Antes do novo regulamento, o que precisa para pilotar um drone?


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51 Respostas

  1. Samuel Pires says:

    Não acredito que estes “avistamentos” não fossem uma jogada de alguem para mais uns taços. Quem ganha, seguradoras e estado, quem perde, o Zé povinho que quer fazer o seu trabalho e tem mais esse custo. Sim porque existem pessoas que trabalham realmente com o Drone. Vou gostar de ver é a GNR com binoculos para ler a “matricula” do drone quando estiver a sobrevoar um aeroporto. Isto não vai resolver nada.

    • Carlos A. says:

      Concordo

    • Vasco says:

      Sr. Samuel Pires, deu-se ao trabalho de ler o projecto de dec.-lei? É que estão lá todas as respostas às suas dúvidas. Mais, a GNR ou outra entidade responsável pelo assunto, não vai precisar de andar de binóculos na mão para identificar o veículo, pode inclusive tomar o comando do drone ou abatê-lo!

      Não podemos fazer lei apenas com os nossos parcos conhecimentos.

    • Serafim Silva says:

      são soluções de gente verdadeiramente inteligente, Drones registados e segurados já não vão para os aeroportos, enfim a minha educação não dá para tratar mal ninguém mas só me apetece rir.
      A quem adore um bom desafio esses “ditos” violadores de leis vão cumprir na integra.
      É lamentável para quem goste ou trabalhe destes aparelhos tenha feito um investimento tão grande e não possa usufruir da beleza das sua imagens e divulgação.
      Concordo com Regras, mas essas já existem basta cumprir e arranjarem um meio de tornar as licenças mais práticas, porque actualmente é impossível obter-las a tempo útil por incapacidade de meios humanos que quer a Anac quer Aan possuem, mas é lamentável um NICHO de sanguessugas fazerem com que todos os Dronistas sejam vistos na rua como bandidos.
      Sinto VERGONHA das pessoas que alinham nestes roubos.

  2. Alberto Caeiro says:

    Mas a GNR controla algum Aeroporto em Portugal ???
    Hummm estranho !!!!

  3. José Carlos da Silva says:

    Continuo a não entender como pode um drone, que voa – no máximo – a 72km/h, seguir um avião que em aproximação à pista ainda vem em velocidades a rondas os 330km/h.

    Tanto alarido e tanta vontade de criar legislação e taxas e impostos e coimas e sei lá o quê mais, por causa de drones. Claro… Entra mais dinheiro para os mesmos. Tanto jeito dá criar mais uma palhaçada à força para sacar mais uns cobres ao mesmo de sempre.

    Há coisa de um mês morreram, tragicamente, 63 pessoas num dos maiores incêndios de que há memória em Portugal. Não vi ninguém fazer nada quanto a isso, nem medidas a serem tomadas. Vejo multas a ser aplicadas a quem limpa terrenos e continuo a ver a bela da beata a voar pela janela dos automóveis. Estranho país, este.

    • int3 says:

      Pode embater numa turbina.

      • Pedro Barbosa says:

        mais facilmente ganhas o euromilhoes…. Só com a deslocação de ar da parte frontal do avião o mais provável é o drone ir para aos quintos do C&/%$ mais velho

      • muralha says:

        Relativamente, a drones acompanharem aviões, posso admitir que a essas velocidades:
        1 – não estamos a falar de drones multirotores (os que estão nas imagens, os que toda a gente conhece como “drones”… os tiram fotos e fazem vídeo… os que se vão lixar com as novas leis)
        2 – um drone tipo avião, teria de ter características muito avançadas (portanto pessoal com dinheiro, conhecimentos e experiência)
        3 – teria de ser, um avião a jato (pouco pessoal em Portugal tem)
        4 – teria de ter muito bons sistemas de rádio, vídeo e mesmo tracking (dinheiro, conhecimento)

        Resumindo, para “acompanhar” um avião, a(s) pessoa(s) teria(m) que construir uma aeronave de elevado valor, ter conhecimentos e experiência avançadas de aeromodelismo… portanto, acho que não seria difícil encontrar este(s) indivíduo(s).
        —–
        E se bater?
        O único estudo de risco que existe, equipara drones a pássaros.
        O problema é que, em qualquer momento estão milhares de aves no ar contra meia dúzia de drones no ar, portanto, estatisticamente a probabilidade de acidente é muito menor com drones.
        —–
        Alguém que me explique, como é que uma situação anormal e temporária dá justificação para criar novas leis para tentar “inibir” (meter medo) quem não cumpre as regras??
        Como se este truque alguma vez tivesse resultado… o que vai fazer é “matar” o hobby.

