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Alunos do Profissional com acesso ao Ensino Superior (sem exames)


Autor: Pedro Pinto


  1. Daniel Terra says:

    Aplica-se a alunos que concluíram um curso profissional apenas no ano anterior ao que se candidatam? Ou que tenham concluído em qualquer ano?

  2. Asdrubal says:

    Agora vai tudo para o profissional.

    • Spoky says:

      Ainda nem sabes que provas específicas vão ser exigidas e já vens com esse argumento patético? De qualquer das formas, um aluno do regular esta muito melhor preparado que um estudante do ensino profissional.

      Isto só veio a fazer justiça, que é existir igualdade. Uma prova específica para os alunos do ensino profissional (até podia ser exame) e outra para os do regular.

      Assim é que é, não era injusto nem meio injusto. Em relação a facilidade no ensino profissional, cada um escolhe a via que quer e opta pelo que achar melhor, mas isso não impede de prosseguir estudos por ter escolhido via X ou Y, ou pelas mesmas serem mais dificil uma que a outra.

      Sejam Humanos, há gente que vai para o Profissional porque quer ter qualificação para o mercado de trabalho, pois muitos deles querem trabalhar para ajudar os pais, outros para conseguir estudos e conseguir ter um emprego seja ele qual for.

      Ninguem sabe a vida de ninguem, criticam tanto o profissional mas um aluno do profissional vai com bases para o curso que vai entrar, por exemplo Marketing um aluno do profissional já tem bases para algumas cadeiras do curso superior de marketing do que do regular.

      Mas em termos de disciplinas como Português e Matematica, não está preparado. Ai esta a diferença e a injustiça nestes exames que existiam e existem.

      • RPG says:

        Hum.. concordo, mas essa “injustiça” que falas continuará a existir mais tarde no curso superior, nomeadamente em cursos mais exigentes. Continuarão a não estar preparados. Se não estão preparados para esses exames atuais, certamente não estarão mais tarde preparados para o que lhes espera… mas pronto, é mais um ganha pão para as universidades..

        • Rui says:

          RPG, não fale sobre o que desconhece.
          O ensino dito regular, só prepara um aluno para tirar um curso superior. Esse aluno não sabe fazer mais nada que não seja prosseguir estudos.

          Já um aluno do ensino profissional, para além de ter muitas mais disciplinas no 12º ano (umas 10 disciplinas), ainda tem de fazer um trabalho de fim de curso sobre a sua área e tem de estagiar pelo menos 600 horas numa empresa. Por esse motivo está muito melhor preparado para iniciar logo a sua vida activa, assim que termina o seu curso.

          Dou-lhe o exemplo de um aluno de Construção Civil (que já foi a nossa maior área). Os alunos têem de saber desenhar plantas em autocad/archicad, fazerem levantamentos topográficos com um teodolito, e têem trabalhos manuais como assentar blocos, fazer muros de todo o tipo de muros que existem. Além disso os seus professores são profissionais da área (engenharia e Arquitectura). Por esse motivo, um aluno do ensino profissional da área da Construção Civil quando entra num curso de arquitectura, ao contrário do que afirma, está muito melhor preparado do que um aluno que nunca pegou numa pá das obras, nem teve de assentar tijolos, fazer plantas em tamanho A1 (como é exigido numa PAP – Trabalho de fim de curso), entre outros.

          Esta medida visa corrigir o absurdo de termos alunos do ensino profissional que tinham de fazer exames ao ensino superior com matéria que até podiam ter o risco de nunca terem tido!!!!! Porque a carga horária não é toda ela gasta em Português, Matemática e Física por exemplo, ainda têem mais umas 7 disciplinas em cima!!!!!!!

          Fale do que sabe!!!!

          • Ferreira Morais says:

            Falo do que sei, sou professora do profissional e do regular, o grau de estudo e esforço entre as duas modalidades é incomparável para alunos que querem entrar na Universidade em cursos com procura. O nível de facilitismo no profissional é de bradar aos céus. Claro que a medida é injusta, pelo menos o exame de Português deveriam fazer todos em pé de igualdade, a matéria é igual. Haverá excepções? Claro, mas confirmam a regra. Os exames deveriam acabar para todos, passar a responsabilidade da seleção para o ensino superior, quanto mais regimes de exceção fizerem mais injustiça criam no processo.

          • int3 says:

            @Ferreira Morais “Os exames deveriam acabar para todos, passar a responsabilidade da seleção para o ensino superior” Exatamente.
            O sistema atual de exames é estupidamente ineficaz.
            Se não abolirem os exames nacionais então criam, conforme esta Lei e bem, um concurso especial para os de ensino profissional. À semelhança do que já existe para os maiores 23 e outros contigentes. As provas passam a serem específicas à escolha das faculdades dependendo do curso.
            Não faz sentido NENHUM o único exame de ingresso para Engenharia Informática ser matemática A e para Matemática ser, obviamente, matemática A.
            São dois cursos totalmente diferentes…

            E eu fui do profissional e ainda fiz uma especialização tecnológica. Tipo de curso que já não existe. Entrei na faculdade sem exames. Nem de ingresso. E sabe o que mais? 3 anos depois estou a terminar sem ir a um único recurso!!!

            Se acha que os profissionais são “facilitistas” então está, certamente, a ensinar mal. E parece-me que seja professora de Português. Não entendo porquê é que preciso de aprender tanto da literatura. Simplesmente não vou precisar. Pode argumentar que é uma questão cultural e passagem de conhecimento. Continua a não ser válido porque, se fosse este o caso, os de ciências tinham história A….

