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WD apresenta o primeiro disco duplo SSD+HDD do mundo

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. David Ferreira says:

    Então e a fusion drive da apple?

    • Nunes says:

      O FusionDrive é software que cria uma única unidade lógica a partir de dois discos independentes, fazendo a gestão automática do local em que os dados são armazenados! Imagino que neste disco não haja tal coisa, a pessoa deve ter que fazer manualmente essa gestão

    • Mike says:

      E meter isto num Mac com Fusion Drive?

      *Universo Explode*

      Ah… OK.

      • WD says:

        nah… explode só o Mac ^^

      • Apple sempre pensou à frente.

      • Nelson says:

        Não, não explode. Aliás, até tens uma separação completa dos dados do SO, app’s e dados do utilizador que não tens no Windows…

        Até podes instalar umas aplicações no HD e outras no SSD

        • Nunes says:

          :S mas que inventas? No FusionDrive não podes definir em que local é que as coisas são guardadas (a não ser que faças algum hacking), é o sistema que faz essa gestão automática!

          • Mike says:

            Exato. Se se juntar 256GB SSD a um HDD de 1TB aparece apenas uma unidade com 1,2TB.

          • Nelson says:

            O que eu estou a falar é do sistema de ficheiros, em que no Mac, tens uma separação completa de dados entre SO, app’s e dados do utilizador. 😉

          • Mike says:

            E isso tem o quê a ver com este disco, mesmo? 😉

          • Nelson says:

            Isso pergunto-te a ti… O que é que o teu post tem a ver com este disco?

          • Nunes says:

            @ Nelson
            tu falas que podes instalar umas aplicações num disco e outras no outro, implicando possibilidade de escolha no Fusion Drive, coisa que não acontece!
            Para além disso, não faz qualquer sentido falar em separação de dados, como se fosse muito diferente doutros sistemas ou se isso tivesse grande relevância para o funcionamento do Fusion Drive!

            Tu se quiseres podes guardar aplicações na tua pasta de utilizador ou ficheiros na Pasta de Aplicações, nada te impede. A única diferença é que no Mac a organização das pastas e interface é muito mais simples e fácil de entender, e isso leva a que as pessoas até sigam a organização que a Apple favorece! Mas isso não é sistema de ficheiros!!!

          • Nelson says:

            Não sei qual é a cena, o Mike disse “E meter isto num Mac com Fusion Drive?”

            Este produto, HDD+SSD, se for instalado num Mac, é na mesma compatível, sendo que podes instalar Fusion, podes instalar SO num lado, dados no outro.

            E sim, o facto de poderes instalar cada aplicação onde queiras, é determinante, podes ter Apps mais importantes num SSD e menos importantes num HDD… podes mover ficheiros do HD para o SSD sem problemas…

            Não é só a “organização das pastas”… tens coisas que não tens no Windows nem em Linux, cada App para Mac, tens todos os seus ficheiros, desde ficheiros de ajuda, interface, executáveis, e bibliotecas isolados, num directório, no Windows tens isso? Não, só em app “portable”, no Linux, também não.

            Além disso, experimenta distribuir o sistema de ficheiros com links simbólicos no Windows e num *NIX.. não tem nada a ver…

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Repito, o Fusion não te permite o malabarismo que descreves, não és tu que escolhes em que disco as coisas são guardadas! O que descreves é o que se passaria em qualquer sistema que usasse os discos de forma independente!
            Quanto à estrutura das aplicações e seus ficheiros tb não vem ao caso! Não só há muitas aplicações que colocam ficheiros necessários ao seu funcionamento em directórios do Sistema ou do Utilizador, como o que descreves não é essencial para o funcionamento do Fusion Drive:
            este funciona ao nível de blocos do disco, não de ficheiros, quer isto dizer que ele só transporta para o SSD o que realmente é mais frequentemente acedido, segundo o seu algoritmo, e nem precisa de ser o ficheiro inteiro.
            O Fusion Drive funciona a um nível inferior ao do próprio sistema de ficheiros HFS+, “mais perto” do hardware, com o Core Storage!

