8 dicas importantes que deve conhecer antes de comprar um SSD

Por Diogo Gaspar para Pplware.com

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47 Respostas

  1. Fonseca says:

    Esqueceram-se de indicar algo importante, entre as categorias “Armazenamento” e “Desempenho”. Acho que isto é importante e reflecte na escolha entre tamanhos diferentes, por vezes por mais 15-25€.

    Exemplo:
    Um disco SSD, da mesma marca e modelo (componentes também), com tamanhos diferentes 256GB e 512GB, o desempenho é maior no disco de maior capacidade e tem maior durabilidade. Tem a haver com a escrita que efectuada em todas as “flash memories” do disco.

    Podem pesquisar isto ou verificar o video do Linus Tech Tips (ou Tech Quickies), que confirmam. Bom post.

    Abraço

  2. Myself_PT says:

    E eu a pensar que podia usar um SSD para correr jogos. Vivendo e aprendendo..

  3. João Terra says:

    Eu utilizo o meu ssd para o sistema operativo e os programas que devo ter no pc, jogos e tudo mais, como documentos estão no HDD de 1TB. Mas nada que se falou aqui é novidade para min

  4. Redin says:

    Para acompanhar…

  5. Balearic Soul says:

    O meu Kingston V100 durou 7 anos, mesmo sendo usado apenas para o SO. Até penso que nem foi mau.

  6. Marco says:

    É verdade o que se diz no Vosso artigo mas os sistemas operativos costumam utilizar parte do disco como memória RAM (pagefile) e o 10 até usa o ficheiro de hibernação fast-startup para arrancar mais depressa.. quer isto dizer que escritas em disco são garantidas. Especialmente em sistemas com pouca memória. Eu uso Samsung e Toshiba e até hoje nunca tive problemas. Não vou discutir marcas , mas se calhar os mais baratinhos de marcas esquisitas …Outros pontos fundamentais são: O suporte para TRIM e Garbage Collection só está disponível a partir do Win7, o que para Xp’s vista e afins com o tempo vai degradar a performance a não ser que usem um qualquer utilitário do fabricante de vez em quando. Dado que a ecrita no SSD é feita de uma forma fragmentada, de propósito por causa do wear-level não faz sentido desfragmentar SSD’s, alias até é prejudicial. Utilitários como Undelete / unformat fora do Sistema operativo podem não funcionar também devido ao tal TRIM, pois o trim apaga blocos de dados grandes marcados para apagar logo apaga o espaço que o ficheiro ocupava, enquanto que nos HDD os bytes apagados aínda lá ficavam se não houvesse uma escrita logo a seguir. Um grande problema dos SSD é o facto de ser um chip e como tal quando queima … foi-se, enquanto que os HDD iam dando algum sinal de problemas ….(aqueles tic tic de recalibragem das cabeças…) Tb já vi alguns morrerem de um momento para o outro se a cabeça de leitura partir ou a placa controladora queimar.. Aqui o backup é aínda mais fundamental. Há inumeros sites com dicas e muita estupidez na net sobre este assunto. Conclusão: Tratem-nos com carinho e vão ver que duram

    • rodrigo says:

      posso estar enganado mas Windows 10 nao permite hibernação num SSD. Essa opção nem sequer aparece.

      • Redin says:

        Se na vez de hibernação usares a suspensão, vai ser muito mais rápido e não precisas de estar a “castigar” o disco.

      • Hugo Cura says:

        Sim, estás enganado.
        Por omissão, a opção de hibernação está desligada, mesmo para evitar escritas no disco.
        Se mesmo assim quiseres usar, tal como eu também uso, em Painel de Controlo\Hardware e Som\Opções de Energia\Definições do sistema, no topo prime em “Alterar definições que estão atualmente indisponíveis” e já podes ajustar as definições de encerramento.

    • Redin says:

      Para quem não gosta de Linux até que acabei por valorizar imenso o sistema de ficheiros que se usa e a capacidade de poder mapear algumas pastas de sistema para discos diferentes. Coisa que sempre tentei fazer no Windows e não consegui.

      • Hugo Cura says:

        Já o fiz no Windows e funciona bem:
        https://superuser.com/a/1020825

        • Redin says:

          Penso que não me expliquei bem para o que pretendia. Por exemplo, eu criei no disco “D” uma pasta para o meu perfil na vez de estar tudo a ser gravado no disco “C”. Somente as pasta “OneDrive” ou “AppData” é que não estou a conseguir mapear. Também dava bastante jeito que os ficheiros de sistema hiberfil.sys pudessem ser migrados para outro lado.
          Será que esse link que deixas-te (create junctions or directory symbolic links) faz isso?
          Obrigado.

  7. euZinho says:

    Fatou só falar dos SSHD (eu tenho um na minha PS4 e é excelente!), uma solução intermédia entre os normais Hd e os SDD. De resto, obrigado pelo artigo, muito útil e explicativo.

