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Alphabet é afinal uma marca que a Google não controla totalmente


Autor: Pedro Simões


  1. Asdrubal says:

    O princípio do fim do google.

    • kabuki says:

      Fica te bem o nome.

    • Marcelo Barros says:

      Mais um profeta do estilo Nostradamus

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Esse título já foi utilizado.
      Seguido do subtítulo: “A alteração da marca Google para Alphabet sugere fortemente que a empresa está sem ideias.”

      Isto porque:
      – A Google domina na publicidade online com o seu motor de busca e o YouTube faz dinheiro, falhou em criar a seguir novos produtos viáveis (o próprio YouTube foi uma compra depois do Google Video ser um flop).
      – Mesmo o Android, apesar da sua popularidade, não é um sucesso financeiro para a Google, que faz mais dinheiro com o iOS.
      – Convenceu montes de gente de que o Google Glass era a “Next Big Thing” e foi pelo cano abaixo.
      – O Google+, apresentado como o centro das redes sociais e dos serviços Google também passou a ter um papel secundário. A propaganda que Larry Page fez ao “sucesso” do Google+ 😉

      http://www.inc.com/geoffrey-james/is-this-the-beginning-of-the-end-for-google.html

      • Felipe Teixeira says:

        Tu escreves sempre muito mas nunca dizes nada. Explica lá o que é que isso tem a ver com criar uma marca? A sério fica te mal mostrares sempre essa azia, ainda por cima com tiques de snob.

      • Daniel says:

        Dizer que o Google Video falhou é o mesmo que dizer que o Vimeo falhou por não ser o mais usado… e falhar por ter adquirido a empresa para criar sinergias com o seu core business? Nesse caso a Apple falhou em toda a linha de produtos alguma vez lançada desde que Jobs voltou à Apple, pela lógica.

        Android: nunca foi uma política de tornar o Android, por si, um mega sucesso financeiro mas sim de poder ser relevante no mercado móvel e, de novo, criar sinergias com o core business da google. E já mais que provou ter sido a decisão acertada: os seus serviços aos poucos são substituidos nos SO que não Google por serviços próprios, sendo que o uso no Android cria visibilidade para esses serviços e não permite que se tornem irrelevantes, mantendo-os, contra tudo e contra todos, nos outros SO (como o caso Google Maps vs Apple Maps, para exemplo).

        Google Glass concordo, não que o Google Glass não fosse algo bom de se ter mas porque era caro e houve tanta má publicidade (identica à que houve quando os telemoveis começaram a vir com câmaras, e hoje quase nenhum, nem feature phones, vêm sem ela) que se tornou absurdo lançar fosse o que fosse para já.

        Google+ foi flop num objectivo que a Google nunca disse ter: deitar abaixo o facebook, no entanto foi um sucesso em imensas outras àreas. Se deixarmos de lado o “facebook killer” tag que alguns teimam em querer que o G+ tinha como objectivo, o G+ conseguiu ser realmente uma rede social bastante utilizada mas em segmentos e situações muito específicas. Decisões questionáveis que foram tomadas? Houve, a de obrigarem à existência de uma conta G+ para comentar no youtube por exemplo (embora que tenha melhorado imenso a secção de comentários nos videos… continuam os comentários cáusticos e que por vezes até têm a sua piada, mas não são de uma toxicidade elevada como era). E não me recordo alguma vez de Larry Page ter feito propaganda ao sucesso do G+ (de novo, como Facebook killer como alguns teimaram que seria o objectivo) mas sim sucesso nos produtos e funcionalidades do G+ (afinal, muitas funcionalidades introduzidas pelo G+ foram copiadas por quase todas as redes sociais existentes, da mesma forma como o G+ foi beber do que de bom as outras tinham).

        E esse artigo é do mais idiótico que vi nos últimos tempos.

        1) A Google (o que associamos como Google) não está a sofrer rebranding algum, está a sofrer uma restruturação, antes estava tudo sob a mesma administração, passam a várias empresas do grupo, cada qual com a sua administração sob a alçada de uma holding. A Google continua a ser Google.