          • Nelson says:

            Nos “discos fusion”, tens a opção de ativar/desativar o fusion no software.

            Tens dois discos, fazes o que quiseres, ou juntas num fusion, ou não.

            Quanto á estrutura de ficheiros, discordo, no windows, por exemplo, as bibliotecas vão todas para um sítio, Linux, idem, no Mac, só MESMO quando são para ser utilizadas por todo o sistema, como drivers. Mas a maior parte das App’s são assim mesmo, todas contidas num directório, especialmente as distribuídas pela Mac App Store.

            Quanto ao fusion drive, sim, funciona a nível de blocos, mas diferente dos sistemas de cache, o Fusion Drive, não funciona “junto do hardware” tanto como tu pensas, o Fusion Drive funciona como um Mapper, sim, mas “sabe” o que os blocos representam… sabe se é um ficheiro executável ou um ficheiro de video, sabe se é o início do ficheiro ou não. O próprio sistema de ficheiros está “aware” que está num mapper (fusion drive) e que a partir de bloco X, entra o HD, logo vai utilizar as estatísticas recolhidas pelo SO e Aplicações para distribuir os ficheiros no disco de acordo.

            No LVM, por exemplo, não. Tens um mapper, tens um sistema de ficheiros jornalizado também, mas não há ligação, é tudo tratado da mesma forma, e de fato, quando acaba um, começa outro.

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Eu não falei em cache, aliás já disse várias vezes que isto não é cache, e sim funciona mais perto do hardware (disse mais perto) do que o sistema de ficheiros pois é uma funcionalidade do framework (Core Storage) que controla volumes e partições. O sistema de ficheiros é ainda o HFS+, e depende hierarquicamente deste framework, por isso o sistema de ficheiros não está “aware” de nada disto, é a funcionalidade Fusion Drive que controla isto e é à partida independente do sistema de ficheiros embora reconheça o sistema de ficheiros em que trabalha, quero com isto dizer que não seria complicado para a Apple usar a mesma funcionalidade com outro sistema de ficheiros! O algoritmo usado é uma incógnita fora da Apple, mas não faria sentido a Apple estar a transportar um pacote inteiro duma aplicação quando tem um sistema tão flexível que permite manter o que realmente é preciso no SSD. Há tantas aplicações enormes com tantos ficheiros no seu pacote que raramente são acedidos, que não faria sentido tal coisa, quando até muitas dessas aplicações colocam ficheiros em pastas da biblioteca do Sistema e do Utilizador, sendo a mais famosa de todas a “Application Support”. As próprias aplicações da Apple têm ficheiros espalhados por diversos lugares. O que é bom é que mesmo dispersos, são sempre fáceis de identificar pois não têm nomes crípticos.

        • AlexAlex says:

          Na verdade alguns raros apps, em Linux, usam de manter tudo a partir de uma só pasta, mas são muito incomuns. Apps baseados em /opt podem recriar internamente /bin /usr etc. e ter tudo em um só lugar, mas é mesmo bastante incomum.

  2. @David, a Apple Fusion drive é uma solução em que o SSD é usado como cache e a parte SSD e HDD surgem como um volume único perante o sistema operativo. Ou seja, não é possível escolher o que vai para o SSD e para o disco rígido. É uma solução idêntica aos discos híbridos tipo SSHD (http://en.wikipedia.org/wiki/Fusion_Drive).
    Aqui são efetivamente duas unidades numa só e com uma só interface: podemos instalar o OS no SSD e deixar o HDD para os programas e dados, tal como faríamos numa solução de duas unidades fisicamente distintas.

    António Eduardo Marques
    Responsável pela comunicação da WD em Portugal

    • Nunes says:

      No FusionDrive o SSD não é cache! É igualmente espaço disponível para armazenamento que se soma ao espaço do outro disco, com o sistema a fazer a gestão automática onde os dados são guardados! Um pequeno espaço do SSD (4GB) é reservado para receber dados que depois o sistema definirá onde serão guardados.
      Se o SSD no FusionDrive fosse cache haveria duplicação de ficheiros nos dois discos, e o único espaço disponível para armazenamento seria o disco duro. Nada disso acontece! Por isso não é uma solução idêntica aos discos híbridos SSHD, aliás nada impede uma pessoa de usar a tecnologia com dois discos SSD se assim quiser!

