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A Google pagou menos aos homens do que às mulheres em 2018


Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

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  1. Luís Silva says:

    Penso que se está a passar a ideia de que a Google ou seja quem for, paga um vencimento a uma mulher inferior ao vencimento de um homem. O que penso ser verdade é que o somatório das remunerações dos homens seja superior. Mas ninguém aborda este assunto, em relação ao ensino, em que há mais mulheres do que homens.
    Eu que até gosto de ser chefiado por uma mulher se ela for competente, revolta-me ouvir falar em quotas de políticos: Acho que ninguém se opõe a que haja tantas mulheres como homens na política, desde que tenham competências para isso. Agora meter mulheres na política por obrigação de quotas só porque sim, é não assunto.

    • Wishmaster says:

      Isso é tudo fabricado, a ideia de que as mulheres ganham menos, actualmente. Claro que ganham menos se tiverem outro cargo…ganham o mesmo que o homem ganharia caso também o executasse…
      Não conheço nenhuma mulher que, estando no mesmo cargo, ganhe menos do que o homem a ocupar o mesmo cargo. Isso é ainda uma treta feminista que perdura.

      E se concordo que a evolução que houve até aqui foi necessária, que as mulheres têm os mesmo direitos que os homens, a partir de agora assistimos a puro feminismo, fanatismo, que só vai continuar a dividir os géneros.

      E sobre os direitos das mulheres, nem se devia falar de “direitos das mulheres”. As “mulheres” não têm direitos nenhuns. Também não há “direitos do homem” (e quando se refere direitos do Homem, com H maiúsculo, refere-se ao ser humano, não apenas aos homens, por exemplo, a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, apesar de achar que a designação está errada, mas é preciso entender que se refere à Humanidade; já a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é que tem uma designação acertada, fala em Direitos “humanos”). Devíamos, sim, falar de direitos de qualquer ser humano, não direitos das mulheres.

  2. Luís Silva says:

    Digo mais: Se as mulheres vivem em média mais 6 anos que os homens, porque é que não há políticos que tenham a coragem de dar a reforma aos homens 6 anos mais cedo?

  3. Luis says:

    Isso é a tal “igualdade” que tanto lutam

    • X says:

      +1

      Ou seja, a “igualidade” agora é fazer o inverso *facepalm* As pessoas não têm noção de igualdade. Tirar a um sexo e dar ao outro é continuar uma guerra sexista que ninguém quer

      • Wishmaster says:

        Exacto…Como disse, o feminismo foi importante para existir um equilíbrio e para mudar mentalidades que de facto estavam erradas e subjugavam a mulher.
        Mas o que estamos agora a assistir (agora que os direitos estão consagrados) é mais um extremismo puro e basicamente é fruto de mulheres frustradas de alguma forma que vêem no feminismo uma forma perfeita de afirmação.
        E tens razão que só irá alimentar uma guerra; a posição das feministas é que vai, a certo ponto, continuar a fragmentar a sociedade.

    • Daniel says:

      É o tal femismo.

  4. pedro Almorim says:

    Espero também que tenham não se tenham esquecido das técnicas auxiliares de limpeza.
    Para que tenham o mesmo vencimento que os demais colaboradores, caso contrário poderá ser descriminação também.

  5. Jota says:

    É que só faltava esta! Espero que agora haja também grande alarido e grande pressão da comunicação social!!

  6. Tiago Soares says:

    Feminism 101 “Feminism is not equality”

  7. censo says:

    Meritocracia…alguém sabe o que é ? Claro que não. Caminhamos alegremente para a ditadura, para o poder absoluto do que considero ser a aberração do século: o politicamente correto.

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