        2) Pela lógica de Geoffrey James todas as transformações empresariais em que passem de uma simples empresa única para um grupo empresarial é mau (visto o senhor não saber a diferença entre rebranding e transformação num grupo empresarial, de facto e de jure, deixa a questão sobre o que faz realmente quando escreve um artigo daqueles… corp shill é o que é).

        3) As respostas que te dei (que na verdade são os argumentos usados pelo corp shill) são resposta aos outros argumentos dele.

        • Benchmark do iPhone 6 says:

          Não estás a apanhar a coisa.

          Há a empresa e há a marca – a marca tem um valor próprio, que resulta do reconhecimento que lhe é atribuído. Acrescenta ou retira valor a um produto.

          Pegando na Calico (biotecnologia, longevidade) de que se fala num comentário mais abaixo , que passa ser um subsidiária da Alphabet a par da Google, achas que “Calico” ou “Calico by Alphabet” tem o mesmo peso que “Calico by Google”? Dos primeiros as pessoas vão dizer “Quê, quem são esses?” . É isto a que o articulista do link que coloquei quer dizer que não se mexe nas marcas sem mais.

          Passa-te pela cabeça que depois do Apple Watch, se a Apple fabricar um automóvel lhe vai chamar Apple Car? A empresa vai aproveitar a marca Apple para acrescentar valor a um produto. Ou que os seus serviços não sejam Apple Pay ou Apple Music?

          A Alphabet ser apenas a constituição de uma holding e uma reorganização empresarial é uma treta. Mexe com as marcas, sim – há alteração nas marcas (rebranding ) dos produtos e serviços, excepto os da subsidiária Google. Na prática, o que se está a dizer é que a marca Google já não acrescenta valor aos produtos e serviços das outras subsidiárias da Alphabet.

          Aliás Larry Page reconheceu isso taxativamente: “the whole point is that Alphabet companies should have independence and develop their own brands.”

          http://www.telegraph.co.uk/finance/11795715/Larry-Page-explains-Googles-transformation-to-Alphabet.html

          P.S. Não terem assegurado o domínio alphabet.com é dum infantilismo total. “Ah, mas não se vai falar da Alphabet, por isso não precisa”. Vai, vai – pôr na barra de endereços alphabet.com e sair uma página da BMW vai ser curtido. No Google search resolvem – como é o caso da pesquisa por iwatch que leva ao Apple Watch 🙂

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            … – não – lhe vai chamar Apple Car (faltou o não).

          • Daniel says:

            Não, estou a apanhar muito bem: a marca “Google” continua lá, bem no centro da empresa com o mesmo nome. Passa é a existir a holding Alphabet.

            E se acho que a Calico by Google tem algum peso versus uma Calico by Alphabet? Ninguém diz “Calico by Google” e quem quer saber de aumentar a sua esperança de vida também não, isso é completamente absurdo como argumento… e vou ser mais concreto: todos sabiam o que era a PT, no entanto todas as marcas RELEVANTES nunca se chamaram PT: Telepac; SAPO; MEO; TMN (agora MEO)… nem sequer quanto a TVCabo era PT a associavam como sendo PT (alguns sim) porque enquanto marca tinha valor próprio.

            Na prática está-se a dizer que os criadores da Google estão a separar as àguas: Google é a Google, as outras empresas têm mérito por si mesmo e terão gestão própria, sob alçada dos fundadores da segunda maior marca norte american. Agora estás a tentar arranjar argumentos no desespero…

            Tudo o que escreveste foi só veneno… infectado por um ódio infeliz… até usas no argumento as palavras de Larry Page como que para te dar mais força no teu, quando na verdade te retira todo e qualquer argumento possível se mantiveres essas palavras no contexto em que foram escritas.

            Quanto ao domínio, pessoalmente eu acho que o domínio é genial: abcedário, alfabeto… vai de abc a xyz. Podias antes argumentar (mas seria mais desespero) que vai de encontro ao mote da amazon (all products from A to Z), mas isso são outros 500.