            O meu curso profissional não foi fácil mas também não foi difícil. Eu fiz o 10º ano do científico e também achei o mesmo. Não é difícil. É preciso ter motivação de estudar para ter boas notas.

          • asdrubal says:

            Se a ignorância pagasse imposto as contas registavam um superavit extraordinário !!!! Quem fala do que pseudamente sabe mostra a asneira e a ignorância.
            A favor ou contra os exames, não é o que está em discussão. O problema é que uns rapazes que escolhem a via profissional, e tem todo o direito e mérito, podendo haver alunos de 20 valores, depois apanham um atalho e apanham-se no ensino superior sem passar pelos requisitos de acesso universais definidos. Só pode achar bem quem é fura vidas, o verdadeito tuga … Se quer ter acesso ao ensino superior e tem todo o direito e mérito, só tem que cumprir os requisitos universais exigidos. Claro que está em desvantagem relativamente aos alunos do regular porque haverá matérias que não foram ministradas, mas por outro lado tem a vantagem da experiência prática. Se os requisitos de acesso universais definidos estão desajustados ou mal definidos, corrija-se, agora isto é similar ao pessoal que no tempo do saudoso 44 fez o 12º ano a brincar ao ensino e ao famigerado desacordo ortográfico. Por essa ordem de raciocínio, um agricultor com 40 ou mais anos deveria ter equivalência a engenheiro agrário ou algo similar pois conhecimento prático não falta…

      • Ze Carlos N says:

        Nao percebo porque criticam o ensino profissional. E’ bom para os alunos e e’ bom para a economia. E nada impede que a pessoa queira seguir para a universidade ou para o politecnico. Concordo plenamente com este comentario, efectivamente tem de se perceber que em areas especificas o aluno do profissional ate ja entra com avanco enquanto que noutras esta mais atrasado. Temos de ver o profissional como um percurso alternativo e igualmente valido, mas diferente, em vez de olharmos para la como se fosse uma segunda liga.

        • asdrubal says:

          Eu explico : critica-se o ensino profissional actual porque não tem qualidade, mas já teve. Se quiser fazer uma pequena investigação poderá concluir que a maioria dos empresários dos aos 70 e 80 em Águeda eram pessoas com o curso comercial ou industrial, oriundos do ensino profissional. Por outro lado ninguém está contra o acesso dos alunos do ensino profissional à universidade, agora devem é cumprir os requisitos como os do ensino regular, porque quando saiem da universidade saiem doutores e não são distintos dos outros.

    • Paula Carvalho says:

      Não pense ser mais fácil.. tem uma carga horária muito rígida. Menos férias escolares. Entram às 8.25 da manhã e saiem às 18.15. E menos um mês de férias no verão.

  3. Tiago says:

    Não concordo. Andei eu numa escola pública a esforçar-me para quê? Agora o pessoal vai pelo ensino profissional e tem acesso direto à universidade, tudo para o nosso governo procalamar que somos um país cheios de licenciados. Tudo a formar as pessoas sem controlo, a torto e a direito. Concordo com a Angele Merkel quando disse que Portugal tinha licenciados a mais.

    • Ivan says:

      Atenção que uma pessoa num curso profissional não pode ir para medicina por exemplo é mais nos cursos em que pedem matemática B por exemplo, não queiram comparar pois os cursos no ensino superior também é apenas projetos e não tanto frequencias, esta medida não me aquece nem me arrefece deu me trabalho conseguir entrar no curso que queria. Porém não vejo ninguem de um curso profissional fazer certas cadeiras de um curso do genero do meu.
      Esta medida vem beneficiar quem esta numa area onde o trabalho e projetos sao mais comuns que testes, apresentações e assim não façam dramas onde eles nao existem, não há estagios para quem anda num curso dito normal e eles tem alguma vez aluno de um curso nao profissional veio reclamar por nao terem estagios? Pois…mas agora que querem mudar um pouco o acesso ao ensino superior de modo a facilitar quem normalmente nao vai precisar das bases de exames ai ja toda a gente fala…

    • Spoky says:

      Não sei se leste bem, mas na noticia diz que tem provas específicas.

      Tu andaste numa escola pública porque quiseste, foi o caminho que optaste. Não optaste pela escola profissional, por escolha tua ou por impossibilidade ou inexistência.

      Estudaste e esforçaste-te? Parabens!

      Mas isso não é argumento para impedir de quem vem de cursos profissionais querer entrar na universidade, é muito facil julgar e criticar.

      Mas se fosses para um curso profissional e quisesses ir para a Universidade, não tens como. As bases que te dão la nas disciplinas são completamente diferentes do que das no ensino público (regular), a materia das disciplinas é mais intensa e muito maior que a do profissional, para não falar que é muito mais complexa.

      Por tanto, criticares os do profissional que são ACIMA DE TUDO ALUNOS como todos os outros, que querem prosseguir estudos, esse argumento não é nada convincente.

      • Sara Gouveia says:

        Concordo. E enquanto os alunos do ensino regular têm umas semanas para estudar para os exames , os aluno do profissional têm um estágio , têm que preparar uma prova de aptidão artística ou profissional, passam por duas médias para entrar no ensino superior e ainda têm que estudar. Isto sim é extremamente injusto. E o facto dos alunos terem que passar agora por estas provas especificas torna as coisas justas.

