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Stephen Hawking pensa saber o que existia antes do Big Bang


Tomás Santiago

Tenho 19 anos, sou do Porto e adoro tecnologia! Estudo Ciência de Computadores na faculdade de Ciências da Universidade do Porto e escrevo para o Pplware.

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157 Respostas

  1. Amaro says:

    Já sabíamos, depois de ler a Bíblia, que o universo se materializou a partir do nada.

    • Nuno says:

      Sim, também “sabíamos” ao ler a Bíblia que a terra é placa dividida em quatro quadrantes, com o firmamento a separar as águas de cima das águas de baixo, envolvida por uma cúpula cristalina com janelas para permitir a entrada de água para chover, que a terra está assente em fundações, o sol e a lua então dentro da cúpula e são muito pequenos, e que a terra é o objecto maior no universo. Será que isto corresponde minimamente com a realidade? Nem sequer vou tocar noutros tópicos históricos referidos na Bíblia que nunca aconteceram, como o êxodo dos hebreus, ou a arca de Noé.

      • Nuno says:

        Queria dizer plana em vez de placa.

      • Diogo says:

        Já li a Bíblia várias vezes e nunca encontrei a história de a terra ser plana nem nada do que fala aqui. Apesar de achar que a Bíblia é um livro como qualquer outro, com um pouco de história e fantasia à mistura, apesar de conseguir perceber que mesmo a parte histórica foi escrita com base na percepção do Homem àquele tempo, que não tinha quase conhecimento nenhum do Universo, ainda assim consigo também afirmar que não há na Bíblia uma referência a uma terra plana. Se virmos bem, o que Stephen Hawking diz aqui vai quase de encontro aos primeiros capítulos da Bíblia. Não havia nada, de repente fez-se tudo.

        • Joel Reis says:

          Verdade.

        • tiago says:

          “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;
          Isaías 40:22”
          Um círculo é plano. Posto isto, realmente não há passagem nenhuma que diga explicitamente qual a forma da terra. Mas implicitamente tem várias. Salmos fala em “pilares da terra”, deuteronomio fala nos “fins da terra”, etc…
          Acho que era isso que o Nuno queria transmitir, se bem que confuso na forma mas honesto na essência.

          • Rui Manuel Barros Raimundo says:

            Um círculo não é uma esfera, logo podemos depreender que será plana, segundo a biblia

          • João says:

            Devemos então levar tudo o que a bíblia tem escrito à letra???

            realmente há pessoas mais papistas do que o papa!!!

            ahahaha

        • Nuno says:

          Lamento, mas a bíblia descreve em múltiplos sítios que a terra é um circulo. Descreve em vários sítios que se estivermos alto o suficiente que conseguimos ver todos os reinos na terra, ora a terra sendo redonda é impossível ver todos os reinos. Entre várias outras passagens que descrevem a terra como sendo plana. Se os cristãos quiserem dizer que a biblia é um livro espiritual e que não pode ser levado literalmente, tudo bem, não vejo nenhum problema com isso. Mas então este não pode ser levado literalmente em qualquer citação, ponto final paragrafo. Não é as partes que nos interessa são literais e as outras figurativas. A isso chama-se a falácia da apanha da cereja. E não, o que o stephen hawking disse não vai ao encontro dos capítulos da bíblia, porque em lado algum deus é preciso para a criação do universo. Mas também queres falar da ordem de eventos descrita na biblia? Tendo a terra sido construida antes de haver estrelas?

          • JJ says:

            Que confusão para ai vai… nunca deve ter lido nem um paragrafo da bíblia.

            Em lado nenhum diz, que a terra é plana! E depois em lado nenhum diz que se pode ver literalmente todos os reinos da terra. As coisas tem um contexto e não basta ler pontas soltas para se entender algo.

            Depois, em lado nenhum da bíblia diz que a terra foi “construída” antes das estrelas.

            No meio disto tudo, o que esta a dizer (sem eu fazer qualquer tipo de comparação) que um romance histórico, escrito por qualquer escritor actual, que faz uma obra envolvendo factos históricos com ficção, sendo um livro de ficção, tudo o que lá esta é ficção. Sendo assim, toda a parte histórica contida neles, não passa de mera ficção e não existe. Por esse andar, daqui a pouco diz que o homem nunca foi a lua e tudo não passou de um filme.

          • Nuno says:

            Genesis 1
            No princípio Deus criou os céus e a terra.
            Era a terra sem forma e vazia; trevas co­briam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
            Disse Deus: “Haja luz”, e houve luz.
            Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.
            Deus chamou à luz dia, e às trevas cha­mou noite. Passaram-se a tarde ­e a manhã; esse foi o primeiro dia.

            Disse Deus: “Haja luminares no firma­mento do céu para separar o dia da noite. Sir­vam eles de sinais para marcar estações, dias e anos,
            e sirvam de lu­minares no firmamento do céu para ilu­minar a terra”. E assim foi.
            Deus fez os dois gran­des lumi­nares: o maior para go­vernar o dia e o menor para gover­nar a noite; fez também as estrelas.
            Deus os colo­cou no firmamento do céu para iluminar a terra,
            governa­r o dia e a noite, e separar a luz das tre­vas. E Deus viu que ficou bom.
            Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia.

            Mateus 4

            Depois, o Diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e o seu esplendor.

            Daniel 4

            Estas são as visões que tive quando estava deitado em minha cama: olhei, e diante de mim estava uma árvore muito alta no meio da terra.
            A árvore cresceu tanto que a sua copa encostou no céu; era visível até os confins da terra.

            É isto é uma pequena amostragem. Parece-me que afinal quem não lei a Bíblia foste tu.

          • JJ says:

            Continuas a misturar tudo!!!
            Misturas sonhos… com visões… e a isso juntas simples descrições…

          • Nuno says:

            Pois, negar é mais fácil que enfrentar os factos.

        • Sujeito says:

          Conhecimento nenhum do Universo naquela altura, Diogo? Não é verdade. Muito pelo contrário. Coisas que só em meados de 1900 é que comecámos a descobrir, do Universo, já eles sabiam. Planetas, estrelas, galáxias, muito antes da nossa época atual.

          • Nuno says:

            Errado, em parte alguma menciona na Bíblia galáxias. A Bíblia menciona estrelas, mas não sabe o que são as estrelas. Se não, não diria em Daniel 8 que as estrelas podiam ser pisadas. Ou como em 2 Esdras 15 as estrelas podem ser deslocadas por uma tempestade. Também já sabíamos dos planetas à muito tempo, embora não sabiam o que um planeta era. Por alguma razão a etemologia da palavra planeta significa estrela errante. Ou seja pensavam que era uma estrela que não parava quieta no céu, ao contrário de todas as outras estrelas.

          • Sujeito says:

            A bíblia não é, de todo, representação do conhecimento científico das eras passadas. Muito mais existe.

          • Nuno says:

            Errado, a Bíblia representa o universo tal como na altura pensávamos que este era. Por isso é que tem passagens referente ao universo que são totalmente erradas.

        • José Moreira says:

          “E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo.
          Lucas 4:5”
          Ora, só se podia ver todos os reinos do mundo se a Terra fosse plana. Ou não?

      • João says:

        Quando a falta de conhecimento de história é grande e a ilusão de que se sabe muito sobre um tema quando na verdade se sabe apenas aquilo que “toda a gente tem a mania que sabe, mas que na verdade está errado”, é realmente sábio saber parar e não tocar em qualquer tópico.

        Um já foi demais!!!

      • Larsen says:

        É simbolismo.
        Quando você compara a terra com o céu, ela representa a natureza. Mas quando você compara está mesma terra com o mar, flutuante, ela vem à ser o que é firme, o seja um firmamento

        Com todas as devidas implicações. .

      • Joao says:

        A Bíblia é um livro de valor espiritual e religioso, com muitas alegorias. Não é um livro cientifico. Mas essa do êxodo dos hebreus não ter existido deixou-me baralhado, julgo que há muitos escritos históricos que têm sido encontrados que falam sobre o êxodo. Ou estou enganado ?
        E sobre a história da arca de Noé, que será uma história alegórica, existem escritos milenares de outras culturas completamente distintas (africana e asiática) que falam sobre outras histórias onde existe um denominador comum, a ocorrência de um dilúvio gigantesco.

        • tiago says:

          https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4795318,00.html
          É a própria comunidade arqueológica israelita que diz que não há provas que o êxodo aconteceu. E vindo da parte mais interessada em que o acontecimento fosse real, não tenho razões para duvidar.

