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Acidente no Elevador da Glória: Primeiro relatório indica rutura do cabo

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Joao Ptt says:

    Como será que a IA poderia ter evitado tudo isto? Fica a pergunta no ar, ou pelo menos aqui.

    • oliveira says:

      A IA podia tentar bloquear os comentários retardados, mas de facto, não seria o pplware

    • Max says:

      Que fixação com a IA …

    • Rui says:

      Fácil, com a IA seria Wireless 🙂

    • Pedro says:

      A IA não digo,
      Mas em elevadores tem que haver um mecanismo de travagem, por amor de deus.
      Um cabo é sempre um cabo, mais cedo ou mais tarde parte!!

      É preciso um sistema que quando houver variações acima da velocidade padrão, ele aciona esse mecanismo, que faz uma travagem controlada, até imobilizar o veiculo.

      Por outras palavras, umas rodas fortes do lado de borracha, com um sistema pesado de travagem que é acionado em extremamente curto prazo de tempo.
      Se ele desce a 5Km/h, se chegar aos 6 num curto espaço de tempo(depende do peso + pessoas a bordo), aciona o dispositivo de travagem automaticamente, algo assim.

      Tem que existir uma bateria a bordo capaz de imobilizar o veiculo em caso de falha de electricidade geral, esta bateria deve sofrer um ciclo de descarga rápida por cada x de tempo.
      Este sistema tem que ter dupla ou tripla redundância, e capaz de verificar em que condições está, quando é ligado o Elevador.

      Depois é preciso tirar peso desses gigantes de metal.
      Isso não só ajuda o cabo, como também ajuda o sistema de travagem.
      Isso não é um tanque de guerra, é para transportar pessoas.

      Portugal tem mais do que competencias para fazer uma coisa dessas, ela devia existir ha pelo menos 2 decadas, mas pronto.

      eu até sugiro a criação de novos, e nos novos, aproveitar para retirar toneladas de peso desses monstros.
      O aspecto deve se manter o mais fiel possivel.

      Se ha milhares de milhão a sair para um buraco na Europa central, não ha para elicopteros para incendios/salvamento, elevadores,etc?
      Por amor de Deus, não gozem conosco.

  2. Max says:

    Não houve rutura do cabo – estava mal preso no trambolho do veiculo que estava no cimo da Calçada da Glória e soltou-se:
    “Do estudo feito aos destroços no local, foi de imediato constatado que o cabo que unia as duas cabinas cedeu no seu ponto de fixação dentro do trambolho superior da cabina n.º 1”

  3. 1 palmo na testa says:

    E tinha havido inspeção nessa manhã, uma inspeção muito rigorosa.

  4. Ipadpro says:

    Que coisa mais arcaica , bastava um sistema de engate por gancho que descia em caso de emergência e travava…ou seja nem um plano b eficiente de travagem tinha …vê-se mesmo a competência de esta gente …pouco me interessa , estou farto de ouvir falar disto , mas se morreu algum Americano vão ter de pagar milhões …..

  5. Ipadpro says:

    um sistema redundante de travagem por garra/gancho que se engatasse em calhas ou argolas ao longo da via era tecnicamente simples, barato e eficaz. E não era ciência espacial — já no século XIX se aplicavam mecanismos desses em minas, funiculares alpinos ou até nos primeiros elevadores industriais.….simplesmente ridículo , nestas coisas se vê a competência dos Portugueses , todos muito inteligentes e nao passam duns burros ..basta ver os sites que andaram a pagar por dezenas de milhoes , mal feitos , horríveis e que se faziam melhor por um decimo do preço…..cambada de atrasados mentais

  6. Carlinhos da Moeda says:

    O Elevador da Glória foi inaugurado a 24 de outubro de 1885.
    Há 140 anos.

    Hoje, na Tugália, vemos pessoas de países de 3º mundo a ocupar funções para as quais não têm qualquer qualificação.
    Mas… Viva a igualdade! Viva a inclusão! Viva!

    Quando a manutenção é entregue a quem não tem preparação, os acidentes deixam de ser surpresa tornam-se consequência.

    Com esta política, Portugal arrisca-se a transformar-se cada vez mais num país de 3º mundo… mesmo dentro da Europa.

    E depois disto tudo existe um ser vivo chamado carlos moedas…

    • Grunho says:

      Nada disso, a culpa foi das pessoas que não fazem o que o moedas manda: “andem de carro, só de carro, nada de bicicletas, trotinetas ou transportes públicos “.

  7. André says:

    Então mas não era movido a energia elétrica? Afinal era tudo puxado por um cabo movido a motor disel.

  8. dork says:

    sistema de travagem ilusório e sem redundância?