    • JJ says:

      Obrigado pelo esclarecimento.
      E realmente uma boa solução, parabéns.

      Agora esperar os preços baixarem…

    • Nelson says:

      Não, não é cache, é um sistema de acesso á memória não-uniforme. Uma cache implica uma cópia local, mas não é isso que o fusion drive faz.

      Para o SO passam os dois discos a fazerem parte de um só volume, como se depois do ssd continuasse no disco de pratos e agulhas.

      Ao contrário do que pode fazer no Windows, em que o de um lado ficam uns ficheiros, e no outro ficam outros ficheiros, obrigando o computador a ter sempre os dois discos ligados, no Mac o sistema operativo distribui os ficheiros de maneira a balancear os tempos de acesso, latencia e impacto energético, sem nunca duplicar os ficheiros nos dois discos.

      Por exemplo, um utilizador de Mac pode usar uma fusion drive, ou instalar este disco como volume fusion drive, e fazer um download sem ter os dois discos ligados e a funcionar, o que poupa em muito a bateria. Depois, se o download ficar “esquecido”, o sistema operativo trata de transportar os blocos do ficheiro para o disco rígido, libertando o ssd.

      A diferença é que os ssd da Apple já são na maioria 100% PCI-express, que permitem poupar energia na interface, reduzir os encargos de CPU e obter maiores taxas de transferência.

  3. Faria says:

    1º disco duplo???
    Então os hybrid são o quê??? A Seagate já passou a sua 3ª geração destes discos…
    Vejam o título que põem nas noticias, sff.

    • Vítor M. says:

      Ora dá um exemplo para poder trocar umas linhas contigo 😉

    • Tiago Santos says:

      Adoro quando se manda barro a parede para ver se cola… Talvez um pouco leitura previa não fizesse mal.

      Enfim . . .

      • Jose says:

        Faz sentido, mas não é nada de novo nem criado pela a WD, muito pelo o contrário, usa o mesmo conceito dos discos Hybrid.

        Até agora ninguém o fez, porque pelo o que custa, não vale a pena, fica mais barato comprar um SSD e HDD a parte.

        Com apenas 130€, tenho um disco de 1TB (60€) e um SSD com 120GB (70€).

        Em comparação a 300€, por amor de Deus, é mesmo quem não tem onde gastar dinheiro, quero ver em que mercado a WD tenciona vender o tal disco.

        • da WD e de 2.5″ ambos ? é o suficiente para fazer a diferença, a diferença de preços é “grandita” como diz o outro.

        • Nunes says:

          Num portátil ou computador onde não haja mais espaço para dois discos, parece ser uma boa solução, embora se calhar já venha um pouco tarde quando o mercado caminha para interfaces baseados no PCI capazes de tirar todo o proveito dos SSD!!!

        • JJ says:

          Talvez o mercado seja os equipamentos que só tenham espaço para um disco!

        • Nelson says:

          Ya, eu por 300€, comprava um SSD simplesmente maior,.. Quantos gigas de ssd posso comprar hoje em dia? Para aí um tera ou quase?

          • lmx says:

            hummm…

            quase que compras 512 gb… mais quilo menos kilo lol 😀

            1 TB??isso era bom era…queria dizer que por um preço mais acessível tínhamos 256-512gb…era um espetaculo 😛

            cmps

          • Nelson says:

            Sim, 300€ ainda dá meio tera…

            Não quero saber… já chega…

            Aliás, tenho um de 240GB, e a minha partição OSX só gasta 80GB com lixos normais…

            Fotos do ano passado para trás, e videos estão em discos rígidos próprios para o efeito (reciclados dos que já tinha).