          • JJ says:

            Não é a comunidade em si… são alguns arqueólogos e não passa de uma analise de suposição.

            Até porque na historia Egípcia nada indica que tivesse tido tal domínio sobre a região.

            Alem disso, os Israelitas nunca viveram em Canaã, só existe registo de tal vivência após a data do Êxodo. Alias, a região era habitada por outros povos, que foram “expulsos” pelos Israelitas. Povos esses, que muitos deles, ainda continuam as turras com Israel por causa disso.

          • Nuno says:

            Não são apenas alguns arqueólogos, são a maioria deles. E não é uma suposição é a falta de provas que suporte o êxodo.

        • Nuno says:

          Não existe uma única prova do êxodo de hebreus do egípcio. Não existe sequer provas que existiam escravos hebreus no Egipto. Os únicos escritos que o mencionam são o Pentateuco/Torá. As únicas fontes que proclamam que tal aconteceu são religiosas e estranhamente ou são judaicas ou cristãs. Não vejo nenhuma fonte de muçulmanos, hindus e as outras milhares de religiões. Como por exemplo, no sopé da montanha de Sinai, a bíblia descreve o incidente do bezerro dourado em que várias pessoas morreram, no entanto não existe nenhuma evidencia de ter acontecido. Isto e o facto de Pentateuco/Torá terem sido escritos séculos depois do acontecimento.

          Entretanto, citando apenas um exemplo, o Japão não têm uma estória de um diluvio. E a quase totalidade das estórias contadas de dilúvios variam de formas extremamente discrepantes, ou seja não estão a falar de um evento comum. As únicas estórias que estão a falar de um evento comum são da Mesopotâmia. Mais tarde essas histórias foram apropriadas e rescritas para a religião do judaísmo (na altura os cristianismo ainda não existia, pois o cristianismo, tal como o o islamismo, derivam do judaísmo. O judaísmo também têm como origem o zoroastrísmo) para representar o livro de criação, incluindo a arca de Noé. A diferença é que o diluvio foi reescrito para que este fosse global e não local. As histórias apropriadas são a de Ziusudra e o Génesis de Eridu da Suméria, o Atrahasis e a Epopeia de Atrahasis de Acádia, e o Utnapishtim e a Epopeia de Gilgamesh da Babilónia. Todas estas histórias são de religiões politeístas.

          • Sujeito says:

            Quanto ao Japão, é curioso, visto eles terem sido vítimas desse dilúvio. Basta veres as várias pirâmides lá submersas.

          • Nuno says:

            Primeiro não existem várias pirâmides. estás-te a referir a Yonaguni e para já não existe nenhum concenso entre os especialistas se este é uma formação natural ou artificial. O maior defensor desta ser de origem humana apenas identifica uma pirâmide. Segundo ele este era um monumento que com o tempo foi arrastado para baixo de água pelo movimento das placas tectónicas, não devido a um dilúvio. Resumindo, estás a inventar.

          • Sujeito says:

            Mais tento na língua se faz favor, não estou a “inventar”. Há mais que uma.

            Com essa postura não vou dar continuidade à conversa.

          • Nuno says:

            Então por favor coloca-me uma foste revista pelos pares que indique que há mais do que uma pirâmide e que esta estrutura foi afundada por um dilúvio. Se falhares de produzir tal eu aconcelho-te a leres a navalha de Hitchens.

          • Nuno says:

            Fonte em vez de foste.

          • Jo says:

            Provas, provas, e mais provas. Mas que +provas anda o Senhor procurando?? Fala em provas, que não são provas. São sim cálculos, e ideias tiradas de cientistas. Hoje a ciência, diz uma coisa, amanhã já não é bem assim e aí por diante. Seja mais humilde. e encare, a ideia, simples e lógica de Deus. Deixe a ciência dos humanos, arrumada na prateleira. Deus, terá as suas mais que razões, para impedir que a nossa raça, não tenha permissão a saber mais. Já chegará as loucuras e doidices que temos feito neste Planeta, que nunca fez mal a ninguém. Se houver um fim, esse será causado pelos Humanos, infelizmente as outras Raças inocentes, irão pagar, pelas nossas atrocidades.

          • José Moreira says:

            A Grécia também tem uma história de dilúvio. O mesmo é referido na Avesta . Parece não haver dúvidas de que o dilúvio existiu mesmo, mas não tem nada a ver com Noé nem com castigos divinos.

        • Ricardo says:

          Devia ser possivel colocar imagens aqui, porque a imagem valia mil palavras.

          Mas há algum tempo atrás vi uma imagem que transmitia o seguinte:

          SE UM DIA ACORDARES E DUVIDARES DAS TUAS CAPACIDADES, LEMBRA-TE QUE HÁ MUITA GENTE NESTE PLANETA QUE ACREDITA QUE UM DIA, UM CASAL DE PINGUINS VEIO A PÉ DESDE O POLO NORTE, ATÉ AO MEDIO ORIENTE, PARA SE SALVAR NUMA ARCA. 😀 Tenho dito!

          • JJ says:

            SE UM DIA ACORDARES E DUVIDARES DAS TUAS CAPACIDADES, LEMBRA-TE QUE HÁ MUITA GENTE NESTE PLANETA QUE ACREDITA QUE UM DIA TODOS ÉRAMOS MACACOS.

          • Nuno says:

            Caro JJ, primeiro uma correção, nós não éramos macacos. De acordo com filogenia nós continuamos a ser macacos, tal como somos animais, vertebrados, mamíferos, eucariotas,… E quem acredita nisto não o faz porque quer, faz porque os factos o leva a esta conclusão. Como por exemplo, a igreja católica bem como a ortodoxa suportam a teoria da evolução. Os cristãos que têm problemas com a teoria da evolução são aqueles que fazem uma leitura literal da bíblia, que não é o caso dos cristãos moderados.

          • Ruy Acquaviva says:

            Muito estranho um casal de pinguins sair do polo norte, já que a área de ocorrência dos pinguins é na Antártida e arredores, próximo ao polo sul e o mais longe possível do polo norte.
            Também é muito estranho que os pinguins precisassem da arca de Noé para se salvar do dilúvio já que eles nadam muito bem e passam meses e meses em mar aberto voltando para a terra firme apenas para procriar.

          • Nuno says:

            E que tal os koalas? Fizeram a viagem da Austrália até à Mesopotânia sem eucaliptos para onde se possam alimentar. Depois de lá chegarem estiveram o tempo todo na arca sem comida. Depois tiveram que fazer a viagem da Turquia até Austrália sem eucaliptos apenas para lá chegarem e descobrirem que os eucaliptos morreram todos e têm que esperar que estes tornem a crescer.

          • Sujeito says:

            Nuno, os factos não levam a essa conclusão. As evidências levam a essa conclusão. É diferente.

            Tudo aponta para que sim. Mas há que ter presente que os “factos” foram continuamente deturpados, tal como os missing links que continuam a faltar e análise do ADN que é, no mínimo, maliiosamente enganadora a maneira como é promovido.

          • Nuno says:

            Errado mais uma vez, evidências são formados por factos.

            Nao existe basicamente nenhuma ligação em falta na nossa linhagem, e onde é que leste que os testes genéticos têm sido maliciosamente enganadores?

          • Sujeito says:

            Não interessa onde eu li. Vai tu ver e tira as tuas conclusões.

          • Nuno says:

            O onus da prova está do teu lado não o meu. Se eu disser que existem duendes e és tu que tens que provar que não existem achas que o meu argumento era válido?

        • João says:

          Pá… não tarda nada estão a dizer que Cristo também não existiu e que isto é tudo uma grande conspiração.

          Alguém se lembrou de inventar aquela história e pronto!!!

          A única coisa verdadeira é a que estes génios dizem!!! Sim porque a ciência é imaculada e nunca se enganou…………

          • Nuno says:

            Quem é que disse que a ciência nunca se enganou? Tudo aceite na ciência é aceite tentativamente. Verdades absolutas é algo exclusivo da religião.

            E depende dos historiadores, aqueles que possuem um enviesamento religioso cristão dizem que provavelmente existiu, mas concordam que não existem provas que sustentem essa afirmação. Os restantes dizem que provavelmente não existiu.

