidentes (em cadeia). Contudo, como disse, tem que ser muito bem pensado e desenvolvido.

  11. Serato says:

    Não quero saber de veículos autónomos para nada e nem sequer tenho interesse nenhum em ter um.
    Conduzir é uma coisa que adoro e em mais de 15 anos nunca tive um acidente, mesmo quando conduzo de forma mais desportiva/irresponsável…. tem tudo a ver com a capacidade do condutor em analizar o momento. Infelizmente o facilitismo e o capitalismo oferecem a pessoas sem qualquer capacidade de condução obterem um veículo.
    Quantos acidentes são provocados por esta gente que directamente são responsáveis por muitos acidentes dos quais saiem ilesos???

    • me and me says:

      entendo o que dizes… mas quem me diz que tu tens capacidades para conduzir um carro?

      para mim passa tudo por uma questão de educação… mais nada.
      o condutor tuga gosta muito de culpar tudo e todos pelo o que acontece e pela porcaria que faz… ate diz que o codigo da estrada nao faz sentido… acho que falta muita capacidade para entender o que é um carro e porque motivo existe um codigo da estrada… é que nao serve so para dar multas, serve para evitar acidentes.

    • Tagus Parque says:

      Respeitamos o seu gosto pela condução, tal como alguém gosta de enviar uma carta escrita á mão em vez de um email. Agora considerar o facilitismo uma coisa negativa é que muita gente não deve concordar, porque se assim fosse, voce estaria a escrever para Pplware sobre forma de carta, e esperar uma semana para que o seu comentário fosse publicado numa eventual coluna de uma revista.

  12. Nuno Moreira says:

    Primeiro: o acidente deu-se porque o carro com condutor humano passou o semáforo vermelho. Ora isso gera acidente com frequência. Quantos de nós ao passar um semáforo verde verifica primeiro se alguém está a passar um semáforo vermelho noutra via ?? Os acidentes dão-se quase todos por falha humana.
    Segundo: o Lexus da Google accionou procedimentos de segurança, embora insuficientes.
    Terceiro: como conclusão, verifica-se que o acidente deu-se porque uma das viaturas não era autónoma. Se fossem ambas da Google o acidente não teria ocorrido.
    Quarto: como curiosidade, a carrinha que embateu no Lexus da Google é da empresa Interstate Batteries, que patrocina a equipa oficial da Toyota da NASCAR, sendo que a decoração que vemos na carrinha é do carro do campeão em título (n.º 18 – Kyle Busch) que tem um Lexus destes (e outros) oferecidos pela Toyota.

  13. JJ says:

    Mas afinal a culpa é da carrinha que passou o vermelho.
    Podem dizer: “Mas se fosse um humano a conduzir podia perceber que vinha uma carrinha, travava e não havia acidente.”
    Duvido, sinceramente!

    Pela imagem, aquilo não foi pancada básica… de alguém que estava parado no vermelho e arranca, batendo no carro que ia a passar. Logo, a carrinha simplesmente não parou no vermelho. E nesse caso, mesmo que a pessoa detecta-se que a carrinha não parava, o cruzamento não seria suficientemente grande para evitar o impacto. Alem disso, segundo o relato, a pessoa que estava no carro da Google tomou controlo da situação assim que viu o que ia acontecer e agiu.

    Depois, a culpa aqui será sempre da carrinha que não parou no vermelho. O carro da Google, em modo automatico ou não, não tem qualquer culpa.

    No iniciou do ano, em Lisboa, um condutor não respeitou o sinal vermelho e foi contra um autocarro da Carris, provocando a morte do condutor, a culpa foi do autocarro? Não. Era um condutor humano, e se fosse um sistema automático, o acidente acontecia a mesma. O problema foi que alguém não respeito o sinal.

    Só via um problema neste acidente, se fosse o carro da Google a passar o vermelho. Por isso, foi simplesmente mais um acidente rodoviário como tantos outros, um em milhares do género diariamente em todo o mundo.

  14. luislelis says:

    Isto esta cheio de especialistas em robotica e seguranca rodoviaria.
    Estranho nao haver carros autonomos desenvolvidos em Portugal.
    Podiam aproveitar este pessoal para criar um (seria um exemplo para a humanidade kkkkkkk).

  15. Ricardo says:

    Em portugal é o oposto… deve ser o gosto pela arbitragem mas por incrível que pareça a lei é muito confusa quando se quer introduzir cameras nos carros. Tive um acidente muito parecido com este da google – arranquei no verde e um velho casmurro que tinha passado no vermelho veio bater contra mim. Após alguns minutos de análise o velho disse que não tinha passado no vermelho.. Como não haviam mais provas a conclusão foi em tribunal depois de um ano de paródia com as seguradoras que não queriam sequer fazer o seu trabalho! A responsabilidade foi metade para cada lado por falta de mais detalhes e visto ser apenas a palavra dum contra a do outro!

  16. tiago says:

    Pessoalmente gosto de ter o controlo do meu carro, existe quem goste desses carros (eu não…) mas para serem verdadeiramente inteligentes… ainda vão levar muitos anos!

    Até porque acidentes destes em cruzamentos com vermelhos existem aos milhares pelo mundo fora…

  17. Nuno says:

    Dúvida:

    Este acidente aconteceu porque um carro não respeitou o sinal vermelho e o veículo autónomo não travou para evitar a colisão. Aliás, parece que o veiculo autónomo nada fez para o evitar, tendo de haver intervenção humana. A minha questão é: E se não houvesse semáforos? E se em vez de um carro fosse, sei lá, uma árvore tombada na estrada? O veículo autónomo fazia o quê? Batia na árvore porque as árvores não deviam estar no meio da estrada?

  18. Antunes says:

    as máquinas são feitas pelo homem logo cometem erros! um ser humano consegue perceber o comportamento de outro usando os seus sentidos, uma máquina não!

  19. okapi says:

    Já que se fala em carros autónomos , agora chegou este para trabalho. E que tal um camião de transporte de terras para simplificar o trabalho do homem, este sim um bom investimento.
    https://www.youtube.com/watch?v=SNelRmmPpls

  20. Janeiro says:

    só espero que esta tecnologia venha depressa, para ver se consigo comprar um Ferrari por 500€ (porque UM carro com pedais é OLD SCHOOL).

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.