          • lmx says:

            também andei á procura desses discos da toshiba de 240gb em determinada loja, mas na altura não tinham… :S acabei com um de 128gb…

            fiquei impressionado com a performance do meu toshiba…não dava nada por ele, e afinal é dos mais rápidos…não perdem muito para os ocz por exemplo e teem um preço imbatível…

            cmps

        • lmx says:

          Boas…

          Esta ideia não é má…!

          Para não haver preocupação…os discos ssd são bons para ter em Raid…porque não há perda de dados…ou pelo menos baixas muito a probabilidade de vires a ter perda de dados…

          Mas…em vez de teres sistemas raid…podes ter discos “normais” e em muitas situação sai mais barato que ter arrays raid 😉
          Porque pura e simplesmente os discos magnéticos teem uma durabilidade de leitura escrita brutal comparativamente com os ssd…

          Ou seja estas discos para a maioria dos casos onde não vale a pena ter raid…são a solução ideal…o SO corre no ssd, partes do SO correm no HD, e os dados são guardados no hd 😛
          Consegues ter um sistema com probabilidade de perdas menor e mais barato que com arrays raid…

          Tudo depende daquilo que queres…

          cmps

          • Nunes says:

            Considerando a performance deste disco não creio que tal seja sequer equacionado por quem pudesse estar interessado em RAID, ficaria mais bem servido com um disco SSD e outro HD independentes. Não só facilmente arranja SSD mais rápidos como um HD independente permite uma maior largura de banda global de acesso a dados! Isto só interessa mesmo a quem não tem espaço para ter dois discos e prefere um compromisso em termos de performance vs tamanho de disco

          • lmx says:

            Nunes…

            A questão do espaço, sem duvida… 😉

            mesmo assim, no mesmo espaço, consegues maior largura de banda do que com 2 discos físicos…pois esta é a única solução…para o espaço físico de um disco… 😉

            cmps

          • Nunes says:

            :S
            o disco tem só a largura do interface SATA. Se quiseres aceder aos dois discos ao mesmo tempo estás limitado: um único interface SATA a ser competido por dois discos! A única operação que provavelmente não fica limitada é cópia entre esses dois discos, pelo menos imagino que a WD pensaria em dotar o disco com uma ligação exclusiva entre os dois

          • lmx says:

            Nunes…

            :S

            sendo que atualmente o sata III tem 750MB/s

            penso que não haja qualquer problema com a interface 😉

            pode haver é com o driver implementado em Firmware para “multiplexar” os dois discos sata…ou lá o que seja lol, mas não sabemos a largura de banda do mesmo…só sabemos que temos uma interface sata III como interface…

            A interface sata III fica pouco utilizada com este disco…a não ser que a interface seja “corriqueira”…tipo dos chineses lol

            cmps

          • Nunes says:

            O máximo que consegues em transferência com o SATA III é inferior a 600MB/s, e arranjas discos SATA III que usam toda a largura permitida! Por isso é que digo que a solução de dois discos num único interface é limitativa

          • lmx says:

            Eu falei em dados que são publicados…embora a gente saiba que eles inflacionam a coisa…é uma questão de markting…

            De qualquer forma 300MB/S + 300MB/S é impossível de atingir com discos HD convencionais(imaginemos dois discos exactamente, exactamente iguais…que não existem…).

            Ou seja a única forma de atingir isto seria com um disco ssd bom + mais uns “tostões”…

            ora imaginando 550MB/s do ssd + 170MB/S do disco HD(15K…uma fortuna) =720MB/S mesmo assim, não sei não…e estamos a usar um disco 15K

            se usarmos um disco 10k não sei se temos mais do que 120-140MB/S…e isto é caro

            se usarmos um disco 5400 rpm+SSD…fica dentro do sata III

            Neste caso ainda fica mais dentro porque o disco SSD tem cerca de 300MB/s…mais cento e tal…tens aqui uma folga brutal…ainda na interface SATAIII

