PplWare Mobile

Sanwa PrePeat RP-3100 ou a impressora sem tinta!


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Hugo Cura says:

    Bastante interessante. Será certamente o futuro nesta área.

    • a says:

      Do modo em que este produto é apresentado não vai pegar moda.Vários factores:

      > O simples acto de sublinhar, escrever/apontar com uma caneta vai automaticamente inutilizar este papel. Com os preços actuais não é uma boa solução.

      > Uma pessoa deixa o carro ao sol com documentos lá dentro, não sei até que ponto as temperaturas podem ou não alterar o conteúdo da página. Tenho conhecimentos de peças do tablie que foram afectadas pelas altas temperaturas (deformação, rachas, queimadelas).

      > Este “papel” à base de poliméros, presumivelmente sintéticos, podem não ser de fácil decomposição.

      > Vai deixar de ser possível fazer aviões de papel….. 😛

      • Constantino says:

        poliméros –> polímeros, e desde logo estes já são sintéticos desde a sua origem, daí a sua designação de polímeros (basicamente plásticos q podem ser de vários tipos).

        • Fábio Fontes says:

          Não necessariamente! O componente essencial do teu organismo, as proteínas, são polímeros de aminoácidos, lol

        • DiegoP says:

          o Fabio Fontes está certo, grande parte da estrutura de animais e plantas é feita de polímeros, e inclusive os sintéticos surgiram como uma variação dos naturais…
          é… e pensar q vc escreveu pra corrigir… a internet precisa urgente de novas regras de etiqueta…

  2. Weasel says:

    isso de reaproveitar o papel nunca me convenceu, como é que ela reaproveita papeis amolgados e enrugados?

  3. op says:

    japon sempre a frente

  4. 3nvy says:

    Bastante interessante realmente, daki a uns anos de certo que será acessível a todos 🙂

    @Wease

    Kuando se fala ali de reaproveitar papel, n é meteres la pedaços de papeis e aquilo faz uma folha nova, mas sim, devido ao material da folha, a própria impressora consegue apagar td o que ta escrito nela para voltar a escrever coisas novas nessa folha 😉

  5. João Ribeiro says:

    Muito interessante!

  6. ace says:

    Todas as tecnologias são caras no início…
    Mas, também é preciso ver que se poupa nos tinteiros e no papel, se calhar ao fim de algum tempo de utilização começa a compensar.

    • Bartolomeu says:

      Claro! Depois são os consumíveis que aumentam e diminuem o preço das impressoras. Veja-se o caso das impressoras com preços de verdadeiras pechinchas para as funcionalidades que oferecem e com os preços dos consumíveis/tinteiros a serem por vezes mais caros que a própria impressora. Neste caso não tem tinteiros mas um papel especial, pode ser que apareçam papeis compatíveis ou reciclados como no caso dos tinteiros.

  7. alain says:

    e como funciona? há necessidade de papéis especiais?

  8. ZiLOG says:

    Numa comparação com uma impressora “normal” e papel “normal”, quantas impressões é que temos que fazer até que compense ter uma impressora destas? 1.000.000 de impressões? ou mais?

  9. a Friend® says:

    Técnologia que para mim não faz sentido.

    Para quê que alguém que imprimir algo, para depois apagar?…

    • Francisco says:

      Não é bem para apagar, mas para voltar a escrever quando já não precisas mais. Quanto ao custo, certamente ue se lembram do custo dos primeiros telemóveis, agora, com cerca de € 20,00, já se compra um novo e/ou até com chamas incluídas.

    • zéé says:

      muitos documentos impressos tornam-se, ao fim de algum tempo, inúteis e inseridos para reciclagem, ou por vezes despejados mesmo no lixo comum. com esta tecnologia poupa-se árvores, não se usa tinta, o que se traduz numa solução bastante mais ecológica.
      é sem dúvida um grande avanço na tecnologia. 😀

      • a Friend® says:

        Para isso é que existe a tecnologia digital.. para isso é que os faxes foram substituidos pelos e-mails 😉

        Poupa-se mais papel e é mais económico…

        Isto para mim é tecnologia que não está a seguir os avanços técnológicos…

        É engraçado, é cativante… mas é inutil.