          • Hugo says:

            É provável que tenha existido Jesus e muito mais provável ainda que o que dizem sobre ele seja tudo mentira 😀

          • Larsen says:

            E esquecem que quem propus a teoria do big bang foi um padre…

          • Nuno says:

            E por acaso a religião de um cientista tem alguma coisa a ver com o resultado das suas conclusões? Eu já tive a felicidade de falar com um cientista biólogo cristão, Kenneth Miller, quando estive na América. E olha que ele próprio diz que o campo de estudo dele ou de qualquer outro cientista não prova nem refuta a existência de Deus.

          • Larsen says:

            Nuno, o teu amigo scientista estava coerente. Você que não é. Provar ou refutar Deus. com os métodos do materialismo scientificos, é como tentar medir o calor com uma balança ou a velocidade com um termômetro. Awkings foi intelectualmente onesto sim, e essa afirmação apparentemente simples. confirma que Deus esiste sim.

          • Nuno says:

            E tu por acaso ouviste-me aqui a dizer que estava a refutar ou refutar Deus? Não. Em algum sitio eu disse que acreditava que Deus não existe? Ou será que disse não acreditava em Deus? Estás duas posições para ti podem ser parecidas, mas são muito diferentes.

            E o que hawking disse não comprova ou refuta a existência de Deus. Mais uma vez estas a ler a Bíblia literalmente. Mas escolhes uma frase que diz que antes havia nada e depois não havia. E entretanto ignoras todas as outras absordidades, bem como todas as outras crueldades mencionadas na Bíblia. Ou seja a falácia da apanha da cereja. Ou a Bíblia é um livro para ser lido literalmente ou é um livro para ser lido espiritualmente, metaforicamente,… Não pode ser os dois ao mesmo tempo, nem muito menos és tu que decides o que é referido literalmente e o que não o é.

          • Nuno says:

            Queria dizer refutar ou provar.

          • Larsen says:

            Conclusão do ateu verso um crente (depois de ter mudado várias vezes de assunto) é sempre : guarde a suas respostas pra você. Sempre.

          • João says:

            @Nuno
            Eu aqui vou assumir que por Igreja se refere a católica romana (porque é sempre a mais atacada).

            E se assim for por aqui se vê o fraco conhecimento que tem sobre religião.

            Isto porque a Igreja é a própria a dizer que verdades absolutas são poucas. As coisas tidas como “verdades absolutas” são o que é chamado de Dogma e a Igreja na verdade até tem poucos!

            Especialmente a interpretação da Bíblia (ao contrário de outras religiões que levam a interpretação a letra) a Igreja afirma que é algo para ser feito ao longo dos séculos e não magicamente num momento!!!

            E é claro e lógico que eu nem vou entrar pelas descobertas e avanços científicos feitos pela Igreja nem tão pouco detalhar o processo pelo qual um certo frade foi incentivado (diria até pressionado) pela Igreja a publicar a sua teoria de que que o centro do sistema solar era o sol, e que a terra não era o centro do universo (coisa ele que não queria fazer porque a comunidade científica da época não aceitava).

            Não. Não vou por aí. Isso cabe-lhe a si investigar e ler.

            A “comunidade científica” está, infelizmente, cheia de mentiras podres no que toca a história. E nem me faça falar na palhaçada do “grande mártir científico” que NÃO foi o Giordano Bruno porque até os historiadores se riem dessa.

            Vou ficar apenas por esclarecer que ao contrário do que diz a interpretação da Bíblia não é “literal” ou “não literal”. É ambos!
            a interpretação depende do escritor, da época, do local e meio envolvente, do tipo de narrativa e de muitos outros fatores.

            E, mesmo assim, como a própria Igreja alerta, não é certo que a interpretação seja correcta.

            A Igreja já foi suspendida por interpretar algo como figurativo que na verdade foi real e vice versa.

            E é por isso que, ao contrário de muitas novas pseudo-religiões que garantem afirmações literais esta e muito mais cautelosa e até provas em contrário não descarta nenhuma possibilidade.

            Aliás, quem souber um pouco de história (mas daquela fiável e não da treta da Wikipédia, dos documentários do discovery ou de pseudo-entendidos) saberá que a Igreja sempre se opôs a afirmações de coisas para as quais não haviam provas (que foi o caso de Darwin, ao contrário do que por aí se fala… A oposição da Igreja era só porque ele afirmava algo como certeza para o qual, na altura, ele não tinha provas. “Ah e tal tinha razão” é certo! Mas ele nunca consegui provar. Era só teoria e se ele tivesse dito que era uma teoria não tinha tido problemas. Mas é muito mais giro fazer um drama e uma conspiração.)

            As pessoas deviam basear-se em fontes/documentos reais, fidedignos em vez de irem atrás do que o corriqueiro zé-da-esquina tem mania que sabe.

            Em vez de se andar a apontar o dedo, devia-se investigar, ler, aprofundar os temas!

            90% das porcarias que aparecem nos media tão completamente alteradas e exageradas

          • João says:

            Ah e já agora – a nível de história – das poucas coisas aceites como verdade incontestável quer por ateus, agnósticos crentes e afins foi a existência de Cristo.

            Nem a “oposição” põe isso em causa

            Os relatos dos seus actos já fica ao critério de cada um acreditar. Mas a sua existência é algo absolutamente incontestável por qualquer historiador (crente ou não)

          • Larsen says:

            E que ciência é essa que se permite arrogar-se o direito de decidir e confirmar se uma pergunta (Deus) é válida ou não.

            Pois é. Esta ciência que cala perguntas e respostas não é ciência, é doutrinação política disfarçada de consenso.

          • Nuno says:

            A única vez que eu me referenciei a uma denominação cristã específica foi para dizer que tanto a igreja católica como a ortodoxa suportam a teoria da evolução e as descobertas da ciência. Portanto o teu discurso é no mínimo ridículo. Mas lá por a posição da igreja ser essa não significa que os seguidores da igreja também a tenham. Basta ver pelos comentários daqui.

            Que eu me lembre não houve nenhum cientista católico que tenha ido contra o dogma da Igreja que a terra era o centro do sistema solar.

            A primeira proposta de que à conhecimento do heliocentrismo veio de Aristarco, uns milénios de anos depois a igreja católica ainda criminalizou Copérnico quando repropos o modelo heliocentico. Acho que estás a confundir Lemaitre, que não tem nada a ver com o heliocentrismo mas com o big bang.

            E quais são essa mentiras? Dizer que a comunidade científica está cheia de mentiras sem especificar nada equivale à mesma coisa que não teres dito nada. Segundo, a história não é um campo da ciência, é quando o mencionas como tal mostra a tua ignorância.

            Giordano Bruno foi uma das pessoas que perdeu a vida quando apontou que a realidade discorda com o que é observado, mas não foi a única. Não é um mártir. Porque na ciência não existem mártires, não existem autoridades, nem dogmas. Tal como Sagan disse na silencia a única verdade sagrada é que não existem verdades sagradas. Todas a presunções tem que ser examinadas criticamente. Argumentos de autoridade são inúteis. Tudo o que for inconsistente com os factos tem que ser descartado ou revisto.

            Segundo, se ao leres a Bíblia a Bíblia está precisa de ser interpretada, então não pode ser literalmente. É quem é que decide o que tem que ser lido literalmente e o que não? Mais uma vez estamos de volta à falácia da panhandle da cereja.

            E darwin nunca apresentou a hipótese de evolução como uma certeza. Darwin no seu livro fez várias previsões que estás apenas existiriam se, e apenas se, a evolução realmente acontecesse. Tal como disse argumentos de autoridade são uniteis. A primeira destas a ser comprovada foi quando darwin reparou que as asas dos pássaros são iguais aos membros superiores dos dinossauros, mas com dois dos dígitos na mão fundidos, e que deveríamos de descubra um fóssil de um pássaro com os dígitos separados, e mais tarde descobrimos um fóssil disso mesmo. Hoje sabemos que os pássaros são os últimos descendentes dos dinossauros. E está prova foi descoberta enquanto darwin ainda era vivo.

            Resumindo, tudo o que disseste foi deturpar o que eu disse, bem como o que a ciência é.

            E não, todos os historiadores, sejam eles teístas ou ateus, concordam que não existe prova alguma da existência de Jesus. Os historiadores cristãos regra geral dizem acreditar que Jesus existiu, mas que não há provas a substânciar esta.

          • Larsen says:

            “O homem não nasceu para conhecer quantidades, mas essências.” Wolfgang Smith –
            https://videeditorial.com.br/ciencia-e-mito

          • Nuno says:

            Peço desculpa pelos erros no comentário a cima. Mas escrever um texto comprido, à pressa, num telemóvel, dentro de uma pequena caixa de texto dá nisso.

