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Google critica o plano da Europa para adotar software livre

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Eduardo Silva says:

    Acho muito bem que se mude para código aberto. Não há nada que não se consiga fazer em Linux ou no Libreoffice, que se faça em Windows ou MS Office. Ah, afinal há, ver MEO Go.

    • Zé Fonseca A. says:

      Santa ignorância

    • Rui says:

      Configurar equipamentos no windows, infelizmente não tem nada a ver com outros SO, sejam eles quais for!

      Quer testar? Experimente configurar por exemplo uma impressora num POS e depois diga-me se conseguiu!
      O Windows está em todo o lado porque dá uma valente coça noutros SO no que diz respeito a compatibilidade, desde uma torradeira, impressora com porta série, etc……..

      Linux e Mac OS são bons…… em máquinas isoladas de um consumidor final, agora redes profissionais…… boa sorte! Conseguir compatibilizar equipamentos recentes com outros com 20 anos………

      • Night says:

        Na empresa onde trabalho e tudo Linux, 0 problemas. E preciso e saber o que se faz, os anos que cada máquina tem não importa é Linux.

      • SrBla says:

        Estás baralhado…. Eu com Linux tenho dado vida a tudo, impressoras HP e Canon e um scanner cannon que desde do Windows 7 e 8 deixaram de funcionar, sempre funcionaram e ainda hoje funcionam em Linux (várias disstros que já testei)
        Tens vários quiosques digitais e mesmo POS a funcionar tudo assente em Linux, até por exemplo as lojas do Aki até há pouco tempo funcionavam apenas com Linux nos POS – não sei se ainda continuam…..

    • Fernando Teixeira says:

      E a vodafone tv que bloqueia de proposito web browsers em linux, lol um web browser aquela coisa que é igual em todos os SO. Em geral a maioria das limitações deveriam ser inexistentes, as que existem são criadas propositadamente para as empresas como a Microslop continuarem a manter uma posição dominante, neste caso é a google a chorar quando se tenta quebrar as amarras. O código aberto beneficia sempre os utilizadores, SEMPRE! Segurança por obscuridade vale de pouco ou nada e não me venham com o proteger a segredo da receita (intellectual property) existem licenças que funcionam nesse sentido e mesmo que seja código fechado não devia ser permitido que o fosse para sempre (tal como acontece por exemplo nos fármacos). Se o produto for bom as pessoas vão mesmo comprar o original, querem é esconder as más práticas e a porcaria que fazem a todo o custo.

  2. Xtremis says:

    O que este senhor está convenientemente a esquecer é que se o cheeto maluco der ordens a uma tecnológica americana, não há “localização na Europa” que nos salve.

    • Zé Fonseca A. says:

      Claro que há, há muitas formas de garantir a soberania digital mantendo os mesmos fabricantes, porque vocês não as conhecem não significa que não seja possível

  3. Marco says:

    Alemanha já tentou e voltou atrás. Lembro-me que havia gasto muito dinheiro e mesmo assim não conseguiram.

  4. Zé Fonseca A. says:

    A Google está certa, a UE precisa de aconselhamento idóneo, a soberania digital não se vai conseguir como a UE pensa.
    Está Europa está cansada, agastada, com um bloqueio mental enorme, provocado por décadas de desinvestimento só a olhar para causas sociais, e agora que está a ser confrontada com a realidade a solução é serem orgulhosos e burros emocionalmente, tentando controlar a narrativa toldando a percepção do povo para os problemas e para as soluções.
    Falta de inteligência emocional dos nossos líderes e uma enorme imaturidade política daquele que supostamente é o centro civilizacional do mundo.

    • TiagoC says:

      Falta “jogo de cintura” a estes políticos europeus.

    • Rui says:

      Se os líderes europeus não são inteligentes, diga-me lá quem são os seus ídolos humanistas!!!!!

      • Zé Fonseca A. says:

        Muito poucos, bons exemplos hoje em dia e não em tudo, só NZ, Austrália em algumas coisas e Dinamarca em algumas coisas também.
        O tempo dos bons políticos já foi, e até reconheço inteligência de alguns líderes europeus, o problema é que Bruxelas é um antro de políticas de esquerda com pouco pensamento estratégico e nenhuma inteligência emocional

  5. Hugo says:

    A Localização dos dados devem ficar sempre no País, de onde os acessos são feitos.
    Para os Portugueses, é Portugal, para os Espanhois, é Espanha, e por ai a fora, como é evidente.