        • zéé says:

          sim, a tecnologia digital é sem dúvida a melhor solução, mas nem sempre! e quando a solução digital é inviàvel? esta torna-se sem dúvida a melhor alternativa 😀

        • Bruno M. says:

          Os faxes não foram substituidos por emails… ainda de utilizam e muito os faxes…

          Esta tecnologia é UTIL para as empresas, onde há muito papel que é deitado ao lixo (TONELADAS DIARIAMENTE) logo, vale a pena…

          • a Friend® says:

            Pois ainda é uma realidade para algumas empresas e “util” para essas empresas porque elas não se modernizaram…

            Hoje em dia até facturas de telefone recebo por e-mail, seguro, contratos, e .. até as fianças! 😛

            Ou seja… essas empresas dependente de faxes é que.. estão “atrazadas” 😀

          • Bruno M. says:

            Amigo, mesm assim os faxes são NECESSÁRIOS! Além do mais, o que tu recebes por email, já esteve OBRIGATORIAMENTE em suporte físico, vulgo papel.

            Foi então digitalizado e só então enviado para os clientes.

            Isso vê-se, por exemplo, nas finanças, nos hospitais (na sua maioria privados, etc…)

            O Suporte físico, continua a ser imprescindivel…

            Um abraço,
            Bruno M.

      • Francisco says:

        Bem… agora lembraste-te de uma coisa boa. A questão do ambiente!

        De facto poupam-se nas árvores, mas já há solução para isso. O papel reciclado!

        Amado por uns, odiado por outros, mas mesmo assim o papel reciclado levanta questões ambientais, porque o modo de fabrico, tem o seu preço para o ambiente.

        Para esta tecnologia (impressora e papel), não sabemos o seu “custo” para o ambiente quando ao modo de produção dos materiais e/ou da sua utilização.Faz lembrar aquela questão dos carros eléctricos. De facto funcionam sem causar poluição, mas por vezes o modo de obtenção da energia eléctrica, é através de métodos altamente poluidores como a queima de carvão ou combustíveis fósseis…

    • a Friend® says:

      @Francisco

      Nem ponho o preço, porque naturalmente é uma coisa nova.
      A questão é que quando se imprime um documento, é para se o ter arquivado, assinado, ou seja o que for…

      Isto já me faz lembrar os velhos faxes com impressão a laser num papel especial e depois com o tempo apagavam…ou até mesmo as facturas… depois lá se ia o comprovativo ao ar…

      Acho que esta tecnologia simplesmente não faz sentido. Deveriam apostar em algo do genero, sem recorrer a tintas e tudo o mais, com laser ou algo parecido.. mas não da forma como este é apresentado, com papel especial e re-utilizavel…

      A meu ver, não faz mesmo sentido algum…

      • Francisco says:

        Não deixas de ter as tuas razões. Estamos no mundo da era digital, onde por exemplo as facturas são electrónicas, quando eram em papel à bem pouco tempo.

        Mas o que se passa comigo, é o mesmo que se passa com muita gente. Imprime-se muita coisa, que depois nunca mais voltamos a ver. Desta forma (para já não porque é caríssimo), podemos aproveitar este material (não lhe chamo de papel, porque nem sei o que é), e voltar utilizar e fazer uso dele. Gosto pessoalmente de ter documentos em papel e fazer uso dele, em vez da sua utilização num computador, porque se trata de um meio de arquivo mais seguro que o computador (mais seguro quero dizer, imune a vírus e craches de sistema e outros problemas normalmente ligados a sistemas eléctricos e electrónicos de um computador).

      • Guilherme de Sousa says:

        eu por exemplo imprimo imensas coisas da univ q so preciso delas durante um semestre. n consigo tar a estudar mtas horas a olhar para o pc. ler apontamentos no pc é pessimo como deves imaginar.

        é verdade q a soluçao digital é boa para mts casos, mas nao para todos. obvio q passar de faz para email é viavel, mas tmb depende da quantidade de texto.. ler grandes quantidades de texto no pc nao so n tem o msm grau de concentraçao, como resulta em ter q usar oculos ou aumento da graduaçao dos msmos.

        cumps

      • Vítor M. says:

        Não concordo.

        Imprimo uma média de 500 folhas por semana que podem perfeitamente correr todo o caminho até ao destino que é o lixo*

        Esses documentos são de informação, fazem um circuito onde existe “ainda” uma obrigatoriedade de ser em papel e terminam num local, em pilhas, para reciclar.

        Este tipo de tecnologia faz todo o sentido para muitos, mas mesmo muitos, serviços administrativos.

      • pensa nisso como um cd regravavel

        • a Friend® says:

          Pois, foi o que pensei mesmo.