    • Tiago says:

      Acesso direto ?
      Mas destes-te ao trabalho de ler a notícia, ou é só comentar por estupidez !!

      • Ivan says:

        Nao deves ler o que escreves então e nao me lembro de ter ofendido o menino, mas e geral do ser humano começar a ofender quando alguem nao concorda com ele deixa-la nao es o unico.
        ” Agora o pessoal vai pelo ensino profissional e tem acesso direto à universidade…”

        • int3 says:

          Mais uma vez: Tu leste sequer a notícia?
          As faculdades, se aderirem a este contigente de acesso, estabelecem as provas de ingresso que acharem adequadas para concluir o curso.

    • Nunes says:

      Não há acesso facilitado! Não tens razão para invejar nada…
      Só vão concluir a universidade fazendo tudo … A corrida é a mesma a forma de acesso é que não. Quem te diz que o exame de admissão não é mais difícil?

      • asdrubal says:

        Digo eu que o exame de admissão é mais fácil, mas vou explicar sem ser necessário resolver um equação diferencial. Quem faz as provas de admissão são as Universidades, certo ? As universidades precisam de alunos para serem pagas propinas e para obterem financiamento, certo ? Então se necessitam de alunos vão fazer provas difíceis ? Estão as universidades preocupadas com as taxas de sucesso e de empregabilidade, estão é preocupadas em sobreviver dia a dia e manterem os benefícios de alguns. Não é difícil e mesmo sem ser um aluno do profissional percebe …

    • Rui says:

      Volto a repetir-me para os que falam sem saberem do que falam!!!!

      Tiago, não fale sobre o que desconhece.
      O ensino dito regular, só prepara um aluno para tirar um curso superior. Esse aluno não sabe fazer mais nada que não seja prosseguir estudos.

      Já um aluno do ensino profissional, para além de ter muitas mais disciplinas no 12º ano (umas 10 disciplinas), ainda tem de fazer um trabalho de fim de curso sobre a sua área e tem de estagiar pelo menos 600 horas numa empresa. Por esse motivo está muito melhor preparado para iniciar logo a sua vida activa, assim que termina o seu curso.

      Dou-lhe o exemplo de um aluno de Construção Civil (que já foi a nossa maior área). Os alunos têem de saber desenhar plantas em autocad/archicad, fazerem levantamentos topográficos com um teodolito, e têem trabalhos manuais como assentar blocos, fazer muros de todo o tipo de muros que existem. Além disso os seus professores são profissionais da área (engenharia e Arquitectura). Por esse motivo, um aluno do ensino profissional da área da Construção Civil quando entra num curso de arquitectura, ao contrário do que afirma, está muito melhor preparado do que um aluno que nunca pegou numa pá das obras, nem teve de assentar tijolos, fazer plantas em tamanho A1 (como é exigido numa PAP – Trabalho de fim de curso), entre outros.

      Esta medida visa corrigir o absurdo de termos alunos do ensino profissional que tinham de fazer exames ao ensino superior com matéria que até podiam ter o risco de nunca terem tido!!!!! Porque a carga horária não é toda ela gasta em Português, Matemática e Física por exemplo, ainda têem mais umas 7 disciplinas em cima!!!!!!!

      Fale do que sabe!!!!

    • int3 says:

      “Tudo a formar as pessoas sem controlo, a torto e a direito.” Claro, mantêm o País sem educação e mal formada. Fútil e burra. Porquê não eliminar já os pobres de aceder ao ensino? Assim sempre servem para carregar tijolo e cimento ficando, a elite capitalista, no seu trono a receber o €€€€ todo.

      Teu comentário é o típico de “não tenho visão nenhuma”. Nem sei como é que fizeste o secundário sinceramente.

  4. 3434 says:

    Bandalheira total. Irresponsabilidade.

    • Spoky says:

      Irresponsabilidade, é esse teu comentário sem qualquer sentido e sem qualquer nexo.
      Os do profissional não podem prosseguir estudos, porque quem teve no regular estudou e esforçou-se muito mais!

      Patético no mínimo (não do esforço nem do quanto estudou) mas sim de quererem a tudo o custo evitar com que um aluno do ensino profissional possa vir a entrar numa universidade, com provas específicas, nas QUAIS DEU DURANTE O CURSO, é aqui que reside o problema.

      Se acham isto injusto, então só confirmam e validam que também é injusto um aluno do ensino profissional fazer exames do regular, dos quais não deu nem tem bases. Embora não seja impossível.

      Criticar é fácil, fazer é difícil.

      Não vejo qualquer sentido no teu argumento, alias irresponsabilidade é o facto de tu quereres impingir que os alunos do profissional não tenham direito a integrar numa universidade e prosseguir estudos.

      • Paulo Pedroso says:

        Não podia concordar mais contigo.
        Eu fiz um curso profissional, e para quem não sabe o exame nacional conta a dobrar, e passo a explicar a média do curso profissional é feita a 50% + 50% da nota do exame de português e depois feita novamente a média dos exames que são necessários para a licenciatura. Ou seja, se tiverem 15 nota final e 10 no exame, vão acabar com média de 11(meu caso)
        Se tiverem 20 no exame, vão acabar com média de 19 é injusto para os dois lados.
        Btw. Neste momento estou no mestrado, foi difícil, foi mas consegui. Mas é injusto a forma de avaliação ser a mesma. O curso profissional devia ter exatamente as mesmas condições das entradas +23.