    Agora, os Portugueses , reconhecem a importância da segurança dos dados, mas como se protege os dados, sem sistemas informáticos nossos?
    será necesária uma mudança de mentalidade.
    E depois ha outros problemas, como é que se garante que os dados são guardados no País, quando há cavalos de troia chamados starlink, e outros??

    O mais facil era torna-los ilegais.
    Isso ajuda á não proliferação, mas não a impede para casos de maior gravidade.

    • Zé Fonseca A. says:

      Isso nunca será por pais, a regulamentação será sempre por zonas económicas/legislativas, neste caso UE, e isso deve ser só sob pedido pois há empresas que não têm interesse em soberania, é um tema mais para entidades governamentais e não para empresas privadas

  6. carlos lopes says:

    quantos votos tiverem estes palhacos que nos desgovernao na desuniao europeia comunista

  7. Tapum says:

    Estar dependente da Google é estar dependente do governo chinês.

  8. Antares says:

    O caminho está traçado para essa mudança. Quem não mudar agora, vai ter de mudar mais tarde. Isso é certo.
    Já temos o DNS4EU e este ano ou o próximo poderá estar pronto no nosso motor de busca OpenWebSearch.EU e por aí fora…

    • Manuel da Rocha says:

      O OWS já está em, quase, 90000 milhões de euros e ainda faltam 10 anos, até estar operacional. Dava para fazer uma dezena, de porta-aviões e ainda sobrava dinheiro para meia dúzia de submarinos nucleares.

    • Zé Fonseca A. says:

      Devias aprender como funciona o DNS a nível global.
      Motor de busca, ena, essa tecnologia dos anos 90 que está a ser trocada por AI search.
      Para existir mudança teria de existir um caminho, algo que não existe, só areia para olhos de techies wannabe

  9. Manuel says:

    existe apoios as empresas para investimento em hardware e assitencia tecnica para mudar os serviços na cloud, por exemplo da google, para sistemas de software livre?

  10. Factos says:

    Mas olhem lá, o que a europa quer é controlar de onde vem e para onde vai o euro, os dados pessoais e o controle total. Só rebanhos é que não veem o que se vai passar nos próximos anos na europa porque andam ocupados com futebol, epstein e inundações.

  11. AquaPanel says:

    Todas as dificuldades que existem em mudar para software livre, existem precisamente porque está tudo demasiado dependente dos softwares “presos” (o problema de pescadinha de rabo na boca). Se de um momento para o outro milhões de utilizadores e desenvolvedores passarem a depender de um software de codigo aberto facilmente alterável, a adoção provoca uma mudança de ritmo ao estimular melhorias que todos os países irão beneficiar mutuamente sem ter de pedir ou pagar a empresas específicas que têm o controlo total da evolução como acontece no mundo do software preso.
    Até agora os desenvolvedores de software livre têm-se esforçado para o tornar compatível com o software preso porque quase toda a gente está dependente de software preso que muitas vezes andam a tentar mudar standards e processos para se manterem no controlo e fazer parecer que alternativas em software livre levantam problemas de compatibilidade. MAS se as coisas se inverterem passamos a ter menos problemas de compatibilidade e sermos nós a ditar os standards e os outros softwares presos se quiserem interagir têm de se esforçar para isso (ao contrário de se esforçar para serem incompatíveis).
    Temos um exemplo no mundo do hardware que correu bem foi o USB-C nos telemóveis que toda a gente conhece.

    • Manuel da Rocha says:

      Coisas diferentes.
      O grande problema é uns triliões, de perfis, venderem a ideia do “freeware”=Opensource. Não é. Para usar opensource, é preciso pagar, de alguma forma. Ou pagar 2 milhões de engenheiros, informáticos, que desenvolvam e mantenham, um programa, durante um longo prazo.
      Para empresas grandes, é rentável. Pode pagar milhões de milhões, para conseguirem ganhar dinheiro, a vender, a outros. E há as formações, que é onde, a maioria, das empresas desenvolvedoras, ganham dinheiro, para cobrir as, colossais, perdas do desenvolvimento.
      O “Windows Europeu”, foi previsto, ser baseado, em Linux. Eram “só” 370000 milhões, para o colocar disponível e o mesmo valor, para cada ano, de manutenção e actualização.

    • Zé Fonseca A. says:

      Presos estão vocês numa narrativa política incompetente.
      Parece o green wash all over, quando acordarem a Europa estará ainda mais afundada

  12. Gonçalo says:

    Opiniões de pessoas ou empresas com interesse económico na matéria, valem zero. A Google que vá pastar.

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