          Mas o CDRW serve para transportar dados do ponto A ao B…. e reaproveitar de novo…

          O papel .. bom… não se enquandra muito nessa categoria 😀

          Para isso é que existem Pen’s…levo um documento de um ponto A ao B 😀

          • Bruno M. says:

            Pode-se enquadrar.. Imagina que queres ter um documento por apenas certo periodo de tempo. Por exemplo, vais transportar algo, mas precisas desse documento como prova até chegar ao destino.
            Após chegar ao destino basta teres em suporte informático, devidamente assinado, após ter sido digitalizado. 🙂

            Aí já podes voltar a utilizar a mesma folha várias vezes para o mesmo processo.

          • a Friend® says:

            @Bruno M

            Problema é que… se alguém assina um papel destes… deixa de ser reutilizável 😀

    • Hugo Cura says:

      Todos os semestres imprimo bastante informação que nunca mais vou ler na vida. O destino é uma pilha de pastas que um dia há-de ir…. não sei bem para onde. Estudar pelo monitor? Dispenso (eu e a maior parte).

      • a Friend® says:

        Diz-me lá que um “monitor” destes, quando atingir a espeçura de um papel não vai dar mais jeito? 😀

        https://www.youtube.com/watch?v=TDuP8PtDJbE

        Com a vantagem de levar multiplos documentos…etc…

        E nem precisa ser a cores, até pode ser baseado na tecnologia dos eReaders 🙂

        Isto sim é o futuro…

        • Hugo Cura says:

          Acho que isso não responde ao meu argumento. Aliás, quem estudar numa coisa dessas (que ainda não existe), estudará também por um PC.

          • Bruno M. says:

            @Hugo Cura:
            Claro que não existe, por isso é que esteve em exposição no CES 2008 a Sony OLED TV…. com apenas 3mm de espessura 😉
            https://www.youtube.com/watch?v=FTEt5o_jt30&feature=related

            Ou a Samsung OLED TV nessa mesma exposição:
            https://www.youtube.com/watch?v=UNjrpv_sqnI&feature=related

            Já para não falar nos protótipos criados que ainda nem sequer tempos conhecimento, e que só daqui a 5/10 anos ou mais é que virão a tona…

          • Hugo Cura says:

            É flexível e portátil? Não! Então não estamos a falar do mesmo.

            Os protótipos são os que o a Friend® enumerou… e que não passam disso, de protótipos.

          • Bruno M. says:

            Pois, não passam de prototipos mas no entanto, os monitores led que hoje existem já tiveram modelos prototipos, tais como os portáteis, os teclados, ratos, leitores de mp3, e até CARROS E AVIOES.

            Os próprios telemóveis já tiveram protótipos antes de serem comercializados, o iPhone, já teve um protótipo, e o produto final está a venda…

            Retirado da wikipedia:
            Protótipo é um produto que ainda não foi comercializado, mas está em fase de testes ou de planejamento. Pode se referir a um automóvel, avião, nave espacial, navio ou qualquer outra embarcação, veículo de transporte ou produto da engenharia, como, por exemplo, um porto ou uma usina hidrelétrica, uma turbina, uma bomba hidráulica, etc. Geralmente estes produtos são testados antes em modelos físicos, em laboratórios especializados de aerodinâmica ou de hidrodinâmica.
            Na informática, protótipo é um sistema/modelo (pode ser um site web ou um software) sem as funcionalidades inteligentes (acesso a banco, sistema legado), apenas com as funcionalidades gráficas, e algumas funcionalidades básica para o funcionamento do próprio protótipo. Utilizado geralmente para aprovação de quem vai solicitar o sistema.

            Como vês, podem e serão eventualmente comercializados futuramente quando o preço comercial for acessível ao consumidor final.

          • Hugo Cura says:

            Ainda bem que na tua última frase dizes “eventualmente”.

            São mais os protótipos que não passam disso mesmo do que os que avançam para o mercado 😉

            Mas é claro, o “papel oled” certamente será uma realidade no quotidiano.

            Contudo, não falávamos de TVs.

          • Bruno M. says:

            Não falávamos de TV’s mas o que eu escrevi acima foi mesmo um exemplo… E não tarda a melhorarem o que hoje já conhecemos…

            Mas como disse, foram apenas exemplos e foi a resposta ao que disseste:

            “Os protótipos são os que o a Friend® enumerou… e que não passam disso, de protótipos.” logo como vês , na sua maioria passam mesmo de protótipos, para o consumidor final. (e não, não me interessa se muitos vão para o balde do lixo.. )

        • ruben says:

          uma equipa de invertigação portuguesa da universidade nova de lisboa tambem criou uma coisa do genero só que pode ser impresso o ecra no proprio papael ou outros materiais. por exemplo ter um jornal como os do harry potter e filmes futuristas em que em ves de imagens temos videos

      • a Friend® says:

        Ou este conceito:

        https://www.youtube.com/watch?v=0znv3V-GsNk

        O futuro aponta neste sentido…e aqui sim, a reutilização não tem limites… com a vantagem de levares apenas um só Reader em vez de resmas de papel a fazer peso 😀

    • MiguelR says:

      “Tecnologia que para mim não faz sentido.