        • Carlos Fernandes says:

          Julgo que vai ser nessas condições, incluindo o n limitado de vagas, ou seja nunca será injusto para os alunos do regular porque os alunos do profissional não ocupam as vagas deles

    • Rui says:

      Muita ignorância que graça entre nós!!!!

      Não fale sobre o que desconhece.
      O ensino dito regular, só prepara um aluno para tirar um curso superior. Esse aluno não sabe fazer mais nada que não seja prosseguir estudos.

      Já um aluno do ensino profissional, para além de ter muitas mais disciplinas no 12º ano (umas 10 disciplinas), ainda tem de fazer um trabalho de fim de curso sobre a sua área e tem de estagiar pelo menos 600 horas numa empresa. Por esse motivo está muito melhor preparado para iniciar logo a sua vida activa, assim que termina o seu curso.

      Dou-lhe o exemplo de um aluno de Construção Civil (que já foi a nossa maior área). Os alunos têem de saber desenhar plantas em autocad/archicad, fazerem levantamentos topográficos com um teodolito, e têem trabalhos manuais como assentar blocos, fazer muros de todo o tipo de muros que existem. Além disso os seus professores são profissionais da área (engenharia e Arquitectura). Por esse motivo, um aluno do ensino profissional da área da Construção Civil quando entra num curso de arquitectura, ao contrário do que afirma, está muito melhor preparado do que um aluno que nunca pegou numa pá das obras, nem teve de assentar tijolos, fazer plantas em tamanho A1 (como é exigido numa PAP – Trabalho de fim de curso), entre outros.

      Esta medida visa corrigir o absurdo de termos alunos do ensino profissional que tinham de fazer exames ao ensino superior com matéria que até podiam ter o risco de nunca terem tido!!!!! Porque a carga horária não é toda ela gasta em Português, Matemática e Física por exemplo, ainda têem mais umas 7 disciplinas em cima!!!!!!!

      Fale do que sabe!!!!

  5. Alex S. says:

    Conclusão:
    Os politécnicos do interior vão acabar por preencher as vagas que à muito sonhavam poder preencher, obter mais financiamento e ser mais felizes.
    Os alunos, principalmente dos cursos profissionais, que no meu ponto de vista estão despreparados para o ensino superior, vão acumular retenções e consecutivamente prescrições. Não por serem menos capazes mas porque foram habituados a métodos de estudo que chegavam para até ter boas notas nos cursos profissionais, mas na realidade são insuficientes para aquilo que é o ensino superior. Se tiverem dúvidas revejam os planos curriculares e os niveis de exigência destes cursos. Falo de experiência própria.

    Deixo algumas questões:
    O acesso ao ensino superior deve ser diferente para alguns?
    Será possivel a FEUP, o ISEP, o Técnico abrir portas a estes alunos? (Já não falo em medicina)
    Qual é a taxa de sucesso dos maiores de 23? (Seria um bom indicador para percebermos melhor se este tipo de acesso alternativo é efetivamente uma boa solução)
    Já existem dados sobre abandono escolar suficientemente sólidos para assumir este tipo de medidas e assumir que o mesmo não vai disparar? ( à 4 anos alguém enviou questionários a todas as IE’S e grande parte delas nunca respondeu ou não tinha estes dados)
    e por ultimo mas não menos importante… estes alunos em vez de serem encaminhados para licenciaturas e mestrados integrados não deveriam entrar num patamar intermédio do Ensino Superior como é o caso dos CTESP’S (criado de forma a atingir objectivos do Portugal 2020 mas tardiamente, mas que até poderiam se tornar úteis).

    • Paulo Pedroso says:

      Meu caro.
      Acabei o curso profissional, acabei a licenciatura e estou a acabar o mestrado. Se fosse por ti não seria nada lol

      • Alex S. says:

        Antes de mais é um bom exemplo, por isso parabéns.
        Também estou numa licenciatura, trabalho e vim de um curso profissional. O que o leva a crer que por mim não seria nada. Aliás nunca desvalorizei o ensino profissional. Não entendo esta resposta.
        Eu não digo é que é uma medida excelente, porque li o relatório da OCDE sobre o nosso ensino superior e sobre o estado da nossa educação, as minhas questões são apenas de forma a abrir horizontes relativos a esta discussão. Acho que nós falta mais dados para assumir estás decisões.
        Não percebo onde por mim não era nada.

      • João Ferreira says:

        Exacto, estes “dormentes” que acabaram o secundário em boas escolas deven pensar que o pessoal que segue para uma profissional é atrasado!…
        Fica sabendo que a média de pessoal que acaba licenciaturas e mestrados muito possivelmente saíram de profissionais!..
        Até porque quem quer seguir a vida académica teve nos estágios um abrir de novos horizontes, que os mete possivelmente um passo à frente daqueles que vêm do ensino secundário. Não sejam trolhas!..

        • Alex S. says:

          Desisto tem toda a razão… Em vez de discutir o que interessa e o tema dos acessos e se é a melhor forma de enquadrar os alunos do profissional.
          Vocês não discutem as temáticas apenas apontam o dedo a quem levanta questões e não dá as ideias que nos apresentam como certas.
          Sejam do ensino profissional ou do regular uma coisa vos falta e infelizmente o vosso curso superior não vos deu, que foi capacidade de argumentação e discussão. Peço desculpa achei que podia participar na comunidade de forma ordeira e produtiva. Mas foi a última vez que o fiz.
          Pplware se puderem removam todos os meus comentários.
          E não me venham com a virgem ofendida, apenas reflitam de que forma vocês contribuíram para o debate como eu tentei fazer.