            E falando em marca, a Alphabet mesmo não sendo uma marca já tem mais valor, pelo menos percebido, que muitas empresas… ou não tivesse estado nas bocas de todos nos últimos dias…. A Google tem peso, e o que acontece na empresa… erm… no grupo também, não é preciso campanhas de marketing, mesmo que corporativo, para a dar a conhecer ao mundo como se pode ver.

    • Ralk2 says:

      Sempre achei q o google dominaria o mundo. Mas eu estava enganado, quem vai dominar o mundo vai ser a alphabet.

      obs: não duvide da capacidade de empresas como google, apple, microsoft,… eles tem dinheiro sobrando. E quem tem dinheiro contrata, compra, cria, se reinventa…

      • Safrane says:

        A Google só tem uma fonte de receitas significante: publicidade

        A maioria das pessoas usa ad blockers, 75% das receitas móveis vêm do iOS e o iOS 9 possibilita ad blockers.

    • Kruskal says:

      Continuem a sonhar caros amigos…
      Não é a Google que está fragilmente dependente do seu nome/marca (e respectiva imagem) e cujo lucro provem maioritariamente da venda de um produto.

      • JBM says:

        Creio que é a Google que depende 90% da venda dum único produto – publicidade online.

        • Kruskal says:

          Tens os números errados e parece-me não entenderes a diferença entre “vender” publicidade e vender um telemóvel.

          • JBM says:

            tenho? Os números são dados pela própria Google vai ver. No último trimestre 90% dos rendimentos vêm da publicidade e já é assim há algum tempo.
            A diferença em que a Google tem cada vez mais concorrência em todo o mundo ao nível deste tipo de serviços de publicidade, em que se paga menos pelos clicks, e em que as pessoas passam cada vez mais tempo em “mundos” fora da esfera da Google, quer sejam serviços da Facebook, Amazon, Microsoft, Apple, etc, isto sem falar da China e outros países, onde a Google não é muito bem vinda!? A Google também sofre concorrência, não sabias?
            A Apple depende bastante menos do iPhone do que a Google da publicidade, sendo que os produtos não iPhone geram mais rendimentos que a própria a Google.

          • Portugues says:

            JBM tens toda a razão! A apple não depende nada do iPhone! A unica coisa que a apple depende é de ter maioritariamente clientes burros, em que basta adicionar um “i” e um simbolo de maçã para um aparelho que de outra forma seria de baixa gama ser perfeito. Portanto tens razão se não fosse o iPhone a apple iria continuar a extorquir dinheiro com outra iStuff

          • JBM says:

            Portugues, não tenho culpa que não consigas arranjar argumentos e necessites de te expressar dessa forma… talvez um pouco de chá.
            A dependência da Apple do iPhone será assim tão extraordinária? O que é que será que centenas de milhar de empresas em tudo o mundo fazem!?

        • Daniel says:

          Errado, a Google tem uma única fonte de rendimento abismal e é a publicidade. Uma coisa que as pessoas teimam em não entender é o modelo de negócio da Google. A Google não fica sentada à espera de espremer até à última gota o suminho do seu core business, a Google vai à procura de mercado onde pode introduzir ou criar sinergias com o seu core business, nem que para isso tenha de criar produtos, adquirir empresas para melhorar a sua oferta (oferta essa que se se pagar por si própria excelente, senão então que seja mais uma forma de criar sinergias com o core business) e dessa forma continuar relevante e continuar a ter a sua fonte de rendimento garantido. Na verdade são a empresa mais “orgânica” que conheço (a Apple em certa medida também o é, no entanto “canibaliza” para o conseguir).

          Um exemplo: o facebook ainda hoje luta para conseguir capitalizar o mobile, mesmo tendo feito questão de dizer há alguns anos atrás que o foco era o mobile e esse seria a maior fonte de rendimento… conseguiu em certa medida ao forçar a publicidade a aparecer como se fosse um post “normal” no feed dos utilizadores (e incautos lá carregam), a Google não se fica nisso, cria ou adquire produtos que fazem com que os utilizadores se mantenham com os seus serviços e dessa forma expondo-os de forma mais inócua e menos irritante a essa mesma publicidade…. ainda hoje estou à espera de um botão de skip à publicidade no sapo, por exemplo, o youtube só me obriga a ter de ver 4 segundos e pub se não quiser ver mais nada, só um exemplo.