      Para quê que alguém que imprimir algo, para depois apagar?…”

      LOL não é para depois apagar mas sim para reutilizar aquilo que antes ia para o lixo, dahhhhh 😛

      Ainda ontem vi também uma maquina que transformava 40 folhas de papel comum em um rolo de papel higiénico, às tantas até foi aqui no pplware lol..

      O futuro vai estar cheio de soluções para os “nossos” desperdícios.. felizmente e finalmente!!! 😀

    • Genoma says:

      quantas vezes chegamos por exemplo a um hospital e reparamos que o verso da folha foi aproveitado para outro paciente e ás vezes não é riscado e estas muito tempo à espera e quando dão conta estão a chamar a pessoa errada que já teve alta a semana passada …este seria um bom uso por exemplo …não achas

    • céptica says:

      Dou-te uma dica – papers académicos, ou estudos prévios para investigação. Podes imaginar a quantidade de papel inutilizada nas universidades e faculdades de cada país, sempre que os profs exigem a impressão, em vez do suporte digital nos trabalhos académicos?!

      Por enquanto só vejo um problema, o alto custo de tudo. Mas há medida que for comercializado, o produto e consumíveis (papel especial) tenderão os preços a baixar. Só espero que os estudantes possam beneficiar deles em breve. 😉

    • Ric4 says:

      Você ja imprimiu algo errado? já projetou algo que foi mudado?

  10. softclean says:

    É interessante, mas ainda prefiro um conceito que vi por aí, eram umas folhas electrónicas que até permitiam uma certa elasticidade (semelhante a uma régua), e que se podia alterar o texto de livre vontade, já não me lembro de era com um stylus, ou por ligação ao PC.

    Acho que era apenas um protótipo, mas bastante ambicioso e promissor.

  11. Nuno José says:

    Mas isto é fabuloso, é o fim dos eucaliptos.

  12. Pois says:

    pois…muito útil e a vencer esta tecnologia pode poupar milhões de arvores ao abate também pode poupar milhões de euros á economia mundial…quantas firmas ou mesmo particulares que deitam fora quantidades impressionantes de folhas todos os dias, folhas essas que podiam reaproveitar…como todas as tecnologias emergentes o seu preço ainda não é praticável mas em breve se tornará acessível e mesmo económico…sem duvida uma tecnologia amiga do planeta e do ser humano…

    • Francisco says:

      Não te esqueças que a produção de papel em Portugal é uma importante fatia no PIB!

      • Guilherme de Sousa says:

        isso n é desculpa.. nesse caso nem havia acordaos entre paises para a reduçao de gases, pois isso reduz o lucro em grande parte dos casos. é exactamente por essa cegueira q ha a poluiçao q ha

        • Francisco says:

          Não quero que seja desculpa do que quer que seja. É uma realidade que não podes negar! Movimenta milhões logo é importante economicamente. Tal como é economicamente importante a produção de petróleo, e todos os seus produtos intimamente ligado? Porque é que uma solução viável para a industria automóvel tarda a aparecer? Interesses económicos claro!

          Sou totalmente contra tudo que seja ambientalmente indesejável, mas a cor o dinheiro fala sempre primeiro.

      • nfu says:

        Errado, em Portugal não se fabrica papel, fabrica-se a PASTA de papel, o que é completamente diferente.

        Nós fabricamos o que provoca a poluição, que é a transformação da madeira em pasta de papel.

        Depois os outros países compram essa pasta de papel ao preço da chuva, e com uma tecnologia simples e sem poluição, criam as folhas de papel que depois compramos de volta.

        Quem tem o lucro e menos poluição são os outros países, como já é habitual…

        • Hugo Cura says:

          Também não estás completamente certo. Fabrica-se realmente pasta de papel, principalmente pela Celbi, onde um forte cliente é a Soporcel (a ~1KM de distância uma da outra no caso da fábrica da Figueira da Foz / Leirosa), que fabrica papel. A Soporcel tem 3 fábricas DE PAPEL em Portugal.