            A questão que se põe não é por ai, mas como disse é uma questão de como é que consegues multiplexar a info do lado de la do SATAIII…

            o firmware, e hardware que te vai permitir usar os dois discos…ai é que está o limite…talvez por isso tenham limitado o SSD a cerca de 300MB/s, para ficarem com o resto da largura de banda possível no “desmultiplexar” para o disco HD…

            cmps

          • Nunes says:

            @ lmx
            procura por informação sobre SATA III. A velocidade máxima teórica para transferência num disco é 600MB/s, e velocidade sustentável é inferior a isso. Por isso, os discos SSD bons que falas, usam já toda a largura possível.
            Para além disso, com dois discos a usar o mesmo interface a velocidade máxima sustentável será muito provavelmente inferior ao que se conseguiria só com um!

          • lmx says:

            @Nunes…

            Pois nesse caso teríamos que colocar o SSD a um máximo de cerca de 480MB/S..

            Mas é como te disse a limitação deve vir quase que de certeza do [Multi/Desmulti]plexer interno…pois o disco SSD está limitado a cerca de 300MB/S e não a cerca de 480MB/S…

            por isso eles limitaram o ssd a cerca de 300MB/S para ficarem com o resto da Largura de Banda para o HD, ou seja, este driver…deve ter performance máxima de pouco mais de 400MB/S…

            a questão de não conseguir manter a taxa consecutivamente existe um qualquer um dos cenários…quer nesta situação, quer na situação de dois discos em separado…

            sendo que este disco não satura a interface…a questão que se coloca é de até que ponto é que o driver interno mantém a taxa de pouco mais de 400MB/S, e até que ponto,o facto dos dois discos estarem a funcionar, afecta esse mecanismo, mas aqui não conhecemos mais parâmetros…

            Se nos dissessem que com os dois discos a trabalhar tínhamos uma taxa de 400 e picos megas…deduzíamos que não afecta, mas isso eles não dizem :S

            …é só jogadas de marketing, e depois tem que se comprar para testar…

            De qualquer forma numa maquina normal não é fácil saturar uma interface sataIII…

            Eu por exemplo tenho discos SSD, e nunca consegui nem perto das taxas de transferência anunciadas…

            O máximo que consegui foi a volta dos 300MB/S…vai depender muito da maquina de cada um…estou a falar neste caso em concreto de laptop’s…

            cmps

          • Nunes says:

            @ lmx
            continuas a ter menos largura de banda que dois discos em interfaces diferentes!
            Se não consegues no teu caso mais de 300MB/s ou é porque tens SATA 2, ou é do disco.
            Já arranjas discos que ultrapassam 1GB/s com outro interface em uso real!

          • lmx says:

            Nunes…

            mas esses discos de 1GB/s custam um balúrdio :(, e o hardware a volta para que possas tirar partido deles também…

            Eu quando fiz a comparação foi espaço versus funcionalidade versus preço…

            Quanto ao facto de saturares a interface, depende sempre do tipo de discos que usares…se usares dois ssd’s saturas e de que maneira, mas se usares dois hd’s normais não saturas..e ficas bem longe de saturar…

            onde saturas de outra forma é combinando um disco ssd com HD que é o caso aqui, mas aqui vimos que a interface não é saturada, porque o driver…satura primeiro…

            Num caso ideal em que o driver tenha uma largura de banda igual ou superior a interface e se o disco ssd não estiver limitado, ai saturas…porque nos discos actuais o encode é feito a 10 bits…;)

            O caso que eu te dei no inicio foi partindo do principio que o encode era feito a 8 bits(750MB/s), e embora isso seja possível, é melhor a 10 bits(600MB/s), há menos taxa de erros…é o que se utiliza hoje em dia… 😉

            De qualquer forma esta combinação parece-me muito boa…pois tens performance no disco ssd e fiabilidade no hd, a performance, é bastante aceitável…por exemplo para um notebook, ou para um local de espaço reduzido.