          Dito isso: a google não depende de um só produto, depende de um só tipo de receita, mas tem diversos pontos de onde essa receita vem e está constantemente à procura de novas formas de a obter enquanto dá novos produtos ou cria novos modelos de negócio em simultâneo… é algo completamente diferente de estar dependente de uma só fonte de receita, as fontes são imensas, o tipo de negócio é que é o mesmo no fundo.

          • JBM says:

            desculpa mas publicidade é o produto principal da Google que vende a empresas, mais concretamente a venda de dados sobre consumidores. O resto ou serve para a Google angariar dados dos consumidores e obter vantagens sobre a concorrência, ou é uma tentativa de arranjar novas formas de ganhar dinheiro.
            Por isso o produto publicidade da Google, que tem uma clientela com interesses específicos, sofre concorrência de outros que operam na mesma área e que podem oferecer melhor serviço, está sujeita à disponibilidade económica das empresas para fazer publicidade, e está sujeita a que apareçam novas formas inovadoras que despertam a atenção dos consumidores para publicidade. O que acabei de descrever mostra que a Google está sujeita a factores idênticos que podem afectar negativamente os seus rendimentos.

          • Daniel says:

            @JBM, estás desculpado. Nunca levei ninguém a mal por serem ignorantes quanto a algum assunto, só quando insistem nele é que deixa de fazer sentido continuar a debater algo. Tu até acabas por validar o que eu disse e nem reparaste… irónicamente ao fazê-lo também retiraste qualquer mérito à tua conclusão. Não me entendas mal, tu tens razão quando dizes que está sujeita a “factores idênticos que podem afectat negativamente os seus rendimentos”, tal como em qualquer negócio que exista e tenha concorrência, é uma verdade aplicável a qualquer negócio e não somente à Google. Quanto ao risco e exposição… é disso que se fala quando não se pega em absolutismos e se tenta transformar como se fosse realidade de uma só empresa e as outras não estivessem igualmente afectadas por isso, e nisso dificilmente terás argumentos alguns para dizer que a Google está exposta a um risco maior só porque o negócio primário é “publicidade”. Enquanto a Google tiver capacidade de lançar produtos novos para o mercado e estes tenham uma adopção razoável (e neste momento nem é “razoável”, ultrapassa isso em larga escala, é lider em diversas àreas, noutras fica com o segundo lugar) terá sempre fonte de rendimento pois tu ainda não entendeste que para publicidade o que interessa é o “reach”, a audiência, e nisso ter a maioria do mercado num determinado produto ou serviço é excelente, mas ter um número considerável de audiência não é mau de todo, pelo contrário…

          • JBM says:

            Daniel, lê outra vez os comentários e percebe donde é que veio o meu comentário. Se aparecem com o argumento do iPhone representa uma grande fatia das receitas da Apple, dizendo que a google não depende dum único produto, então posso recordar que a Google também depende e muito duma única coisa que também pode ter fortes impactos da concorrência!
            O dinheiro para a Google vem da publicidade que depende da sua capacidade de manter as outras empresas a usar e a pagar pelos seus serviços publicitários, já que podem no futuro optar por outros que fazem melhor serviço e melhor preço; depende do bom clima económico para as empresas quererem gastar em publicidade, tal como os jornais dependeram bastante e deu no que deu; depende que não apareça alguma coisa que prejudique o esquema de negócio, como bloqueadores de publicidade, novas tecnologias, Facebooks, Microsoft e companhia, etc!
            Todos têm riscos nos seus ramos de actividade!
            E não é só a Google que pode inovar, a Apple também lança novos produtos, a Apple também lança serviços que agradam às pessoas e que ajudam a vender os seus equipamentos. A Apple lidera uma plataforma e muitos serviços usados pelos consumidores , está muito mais protegida a vários níveis do que o resto da sua concorrência directa muito dependente da competição por preço.
            E por último recordas que a Google é líder em muitas áreas, mas o facto é que muitas dessas áreas não lhe dão grande rendimento nem por publicidade. Lidera com o Android, mas o interessante é que parece ganhar mais dinheiro no iPhone…

