Aulas de programação chegam ao Ensino Básico em 2018

Por Eduardo Mota para Pplware.com

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24 Respostas

  1. Pérolas says:

    Finalmente alguém com pensamento estratégico… agora, não dêem já seguir um valente tiro no pé ao fazerem uma compra fantástica de máquinas com licenças windowS pagas a peso de ouro e cuja plataforma tecnológica tem um futuro incerto… Ah pois é, o linux domina nos super computadores, domina nos telemóveis, domina nos iot’s (smart tvs, automóveis, robot’s, tecnologia bélica, etc, etc), nos desktops vai lá chegar… E digo mais, vai ser uma surpresa para muita gente quando o window$ migrar para o kernel linux… e ai a M$ com os recursos que tem vai dar cartas…

    • Allez says:

      Concordo com o teu comentário quase na totalidade.
      Discordo com a estratégia de integrar no logo primeiro ciclo, talvez mais tarde no 3º ciclo e sem dúvida no secundário. No primeiro ciclo as crianças precisam de aprender as bases matemáticas, de língua portuguesa e os sobre os ambientais/naturais. E principalmente brincar e apanhar vento na cara! Para alienar as crianças já bastam os pais com a permissão de tablets e youtube a toda a hora.

  2. Pedro says:

    Vocês são muita malucos. Com a taxa de jovens que têm sexo sem proteção; com a taxa de utilização de cannabis em Portugal; com a quantidade de jovens que não conseguem dizer uma frase em inglês; com as mentes vazias do pessoal hoje em dia (disco, postura ghetto, etc). Ainda acham mesmo que programação é prioritário? Ok.

    • Sérgio. M says:

      Não poderia estar mais de acordo! Vou ser um poucochinho mais agressivo e dizer que muitos não conseguem formular um pensamento concreto e correcto, construir conteúdos em português (já nem me vou pelos idiomas estrangeiros); ensinar programação às crianças é de facto uma prioridade!… Será somente a contínua insistência em se formar “doutores” analfabetos.

    • pois..... says:

      Uma coisa não exclui a outra.
      Informática é o futuro e a falta de engenheiros nesse sector é mostra disso 😀
      Por outro lado, acho que a educação desses temas que falaste não deve partir exclusivamente das escolas, mas deve começar em casa, de onde muitas vezes vêm os maus exemplos.

    • Pedro says:

      Programar é uma forma de pensar. Se os jovens como diz estão praticamente em estado vegetativo, então nada melhor do que “aulas de como pensar” para compensar esse problema. Não se trata só de ter falta de engenheiros. Trata-se de evoluir e estar integrado numa forma de pensar e resolver desde pequeno. Se o resto faz falta? Claro que faz…
      “A maioria pensa com a sensibilidade, e eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.” – Fernando Pessoa

      • Kiko says:

        Pensar em aritmética não é propriamente pensar e resolver problemas práticos e necessários ao desenvolvimento e evolução humana, ajuda – e muito -, mas não é o essencial. A tecnologia é sem dúvida necessária à evolução técnico-científica, mas jamais no desenvolvimento pessoal, humano e social de uma sociedade pensante e carente de atributos básicos. Se ensinarmos a um soldado as técnicas da guerra, teremos um excelente combatente; porém, não foi capacitado a avaliar os prós e os contras da mesma, a tal sensibilidade, necessária para pensar após o objectivo, e assim poderá concluir que a guerra é somente um extermínio de pessoas. As crianças têm a necessidade de crescer e evoluir como pessoas para serem melhores seres humanos que os actuais , de serem num primeiro momento formadas e posteriormente elas mesmas se formarem através dos seus próprios caminhos, sonhos e ideais justos ou injustos (elas os escolherão ou a sociedade as obrigará a escolher); têm que brincar, e não serem obrigadas a serem profissionais precoces. As universidades “formam” muitos profissionais (muitos ignorantes, é certo!), só não conseguiu formar “homens (e mulheres)” capazes e conscientes da própria humanidade!

  3. sakura says:

    Um pais que “cria” os melhores jogadores de futebol e não só … devia apostar mais em TEK, linux, ambiental reciclagem robótica,
    “”Ministério da Educação pretende dotar o ensino com temáticas mais focadas nos empregos do futuro””
    parabéns Pt, boa medida.