            O preço mata em muito a coisa :S
            Ao menos podiam ter um espaço ssd de 256GB 😉

            cmps

          • Nunes says:

            @ lmx
            o meu exemplo de discos a 1GB/s é para demonstrar que um computador e disco pode usar mais do que o que o SATA III fornece de largura de banda, é um exemplo de como arranjas muito mais performance do que este disco tendo um SSD e HD em interface diferentes.
            Os discos de 1GB/s não custam um balúrdio, muito menos quando comparados com o que este custa; estão até a tornar-se standard em muitos computadores novos. Pega num Macbook Air novo e a performance do disco é pelo menos 2,5X superior, pega num dos modelos da Sony, idem! Pega num iMac idem, e nesse caso consegues ter um SSD mais um HD em interfaces separados, que é o cenário que sempre indiquei para comparação, tendo a vantagem de poder criar um Fusion Drive que, com a sua gestão inteligente, permite tirar o máximo de proveito da performance do SSD e recolher o benefício do espaço extra do HD, numa maneira que dificilmente se consegue com este disco.
            Quanto ao SATA III, desculpa mas não tens modo de ultrapassar 600MB/s, a questão do encoding é uma falsa questão pois o standard é assim mesmo desde a primeira versão, não é de agora, não podes mudar!

          • lmx says:

            Boas nunes…

            Mas isso são dois discos sata III(ou thunderbolt. ou que seja) separados para o fusion não é??

            já agora…qual a taxa de transferência do disco ssd??

            É que o disco ssd é que vai ditar, a velocidade da coisa…

            De qualquer forma usar um disco como cache…não me convence, porque tenho a ideia que os dados para serem passados para o HD, passam sempre pelo SSD…

            A nivel de gestão de energia é um horror(não por serem dois discos…), sendo que duplicas os gastos…pois acabas por processar a mesma info 2 vezes…primeiro para o SSD e depois ele passa para o HD(ou não)…pelo menos é esta a noção que tenho…

            A solução WD apresentada, tem em vista a NÂO PERDA de dados…

            a solução Fusion Drive tem em vista muito possivelmente melhorar as taxas de transferência para um disco HD, coisa que a WD com esta solução não implementa(penso eu)…

            Mas num laptop…a maioria deles só trás um disco sata, esta solução é a única…se calhar por isso é que o preço é alto…

          • Nunes says:

            @ lmx
            Fusion Drive não é cache nem precisa de discos especiais, e não vejo qual é o teu problema que os dados a escrever passem primeiro pelo SSD – a qualidade dos SSD usados é muito superior ao que era até há uns anos atrás. Não há duplicação de gastos pois o HD só é usado de tempos a tempos, a preferência é usar o SSD. Ler do HD não obriga a copiar para o SSD – não é cache. Não há perda de dados, pelo menos não mais do que o normal! A Apple usa interface PCIe para discos SSD.
            Com a solução da WD nada te garante que tenha melhor gestão de energia que dois discos eficientes independentes, não fazes ideia de como é que os discos na solução da WD são geridos, e irá depender de como são usados!

            Quanto a uso em portáteis, tal como já disse no meu primeiro comentário:
            “Isto só interessa mesmo a quem não tem espaço para ter dois discos e prefere um compromisso em termos de performance vs tamanho de disco”

  4. kendimen says:

    Muito bom! Agora basta aguardar a usual descida de preços, para fazer o upgrade 🙂

  5. JJ says:

    O PC reconhece como fosse duas unidades de disco ou apenas uma? Ou seja, consigo instalar o SO no SSD e os restantes ficheiros no HDD?

    Fiquei na duvida quanto a este ponto…

    • Emanuel Lopes says:

      São duas unidades numa única caixa

      @David, a Apple Fusion drive é uma solução em que o SSD é usado como cache e a parte SSD e HDD surgem como um volume único perante o sistema operativo. Ou seja, não é possível escolher o que vai para o SSD e para o disco rígido. É uma solução idêntica aos discos híbridos tipo SSHD (http://en.wikipedia.org/wiki/Fusion_Drive).
      Aqui são efetivamente duas unidades numa só e com uma só interface: podemos instalar o OS no SSD e deixar o HDD para os programas e dados, tal como faríamos numa solução de duas unidades fisicamente distintas.
      António Eduardo Marques
      Responsável pela comunicação da WD em Portugal