          Hás-de reparar o que diz em grande parte das resmas Navigator.

          • Hugo Cura says:

            Bem, após ter visitado a Soporcel no fim de semana passado venho corrigir o que disse, que não está correcto em relação à Celbi.

            Na Soporcel, a grande maioria da pasta é comprada ao estrangeiro, aparentemente à Finlândia. A Celbi nada tem a ver com a Soporcel como havia referido (era boato do sítio onde ouvi).
            A Soporcel também fabrica pasta (em pequena quantidade) em alturas do negócio propícias a isso, mas para consumo próprio… quando lá fui estavam a fabricá-la.

            Nas linhas de corte de papel, vi lá marcas de papel de toda a gama Navigator, Discovery, Copia 2000, Xerox, pingo doce (acho, aquela da mão a fazer “fixe”) entre muitas outras, todas a embrulhar do mesmo! Papel de todos os tamanhos e feitios, para importar, para gráficas, para vender em bobinas…. é um mundo. Só o armazém aparenta ser da dimensão de vários campos de futebol.

            O que mais me impressionou lá foram carros de transporte autónomo, para abastecer as linhas de corte, e um armazém de bobinas completamente autónomo, gigante, que se arruma e desarruma sozinho.

            Ah, nas embalagens de papel, o ID começado por 32 identifica que é fabrico português, da Soporcel da Leirosa/Fig da Foz.

        • Francisco says:

          Quando me refiro à produção de papel, em Portugal, refiro-me a toda a estrutura que está ligada. Desde o campo até ao nosso escritório. Seja produção domestica (que de facto existe) ou não não me interessa. Mas que movimenta milhões por ano, é uma realidade!

  13. Alexandre Alves says:

    Penso que esta tecnologia seja boa para casos como Portugal, onde os dados tẽm que estar impressos e devidademnte guardados por um determinado número de anos (não sei precisar quantos ).

    Onde ao fim desses anos podem sempre reaproveitar o papel para novos documentos.

  14. neox says:

    será este o futuro? gostei da ideia, sem duvida uma maneira mais ecológica que a actual.

  15. luisousa says:

    Parece que esta tecnologia tem pernas para andar…

    Gosto do conceito!

  16. UAP says:

    Isto em poucos anos é capaz de compensar, principalmente para aqueles que usam impressoras HP

    Vejam este artigo onde comparam o custo da tinta HP com outros liquidos xD

    http://gizmodo.com/212444/hp-ink-costs-more-than-human-blood-booze

  17. hug says:

    Pelo que pecebi aquilo é um impressora termica A4, isso já exite à muito tempo, praticamente os POS das lojas tem essas impresoras, em que não é ussado tinta nem qualquer cartuxo para a impressão.

  18. Joel Oliveira says:

    Boas,

    Parece-me muito caro mesmo para uso empresarial…

    Posso ter feito mal as contas mas 1 impressora mais 1000 folhas de papel = 800,000.00 JPY (500,000 JPY + 1000 x 300 JPY) = 6,498.30 EUR

    Parece-me um pouco absurdo não? Digam algo se por acaso me enganei nas unidades 😉

    Cumps,
    Joel Oliveira

    • Kekes says:

      Mas se pensarmos bem 1 folha de papel custar 1 centimo cada com a capacidade de reutilização desse “papel”.

      10000-6500=4500€ que se poupam, ou seja em grandes quantidade talvez compense.

  19. Kekes says:

    É giro mas… Eu gosto de rabiscar os apontamentos riscar, e riscar mais, o suporte digital para mim e uma farça. A unica coisa que aceito em formato digital é um jornal, nada substitui um livro, que se guarda na biblioteca, uns apontamentos fisicos para se estar a vontade… Riscar uma folha dessas até me dava um malzinho no coraçao quando me lembrasse do preço 😀
    Tambem não gosto de estar a olhar para um ecrã. Quando fizerem algo que tenha a mesma apresentação que uma folha eu ai converto-me, ou seja pode ser quando uma folha destas custar 5 “centimetros” 😛

  20. gordi says:

    Mas afinal em que tipo de tecnologia se baseia esta nova impressora?

    Sem grande utilidade na minha opinião…

  21. Alien69 says:

    hmmm isto poupa-se na tinta, mas o que poupaste na tinta vais gastar no papel o chinoca disse que cada folha custa 300yen ora isso dá 32€ +/- por folha….

    não me parece que fica mais barato que uma impressora normal.

    mas a ideia é muito boa.