  4. joaquim says:

    E anda um gajo a estudar 3 anos e pagar 1000€ de propinas para daqui a meia duzia de anos, os putos saberem mais que tu…

  5. Str says:

    Se ensinassem mas é a matemática em condições até ao 12 ano e através da mesma incentivar o raciocínio lógico isso é que era de valor e o País agradece. Deixem lá as programações para o técnico ou para o superior. Aqui fazem se as coisas ao contrario, gostamos muito de por a carroça a frente dos bois.

    • Alvaro Campos says:

      Se calhar estou de acordo com o teu comentário.
      Se houver boas bases tudo será mais simples e as bases aprendem-se no BÁSICO.
      Mas se realmente é para avançar, em vez de programação, sugeria algoritmia que ajuda muito a pensar.

  6. Ricardo Sebastião says:

    Sabem de algum site em PT onde um garoto de 9 anos possa começar os básicos da programação? Pelo que tenho visto, só em inglês…

  7. Jorge says:

    Enfim opiniões à parte, sou um jovem,e tenho notado para além da medida referenciada acima uma certa instabilidade no ensino português.Parece que a educação tem andado conforme o vento…
    E por tentativas, que na maioria das vezes se revelam fracassadas.
    ENSINO BÁSICO???
    Queridos enquanto não conseguirmos equilibrar a balança entre a dependência tecnológica e saúde mental estaremos longe do caminho certo.
    E nem venham com a ideia de que esta medida é uma “iniciativa que pretende dotar o ensino com temáticas mais focadas nos empregos do futuro”, pois qualquer pessoa não deve ser obrigado a seguir empregos que envolvam demasiada tecnologia(ao nível da programação).
    Valores mais altos se poderão e deverão levantar, e não será difícil enumerá-los.
    Aulas de educação sexual, de cidadania, de ambiente, entre outras que ficam muito aquém das reais necessidades…
    Há tanto por onde pegar, mas claro é preciso desviar uns cobres e beneficiar assim umas “empresas amigas”.
    ACORDEM PARA A VIDA…

  8. César Oliveira says:

    Até que enfim.
    Isso fará com que os nossos jovens sejam bem mais inteligentes e habituados a pensar.
    Apoiado.

  9. DB says:

    Pois pois,,,, o meu filho também já tem supostas aulas de informatica que começaram no 4º ano, e foi um autentico curso intensivo de Roblox.

  10. Hugo Pereira says:

    Parece-me que esta medida, apesar de parecer positiva, poderá trazer um impacto negativo a longo prazo.

    Em primeiro lugar, existem bases muito mais importantes a adquirir nestas fases do ensino e que são fundamentais ao exercício da programação, especialmente a matemática e o inglês. Como desenvolver as várias vertentes em simultáneo? Será certamente um desafio.
    Se já existe uma taxa tão elevada de reprovação nas matemáticas, vamos ver então na programação, que é uma área que agradará apenas a uma minoria dos estudantes.

    Outro ponto que preocupa será pensar que está medida poderá ajudar a termos uma área com um emprego mais preçário. Vejamos o seguinte: hoje em dia temos mais procura que oferta, o que leva a uma competitividade maior para contratar programadores, o que influencia o aumento dos salários praticados.
    Com esta medida, as empresas poderão começar a contratar pessoas apenas com o 12° ano, ou seja, uma enchente de estágios de IEFP do mais básico possível, com valores abaixo daquilo que é praticado atualmente. As empresas vão assim conseguir responder à sua procura e com mão de obra ainda mais barata, o que vai levar a uma queda nos salários praticados e a existir maior taxa de desemprego na área.

  11. Carlos Almeida says:

    Pois, na minha escola temos este programa há 5 anos e nunca nenhuma comunicação social se interessou. É pena.

  12. Telmo M. says:

    Acho boa política o povo entender a tecnologia. Pois se tudo é tecnológico e não há ninguém a dominar, o pequeno grupo que domina pode fazer tudo o que quer. (Inspirado por Carl Sagan)

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