          • Paulo Pedroso says:

            Eu expresei-me mal e peço desculpa por isso. E depois de ler tanta barbaridade aqui, acabaste por levar por tabela.
            Eu não sou a favor do fim dos exames, mas sou a favor de uma avaliação diferente. Um aluno de profissional, com as aulas lecionadas sem explicações extra curriculares não passa num exame de MatA, nem Fisica e Quimica. São raros os casos, e é injusto um aluno por exemplo de um curso profissional de construção civil que tem muito mais preparação do que um aluno que acabou o 12º em ciencias para entrar num Eng Civil e não vai entrar por um simples exame. Acham justo? um exame decidir o futuro de um jovem? É menos capaz porque quiz fazer o curso que mais gostava? Não é.
            Devem haver exames, devem, mas do CURSO em que se quer candidatar.
            Como já referi em cima, e para todos super crânios deste forum que tanto dizem que os alunos do profissional são burros, não sabem que esses mesmos alunos os exames contam a dobrar. Fazem 2x a media com a media final de curso.

    • int3 says:

      ISEP? Estou a concluir a licenciatura sem ir a um único recurso e vim do profissional via CET (sem exames , nem provas de ingresso ao qual já não existe forma de usar).
      Não dei a matemática A. Mas fiz bem as matemáticas do curso. Custou muito mas até acabei com 13 a Análise de Matemática, onde muitos alunos até do científico ficam para trás…
      Por isso não entendo mesmo nada do que estás para aí a dizer.

  6. Jotas says:

    Agora os professores do Ensino Superior vao ter que colocar em prática as medidas universais (e outras..) para que todos os alunos tenham sucesso!!

  7. JS says:

    Acho que uma boa medida a implementar seria a obrigatoriedade de frequentar um ano zero com excelente proveito, e depois sim, possibilidade de candidatura, isto para filtrar perfis de alunos desinteressados e evitar que sejam preenchidas vagas de forma desnecessária quando ficam muitos interessados a ver mais um ano passar.

    Algo que se deve também ressalvar é que o acesso é feito por um concurso especial, isto é, as vagas são pouquíssimas e do nada interferem com o pessoal que entra pelo jornal. Além disso, também são submetidos a uma prova de ingresso da disciplina do exame nacional. Isto é, se o exame for de matemática, a prova de ingresso é de matemática.
    Isto já acontece à bastante tempo nos politécnicos, não vejo qual o drama de só hoje às virgens ficarem ofendidas.

    • Alex S. says:

      Pode-me dar um exemplo de um politécnico onde este tipo de acesso já aconteça? Os concursos especiais que conheço e até sou uma pessoa relativamente bem informada sobre isto, eram os concursos especiais para maiores de 23 e acessos especiais dos antigos cet’s que entratanto deixaram de existir.
      Não por estar a duvidar de si mas para pesquisar sobre isso.

      • JS says:

        Correto. Eu fiz o nível V antigo CET e fiz a prova de ingresso. Agora que pesquisei vi que esse concurso era apenas para detentores de CETs/Maiores de 23.

        My bad.

    • João M. says:

      JS; o conceito de ano zero é o que usam, por exemplo, nos EUA. NA minha opinião é talvez um dos melhores conceitos de ensino superior. Nos EUA temos:
      – Uma pessoa não se candidata a um curso mas, sim , a uma universidade.
      – depois de ser aceite ela tem de tirar um ano zero em que tira cadeiras especificas para o Major que deseja.
      – Escolhe o Major que quer tirar – muito parecido aos cursos que temos – que tem x créditos/Cadeiras
      – Escolhe também um Minor, com x créditos, que pode ser em algo completamente diferente. Há quem tire um major em engenharia civil e um minor em gestão, por exemplo (ou dança…).
      No fundo, o que a universidade ensina são competências que depois tens de usar no teu futuro.
      Acho o conceito muito interessante.

      Algo que poderia ser também interessante implementar era começar a levar a se´rio exames psicotecnicos (Acho que se chamam assim)- para realmente medir (q.b.) em que área uma pessoa se insere melhor – principalmente jovens. É complicado ver jovens a ir para engenharia informática – porque há dinheiro – mas têm uma grande dificuldade no pensamento lógico… Ou alguém que vá para educação mas não tem paciencia para ensinar.. etc..

      No entanto, o melhor mesmo a aplicar era criarem uma ligação muito mais forte entre mundo empresarial e as universidades. Nada pior do que estares a fazer um curso e não teres uma real noção do que é a realidade do trabalho. Estive em ciências e afirmo que NUNCA me foi dito que eu poderia trabalhar fora da universidade – o que sempre apontaram foi –> fazes mestrado, depois douturamento, sacas umas bolsas de pos douturamentos e ficas nisto a vida inteira.