        Miraculosamente os “incidentes” desapareceram depois do Prós e Contras… até parece que agora uma votação na TV faz lei.

        Mais, não existe maneira de monitorizar estes voos, portanto não é possível apanhar os responsáveis. Portanto, a lei é inútil.

    • Alvaro Antunes says:

      Essa é que é uma grande verdade

  4. UmRevoltadoComOMundo says:

    Eu já havia entendido que a legislação seria, como em outros casos, parva. Mas… “Caso um drone esteja equipado com câmara, tem de pedir sempre licença à AAN para levantar, mesmo que não pretenda fazer nenhuma captura de imagens.” Isto é uma piada, não é?! E não me venham com a questão da privacidade… quando nem mesmo os estados a respeitam.

    • Alexandre Campos says:

      Infelizmente não é uma piada: é uma lei de 1958, o tempo em que (comparando com actualmente) quase não havia câmaras nem aeronaves, quanto mais câmaras em aeronaves. É uma lei obsoleta e estúpida (Tem telemóvel com câmara e vai andar de avião? Tem de pedir autorização à AAN!), mas a vontade política de a alterar é o que se sabe.

      • Serafim Silva says:

        nem interessa alterar a Espanha em 2016 fez 1.000.000 de Euros em coimas aos Dronistas, é um tacho apetecível para Los Hermanitos não?

  5. Joao says:

    se o meu filho fizer um avião de papel e o enviar do alto de um monte a GNR pode multar?!?!?

  6. Alexandre Campos says:

    Parabéns pelo artigo, que ao contrário de muitos por aí dedicados ao assunto, não é bombástico nem “paniquista”
    Tinha ideia de que a consulta pública tinha começado dia 18 de Julho e acaba hoje (21), o que é um prazo ridiculamente curto e propenso a suspeitas de os responsáveis não quererem “levantar ondas” para ter o decreto-lei aprovado à socapa, mas felizmente parece que o prazo afinal é razoável.

  7. Francisco says:

    14 Vezes (só no artigo) a palavra Licença…. é muita licença 🙂

    • Daniel Jesus says:

      Estamos a tentar colocar no psicológico das pessoas a necessidade de ter de tirar licenças. Serviço público 😀

      Tendo em conta que é um texto de 1231 palavras, 14 não é assim tanta licença 😀

      • Francisco says:

        O artigo é bom, simplesmente achei piada tanta licença, taxas e taxinhas. O pessoal ainda não percebeu que isto é uma medida para responsabilizar as pessoas de actos menos próprios. Se todos agissem em conformidade e respeito, nada disto acontecia. Ninguém vai ficar ricos com estas taxas.

  8. Chuck Norris says:

    Sendo proprietário de um drone, concordo (ou melhor, não me incomodam) com as regras impostas actualmente. Com mais ou menos complexidade consegue-se voar ou pedir autorização sem qualquer problema. Alias a ANAC tem sido impecável no tratamento destes pedidos.
    O registo do drone não vai resolver problema nenhum no entanto em situações em que por ex. um drone caia será possível identificar o proprietário.
    O problema grave que vejo aqui, é relacionado com a industria dos seguros. Provavelmente vão se querer aproveitar e elevar os preços. Um dos exemplos que dou é um protocolo entre a Fidelidade e a APANT cujo valor do seguro fica no mínimo por 75€ por ano. Isto sim é completamente ridículo.
    https://goo.gl/yxnxKY

    Em suma, se o registo / seguros não tiverem valores razoáveis e aceitáveis vão forçar os pilotos a entrar na ilegalidade.

    Pergunto-me eu agora. Mas as bicicletas que circulam nas estradas com os carros não são obrigadas a ter seguros? Se calhar também deveriam

    • vtxra says:

      O que questiono em relação aos seguros é: se um drone com um seguro de 75€ deitar um avião comercial abaixo e matar 100 pessoas a bordo (assumindo que um objecto de 6 ou 7 kg consegue fazer isso), o que se faz ao seguro?

      Porque, faz-se um seguro quando se quer “partilhar” risco: eu conduzo um carro na rua e faço um seguro. Se bater em alguem, nem que seja um camião, continuo a estar coberto pela a minha apolice.

      Agora, compro um Drone e partilho o risco de deitar um aviao abaixo? matar uma cegonha? filmar alguer do ar (quando se filma bulling nao a problema nenhum… excepto uma deficiencia mental de quem filma)?