    • Luís says:

      a solução q eu precisava.. agora comoespetar a pasta do Windows numa memória flash de 8GB (o q essas drives normalmente trazem/traziam)?
      Sempre q vejo máquinas só coom SSD fico um bocadito de pé atrás precisamente por causa dos ciclos de escrita de dados. Não tiro o mérito a SSD mas eu por mim ou usava SSHD ou SSD para o SO e HDD para as restantes tralhas

  8. Joao Ptt says:

    Também é boa ideia tentar manter o espaço de disco ocupado nos SSD abaixo dos 10% de forma a que o disco possa ir realojando a informação em outros locais do mesmo nunca antes utilizados prolongando assim o seu tempo de vida.
    E já agora é boa ideia não colocar os browsers no SSD porque estão constantemente a escrever dados para o disco, a menos que a pessoa os consiga configurar para não o fazer de forma tão intensiva.

  9. arc says:

    Independentemente do SO, o Marco realça para mim o ponto mais importante nos SSDs, que é precisamente o Garbage Collection, ou seja cada controladora da unidade SSD, tem um algoritmo que realiza a colheita de todo o lixo, a qual consiste em tentar encontrar todos os blocos parcialmente preenchidos e colocar estes como consolidados, libertando por isso mesmo, uma maior quantidade de blocos.
    Por outro lado, existe o Overprovisioning, ou seja, toda a unidade SSD possui um certa percentagem do seu espaço extra reservado e interdito ao utilizador, sendo esse mesmo espaço dedicado a si mesma.
    Assim, Overprovisioning e Garbage Collection em conjunto, impedem o preenchimento do SSD na sua totalidade, ao mesmo tempo evitam que seja exequível prejuízos de maior importância quanto à sua eficácia.

  10. Pedro Daniel Lopes Ferreira says:

    Esqueceram-se de um ponto essencial. Enquanto os discos mecânicos precisam de “parquear” ou “estacionar” as cabeças sobre os discos rotativos antes de desligar, com inconveniente de move-los durante operação, e estando desde 2005 a trabalhar em laptops, tive muitos desgostos com discos deste tipo. A garantia cobre, mas não recupera dados. Em ssd’s nunca sofri destes males, aliás recentemente comprei um usado a um colega de trabalho para um pc de alguma idade, e não só não tive nenhum problema como “ressuscitou” toda a sua alma de trabalho. Se as nand flash comecarem a dar problemas com escrita, para o comum dos utilizadores, vai ser ao fim de anos de trabalho. Os hdd as vezes duravam meses, só pelo facto de se mover “bruscamente” um portátil (já nem falo em quedas).

  11. N1ldo says:

    Notificação ativada agora. 🙂

  12. carlos p says:

    meu rico hd 😀

  13. Daniel says:

    Quanto à durabilidade do disco, tudo depende do uso e da marca, mas os SSD tem cada vez mais durabilidade de escrita, pelo que poderá ser perfeitamente apenas o único disco e não apenas para o sistema, falando de um uso doméstico. No meu caso a durabilidade do disco em TB irá terminar ao fim de 20 anos, sendo que antes disso pretendo mudar de computador.

    Por norma quanto maior o disco maior a capacidade de escrita em tb.

  14. A. Martins says:

    Seria importante também dizer, que não vale a pena comprar um SSD Sata III (6gb velocidade) se o computador não suportar essa ligação! Fiquei a saber isso, depois de comprar e instalar um desses num portátil que só suporta Sata II Fiquei desiludido!!

    • Hugo Cura says:

      Isso não tem importância alguma, muito pelo contrário, há vantagens em comprar o SATA III do ponto de vista de reutilização num sistema mais recente.
      Está referido no texto que o SATA III é retrocompatível e, atualmente, não encontrarás SATA I ou II nas lojas.
      Comprar um disco SATA III para um sistema SATA I é um excelente upgrade. Está limitado na largura de banda, não no tempo de acesso, que é o que mais importa aqui.

      • Diogo Gaspar says:

        A. Martins,

        Imaginemos que a máquina que tem por algum motivo avaria, pode aproveitar o disco SSD para colocar noutra. É facilmente reutilizável. Já que se investe, que se invista em tecnologia recente.

  15. Hefesto,o Grande says:

    Excelente artigo,Pedro Simões. 🙂

  16. Hugo Nobre says:

    Como alternativa existem também os SHDD.
    E podem também utilizar um SSD como cache drive.

  17. rui says:

    uma dúvida que tenho sobre ssd é a questão das partições!
    podemos fazer pelo menos 2 partições ou é desejável não o fazer já que pode aumentar o desgaste na partição onde fica por exemplo o SO que costuma ser a partição mais pequena?
    no entanto já li que a gestão do SSD é feita por todo o disco independente de existirem partições ou não, é verdade?

  18. Alexander says:

    Olá, de tudo que voces discutiram, poderiam indicar algumas marcas que as caracteristicas mencionadas ??

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