      • JS says:

        Sim. Aqui como o modelo é bem diferente, seria bastante difícil se aplicar tal medida num curto espaço de tempo. Acredito que a educação vá continuar no estado medíocre que está hoje em dia.
        Eu segui um curso profissional de programação, e fiz especialização tecnológica em redes e posteriormente CCNA R&S. Tentei entrar em EI pelo concurso especial detentor do CET com a prova de ingresso de matemática mas não passei na prova porque trabalhava e fui na confiança nem peguei no livro para estudar (my bad).
        No entanto, atualmente já conto com 5 anos de experiência na área de desenvolvimento (ainda que tivesse feito o CCNA, a minha área é desenvolvimento) e gostava de entrar em EI para fazer o curso, daí defender estas medidas para as pessoas que não tiveram a disciplina da prova de ingresso.
        Acho que poderiam ser dado valor a outros fatores que podem sim dizer muito do que o aproveitamento da pessoa pode ter.
        A inclusão de aprovação em testes psicotécnicos também acho que poderia ser um bom partido.
        No entanto, haverá sempre as virgens ofendidas do costume a criticar e a tentarem superiorizar-se por terem seguido o ensino regular, como se isso distinguisse pessoas inteligentes de burras.

    • int3 says:

      “obrigatoriedade de frequentar um ano zero com excelente proveito” ??? O ano zero é para fazer os exames nacionais….
      A forma de filtrar alunos desinteressados é:
      1) Exames e provas específicas de ingresso
      2) Entrevista pessoal com docente responsável
      3) Número de vagas limitada
      Desta forma os “desinteressados” têm que provar que são capazes no ponto 1) têm que saber dar uma entrevista decente para entender que tipo de pessoa estão a lidar 2) e por fim no 3) limita-se as vagas e os melhores entram.

      Estamos a falar de 10 a 20 vagas. Se calhar até menos. Eu concorri para 4 vagas a nível nacional. E fiquei! Porque durante o meu ano do CET esforcei-me tanto que nem tive vida social. Fiquei com 17 de média final dado que o meu estágio foi mau e baixou-me a nota…

      “Além disso, também são submetidos a uma prova de ingresso da disciplina do exame nacional.”
      Os M23 já o fazem. Vai ser o mesmo.

  8. security says:

    Anedótico. Portugal no seu melhor.

  9. Antonio says:

    Eu só não concordo com a ideia apenas pelo simples facto de que irão ocupar vagas de alunos com maior potencial. A menos que as provas de ingresso das universidades de facto sejam um filtro suficiente para evitar ingresso de qualquer um. Agora os argumentos dos que dizem que se andaram a esforçar na escola pública para agora virem outros pelo profissional passar a frente, já não concordo. A escola pública dá-lhes preparação não só para entrar como para sair do ensino superior. Entrar no ensino superior continua a ser muito mais fácil do que sair. Quem já lá passou sabe disso. Estudar para médias de acesso ao superior é duro mas estudar para acabar o curso é muito mais duro.
    P.S. E para aqueles que acabam cursos superiores com médias abaixo de 14 mais valia terem seguido uma vertente de ensino profissional, porque aí ao menos teriam mercado de trabalho garantido. É que malta com cursos superiores são aos pontapés e as oportunidades de primeiro emprego serão para as médias mais altas. O resto vai parar a caixa do supermercado e tem de esconder que tem curso superior.

    • Paulo Pedroso says:

      Deves ter acabado o curso com média de 20. Acho que o MIT deu por falta da tua candidatura. Enfim.

    • Fak says:

      @António
      não necessáriamente… tens muitos alunos que foram para o profissional que são autênticas máquinas, aliás, conheço uma rapariga, que sempre foi aluna de excelentes (17-20) no secundário, chegou ao 10º ano e foi para um profissional de design gráfico, porque era o que ela queria.

      os profissionais não têm tanta teoria, mas atacam muito o “mundo real”. estive em ciências no 10º ano, reprovei e fui para um profissional de gestão… achei o profissional mais dificil do que ciências.
      nem gozo contigo, foram 3 anos 90% do tempo casa-escola, escola-casa de tanta coisa que tinha de fazer, em ciências tinha mais tempo livre.

    • José Carlos da Silva says:

      Hoje em dia, em muitas áreas, curso superior ou média de X, vale tanto quanto zero. E essa história de ocupar vagas de alunos com maior potencial também se pode aplicar a quem anda mas universidades a brincar às escolinhas, em vez de tirar proveito do que estão a pagar.

    • Carlos Fernandes says:

      Isso não foi dito, O processo deve ser muito similar ao m23, que não ocupam as vagas dos alunos regulares

    • int3 says:

      “Eu só não concordo com a ideia apenas pelo simples facto de que irão ocupar vagas de alunos com maior potencial.”
      1) Não vão concorrer no mesmo contigente
      2) Porquê? Achas que os profissionais são menos capazes ou com menos potencial?? Não é preconceituoso?….

  10. Hugo says:

    É fácil entrar, o difícil é sair. Mais receitas para as faculdades.

  11. Francisco says:

    Há pessoas aqui a dizer que os cursos profissionais e os alunos que frequentam os mesmos são menos capazes que os outros devido a sua preparação. Infelizmente, e por experiência própria isso é verdade. Acontece que frequentei um curso profissional, realizei dois exames nacionais e consegui entrar no ensino superior. Quando me deparei com as matemáticas, que requeriam bases fiquei a “ver navios”. Claro que com esforço e explicações para acompanhar o que não havia aprendido nos três anos anteriores ao ensino superior consegui ultrapassar essa questão. Hoje conclui duas licenciaturas e estou a terminar o mestrado. Mas isto tudo para dizer que facilitar o acesso ao ensino superior não é suficiente. Os alunos que queiram obter uma licenciatura após um curso profissional vão ter que trabalhar para isso, em algumas UCs mais que os alunos do ensino “regular”. Não vejo sentido em facilitar o acesso se o plano de estudo da maioria dos cursos superiores está desenhado para alunos que venham do ensino regular.
    Os que verdadeiramente querem prosseguir os estudos devem fazer os exames nacionais tal como todos os outros, pois essa matéria servirá de suporte ao que poderão encontrar pela frente. E tudo é possível. Basta querer e ter força de vontade.