            Apenas queria adicionar que a ciência não diz que Deus não existe ou que existe. Tal como já tinha dito, Deus sai fora do seu âmbito. Por alguma razão ainda existem muitos cientistas religiosos. A grande diferença é que num cientista religioso, o seu conceito de religião é extremamente mais avançado e muito mais silencioso que a grande maioria dos restantes crentes.

          • João says:

            Decididamente que o pior cego é mesmo aquele que não quer ver!!!

            Depois de todas as “calinadas” aqui expostas chego realmente à conclusão de que não vale mesmo a pena perder o meu tempo aqui.

            Falamos melhor se o Nuno conseguir ter uma opinião mais “imparcial” e deixar de ser tão “clubista”contra a religião… coisa que talvez aconteça se ler um pouco mais e verificar melhor as suas fontes…

            E já agora… acrescento que as minhas posteriores ausências de resposta devem-se mesmo ao facto de ter deixado de visitar este post

            ( aproveito e peço desculpas se me expressei mal nalgum comentário, no entanto não peço desculpas por dizer as verdades mesmo que desagradáveis )

          • Larsen says:

            O Nuno é um daqueles que ao mostrar uma pintura e pedir para olhar a assinatura, vai procurar nos átomos da tela, da tinta, da moldura, etc. e depois fala que não achou nada. Não faz um passo atrás para olhar melhor o quadro é com isso reparar num cantino em baixo aquilo que poderia ser uma assinatura, só porque “não tá usando método ou meio científico nenhum”!

            Á forma humana que se orgulha de ter perdido um órgão supremo de conhecimento, o que Pascal (Blaise Pascal matemático, físico, inventor, filósofo e teólogo católico francês) chamou de “esprit de finesse”, a capacidade intelectual final para perceber uma Ordem por trás do caso, atrás da realidades domésticas uma simbologia, compreender as analogias mais sutis por trás de realidades distantes, pressentir uma Inteligência e um Projeto no cosmos.
            Enfim um grosseiro.

    • Ruy Acquaviva says:

      ERRADO! Segundo a Bíblia o Universo se materializou a partir da vontade de Deus, o que já é alguma coisa, portanto é incorreto afirmar que a Bíblia diz que o Universo se materializou a partir do nada.
      O antigo testamento é um livro de mitologia hebraica, com influências de outras culturas e religiões, como qualquer mitologia. Ele pode sim ser usado como referência religiosa, muitas religiões usam mitologias como referência cultural e simbologia. Todas as religiões e sistemas de crenças devem ser respeitadas e dizer que um livro sagrado conta histórias mitológicas não é desrespeitá-lo nem à religião que nele se baseia, pois a mitologia é uma forma simbólica de contar histórias e transmitir mensagens, sendo que as alegorias dos mitos apresentados não invalidam a mensagem em si.
      Porém é incorreto tentar encaixar de forma literal a realidade observável dentro da mitologia apresentada.

  2. David says:

    Não sei se o Sheldon concorda.

  3. André Lopes says:

    Então mas a Terra não plana?! Já não percebo nada disto…

  4. David Guerreiro says:

    Vi anteriormente que antes do Big Bang, existia o “nada”. Mas esse nada são flutuações quânticas, com matéria e anti-matéria a aniquilar a matéria a todo o momento. O Big Bang esticou o “nada”, e com a energia negra vai expandindo o Universo.

  5. Oscar says:

    Ele diz que não existia nada mas isso não é verdade…existe um nº ilimitado de universos ao nível microcósmico e de variados espectros. Este universo onde estamos foi criado pela libertação de energia de uma centelha que já existia. Agora só me faltam as fórmulas para comprovar.

    • Jo says:

      POIS EU DIGO PRECISAMENTE O CONTRÁRIO. SEMPRE EXISTIU. ASSIM COMO A NATUREZA “DEUS” SEMPRE EXISTIU. A TERRA É O PRINCIPAL PLANETA DO UNIVERSO, E O ÚNICO COM VIDA. NÃO HÁ ANTES, PRESENTE OU FUTURO, NEM DURANTE.

    • Papa Joe says:

      Grande oscar.Estou contigo.Começa a partir daqui 3xPi+…Continua

  6. maria says:

    materializou-se a partir do nada. Está certo…
    Mais valia dizer “não faço a menor ideia”.

    • Ora ora says:

      Maria: Que é exatamente a mesma coisa que dizer foi Deus. Quem criou Deus?

    • Sérgio J says:

      Antes do big bang a massa estava toda concentrada e como não havia expansão não existia o conceito de tempo nem de massa. Estavamos perante uma singularidade.

    • Malaquias says:

      Ou a senhora é muito ocupada ao ponto de não ler a notícia, ou é simplesmente não dotada de uma inteligência minimamente mediana.
      Como foi explicado, existia materia e anti matéria em colapso a toda a hora. Quando o “big bang” existiu, começou a haver expansão….e por aí adiante

      • Sujeito says:

        Isso não é uma explicação, é uma suposição. A não ser que queiras ignorar o próprio método científico e declarar verdades a belo prazer.

  7. Carlos Moura says:

    Sou admirador deste Grande Homem mas…. afinal não disse mais nada além de repetir ou divergir naquilo que são “Teorias” lançadas por cientistas dos quatro cantos do mundo. Engraçado é quando falam em “singularidades”… mais valia dizer que são algo que está para além da compreensão deles, que não sabem o que é ou que é algo que não conseguem entender. Infelizmente, no mundo dos cientistas raramente há algum que admite não saber algo ou desconhecer, dão sempre uma desculpa ou desviam a conversa de modo a dar a entender que eles são muito inteligentes e que se não entendem é porque não lhes dão os meios para tal…

    • zémanucasdopimbatrucas says:

      eles são teóricos. tentam provar com fórmulas. à falta de fórmulas, é essa a única conclusão que podem tirar. não há mt mais que possam fazer…

    • Joao says:

      Vc não sabe matemática por isso não sabe o que é uma singularidade

      • Carlos Moura says:

        boa, uma singularidade na astrofísica é um termo normalmente utilizado para designar algo sobre o qual se sabe a existência porque foi observado, mas sobre o qual não se tem a mais pequena ideia do que seja… melhor dizendo; mais valia mudarem o termo singularidade por outro, por exemplo; “algo do qual nada sabemos”. mas isso implicaria dar a entender a todos, incluindo aqueles que nada percebem do assunto que eles não sabem….

  8. Daniel says:

    O gajo já não diz nada…
    O tolo que programou o Sintetizador de voz é que não tinha nada para dizer.

  9. manito says:

    Na minha opinião a teoria do big bang é muito rabuscada e agora dizer que antes desse suposto início de tudo não havia nada…. mais valia dizer que não faz a minima ideia do que existia! E já agora se não havia nada, como se define nada antes do tal grande evento big bang?
    No fundo ainda nós humanos ainda não atingimos uma tal plenitude para entendermos estas questões… devíamos tentar era resolver os problemas do dia a dia como guerras e fomes, gestão dos recursos do planeta!

    • rodrigo says:

      Em termos de guerras vivemos numa das épocas mais pacificas de sempre..nao temos de preocupar do pais ao lado nos invadir. Em termos da fome todas as anteriormente fomes aconteceram por causa da política..sempre houve comida suficiente para dar a todos. Agora isso da gestão dos recursos ‘e que temos de nos preocupar mas ‘e difícil quando por example ainda ha pessoas estão presas ao passado e preferem carros a gasolina.

      • manito says:

        Honestamente acho que se reflectires iras ver que existe guerras todos os dias, nao as convencionais sobre fronteiras heheh, tens razao no que diz respeito a haver comida suficiente….mas mal distribuida é igual a fome… Dai tambem o problema da ma gestão por exemplo. Eu prefiro carros a gasolina, com um bom filtro de particulas, catalizador, boa manutenção e afinação quase que polui menos que um carro electrico!

  10. Dan says:

    Próxima assunto!

  11. ervilhoid says:

    Quem criou o mundo fodeus(s)

  12. N1ldo says:

    Não sei como esse homem ainda não foi internado num hospício, pior ainda não entendo como podem as pessoas darem tanto crédito a ele.
    Se eu andar a dizer por aí do do nada criei algo logo dizem que sou doido.