      Eu nao tenho drones mas tenho amigos que têm e até atê varios… de cada vez que precisar de sair com ele a rua para trabalhar vai ter que gastar uma resma de papel em autorizacoes…

      ja agora @Chuck Norris, isto não é para incomodar..

    • Serafim Silva says:

      Não é 75 Euros amigo já estão a pedir cerca de 300 dependendo duma série de condicionantes e as coberturas são no mínimo ridículas, já que ainda poucas seguradoras estão preparadas para o fazer, neste momento que eu saiba só mesmo a Fidelidade, mas já começam a aparecer alguém interessado no negócio.
      Vamos ver o que isto vai dar, já que estamos pendentes também da legislação Europeia, mas podem contar com chuva da grossa, mas tenho a certeza que vai ser por pouco tempo, vão ganhar uns milhões sem dúvida, mas a Economia vai perder muito mais e quando os Srs Dts. esses que não sabem o que andam a fazer porque não percebem nada do assunto, chegarem à conclusão que não vão poder ir por esse caminho porque o Mundo e toda a sua evolução tecnologica não deixar volta tudo ao mesmo. Os Drones serão o futuro de toda a navegação aerea do Mundo, será que ninguém entende o Óbvio.

  9. Jose Monteiro says:

    Tudo isto é mais uma pandeleirice de quem nos governa, seduzidos ou incluidos na exploração deste hobby.Cambada de ignorantes que afirmam um drone de seguir um avião.Como é possivel?Da mesma forma o operador de drones que esteve na RTP1 dizendo que podia-mos ir a mais de 800 metros.Fazer o quê a essa altura?
    Todos batem na tecla errada.Quantos acidentes já se constatou em Portugal com drones?E feridos ou estragos.Que saiba só no drone é que se vê os estragos.Outra coisa do registro o problema é que a maior parte da malta vem para o face dizer que mandaram vir da china através de espanha e alfandega nada.Pois o rato é apanhado na ratoeira.Agora se for preciso registar terá de mostrar a factura e respectiva taxa paga em Portugal.O IVA.Mais valia estarem calados e cada unm se desenrascar á sua maneira ou via MP que virem para aqui divulgar.Variaçoes dizia que quando a cabeça não tem juizo o corpo é que paga.E vamos mesmo pagar.

    • Daniel Jesus says:

      Segundo as tuas tuas palavras as compras não China são ilegais?

      Que eu saiba tu pagas o valor e a encomenda, entra pela união europeia através de uma alfandega e depois é entregue. Apenas não passa pela alfândega portuguesa que é demasiado agressiva em relação a Espanha.

      Já pensaste que Portugal até poderia ter muito a ganhar se a alfandega não fosse como é? Achas que Espanha não tira mais valias das milhares de encomendas que entram na Europa pelos seus portos? Só que em vez de ganhar em impostos ganham em movimentações de cargas e em tudo o que indiretamente a isso diz respeito.

  10. Cortana says:

    Resumindo, tudo o que aparece nos noticiários, jornais, revistas internet (até aqui neste artigo do PPLWARE), drones é aquele equipamento que voa e faz recolha de imagem/video, independentemente se de forma amadora ou profissional. Todas as leis estão a ser feitas para este tipo de drones (tipo Phantoms e assim) e esquecem-se que já há muitos anos há malta que pratica este hobby de forma segura. Não são considerados “drones ” apenas as máquinas que andam por aí a recolher imagem perto de aeroportos, concertos, festas e monumentos. Há outro tipo de máquinas que voam. Não vi nenhuma imagem mesmo neste artigo, de racers, asas fixas helicópteros etc. É TUDO FARINHA DO MESMO SACO. Isto está a trazer má fama para um hobby que já existe há mais de 50 anos em Portugal e que nunca causou nenhum incidente a nível publico.

  11. Jorge3M says:

    Boa noite.
    Presumo que será possível criar (se é que não existe já) um aparelho, com um raio de alcance de x metros, ou até Km, (não sei), em que a frequência usada pelos drones era “cortada”.
    Estou a pensar nos aparelhos usados para que os Smartphones / TLM deixem de funcionar (ficar sem rede), usados pela polícia, em caso de reféns, ou nos hospitais em determinados locais.
    No caso dos hospitais, não acredito, que seja só o cimento a fazer com que os TLM fiquem sem rede. Devem ter um aparelho destes, algures, de modo a que determinadas máquinas que são mais sensíveis, não sejam afectadas.
    Seria algo do género, usado nos limites dos aeroportos (normalmente vedados por uma rede), assim como nos aviões. Quando o Drone chegasse a uma determinada distancia, ficava sem rede. Aí, ou o Drone caía por falta de comunicação, ou retornava á base, como fazem alguns com esta opção.
    Quanto á GNR saber a matrícula, se a viatura estiver perto do Drone, significa que poderá receber o sinal quem tem o comando do Drone. Reprogramando o comando do Drone, este enviaria os dados para a GNR, quando estes fossem solicitados, usando um código que só a GNR e quem reprogramou o Drone, teriam conhecimento. (Poderia vir já codificado de fábrica.
    Não sei se me expliquei bem.

