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MiniMed 670G – Pâncreas artificial para ajudar os diabéticos

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Aguamenti says:

    Finalmente algo do género desenvolvido. Muito bom 🙂

    Os efeitos colaterais referidos correspondem aos da injecção de insulina actual: insulina a mais dá hipoglicémia, insulina a menos dá hiperglicémia. A irritação da pele é provável que se deva ao adesivo, mas é mais fácil de controlar do que as múltiplas injecções, cujos locais têm de ser utilizados rotativamente.

    • Kekes says:

      Imagino que este sistema também seja com agulhas. Há paciente que têm super controlado a questão da insulina, para eles quase é mais fácil o controlo manual dado que está também não é totalmente autónomo.
      Tudo é uma questão de preços. Vamos ver o valor do aparelho, se for muito caro ainda é uma dificuldade para muitos pacientes. Já existem sistemas de controlo da glucemia sem ter que picar o dedo mas são super caros e não estão ao alcance de todos pelo que não são usados.

  2. Filipe Pinto says:

    Só falta saber a que tipo de preço vai chegar a Portugal..

  3. Pedro S. says:

    Vai chegar ao dia de dispositivos intracorporais.. 😉 E tudo controlado à distância…

  4. judas iscariotes says:

    espero que não venha no sistema andriod

  5. kinehsis says:

    Tem que ser muito rico pra ser um diabético. Alimentação, equipamentos, remedios… Hiperglicemia é uma mina de ouro pras industrias farmacêuticas.

  6. Ricardo says:

    Ajudem os diabéticos de Portugal assinando esta petição:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=diabetes-libre

  7. Ricardo says:

    é preciso ser rico mesmo….. quer para adquirir o novo sistema de medição sem picadas… seguros de vida…. um sem fim de coisas….
    se fossemos toxico dependentes, davam-nos agulhas, drogas, salas de chuto….. se és diabético ( não foi uma opção tua) pagas e não bufas…..
    há quem tenha facilidade em controlar a diabetes “manualmente”… mas existe muita gente que não…. e isto seria uma GRANDE ajuda….
    é como o novo sistema de medição (Freestyle Libre) é bom para adultos… mas para crianças… é um enooooorme improvment… os pais podem medir o açucar no sangue, até com as crianças a dormir…
    Agora é preciso é que comece a ser comparticipado… é que é caro que dói…

  8. Angelo says:

    A única sofisticação está no sensor e não na bomba de insulina, o facto de não ser necessário efectuar vários testes de glicémia pode ajudar a ser mais confortável. Mas a interactividade entre os dois dispositivos não é novidade, tal como a introdução de rotinas e hábitos alimentares. A grande barreira nestes dispositivos é o preço, nem todos os doentes têm a possibilidade de gastar +- 4000€ por uma coisa destas. A não esquecer que a bomba infusora necessita de um cateter que deverá ser mudado com alguma frequência o que leva também a “furar” vários locais da pele.
    O conceito conforto destes dispositivos ainda está muito “verde”, as limitações para quem os usa também, a prática de desporto é algo desconfortável, basta imaginar que qualquer puxão pode remover de forma dolorosa o cateter da pele. Mas sem dúvida que é a administração mais segura e contínua para os doentes de diabetes Tipo 1.

  9. Joaquim Pedro says:

    Cada injecção de GlucoGen (para elevar os valores hipoglicémicos) custa apenas quase 20 euros, sem qualquer tipo de comparticipação. Para quem sofre de sucessivas crises de hipoglicémia… ou morre porque é pobre, ou chama o INEM para lhe administrarem glucose intravenosa.

  10. Saulo says:

    Se tem “efeitos colaterais” de hipoglicemia e hiperglicemia, então não é confiável, perdeu a finalidade. Ainda tem que inserir a quantidade de carboidratos ingeridos nas refeições? Assim é melhor usar a bomba de insulina normal ou Sistema de Infusão Contínua – SIC (que minha filha já usa). Usa apenas um cateter (que tem agulha sim e tem que fazer rodízio a cada três dias). Penso ser melhor esperar lançarem um modelo automático e mais confiável.

  11. Carla Pinheiro says:

    O preço é um problema sim. Está bomba é realmente um avanço excepcional pena não ser disponível para os diabéticos tipo 1 que a querem adquirir. Com alguma força de todos nós, medicos, profissionais de endocrinologia, enfrermeiros e familiares poderíamos tentar demonstrar aos nossos governantes e empresas farmacêuticas que seria imprescindível para os diabéticos ter estas bombas. Teríamos que provar que poderíamos poupar a longo prazo ao adquirir está bomba.

  12. Jose marques viegas says:

    Seria bom, se fosse comparticipado pelo Estado;pois terá a compensação por menos gastos na forma actual.
    Minha esposa é diabética,tem 81 anos;já “anda um pouco perdida” com as exigências;ajudo-a porém, já estou
    também a ser afectado-tenho a mesma idade e prolemas relacionado com o I:P:O:.

  13. Luciano says:

    Eu preciso de uma dessa como faço pra adquirir pro meu filho

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