  13. Jorge Santos says:

    Ele há coisas só para seres ditos inteligente.. eu como sou um bocado burro fico a modos que estúpido com a minha própria existência.. vejamos.. num determinado local e tempo que não existia (nem o tempo nem o local) apareceu do “nada” um pequeno pontinho que sem quê nem para quê “PUMMMM” e deu-se o big bang … hoje e passados todos estes milhares de milhões ou biliões (sei lá) de anos, cá estamos nós felizes e contentes neste universo em expansão … sim porque este universo expande-se no nada! brutal

  14. João says:

    Deus criou os dinossauros
    Deus destruiu os dinossauros
    Deus criou o homem
    o homem destrói Deus
    o homem cria os dinossauros

    E claro, os dinossauros comem o homem é as mulheres herdam a terra

  15. George Orwell says:

    O seu livro “Breve História do Tempo” torna-o um dos melhores divulgadores da ciência de todos os tempos, especialmente da física teórica, o que, tendo em conta as suas limitações pessoais, ainda mais o notabiliza.
    Nutro por ele o melhor dos apreços, consta da minha biblioteca e não só por aquele livro, acompanhado de outros que abordaram o mesmo tema, .
    De entre eles, destacaria também Richard Feynman, que uma vez observou que “a simplicidade é um indicador de verdade” e os biógrafos e estudiosos do referido Albert Einstein e da sua teoria da relatividade.
    Se, segundo Stephen Hawking, o NADA precede o universo, julgo oportuno fazer aqui um “aproach” filosófico.
    Segundo a concepção de um conhecido filósofo do sec. XX, Martin Heidegger, “o NADA nadeia”.
    Ora, se o nada nadeia e se pelo prisma da teoria da relatividade e dos termos deste excelente artigo, podemos conceber o NADA como uma curvatura de espaço tempo igual a ZERO, esse número que que a matemática – a ciência mais exacta – não dispensa, a pergunta que imediatamente se impõe e a seguinte :
    Como é que um nada que nadeia, logo sem consciência finalística, pode originar um universo ainda em expansão, que se subtraídas todas as suas partes poderia – em coerência um “big crunch” – voltaria ao NADA-ZERO.

    Tendo em conta que, segundo a Lei de Hubble, o universo encontra-se em expansão, este revela-se como uma realidade finita em progressão e uma realidade contingente.

    E, tratando-se o universo de uma realidade finita e contingente, se dissociarmos dele qualquer acto criativo finalístico na sua origem, teríamos que, fatalmente, considerar que o ser humano é único ser conhecido capaz de criar, ou seja, foi preciso esperar ( segundo a teoria do Big Bang ) quarenta biliões de anos para “finalmente” alguém fosse capaz de criar e tivesse consciência finalística, conclusão esta que me parece absurda e profundamente solipsista que nos torna todos como uma espécie de personagens de uma história de humor “non sense”.

    Como superar este absurdo ? Na minha modesta opinião, tal absurdo pode ser superarado se meditarmos na razão pela qual a maioria dos seres humanos são crentes de uma origem divina do universo, nomeadamente muitos cientistas e físicos.
    Tendo em conta o conhecido argumento ontológico formulado por Santo Anselmo, se a maioria dos seres desde o início da humanidade concebem o Divino como sendo a maior coisa que a mente humana pode conceber, ele também deve existir na realidade, e note-se, que os não crentes parecem muitas vezes falar mais no Divino que os crentes.
    Na verdade, um universo finito e contingente não pode dispensar uma ontologia do Divino. Assim o proclamaram, entre outros, os matemáticos e filósofos Descartes e Leibniz, mesmo sem conhecerem a Lei de Hubble.
    E o pai da teoria da relatividade, Albert Einstein, no melhor da sua ciência, proclamou que:
    “Acredito no Deus de Espinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe”
    e. a propósito da física quântica:
    “Deus não joga aos dados”.
    Na verdade, se viajássemos ao exoplaneta mais distante e, para nosso espanto, nele víssemos um objecto mecânico com ritmo, imagem e luz, etc, diríamos que ali existiria vida inteligente, mas olhando daqui da Terra para todas as leis e formas matemáticas simples que regulam o funcionamento do universo que segundo Galileu é um livro escrito em matemática, muitas vezes esquecemos o Matemático que do NADA fez o TUDO.
    Repescando a afirmação do cientista Richard Feynman, a simplicidade é um indicador de verdade e
    a simplicidade da maioria das pessoas que historicamente acreditam no Divino não pode estar equivocada, é aliás a mais consistente e a a única que nos pode salvar.

    • KG says:

      Será que devemos dizer, amen?
      Ora o seu texto, se foi da sua autoria, está relativamente bem articulado.
      No entanto, vejamos, faltou referir que o que este grande físico afirmou, não é mais do que uma teoria, que precisa das duas premissas básicas para ser aceite como verdade, ser verificável e ter enquadramento lógico.

      Quanto à pergunta, “Como é que um nada que nadeia, logo sem consciência finalística, pode originar um universo ainda em expansão, que se subtraídas todas as suas partes poderia – em coerência um “big crunch” – voltaria ao NADA-ZERO.” , temos de considerar que a mesma já força a imposição de um limite, a tal consciência finalistica, o que força qualquer humano a pensar, mas se há um limite, será esse limite imposto pelos pressupostos do raciocínio ou um limite materializavel?Ainda sobre a pergunta anterior, mais dois apontamentos: o todo é diferente da soma das partes, e um piscar de olho às belas leis da termodinâmica.

      Na frase “Na verdade, um universo finito e contingente não pode dispensar uma ontologia do Divino.” você comete um erro, pois afirmando ser finito e contingente, ou seja, limitado (no sentido mais matemático), este não poderia assumir um “criador” exterior ao seu limite, pois como qualquer matemático (ou até aprendiz de) lhe diria, impondo um limite a um conjunto, tudo o que não pertence(ou, não está contido) ao (ou no) conjunto, não tem validade no contexto do problema em analise, ou seja, generalizando e usando linguagem simples, sem definir um contexto e as regras aplicáveis ao contexto, nada se pode assumir.
      O que o senhor quer extrapolar, como o afirma como remate final da sua argumentação (a sua ultima frase), é que, dado que a definição do contexto e as regras a aplicar ao contexto parecerem insuficientes, pelo prazer que nos transmite a beleza das coisas simples, tem forçosamente de haver uma entidade exógena ao contexto, que o valida esse contexto e dogmatiza as suas insuficiências.

      • George Orwell says:

        Agradeço, e muito, a sua fundamentada resposta.
        Citando o senhor (respeitosa reciprocidade “oblige” ) “o que este grande físico afirmou, não é mais do que uma teoria, que precisa das duas premissas básicas para ser aceite como verdade, ser verificável e ter enquadramento lógico”.
        Nada mais razoável, estamos no domínio da Física TEÓRICA, onde a verificação experimental é pouco operacional, antes se insere em proposição matemáticas que no caso de Stephen Hawking foram consubstanciadas pelo grande matemático Roger Penrose que, pelo que se alcança nos seus livros, só lhe falta dizer que os números fizeram o universo.

        Quanto a, cito, “força a imposição de um limite, a tal consciência finalística, o que força qualquer humano a pensar, mas se há um limite, será esse limite imposto pelos pressupostos do raciocínio ou um limite materializavel?”, convirá referir que o NADA não tem consciência finalística alguma e, como tal, não impõe limite algum, é o “néant” de Sarte,. Quanto a um limite materializável no espaço-tempo pode ler aqui em
        https://pplware.sapo.pt/ciencia/astronomos-detetam-sinais-das-primeiras-estrelas-do-universo/
        que os cientistas já conseguem chegar aos sinais das primeiras estrelas, e que, mesmo sendo o universo curvo em termos de espaço-tempo, da observação de Hubble pode-se deduzir uma expansão e não um infinito que a teoria do “Big Crunch”de reversão ou recolapso, também não propõe. São estes os limites materializados não por mim, mas pelos cientistas. Quando eu falei a subtracção das partes quis significar esta hipotética reversão ou ou recolapso que reconduziria ao NADA que, como NADA, nada cria, apenas “nadeia” (Heidegger “dixit”)

        Mantenho, tal como Descartes e Leibniz, que um universo finito e contingente não pode dispensar uma ontologia do Divino, ao contrário da visão proposta pelo realismo materialista com que somos formatados desde o leite materno , visão esta que tudo reduz tudo à matéria.
        Ora, a matéria como realidade em si, não tem potencialidade de gerar constantes e formas matemáticas perfeitas que na concepção de Pitágoras, Platão e Galileu, só para citar estes, transcendem o ser humano, organizando e regulando o universo, conferindo-lhe uma ordem não resultante de um acaso ou caos, tal como uma pedra não pode, por si própria, criar uma realidade para si que age para si de acordo com a sua consciência, como é o caso do ser humano, sendo que uma qualquer realidade não pode ser simultaneamente uma realidade em si e para si.
        É justamente, essa ordem eu tenho eu por criação Divina e não uma criação do acaso ou do caos.
        Curiosamente, a sequência NADA→ SINGULARIDADE → UNIVERSO de Hawking parece ter sido inspirada no Génesis e noutros livros doutra religiões, aparentando que, religião e ciência podem no futuro caminhar de mãos dadas.