  22. reimor says:

    encomendei 3 para já,mas lá mais pro fim do ano quero mais mas 2.

  23. Não me parece que vá pegar…

  24. Ele says:

    Acho que o dinheiro que se gasta nesta impressora daria bem para comprar tinteiros, e nao poucos.

  25. Marcos Santos says:

    Coitados daqueles que assinarem contratos nesse papel lol

  26. mmick says:

    palhaçada total, precos exorbitantes e tech inutil.

    O futuro sao “iPads” em que podemos escrever e nao ha arvores abatidas que nao para fazer uns cartoes e post its

  27. Jorge Castro says:

    Não percebem ?
    É uma tecnologia recente, aliás muitíssimo recente (:
    É por isso qe se pratica estes preços, ao fim de alguns anos, vai ser o futuro, o papel vai deixar de existir para colmatar as dificuldades ambientais que para ano crescem.

    Para mim, foi uma optima invenção, que por sua vez dará ideias á concorrência para fazer melhor, e quem sabe com mais funcionalidades novas 😉

    Felicidades, pplware 🙂

  28. Jaime says:

    interessante mas pouco pratico

  29. Paulo39 says:

    Na minha opinião (e em oposição a muitos comentários que aqui estou a ler), isto é fantástico!
    Já pensaram na quantidade de árvores que se iriam poupar com a adopção desta tecnologia? Já pensaram na quantidade de lixo que deixa de haver?
    A minha mãe é professora do 2º ciclo e, portanto, posso dizer-vos que vocês não imaginam a quantidade de papeis que circulam numa escola (e que têm de circular) e que, a dada altura, já cumpriram a sua tarefa e vão para o lixo.
    Sim, hoje em dia já se recicla papel (e ainda bem), só que e a energia despendida para o reciclar? e o tempo que consome a reciclar? Esta solução parece-me ainda mais vantajosa do que o papel reciclado.
    Alguns referem que esta tecnologia é inútil porque se vai passar a ter tudo em formato digital.. Duvido muito! E digo-vos, ler no computador, não me convence nada, além de que faz mal à visão. O suporte real é necessário.

    E depois há a questão do preço. É caro? À partida, é isso que parece, de facto. No entanto, convém não esquecer que é algo muito recente. Tudo é caro quando acaba de ser inventado.
    E mesmo assim digo-vos já que fica ela por ela:
    1 folha custa €2,5, só que é reutilizável até cerca de 1000 vezes. Será que uma folha de papel custa menos do que €0,0025 (0,25 cêntimos)? Não!! Custa para aí 5x mais.
    A minha impressora HP tem 2 tinteiros, custando cerca de €20 cada um. A impressora custou-me €100.
    Segundo as contas que fiz, a partir do momento em que ultrapasse o número de 200 tinteiros (100 de cada) usados, a impressora passa a ser mais dispendiosa do que a do artigo.
    (100+100)*20 + 100 = 4100
    Sendo que esta impressora virá a baixar, e muito, o seu preço.

  30. Allware says:

    Optima ideia!
    Esta tecnologia certamente será como a tecnologia lightscribe neste caso nos cds e dvd…
    Certamente será o futuro!

  31. la_marca says:

    Conclusão, vão acabar os incendios florestais. A maioria serve para poder vender as árvores a preços baixos.

    Daqui a uns anos estão os madeireiros à frente da AR a contestar! 🙂

  32. Nuno Sousa says:

    Pouquissimo ecologico. Visão estreita para um mercado consideravelmente morto. Vai uma aposta que nunca veremos isto nos supermercados?
    Os leitores digitais irão vencer…. 😀

  33. Miguel B says:

    Não assino nenhum contrato neste tipo de papel/impressão, sabe-se lá o que irá dizer o contrato após ter sido assinado… 🙂

  34. dajosova says:

    Só irá pegar a moda se o custo reduzir drasticamente, mesmo tratando-se de empresas com grande consumo.

    Além do mais, estão aí os “kindles” 😉

  35. Antonio says:

    Eles sempre arrumam um jeito de ganhar dinheiro!
    Nunca inventam algo que não visem diretamente o lucro…
    E… não… não sou um lúdico!

    Já tinha ouvido falar isso, por pesquisadores da IBM, só que eles avisaram que embora a impressora não precisase de tinta, o papel que seria o caro!

    Palhaçada!

  36. Bianca says:

    Gostei bastante da impressora.
    Saberia me informar qual o site que posso acessar para ver os preços atuais e efetuar uma compra?

  37. Bianca says:

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