    • Alexandre Campos says:

      Bloquear a frequência de controlo dos drones embora teoricamente possível, não me parece que alguém queira. A grande maioria dos drones comunica na banda dos 2.4 GHz, que é também usada pelo Bluetooth, pelo Wi-Fi, pelos teclados/ratos sem fios, e pelos telefones sem fios, Bloquear essa frequência implica que todos esses tipos de aparelhos deixam também de funcionar.

    • Serafim Silva says:

      é possível fazer o bloqueio do espaço aereo, assim como tem zonas que já existe, zonas notfly, transponders e não sei que mais, em que é criada uma espécie de barreira virtual e o drone chega aquele limite e não avança mais.
      Esta é uma soluçao viável mas que ainda tem algumas pernas para andar porque existem programas piratas em que o pessoal contorna essas situações.
      Mas é possível em parceria como já têm com as controladoras de voo da Nasa, fazerem esses bloqueios como fazem já actualmente nos aeroportos, não fazendo ainda nos corredores dos mesmos.
      quero crer que essa vai ser a solução mais viável no futuro, mas isso não dá Euros a ninguém por isso para já não interessa

  12. J3M says:

    Imaginando que o bloqueio de frequências era possível, e ainda o uso de direccionalidade, colocando x aparelhos em locais estratégicos, era possível que só afectasse o exterior do avião, funcionando tudo o resto no interior.
    Se se considerasse que 100m por ex. era uma boa margem de segurança, problema resolvido.
    Tornar-se obrigatório a presença de GPS, logo no processo de fabrico, a GNR tinha o problema resolvido, com a alteração das coordenadas em tempo real para a viatura da GNR.
    A GNR, até apanhava os Drones á mão.

  13. ArturSalgado says:

    Concordo plenamente com a lei neste momento.

    Agora esta coisa nova de seguros e registos… oh pah!
    Ninguem ou praticamente quem usa um Drone com camera ou FPV não sabe que tem de pedir autorização para gravar. OK… isso é uma coisa…quanto mais para voar!
    Agora outra…
    Existem Drones que não usam camara nem para gravar ou ver o caminho usando o “olho” do dono…ou seja como os helicopteros e os aviões telecomandados.

    E por causa desta lei que concodro plenamente com ela, porque tinha de haver tal como está está…não mais de 120metros de altura e lugares restritos.SIM.

    Mas a moda de pegar agora em SEGUROS xupistas para cada máquina acima de 250gramas, é mesmo á Português…. ( esses seguros tão a fazer uma delicia a 250€ por máquina ano) …mais que um carro automovel! INFELIZES!

    Existem aeromodelistas com mais de 50 máquinas que foram montando ao longo da vida…tanto comprando ás peças ou em segunda mão… e depois vão aperfeiçoando. Vão ter de pagar um seguro de CARRO para cada uma delas?

    Sejam razoáveis e façam cumprir a lei como ela está!

    Vão matar lojas de radiomodelismo que vendem helicopteros e aviões…que exigem pericia para voar e voa.se com os olhos e não como uma camara como o progresso dos drones veio enraizar…porque são muito faceis de pilotar.

    E o zé Maria que nada tinha a ver com Drones…mas tinha aviões e helicopteros para brincar no quintal privado agora percisa de seguro para cada um?

    Tá a ser pior que armas… mas ao menos separem as águas…façam isso para os DRONES (quadcopters) e não para os helicopteros e os aviões, desde que compram a lei como está agora… esses requerem pericia para voar e quem os pilota usa o quintal privado ou os clubes de radiomodelismo..

    Nada desta “#$”#$ de DRONES PAGOS PELAS companhias de seguro para fazerem LEI para se lambuzarem!

    • Serafim Silva says:

      Não é bem assim amigo, não deixam de ser aeronaves comandadas remotamente, informa-te melhor.
      é claro que as regras numa ATZ é diferente e regem-se pelas próprias regras internas, mas…vamos ver se ficam de fora

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