        Se leu a primeira citação de Einstein, o Deus de Espinoza ( filósofo luso-judeu exilado nos Países Baixos ) é um Deus que está em toda a parte , inclusivamente dentro de nós, não está confinado a um exterior, daí que não alcanço o erro dum exterioridade que nem sequer afirmei.

        A beleza das coisas simples que atribui ao conteúdo minhas palavras finais são a conclusão de um contexto, os tais contextos de que fala, conviria ter em atenção todo o texto, sendo de realçar ,fundamentalmente, que, se maioria actual e histórica dos seres humanos, incluindo relevantes físicos e matemáticos, concebem Deus como sendo a maior coisa que a mente humana pode conceber, ele também deve existir na realidade, um universo finito e contingente não é suficiente para o dispensar, e, na esteira da constatação de Einstein, revela-se na harmonia do universo, ou seja, a criação revela um Criador que “não joga aos dados”, jogo este mais próprio dum acaso ou de um caos.
        (Não pretendo o “Amen” que sugere, isto é um simples e humilde texto, não é uma oração )

    • Nuno says:

      Palavras de Einstein

      “It was, of course, a lie what you read about my religious convictions, a lie which is being systematically repeated. I do not believe in a personal God and I have never denied this but have expressed it clearly. If something is in me which can be called religious then it is the unbounded admiration for the structure of the world so far as our science can reveal it.”

      “The word God is for me nothing more than the expression and product of human weakness, the Bible a collection of honorable, but still purely primitive, legends which are nevertheless pretty childish”

      “My position concerning God is that of an agnostic. I am convinced that vivid consciousness of the primary importance of moral principles for the betterment and enoblement of life does not need the idea of a law-giver, especially a law-giver who works on the basis of reward and punishment”

      “I have never talked to a Jesuit priest in my life and I am astonished by the audacity to tell such lies about me. From the viewpoint of a Jesuit priest I am, of course, and have always been an atheist. … It is always misleading to use anthropomorphical concepts in dealing with things outside the human sphere—childish analogies. We have to admire in humility the beautiful harmony of the structure of this world—as far as we can grasp it, and that is all.”

      “I do not believe in immortality of the individual, and I consider ethics to be an exclusively human concern with no superhuman authority behind it.”

      E parece-me a mim que tu não sabes o que é o Deus de Spinoza.

      • George Orwell says:

        As palavras de Einstein retiradas de uma carta a um amigo pessoal que oportunamente citas na tua resposta que agradeço, expressam a visão Einstein perante um conceito de religião ao ponto de nela mencionar concretamente os Jesuítas.

        Às palavras públicas ou seja, quando questionado, palavras que não negarás, desculpa-me, voltar a citar ( traduzidas em português) :
        “Acredito no Deus de Espinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe”
        “Deus não joga aos dados”.
        acrescentaria só mais esta, que não citei antes :
        “Quanto mais eu observo o universo mais ele se parece a um grande pensamento do que a uma grande máquina”

        Por o tema ser as origens do universo, penso que estas afirmações são incontornáveis porque vêm de um homem de ciência que as proferiu, enquanto cientista que revolucionou a maneira de ver o universo e que foi determinante para o derrube da escola positivista de ciência. E não as deve ter proferido frivolamente ou confuso num momentâneo lapso de razão. Podem, na tua visão, serem antagónicas com o que citaste, mas decerto não opinarás que se devam excluir.

        E fosse só Einstein !

        Se o tema deste artigo, o universo, parece a Einstein um grande pensamento e a sua harmonia revela Deus , e se, para cientistas que tentam desvendar os mistérios da física quântica ( ainda não conseguiram ) parecem ver nela uma consciência, no fundo, eles dizem aquilo que a esmagadora maioria actual e histórica de humanos, desde que o homem é homem, acredita com profunda simplicidade, esse grande indicador de verdade, qualquer que seja a sua visão do Divino ou a sua religião pessoal.

        • Nuno says:

          Mais uma vez não sabes o que é o Deus de Espinoza. O Deus de Espinoza não é equivalente ao Deus da Bíblia nem sequer comparado com os outros deuses presentes nas outras religiões. Nem sequer o Deus de Espinoza faz parte de alguma religião. Nem eu nunca disse em alguma lado que ele não acreditava no Deus de Espinoza. Disse sim que Einstein não tinha religião.

          • George Orwell says:

            Mais uma tirada e vais dizer expressamente que Espinoza não era religioso.
            Curioso, como quer um quer outro falem de Deus em consonância com a harmonia do universo, em vez de de limitarem à matéria.
            E logo um cientista e filósofo com a grandeza que lhes é reconhecida.
            E Einstein não referiu Espinoza para afirmar ” Deus não joga aos dados”.

          • Nuno says:

            Não, Espinoza não era religioso. Panteísmo faz parte de algumas religiões mas por si não é uma religião.

            Einstein fez a referência a Deus não joga com dados quando se referia à mecânica quântica e as propriedades probabilisticas das partículas subatomicas, bem como o emaranhamento quântico. Einstein não acreditava nestes e disse essa frase como uma metafora. Aliás a primeira citação que eu te dei foi para clarificar as alegações de Einstein ser religioso por causa dessa metafora. Eu digo algumas vezes “meu Deus”, isso não quer dizer que acredite num, e quem dissesse isso de mim estaria a mentir.

  16. Joao Ptt says:

    Basta ler “Na Luz da Verdade” de “Abdrushin” para compreender como surgiu o Universo e muito mais além do universo material!
    Como é óbvio o Universo não surgiu do nada, isso não têm lógica nenhuma, e qualquer um que raciocine sobre tal têm de chegar a essa conclusão.
    A questão aqui é que existe um limite à compreensão para quem está preso ao raciocínio ao seu lado intelectual que é proveniente da mesma matéria que tenta analisar! Por isso é que Stephen Hawking não consegue ir além… está preso ao raciocínio, por tanto ao seu intelecto.
    O ser humano é no seu núcleo espiritual, e só aceitando que existe mais para além de espaço-tempo é que poderão compreender que a verdadeira origem da matéria visível provêm de outra matéria que se encontra acima desta (sendo esta um sedimento da outra) e que essa matéria acima por sua vez têm outra matéria acima da mesma e por aí em diante. É por isso que nunca se adivinha uma estagnação nas descobertas! Melhorem os aparelhos de medida mil vezes, cem mil vezes, milhões de vezes e sempre virão a descobrir novas coisas que sempre lá estiveram mas que antes não eram capazes de ver! E existe ainda muito, muito, muito mais além disso que nenhum instrumento é capaz de observar/ medir, mas que apenas o ser humano em si é capaz de lá chegar quando se conseguir sintonizar de forma correcta.

    • KG says:

      Quando tudo se reduz a um “basta”, provavelmente é uma simplificação demasiado incompleta.
      O seu argumento está cheio de incongruências, senão repare, usa a palavra “basta” para concatenar toda a explicação do universo num livro escrito por um auto intitulado messias.
      Afirma que como o homem no geral, e Stephen Hawking em particular estão presos ao seu raciocino, ao seu intelecto, estão limitados na sua compreensão, mas no entanto “basta” ler um livro escrito por um auto intitulado messias, e esse messias já não está, ou esteve limitado pelo seu raciocínio.
      Bem, o resto do seu texto é mais do mesmo, incongruências.
      Reparo no entanto que pela sua articulação, provavelmente é adapto do espiritismo, o que se resume a mais uma explicação magica da fantasiosa imaginação humana e da falta da aceitação da morte como um fim inevitável. Acertei?

    • Nuno says:

      E quais são os factos que suportam a ideia de um homem ser no seu núcleo espiritual?