          • JBM says:

            Daniel, lê outra vez os comentários e percebe donde é que veio o meu comentário. Se aparecem com o argumento do iPhone representa uma grande fatia das receitas da Apple, dizendo que a google não depende dum único produto, então posso recordar que a Google também depende e muito duma única coisa que também pode ter fortes impactos da concorrência!
            O dinheiro para a Google vem da publicidade que depende da sua capacidade de manter as outras empresas a usar e a pagar pelos seus serviços publicitários, já que podem no futuro optar por outros que fazem melhor serviço e melhor preço; depende do bom clima económico para as empresas quererem gastar em publicidade, tal como os jornais dependeram bastante e deu no que deu; depende que não apareça alguma coisa que prejudique o esquema de negócio, como bloqueadores de publicidade, novas tecnologias, Facebooks, Microsoft e companhia, etc!
            Todos têm riscos nos seus ramos de actividade!
            E não é só a Google que pode inovar, a Apple também lança novos produtos, a Apple também lança serviços que agradam às pessoas e que ajudam a vender os seus equipamentos. A Apple lidera uma plataforma e muitos serviços usados pelos consumidores , está muito mais protegida a vários níveis do que o resto da sua concorrência directa muito dependente da competição por preço.
            E por último recordas que a Google é líder em muitas áreas, mas o facto é que muitas dessas áreas não lhe dão grande rendimento nem por publicidade. Lidera com o Android, mas o interessante é que parece ganhar mais dinheiro no iPhone…

  2. Sergio J says:

    Do meu ponto de vista a Alphabet é “apenas” uma holding de gestão, que está no topo da piramide. Quantas e quantas empresas pertencem a holdings que nunca ouvimos falar o nome. A Alphabet não tem como objectivo o consumidor final. Não lança produtos, não faz comunicações para o publico em geral, etc.
    A questão dos domínios resolvem-se com criatividade, nem que seja uma coisa sem sabor como AlphabeticGroup. Mesmo que que escolham nomes do género, who cares? Não é esse o objetivo da Alphabetic.

    • Gerardo says:

      Felizmente que no meio de tanta posta de pescada ainda se encontrem pessoas inteligentes. Não é preciso ser nenhum génio, nem sequer fazer pesquisa, para saber que uma palavra comum como Alphabet não estaria em uso um mil e um sítios diferentes. É o nome da holding, não interessa (pelo menos por agora).

      • JBM says:

        o problema é mesmo esse, o não interessa (pelo menos por agora). Mas no futuro poderia vir a dar jeito que a holding tb tivesse uma marca forte para ajudar o lançamento de novas empresas. É sempre preferível já ter isso preparado, mesmo sem ser preciso; mais à frente custará muito mais do que agora.

    • Asdrubal says:

      Tal como a Portugal Telecom. Também havia a PT SGPS, que era uma holding que foi criada para ter ações da Portugal Telecom e outras empresas. Como a Portugal Telecom deixou de ter algo a ver com a PT SGPS, esta mudou de nome.

  3. kekes says:

    Revela um pouco amadorismo. Como é possivel uma empresa deste tamanho não ter pensado nesta situação? Incrivel.
    Na altura até pensei que de certeza teria dado muito trabalho para a Google segurar este nome dado que é tão generico. Vamos ver como termina.

    • Kruskal says:

      Realmente…
      Achas mesmo que eles não pensaram no assunto?! 😀
      Não te preocupes que a coisa vai-se resolver facilmente, com umas pequenas modificações se necessário e muito dinheiro, tudo se resolve.