    • int3 says:

      És o caso do “se eu sofri e tive dificuldades tu também tens que ter”.
      É triste realidade portuguesa. Dificultar ao máximo o acesso ao ensino. Com medo que roubem os trabalhos. E deviam de estar. Antigamente bastava estudar estudar e estudar e como o acesso ao ensino era árduo, por questões sociais e monetárias, os “Srs Engenheiros” podiam ser muito incompetentes. Desde que tivessem o diploma eram os “Srs Engenheiros/Sr Dr.”… Agora o Sr Engenheiro ou Sr Dr vai ter que ser muito bom no que faz. O pessoal do científico que vai para as áreas onde “dá mais dinheiro” vai sofrer bastante. Vão-se ver quem está pelo dinheiro ou quem realmente gosta do trabalho que faz e é uma mais valia na economia…

  12. Spoky says:

    La tinha de vir os Alunos do regular, a queixar-se que é injusto.

    É injusto? Ponham-se em ambas partes, se é injusto para vocês. É injusto para os do profissional, como? Os exames que pedem para entrar na universidade são muito mais complexos e com materia que praticamente nem tens bases, e se tiveres são bem poucas.

    Para um estudante que esteja no ensino profissional entrar na universidade, terá que estudar e muito para conseguir la entrar! Por tanto não é fácil.

    Há muito tempo que defendo isto, porque é que são contra? Os do profissional devem ter provas específicas e diferentes das do regular, porque raio os do ensino profissional ter provas do regular? Se o grau de dificuldade é maior, alem de que as disciplinas / programa dadas no regular comparado com o profissional são muito diferentes!?

    O do regular são muito mais rigorosos, mais dificil. Um aluno do profissional não pode nem devia fazer exames das quais não deu no ensino profissional, pois não esta preparado!

    As provas especificas são para os do profissional, convem ler a noticia antes de criticar. O título diz sem exame, mas existem PROVAS ESPECÍFICAS e não será assim tão fácil como muitos pensam que poderá ser…

    Muitos de vós, queixam-se dos alunos do profissional. São alunos e seres humanos como todos, que pretendem ter um curso logo que terminam o 12º ano, devido a quererem integrar o mercado de trabalho ou prosseguir estudos na universidade um dia mais tarde, mas com os exames que tinham antes e que é exigido é complicado um aluno prosseguir estudos vindo do Ensino Profissional.

    Por tanto, não não entendo o porquê dos alunos do regular se queixarem. Se vocês se queixam da injustiça de não haver exames, MAS HÁ SIM PROVAS. Nos podemos queixar exatamente da mesma coisa: EXAMES DAS QUAIS OS ALUNOS PROFISSIONAIS não estão preparados devido ao grau de exigência e a materia dada nos cursos.

    Não critiquem, não julguem. Pois ao fazerem isso estão também a confirmar que acham justo um aluno do profissional fazer um exame do regular, se fosse ao contrário queria ver. (Se fossem do profissional, iriam sentir na pele o que acabei de dizer).

    Acho que deve existir provas específicas para cada ensino! Se um aluno do profissional quer ir para a universidade DEVE E DEVIA TER PROVAS ESPECÍFICAS das quais deu durante o curso. A mesma coisa se aplica aos alunos do regular.

  13. informado says:

    Governo socialista irresponsável. fora com os socialistas

  14. King Banido says:

    Eu sendo do profissional acho super errada esta medida… A melhoria não deveria ser dar acesso gratuito, e sim, mudarem o modelo de ingresso. Não obrigarem a um aluno do profissional a estudar sozinho(Ou a pagar a um explicador) materias que são de 3 anos pelo menos…

    Deveriam fazer exames desses cursos em especifico como ja li acima. Se terminaste no profissional um curso de programação, e queres entrar para engenharia, então fazes um exame de programação. Para mim, isto é que devia ser viavel e não a falta de necessidade dos exames.
    É certo que um aluno do profissional raramente passa aos exames de Matematica, Portugues ou fisico quimica, isso porque lá está, as bases são super superfulas. Quem acha o contrario é porque nunca passou pelo profissional.

    Com esta medida estão a querer banalizar a faculdade e a quererem formar maus profissionais. Portugal que até é conhecido pelos seus profissionais de prestigio, em 10 anos vai deixar de o ser.