      • Nelson says:

        … e é possível, caso queiras fazer a gestão manual, desfazer o fusion drive, e tratar como duas unidades distintas…

        Não é como esse sistemas de cacha, pois não há duplicação, e não há leituras e escritas constantes, toda a gestão é feita automaticamente pelo SO em tempos oportunos (por exemplo, de noite)

  6. Carlos says:

    Há 3 anos comprei um HD da Seagate com 500GB HD e 4GB SSD. A novidade deste é apenas a maior capacidade

  7. @Faria, os SSHDs (discos híbridos SSD/HDD) são unidades em que o SSD é usado como cache.
    Esta solução é “dupla” porque na mesma unidade física há duas unidades… físicas: um SSD que pode ser usado como SSD e um HDD que pode ser usado como HDD.
    O sistema operativo (para já só Windows) “vê” as duas unidades separadamente, tal como aconteceria se tivéssemos instalado um SSD e um HDD em dois slots diferentes.
    A vantagem aqui é que em equipamentos com um só slot (caso da maioria dos notebooks) pudemos efetivamente ter o melhor dos dois mundos: um SSD para o sistema operativo e um disco grande (neste caso 1TB) para o resto.

  8. antonio says:

    Alguem viu bem as specs? 140mb write no ssd?
    no thanks!

  9. J. says:

    Tendo em conta que os discos SSD têm uma vida mais limitada que os HDD, gostaria de saber o que acontece quando a parte SSD deste disco ficar “gasta”…

      • golias17 says:

        Para todos os efeitos têm, apesar de actualmente não ser assim tão curta como era nas primeiras vezes que apareceram.

        • Nelson says:

          Têm nada…

          Achas que os HDD’s são indestrutíveis?

          O que há, é um maior uso das drive’s (são geralmente mais pequenas e mais rápidas), o que acelera o “envelhecimento” dos blocos.

          Mas os blocos de um HDD também fatigam rapidamente, mas como é o “normal”, e “sempre foi assim”, não se liga.

      • lmx says:

        ter teem…

        agora, claro que a tecnologia evolui e a compressão de dados nas flash’s e seus algoritmos também evoluem… 😉

        Mas ter um disco ssd requer algum cuidado…

        por exemplo tudo o que seja pastas de download(browser), ou /tmp, é forçoso que estejam na ram e apenas quando a maquina é desligada é que a info é copiada para o disco…

        Por exemplo o windows é péssimo para ter num disco ssd…por um lado por causa da fragmentação, que o disco sofre…por outro lado porque não existe a facilidade de por exemplo usar ram para diretórios, etc…ou se existe, não sei como se cria um mount point em ram no windows… :S

        são alguns exemplos…

        Mas se houver cuidado é suposto o disco durar muito tempo mesmo…se todas estas coisas forem acauteladas

        cmps

    • Nunes says:

      depende dos discos, há discos SSD capazes dum grande nº de ciclos, para além de que o “gasto” se irá notar gradualmente sem perda de dados na maioria dos cenários (desde que haja espaço livre, coisa que muitos SSD deixam propositadamente), devido à gestão que faz dos sectores, ao contrário do HD em que a falha será grave por questões mecânicas na maior parte dos casos, inutilizando todo o disco!

  10. Emannxx says:

    O preço deste bicho é que dói. Eu a pensar que tinha o meu dilema de upgrade do disco resolvido… pelos vistos ainda não eheh

  11. Isac says:

    Uma dúvida, se o SSD avariar, será que conseguimos aceder ao HDD? ou avariam-se os dois ao mesmo tempo?

  12. diogo says:

    Se não fosse o preço era um investimento a ter em conta

  13. someone says:

    É pena não ser algo standart, o facto de 2 drives estarem limitadas a um conector faz com que só uma possa ser vista sem suporte adicional, por outro lado fico contente de ver alguém a tentar desafiar os atuais modelos.

    Quanto aos $299, acho que acabam por matar o produto, eu pessoalmente penso que indo por esses preços mais vale por algo mais e comprar apenas um SSD de uma capacidade superior.