    • Gerardo says:

      Ver comentário do Sérgio J

      • kekes says:

        De qualquer forma este tipo de empresas não gosta de ter fios soltos e não ter controlo total sobre algo seu. As pessoas continuam a dizer que “dá igual” mas a realidade é que para estas empresas não dá igual! Elas gostam de ser donas de tudo e defender o que é seu com unhas e dentes.

    • Asdrubal says:

      Também acho pouco inteligente. No caso da coca-cola, a empresa é a The Coca-Cola Company, e tem a marca Coca-Cola, para além de outras marcas como a sprite.

      • Daniel says:

        E 99% se não 100% do negócio da empresa é todo o mesmo ou relacionado com o mesmo, já a Google não: tens a Google (search/ads/internet), tens a Calico (biotecnologia, longevidade); Life Sciences (lentes de contacto que permitem “ler” os niveis de glicol, util para diabéticos por exemplo); tirando empresas já constituidas (como os dois exemplos atrás) tens projectos como o self-driving car; o investigação (e desenvolvimento) em computação quantica e o computador que estão a desenvolver; robótica; inteligência artificial.

        Eu se fosse comprar um fogão iria fazer-me confusão ver um da Coca-Cola (da mesma forma como ainda hoje me faz confusão ver grandes electrodomésticos de cozinha da Samsung, por exemplo), só que nisso não há risco de acontecer pois a The Coca Cola Company só tem um e somente um negócio: bebidas… a única diversidade na oferta do grupo é se concentrado, engarrafado ou de pressão.

        • Asdrubal says:

          Já existe a Google Inc, ou existia (fui ver à wikipedia), que podia ser bem a empresa que detém as marcas como google, gmail, android, e por aí fora, mas tudo no mundo da tecnologia e internet. Fazia mais sentido um nome como esse, em vez de outro que agora criaram. E depois vem a estrutura hierárquica das empresas, holdings e marcas, de o quê pertence quem, e não me quero meter nisso. 🙂

          Já agora, tenho uma máquina de lavar roupa samsung. 😉

          • Daniel says:

            A Google Inc É a Google, que detem o Google Search, o youtube, etc etc etc. Essa será a futura e Google (ou será a que se mantem como Google).

            E estrutura hierárquica?! Actualmente tudo está dentro da mesma empresa, no futuro o que é internet, ads, search estará na Google, o resto dependerá do que a administração da Alphabet pretender, mas para já sabe-se que como empresas paralelas (e ao mesmo nível) está a Google, a Calico, a Life Sciences, os lab X, etc. E todas pertencem à Alphabet.
            Não estou a ver onde há confusão… antes sim, estava tudo ao molho (e fé em Larry Page e Sergey Brin, que nem sempre era bom), agora não, tudo o que tem a ver com internet está na Google, o resto das empresas que saem fora dessa esfera têm o seu lugar ao lado.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            Mas quais outras empresas? Além da subsidiária Google as outras subsidiárias são uma ficção. Além do Google Search (que criou) e do YouTube (que comprou) que outra empresa/ produto/ serviço é que a Google criou que lhe desse lucro?

  4. Felipe Teixeira says:

    Isto é algum problema??? As redes sociais já terem este nome, ou os domínios já existirem, que falta de criatividade hoje, para escrever um artigo destes.
    A alphabet não vai vender nada, tenham lá calma que eles pensaram nisso antes. Eles só vão ser donos de outras empresas, que essas sim irão vender produtos.
    Acham mesmo que não pensaram nisto antes?Até da vontade de rir.

  5. Ghughz says:

    Suspeito que esta notícia se tenha desenvolvido à volta de um pressuposto errado porque Alphabet (este grupo de empresas e marcas criado agora pelo Google) não é uma marca… Acho mesmo que daqui para a frente quase ninguém vai voltar a ouvir falar de Alphabet relacionado com o Google se não for um investidor.

    E o domínio escolhido “abc.xyz” – letras do alfabeto, sim, podem dizer que quaisquer letras serviriam mas como é que se designa o alfabeto? Abecedário! Logo “abc.xyz” acenta que nem uma luva e mostra que o pessoal no Google continua com muita criatividade e bom humor.

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