      • Sujeito says:

        Essa é uma excelente pergunta que raramente se faz, e estou contigo nessa questão.

        O que parece, é haver uma generalização absoluta, apoiada neste raciocínio:

        O homem antigo fazia menção a deuses = eram religiosos;
        O homem antigo tinha locais com essas figuras desconhecidas = eram templos;
        O homem antigo tinha figuras que não compreendemos = como eram religiosos, só podiam ser Deuses;
        O homem antigo tinha muitas construções isentas de figuras = como eram religiosos, só podiam ser templos;
        O homem antigo efetuava rituais que não compreendemos = eram rituais religiosos/espirituais

        A estas falácias junta-se uma dose de:

        A evolução do ser humano é linear;
        Homem primitivo = era religioso;
        Religioso = Essência do Homem primitivo;
        Homem moderno = evolução linear do Homem primitivo, logo;
        Essência do Homem moderno = Essência do homem primitivo;
        Homem moderno = Religioso
        Religioso = Espiritual

        Essência do Homem = Espiritual

  17. Joel Reis says:

    Aos poucos a ciência e a religião vão convergindo e cada vez mais é uma questão de termos, embora até aqui já venham com a “partícula de Deus”. Tenho pena de não viver o suficiente para assistir à convergência total que gere uma explicação satisfatória e consensual, é que não I porque apenas “fé”, seja num ente superior seja no tudo que surgiu do nada despoletado por nada.

    • KG says:

      Está estrondosamente enganado, a religião e a ciência são dois pontos antípodas.
      A religião é a total ausência de conhecimento, é a explicação do acontecimento por magia, por um “santo” pai protector que tudo resolve, que faz e desfaz.
      A ciência é o oposto, é uma luta constante por uma explicação racional/lógica, assente em pressupostos verificáveis/medíveis/reproduzíveis e com recurso a algum tipo de raciocínio lógico.
      Havendo ausência de um dos dois, são apenas teorias, para mais tarde tentar confirmar ou descartar.

      • George Orwell says:

        Permita-me, com todo o respeito discordar de si e, necessariamente, concordar com Joel Reis.

        Foi um clérigo católico belga, Georges Lemaitre, astrónomo do Observatório do Vaticano situado em Castelgandolfo, o primeiro a formular hipótese hoje conhecida como teoria do Big Bang e até preceder Hubble na Lei que ficaria conhecida por este nome.
        Astrónomos e cientistas reconhecem bem o contributo de Lemaitre, que este compatibilizou com a criação divina.

        Devo dizer também que, para alguns cientistas, os mistérios da física quântica só poderão ser devidamente avaliados com recurso a uma idealismo monista que os tem mais como um resultado de um pensamento ou consciência.

        Alem do mais, o que não falta na ciência é magia após magia. Com efeito, segundo Karl Popper, o mais conhecido filósofo das ciências, as proposições científicas são apenas a melhor explicação num determinado tempo para um determinado fenómeno, destinadas a futura refutação.
        Pense só na magia do espaço e tempo absolutos de Newton. E pense só como desabou num instante a escola do positivismo científico.

        Há mais vida para além da matéria, a qual, sendo relevantíssima, é no entanto manifestamente insuficiente para tudo explicar e muito menos ser a única responsável pela existência.

        É certo que no passado a religião cometeu erros que já veio reconhecer e humildemente pedir perdão, como foi o caso da condenação de Galileu.
        Mas, tal como um automóvel, creio ser mais prudente conduzir olhando pelo pára-brisas do que pelo retrovisor.

        • Nuno says:

          Podes-me explicar porquê razão o número de cientistas que acreditam numa religião é cada vez menor, és este número decresce a taxa vertiginosa? Se isto continuar assim daqui a umas gerações não vai haver religiosos entre os cientistas. E lá por um cientista acreditar em Deus não significa que Deus existe.

          Sim, tal como Karl Popper disse, as teorias são a melhor explicação num determinado tempo para um determinado fenómeno sujeito a futura refutação. Na ciência não existe verdade absoluta, isso é na religião. Também não há magia na ciência, isso também pertence à religião. Já ouviste falar de projecção psicológica?

          • George Orwell says:

            Não duvido que vá haver cientistas religioso se até os há no seio das próprias intiuições religiosas. Então, no Islão, são formados aos magotes. É apenas uma projecção tua.

            A maioria das pessoas do mundo são crentes, o que é confortante.
            Os não crentes são uma minoria que não ultrapassa nenhuma das duas maiores religiões abraâmicas, o que, diga-se, não faz deles menos respeitáveis.
            É muito mais provável que continuem em minoria que o contrário.

            Não acredito que o homem seja a única realidade capaz de criar e que, do nada, o universo tivesse de esperar 40 biliões de anos ( segundo o a t. do big bang) tudo em função dum único ser conscientwe e capaz de criar, o homem.
            As projecções psicológicas têm os seus limites.

            Mas reconheço que é muito mais confortável a tua posição, negar o Divino, porque este não se alcança numa proveta de laboratório.

            Certamente que, tal como eu, acreditas em buracos negros e matéria escura mesmo que não os possas ver ( deles a luz não escapa sequer ), é um implícito á luz da ciência actual.

            Ora, não é só a ciência que tem implícitos. O realismo materialista não é suficiente para explicar o essencial. A harmonia do universo e a consciência implica algo além da matéria que exibe

          • Nuno says:

            http://www.pewforum.org/2009/11/05/scientists-and-belief/
            http://news.rice.edu/2015/12/03/first-worldwide-survey-of-religion-and-science-no-not-all-scientists-are-atheists/

            Portanto não é projecção nenhuma.

            Mais uma vez, existem estudos que mostram que pessoas sem religião vão continuar. Embora também exista estudos que este possa diminuir porque geralmente quem é religioso tem a tendência para se propagarem mais. O problema é que as religiões que são capaz de se propagar mais são as islâmicas enquanto as restantes religiões abraâmicas espera-se que decresçam.

            E não, em parte alguma a teoria do big bang disse que o universo teve de esperar 40 biliões de anos seje lá para o que for. As nossas medições mais precisas colocam o universo a idade de 13.8 milhares de milhões de anos.

            Porque razão será a minha posição menos ou mais confortável? E eu não nego a existência de Deus. Simplesmente ainda ninguém provou a sua existência. E para mim, seja em que área for, enquanto algo não for provado, a minha posição é sempre cepticismo. Se algum dia for provado a existência de Deus eu não terei outra hipótese se não acreditar.

            Nao podemos ver um buraco negro, mas podemos medir o seu efeito nas estrelas circundantes. Os buracos negros, embora fossem permitidos pela teoria da relatividade a maioria dos cientistas não acreditava neles, incluindo o próprio Einstein que dizia que a natureza deveria ter um método para impedir a sua formação. Mas afinal veio-se a descubrir que realmente existem. E agora até percebemos como estes se formam. A teoria da relatividade também permite a existência de buracos brancos, no entanto os cientistas não acreditam nestes, porque até agora não foi encontrado um único.

          • Geroge Orwell says:

            “E eu não nego a existência de Deus. Simplesmente ainda ninguém provou a sua existência.”

            É uma atitude que respeito.
            Comento apenas o seguinte:
            Prova é uma demonstração de uma realidade que em termos científicos passa, geralmente, por um método, a experimentação da causa e efeito, metodologia essa empírica, uma vez que terá de passar pelos sentidos que o humano tem.
            Ora, o Divino é atingível pela fé e razão, não pelo experimentalismo de causa e efeito que em relação ao Divino seria inenarrável.

            Inenarrável é também o humano como único ser dotado de uma consciência inultrapassável por qualquer outra realidade cognoscível ou incognoscível que, na sua visão antropocêntrica, congemine um universo surgido do nada em seu benefício e que um acaso ou um caos sem finalidade produzissem um ser dotado de consciência finalística
            Se assim fosse, poderíamos até ser levados a defender que foram os Lusíadas que criaram Camões e não o contrário.

            PS : Sim, para a teoria do Big Bang são cerca de 14 biliões de anos. Li algures quarenta biliões, talvez não tivesse a ver com essa teoria em especial. Com tantos biliões sem consciência finalística ou acto criativo, a gente até se perde.

    • Hugo says:

      Não vejo qualquer tipo de convergência, antes pelo contrário.
      Há 2018 anos que nos andam a impingir uma história que, a meu ver, está cada vez menos credível.
      Funcionou muito bem nos nossos antepassados e eu próprio, se vivesse no tempo da inquisição propagaria a “palavra do senhor”.