  15. Aj says:

    Vejo muita gente a reclamar q secundario geral e melhor preparado que o profissional para justificar a facilidade de fazer mais ou menos cadeiras na faculdade.
    So q esquecem de um principio fundamental que jal n vem de agora e o seguinte se um aluno do profissional estudara somente para 1/2 cadeiras especificas do curso que quer entrar evidentemente que passara a frente de toda a gente do ensino dito regular q tem de fazer contas a todas as cadeiras …. O maior risco e que os do ensino regular nem sequer consiguirao entrar numa faculdade porque serao deixados p tras

  16. poiou says:

    1º – Se os exames são feitos pelas universidades, ninguém garante que sejam mais fáceis que os nacionais
    2º- se isto for implementado, era interessante comparar o grau de dificuldade destes exames, nas universidades e politécnicos
    3º – Se o objectivo dos cursos profissionais é dar aos alunos uma profissão para ingresso rápido no mercado de trabalho, qual é o objectivo de irekm para a universidade? (concordo que eles possam ir para licenciatura, mas fazendo os mesmos exames que os restantes, assim seria uma maneira de “filtrar”, e so iam para licenciatura os que quisessem mesmo)

    Em relação ao sistema de ensino a partir do secundário deviam haver 2 caminhos:
    – Ensino regular->licenciatura…
    – curso profissional ->ctesp

    As universidades passariam a dar as licenciaturas, mestrados e doutoramentos
    Os politécnicos ficavam com os ctesp (transformando os ctesp numa espécie de licenciatura de 2 anos, à americana onde existem licenciaturas de 3 e 5 anos)

    E a caminho fechar um monte de licenciaturas que são iguais mas com nome diferente.
    Tornar as universidades especializadas, por exemplo a universidade de Aveiro, ficar com os cursos todos/a maioria das licenciaturas e afins relacionados com as pescas. Permitia uma qualidade de ensino melhor e com mais condições.
    Fazer o mesmo com os politécnicos e os ctesp.

    • poiou says:

      Em relação à história do ensino profissional preparar bem os alunos para a universidade, entraram 7 alunos comigo para a licenciatura, todos vindos de cursos profissionais e CET, só eu do ensino regular.
      Alguém quer apostar quem acabou primeiro?

      • int3 says:

        Todos?

        Vim do CET e não fui a único recurso. A nota mais baixa que tirei, por incrível que pareça foi da minha especialidade (10). O resto é entre 12 e 16. Nota mais alta é 19. Ah! e é à noite. Por isso o tempo de estudo é limitado e a atenção nas aulas é também limitada depois de 8h de trabalho.. também na mesma área…

        Há gente do regular que ficou para trás… E até são alguns. 30% em média.

  17. NjsS says:

    Eu sou de informática como tal vou falar apenas deste caso.
    Qualquer pessoa que faça um curso profissional em informática e depois siga para a licenciatura está mais bem preparado do que qualquer outro.
    Se for para um Cet e depois for para uma licenciatura desejo lhe boa sorte para nāo morrer de tédio.

    Dito isto, é apenas um negócio… Já la vai o tempo em que o interesse duma universidade era formar pessoas. Agora e dar um canudo e enfia-los em centros de competências para aprenderem o que deviam ter aprendido na universidade enquanto que meia dúzia enche os bolsos à conta disso.

  18. Rui says:

    Para quem desconhece o que é o Ensino Profissional, deixo apenas uma luz sobre o que é:

    O ensino dito regular, só prepara um aluno para tirar um curso superior. Esse aluno não sabe fazer mais nada que não seja prosseguir estudos.

    Já um aluno do ensino profissional, para além de ter muitas mais disciplinas no 12º ano (umas 10 disciplinas), ainda tem de fazer um trabalho de fim de curso sobre a sua área e tem de estagiar pelo menos 600 horas numa empresa. Por esse motivo está muito melhor preparado para iniciar logo a sua vida activa, assim que termina o seu curso.

    Dou o exemplo de um aluno de Construção Civil (que já foi a nossa maior área). Os alunos têem de saber desenhar plantas em autocad/archicad, fazerem levantamentos topográficos com um teodolito, e têem trabalhos manuais como assentar blocos, fazer muros de todo o tipo de muros que existem. Além disso os seus professores são profissionais da área (engenharia e Arquitectura). Por esse motivo, um aluno do ensino profissional da área da Construção Civil quando entra num curso de arquitectura, ao contrário do que afirma, está muito melhor preparado do que um aluno que nunca pegou numa pá das obras, nem teve de assentar tijolos, fazer plantas em tamanho A1 (como é exigido numa PAP – Trabalho de fim de curso), entre outros.

    Esta medida visa corrigir o absurdo de termos alunos do ensino profissional que tinham de fazer exames ao ensino superior com matéria que até podiam ter o risco de nunca terem tido!!!!! Porque a carga horária não é toda ela gasta em Português, Matemática e Física por exemplo, ainda têem mais umas 7 disciplinas em cima!!!!!!!

  19. fakir says:

    Facilitismo e mais facilitismo e depois queixem-se da qualidade dos profissionais. As vagas até já são muitas. É claro que o privado agradece.

  20. Rodolfo says:

    Não é à toa que este país é conhecido pelos doutores da mula russa e dos engenheiros de obras feitas! Uns andam a queimar pestanas, outros têm porta aberta pra receber o canudo!

    • David Santos says:

      Não este país não tem inteligência abstrata porque só têm pessoas a queimar as pestanas para decorar a matéria mas nunca a entender ou pensar sobre ela?

  21. David Santos says:

    No fundo é é normal o sistema de ensino nada mais é que a forma de controlar as massas, e de as alinhar segundo o sistema , A educação nada mais é que a transformação de ser livre é consciente e com pensamento individual, em um animal em cativeiro que nada mais é que um servo do sistema um número um objeto/objetivo algo que deve ser utilizado /alianação.

  22. Ana Lucas says:

    Conclusão que tiro dos comentários:
    Precisamos de apostar no Português, os erros ortográficos são uma desgraça!

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