  14. lmx says:

    hummm…

    Ora se isto não é híbrido…serão dois discos certo??

    cmps

  15. Ru1Sous4 says:

    SSD com velocidades de 350/140 que joke…

  16. AlexAlex says:

    Essa coisa do Fusion deve ser basicamente o LVM (Logical Volume Manager) com um outro nome qualquer:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Logical_Volume_Manager_%28Linux%29

    • Nunes says:

      O equivalente ao LVM no Mac é o Core Storage. O Fusion Drive é uma funcionalidade que usa o Core Storage, mas não tens equivalente no Linux, pelo menos que eu saiba!

      • AlexAlex says:

        Agora percebi o que faz o Fusion Drive. Ele cria algo similar a um SSHD só que utilizando discos separados, interessante. Como sou bastante conservador com data, tenho “medo” dessas soluções por software, incluindo LVM, RAID por software etc. hehe
        Abraço!

        • AlexAlex says:

          Completando, de fato não me lembro de nada assim em Linux, de forma automática. O que faz-se há muito tempo é usar partições/filesystems diferentes de acordo com o interesse, ex: colocar /boot e / no SSD, usar ReiserFS para /var e, /home no HDD. Assim os arquivos de sistema, no SSD, aproveitam-se da maior velocidade, o ReiserFS em /var o deixa bem mais rapido (ao custo da confiabilidade, mas não há nada realmente vital em /var) e, tem-se toda a tralha de /home no HDD.

        • Nunes says:

          não! um sshd usa o flash como cache! Com a tecnologia Fusion Drive o SSD é espaço de armazenamento, não é cache! Com os SSHD a cache leva à duplicação de ficheiros, embora o único sítio onde os ficheiros são realmente guardados seja o HD!
          Com o Fusion, um algoritmo dá prioridade para que ficheiros mais usados sejam guardados no SSD, sem que haja duplicação de ficheiros entre os dois discos. 4GB do SSD são usados como buffer para escrita de ficheiros em disco, o Fusion Drive depois determina qual o local mais indicado para guardar!
          É o uso deste buffer e o facto de guardar no SSD os ficheiros mais usados, que permite que a performance seja bastante próxima dum SSD, melhor que a solução de discos híbridos SSHD, que esbarra muitas vezes nas limitações da velocidade do disco duro, pois os ficheiros têm sempre que ser escritos para o disco duro, e o espaço de cache não é muito grande, o que significa que há mais coisas que têm de ser lidas primeiro do disco duro!

          • lmx says:

            Nunes…

            Cada ficheiro que seja escrito no disco passa obrigatoriamente pela flash(cache)??

            Mas nesse caso o disco degrada-se mais rapidamente, por causa do numero máximo de ciclos, que apesar da compressão etc, tem que escrever na flash?!

            Ainda não percebi muito bem esta parte…

            Para mim, faria mais sentido, muita ram a servir de cache do que flash a servir de cache…?

            …esqueçam a hipótse de ficar sem corrente no processo…

            cmps

          • Nunes says:

            estás a falar de quê?
            Os SSHD (coisa que este disco não é) usam o flash como cache, parece-me ser algo de conhecimento comum! Quais os ficheiros que são escritos para a cache dependerá do algoritmo que é usado pelo disco! RAM não permite o que se consegue com o Flash, não só é muito mais caro, como não dá para fazer boot rápido. Quanto aos ciclos, há Flash e Flash… e se o disco for de qualidade, terá sempre folga, reservando espaço sem usar para compensar perdas futuras e assim durar mais tempo até se notar degradação de performance.
            Quanto ao Fusion Drive, já expliquei que chegue

          • lmx says:

            Nunes…

            desde já o meu obrigado pela tua explicação 😀

            Bom, isso foi o que me pareceu a mim.
            Mas realmente parece-me que um disco híbrido dentro de pouco tempo…deixa de ser híbrido 🙁 , por isso preferi confirmar com alguém que domina a coisa 😉

            cmps

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