  9. Yamahia says:

    Ainda bem que não ando nessas cenas.

  10. PorcoDoPunjab says:

    Acidentes irão sempre acontecer, é muito fácil falar depois das coisas estarem feitas.
    O que se pede agora é que se descubra o que havia de errado e que seja corrigido para não voltar a ser possível um acidente deste género.

    O resto é politiquice do mais reles.

  11. lm says:

    Um tipo quando faz rappel, por exemplo, tem sempre, pelo menos, 1 sistema de backup caso o primeiro falhe. Porquê? Perigo de morte ou ferimentos graves.
    Que sistema de backup tem o elevador de gloria? Alguem sabe?
    (um aviao costuma ter 3 redundancias)

    • Max says:

      “Os dois sistemas de redundância do Elevador da Glória estavam operacionais e até funcionaram, mas revelaram-se insuficientes para fazer parar o veículo quando há uma ruptura no cabo de tracção, algo que aconteceu na última quarta-feira.
      O acidente aconteceu, segundo o GPIAAF, em 50 segundos. Durante este dramático período, o guarda-freio fez tudo o que podia ter feito para parar a cabine que descia do Bairro Alto para os Restauradores. Agiu correctamente e fez o que tinha a fazer: accionou o freio pneumático e o freio manual. Nenhum conseguiu parar o elevador que desceu descontrolado a calçada. O documento diz que “os freios não têm a capacidade suficiente para imobilizar as cabines em movimento” sem estas estarem “mutuamente equilibradas através do cabo de ligação”. Desta forma, os freios pneumático e manual “não constituiriam um sistema redundante à falha desta ligação”. Esta situação já durava há um século, desde que, nos anos 20, foi retirada a cremalheira [sistema de carril e roda dentada] deste elevador” (Público, 06/09/2025. reproduzindo o relatório do GPIAAF-Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Ferroviários).

    • PorcoDoPunjab says:

      LM, o avião tem 3 redundâncias e por isso não cai nenhum, pois não?

      Acidentes são isso mesmo, acidentes.
      Agora é ver o que se passou e corrigir a falha.
      Convém adiantar, desde já, que quem terciarizou a manutenção do elevador foi o Monhé Costa.
      Portanto, a haver alguém a demitir-se, seria ele.
      Mas se nem com 120 mortos se demitiu quanto mais com 16.

      O engraçado é o papagaio pedir a demissão do Moedas, em surdina, e nos incêndios de Pedrógão andou com o Torrado ao colo.
      Eu tenho a certeza que o Punjabi sabe algum segredo dele porco e por isso tem-no bem amestrado.
      Só vejo essa explicação…

      • Max says:

        Lá arranjaste maneira de passar a culpa do branco para o monhé, ja estás satisfeito. A questão não é quem fazia a inspeção do cabo – é como é que a inspeção era feita.
        Isto não foi um acidente. Acidente era se:
        – O cabo foi vistoriado todos os dias – em toda a sua extensão – e não se encontrou fios partidos e, apesar disso, partiu-se. Sabe-se que um cabo de aço a menos que seja cortado, os fios de aço que o integram não se rompem todo de uma vez, vão-se rompendo progressivamente, o que é detetável por inspeção visual. Mas aqui não – uma parte do cabo, onde amarra à cabine, não foi vistoriado, porque está dentro de uma caixa fechada que impede a visualização. (Ainda estou por saber com que periodicidade se abria a caixa para vistoriar essa parte do cabo). Que o carro se podia partir decorre da necessidade da inspeção. Por que é que só parte do cabo era vistoriado – tem que ser responsabilidade de alguém.
        – Também podia ser acidente se os sistemas de travagem, no caso de o cabo se partir, estarem devidamente preparados para travar a cabine – e não travaram Os dois sistemas de freios, pneumático e mecânico (manual), que deviam ser redundantes à quebra do cabo (e à falha do outro) – foram acionados e comprovou-se que que não eramredundantes no caso de o cabo se partir. Fizeram-se testes, alguém sabia ou suspeitava que não eram redundantes em caso de quebra do cabo – houve avisos? Também não se pode considerar, sem fais, que foi um acidente os freios não terem funcionado.
        Nem te enxergas, mas abusas das parolices racistas e xenófobas e deixas de pensar.

        • PordoDoPunjab says:

          Max, as manutenções periódicas, diárias e etc não são de agora.
          Já são assim há muito tempo.
          Portanto, como eu referi, foi o Torrado quem mandou o elevador passar a ser inspeccionado por empresas terceiras.
          Pergunte-lhe a ele, quando o vir, porque é que fez isso.

          Seja como for, nada garante que se a manutenção fosse feita pela própria Carris este acidente seria evitado.

