Apple Watch Series 11 e SE: revolução de saúde e tecnologia no seu pulso
A Apple acaba de atualizar a sua popular linha de relógios inteligentes, apresentando ao mundo o novo Apple Watch Series 11 e o renovado Watch SE 3.
Durante o seu evento anual, a empresa de Cupertino revelou a sua mais recente gama de smartwatches, composta por três novos modelos para diferentes públicos e necessidades. O Apple Watch Series 11 assume-se como o modelo principal, acompanhado pelo topo de gama Apple Watch Ultra 3 e pelo mais acessível Apple Watch SE 3. A nova família de dispositivos terá preços a variar entre os 249 e os 799 dólares.
O Apple Watch 11 aprimora as funcionalidades de saúde
A fórmula de design do Apple Watch permanece familiar, e o novo Series 11 não foge à regra. O relógio inteligente mantém as dimensões da geração anterior, com alterações estéticas praticamente inexistentes.
Uma das raras novidades reside na utilização de um novo composto de cerâmica para a proteção do ecrã. Em contrapartida, o modelo padrão da gama passa a incluir conectividade 5G, um avanço face ao 4G das gerações anteriores.
No que diz respeito às funcionalidades, o relógio introduz a capacidade de detetar potenciais quadros de hipertensão. Não se trata de um medidor de pressão arterial convencional, mas sim de uma análise contínua baseada no sensor de frequência cardíaca e em algoritmos de aprendizagem automática.
Outra adição focada no bem-estar é a implementação de uma pontuação de sono, que analisa a qualidade do repouso do utilizador.
A autonomia também foi alvo de melhorias, com a Apple a prometer que o Watch 11 garante até 24 horas de utilização com um único carregamento.
O Apple Watch SE 3 herda características dos modelos de topo
O modelo mais económico da família Apple Watch não recebia uma atualização de hardware desde o lançamento da sua segunda geração, em 2022.
Esse ciclo termina agora com a chegada do Apple Watch SE 3, que integra funcionalidades antes reservadas aos modelos mais dispendiosos.
Entre as novidades contam-se o ecrã sempre ligado (always-on display), a deteção de apneia do sono, o carregamento rápido, altifalantes com capacidade para reprodução de música e o suporte para controlo por gestos.




























Ainda não é desta que integra uma solução de medição da glicemia, muito lentos para o dinheiro que gastam em desenvolvimento e investigação
Qual foi o produto homologado pela FDA para a medição da glicemia sem perfuração cutânea?
Há um pessoal que só sabe arrotar postas de pescada.
A unca coisa que saiu hoje de interesse. O resto é mais do mesmo
Lol sou diabético e uso um no braço sem perfuração cutânea.
E mesmo que não existisse, e existem mais de 5, não posso dar a minha opinião sobre algo que a Apple tem investido forte e sem sucesso de aplicação pra já nos seus devices?
Os fãs da maçã estão muito nervosos porque no dia mais importante do ano as ações desceram a pique.
Mas tenham calma que isso sobe
Na minha campanha para o uso da “Vista geral de IA” no combate à ignorância:
“Sim, os sensores de glicose para o braço, como o FreeStyle Libre, utilizam um pequeno filamento flexível que penetra na pele para medir a glicose no líquido intersticial, e não perfuram a veia nem o sangue. Estes dispositivos não requerem picadas no dedo, oferecendo um método de monitorização contínua menos incômodo para pessoas com diabetes.
Como funciona o sensor:
Filamento flexível:
No braço, é aplicado um sensor com um filamento de plástico que entra em contato com o líquido intersticial (o fluido entre as células).
Monitorização contínua:
O sensor mede a glicose nesse líquido e envia leituras precisas para um leitor específico ou um smartphone com o aplicativo correspondente.
Não invasivo:
Embora haja uma pequena penetração cutânea, esta não é uma perfuração invasiva no sentido de uma agulha que fica na veia, sendo um processo indolor e que não exige a coleta de sangue.”
Continua a lutar contra a IA, e se precisares de ajuda eu junto-me.
Sou diabetico ha 31 anos, todos os devices foram me explicados.. e como é obvio meti-me contigo porque não sabias que existe sub-cutânea e cutânea, e como referiste cutânea apenas, quis te dar a volta.
Tanto é, que o resultado com a picada e gota de sangue na lanceta, ainda nos é recomendada quando estamos em hipoglicémia por ser mais assertiva.
E de x em x meses fazemos analises há hemoglobina H1ac porque ainda é mais assertiva
Palavras para quê, és um artista português …
Sempre se esclareceu que, atualmente, não se consegue medir a glicose, com fiabilidade, sem perfurar a pele, o que não dá jeito num relógio.
“Ah, mas a Apple tem gasto tem tanto dinheiro em investigação …” Não é a única.
“Em comunicado, o Infarmed, a Autoridade Nacional do Medicamento, refere que, em plataformas online e redes sociais, há cada vez mais dispositivos alegadamente destinados a medir a glicémia de forma não invasiva, ou seja, sem necessidade de picar o dedo ou perfurar a pele.
Nesse sentido, o Infarmed alerta que “não existe registo” no Portal SIDM de dispositivos médicos com marcação CE que permitam a medição da glicémia de forma não invasiva.” (Sic Notícias, 10/09/2025)
Isso é sobre o novo sistema de alerta de possível hipertensão? Não percebi…
O aviso do Infarmed abrange outros dispositivos, como os medidores de tensão.
Os dispositivos médicos são classificados segundo o risco. Na Classe I geral (baixo risco) é o próprio fabricante que avalia a conformidade. Nos com risco, alguns da classe I, da classe II (um medidor de tensão arterial é IIa e um medidor de glicémia é IIb) e da classe III – é obrigatória a intervenção de um Organismo Notificado para o fabricante colocar a marcação CE). Como diz o Infarmed:
“Os dispositivos médicos devem ser adquiridos junto de operadores económicos devidamente legalizados. Tanto quanto possível, deve ser evitada a compra de dispositivos em websites ou plataformas online não verificadas, uma vez que esta acarreta riscos para os consumidores por não haver garantia da qualidade, segurança e desempenho dos dispositivos adquiridos.”
O aviso do Infarmed com a imagem dum dispositivo falso – com a marcação de conformidade FCA (EUA) e CE (UE).
https://www.infarmed.pt/documents/15786/10773033/Compras+online+-+Dispositivos+não+invasivos+para+a+medição+da+glicémia+fraudulentos/14e10fb0-6603-00f5-61ba-773a3fb84e00?version=1.0
Tão fiáveis como qualquer aparelho sofisticado para medir a tensão. Medimos 3 vezes e temos 3 valores diferentes. Em terra de burros o marketing é rei.
Fazer 3 medições diferentes e obter 3 valores diferentes, não é defeito do aparelho (com conformidade certificada). Até a “Vista geral de IA” sabe explicar.