          Não sou especialista em elevadores, a minha área é mais bolos, mas quer-me parecer que neste tipo de equipamentos há manutenções periódicas a cada x horas e grandes manutenções a cada x+y horas.
          E nessas grandes manutenções aí sim é que se vê o cabo inteiro, incluindo a zona onde se partiu.
          Provavelmente, digo eu, na última grande manutenção onde essa zona foi vista, nada foi detectado de anormal.

          Ou quer se se desmanche o elevador e restantes gingarelhos acoplados todos os dias pela matina, que é mais fresquinho?

          Uma manutenção dessas pode demorar semanas ou meses, depende do equipamento.

          As coisas não funcionam assim.

          Um avião, na manutenção programada a fundo, até os cabos eléctricos que fazem o avião funcionar, com especial relevância para as portes móveis, são km e km de cabos, uns de uma coisa e outros de outra, todos juntos dentro da fuselagem.
          O avião fica no hangar por semanas com dezenas e dezenas de funcionários de volta dele.

          Já sei, tb quer que os cabos sejam vistos todos os dias?
          Pode ser, mas o avião não sai do hangar nunca.

          Não sei se os sistemas redundantes funcionaram ou não, o que sei, e como diz, é que se fizeram testes, e não sei sequer se os fizeram, das duas uma, alguém disse que estava tudo ok e funcionaria em caso de necessidade, aí esse alguém ou empresa terá que ser responsabilizado, ou então disse que não iria funcionar devido ao peso e que seriam necessárias alterações dispendiosas, e à boa maneira tuga, deixa andar que depois logo se vê.
          Aí sim, responsabilidade e tribunal para cima, se bem que não adiante nada.

          Agora o que falta saber é, quando é que esses testes foram feitos?

          E mais, eu acho que a Carris tem autonomia financeira, portanto, mesmo num caso destes, quem recusaria a conta seria a Carris e não a Câmara.

          E volto a repetir, se o Escurinho ( aquele da Troika? lembra-se? Ou agora já não é racismo? ) não se demitiu no massacre de Pedrogão, porque razão o Moedas se iria demitir?

          • Max says:

            Resumindo não sabes nada nem queres saber, a não ser dizer que o Moedas não tem responsabilidade política porque quem explorava os elevadores era uma empresa municipal (de que a CML é acionista único e transportava passageiros na cidade de Lisboa). Também não é assunto que me interesse particularmente.
            Mas tenho interesse em saber por que é que, diariamente, se inspecionava o resto do cabo, mas na amarração à cabine, onde o desgaste havia de ser maior e onde se rompeu não era visualizável.
            E se sabiam, desconfiavam ou tinham sido avisados de que os freios não travavam em caso de rutura do cabo.
            Quanto ao argumento de que se já vem de trás iliba os responsáveis atuais pla responsabilidade política não funciona assim.

      • Mr. Y says:

        Sr. Porco, o papagaio não pediu a demissão do Moedas, antes pelo contrário. Disse que não faz sentido haver demissão estando a um mês das eleições. Quem deve ‘demitir’ o Moedas são os eleitores.

  12. PordoDoPunjab says:

    Mr. Y, eu conheço muito bem o papagaio mor.
    Antes dele falar já sei o que vai dizer.

    O importante não está nas palavras dele, que não têm valor nenhum, mas no que está subentendido.

    Nunca existiu um espeta facas como este indivíduo na porca política portuguesa.

    Já agora, se o vir, pergunte-lhe se já pagou do bolso dele os 4 milhões de euros que roubou aos contribuintes.
    Diga que vai da minha parte…

  13. PordoDoPunjab says:

    Max, só me falta dizer que se a Requinha fosse a Presidenta da Câmara isto não teria acontecido.
    É que só falta isso…

    Ao que o cinismo já chegou. Isto é o vale tudo.

    Presidenta foi de propósito, escusa de vir com perfeccionismos.
    Sim, perfeccionismos tb é de propósito.
    Recuso usar o Aborto Ortográfico do corrupto filosofeiro de Paris, que é um dos seus.

    • Max says:

      Dedica-te á doçaria.
      “Queijinhos de bolota: Ponha 500 g de açúcar em ponto de cabelo e deite 500 g de bolota, pelada e ralada. Junte uma clara de ovo e um pouco de canela. Retire do lume depois de ferver e deixe arrefecer. Com essa massa fina molde com as mãos uns queijinhos, metendo no meio recheio de ovos-moles.” (Esta receita pertence ao livro de Soror Maria Leocádia Tavares de Sousa que professou no Convento da Conceição de Beja).
      “Uma forma muito vulgar de preparar a bolota doce para consumo do homem, foi e ainda é, grelhá-la nas brasas do borralho.”

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