    • Nuno says:

      Então porque razão a religião está globalmente em declínio, principalmente as religiões que se encontram nos países mais avançados. Como por exemplo o cristianismo e mais tarde ou mais cedo vai ser ultrapassado pelo islamismo. E porque razão os não religiosos são o grupo demográfico que mais tem crescido. Existe uma correlação negativa entre o grau académico e a probabilidade de alguém ser religioso. Principalmente nos cientistas que cada vez mais são não religiosos.

      O nome da partícula de deus para o bosão de Higgs é popular nos media, não na literatura cientifica. O termo foi apropriado e deturpado pelos media de um livro de Lederman. Quando Lederman fez esta referência não a fez referente a qualquer deus, mas sim por o governo americano não suportar a construção do Superconducting Super Collider. Os cientistas detestam a forma como esta designação é usada pelos media, incluindo o próprio Higgs e Lederman.

      • George Orwell says:

        Permita-me responder-lhe, não porque queira fazer uma qualquer “perseguição”, mas pelo prazer de dialogar com uma pessoa que fundamenta os seus comentários.

        “Existe uma correlação negativa entre o grau académico e a probabilidade de alguém ser religioso”

        Depende da Universidade. Quantas universidades têm no seu currículo o curso ou a cadeira de Teologia ? Em regra, nos países que diz avançados, o ensino é público e laico. Mas já que refere o islamismo em crescendo , tenha em conta que o ensino não é laico e o grau académico quase equivale à religiosidade, o que faz aumentar a abrangência do islamismo, uma das três grandes religiões abraâmicas.

        Mesmo assim, segundo o Pew Forum on Religion and Public Life, nos últimos 100 anos, o número de cristãos no mundo quadriplicou de 600 milhões in 1910 para mais de 2 biliões no presente continuando a ser a maior das religiões.

        Da tua estatística, desconheço a fonte, o universo e o alcance temporal.

        • Nuno says:

          E acredita que estou verdadeiramente a gostar da nossa conversa, e digo-o com respeito e não com ironia.

          https://www.scientificamerican.com/article/is-god-dying/
          http://www.pewforum.org/2012/12/18/global-religious-landscape-exec/
          https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160289608000238

          Correto, nas nações mais avançadas o ensino é geralmente laico. Algo que concordo e defendo. Eu não acreditando em deus, não gostaria que os meus filhos fossem ensinados uma determinada religião na escola. Se mais tarde eles decidirem acreditar em deus, seja ele o deus cristão, Vixnu, ou outro deus qualquer… não os impedirei de o fazer pois tem liberdade para tal. D mesma forma que certamente um Judaico não gostaria que o seu filho fosse ensinado a religião cristã na escola. O mesmo se diz se um cristão tivesse o seu filho na escola a aprender o islão.

          E sim, o facto de deus não ser dado na escola tem impacto na demografia religiosa da população. E sim, isso faz com que religiões como os islão se espalhe mais depressa e estima-se que antes de 2040 esta seja a religião dominante do planeta. É verdade que os cristão são mais de quatro vezes agora do que à 100 anos, mas a população também quadruplicou em 100 anos. Em 2010 eramos 6.9 milhares de milhões e em 1910 eramos 1.7 milhares de milhões.

  18. J3Ms says:

    Continuo a achar que a Terra foi vista como uma prisão gigante, que os extrs-terrestes usaram, para se livrarem dos indivíduos com defeito. Aos dias de hoje, e imaginando que a Lua era habitável, seria a nível mundial, meter os presos numa nave, despejá-los na Lua, e agora desenrrasquem-se.
    E desenrrascámonos, mesmo com pessoas com defeito.
    O jantar das naves era nas pirâmides do Egipto, daí terem tantos deuses, que na realidade não passavam de extrs-terrestes, com poderes.
    Ex, se alguém que morreu à 200 anos atrás, visse um elicoptero, ou até mesmo um carro, o que é que chamaria ao condutor? Ah, e os smartphones, e as metralhadoras que cospem fogo. Se eu tivesse uma e matasse um os 2 indivíduos, certamente seria o Deus Anubis (O Deus dos mortos).
    Cumps

  19. sakura says:

    esse “Nada” refere-se EXCLUSIVAMENTE ao nosso universo.
    “”antes”” se não há espaço-tempo não há “antes”, nem energia-materira ou seja NADA.
    agora é assim o Nada não existe é uma identidade matemática teórica e imaginaria , por isso se compreendem o conceito de nada vão ver que na realidade há sempre algo-LÁ. o Zero, só exite na matemática. disser que não há la nada é o mesmo que saber o que la está, o Homem é um génio.

    • Virus says:

      Depois de ler tanto lixo, o unico comentário que considero relevante. Não sei porque se perdem em palavras quando elas só deturpam a essência.

  20. obenobe says:

    não percebi um carralho…

  21. Anônimo says:

    Penso que o colega do Hawkins, Albert Einstein, foi mais cauteloso ao dizer:
    “Por detrás da matéria há algo de inexplicável”.

    É dura a ideia de que iremos embora deste mundo sem conseguir entendê-lo.

    Mais duro ainda deve sê-lo para os Físicos e, por extensão, para todos os homens de Ciência.

    Mas a cada nova geração humana que surgir, um pouco mais de conhecimento será acrescentado.

    Quem sempre ganha é a consciência coletiva, não cada um de nós.

  22. N1ldo says:

    Há centenas de cientistas que contestam esse retardado e é ele que tem a teoria certa?
    Do nada não se cria nada, é regra da própria ciência.

  23. ze says:

    Se antes não havia nada, era como se fosse uma esfera, sem inicio e sem fim. O que havia fora da esfera?

  24. Papa Joe says:

    Sabem o que isto me parece? A teoria de que o que não sabemos é um monstro ou simplesmente não existe.
    Como a questão do cabo das tormentas ou da terra ser plana como se pensava antes.O que está para além do cabo das tormentas? Monstros e quando se chega ao fim da terra ? cai-se para o vazio, o nada.
    isto é como não fazemos a minia ideia do que existia antes do Big bang dizemos existia o nada.
    “O Universo decerá ter-se materializado a partir do nada..” ? Pois…eu queria tmabém criar dinheiro a partir do nada…

  25. Sxac says:

    Modo irónico on:
    Então não foi a Apple que criou o universo?
    Ironic mode off. 🙂

  26. Márcio Mendonça says:

    Permanece a contradição lógica: Nada é nada! Como pode o nada produzir alguma coisa?!

    • Sujeito says:

      Não pode. Não existindo nada, não está presente nada que origine força de qualquer tipo para causar qualquer puxão, empurrão, esticão ou explusão. Isso sem falar que essa força não poderia forçar o nada a criar tudo.

      Mas, o espaço também não tinha nada e afinal agora o nada é diferente da ausência de tudo, porque afinal tem coisas. Isto além das óbvias.

  27. Jo says:

    Não inventem! Sem provas não há nada. Assim apraz-me dizer: Não houve qualquer BIG Bang. CONTINUO DIZENDO. Nada é nada, e nada cria. Sempre existiu. Não se pode dizer, Antes, Durante ou futuro, porque isso origina relatividade. Também dizer que biliões de casualidades, não têm defeito, origina também Relatividade. ASSIM AQUI NA TERRA O QUE NOS REGE É A RELATIVIDDE, não tentem extravasar, porque jamais chegaremos a qualquer consenso. dentro do meu computador, existe o que eu criei, fora, existe o meu quarto, fora do meu quarto, existe a minha casa, fora a minha casa, existem, muitas outras casas, e assim por diante, até infinitamente, nos depararmos com qualquer barreira.

    • Nuno says:

      Se sem provas não há nada então podemos dizer que não existe Deus, pois não existe nenhuma prova que este realmente exista. Entretanto existem provas que o big bang aconteceu.

      • Jo says:

        Existem provas? que o Big Bang aconteceu??. Não existiram, não existem, nem nunca vão existir. Porque, não aconteceu, qualquer Big Bang. Provas que DEUS existe! Isso sim há todas as provas. Que se traduzem, no que por aqui se vai comentando. Ou seja o Planeta Terra, e a situação privilegiada, de daqui se poder disfrutar da beleza do Universo infinito que Deus criou. Qual Big Bang, qual carapuça.

        • Nuno says:

          Então produz-me uma única prova. Até agora nenhum ser humano consegui provar a existência de Deus, mas tu vais ser a pessoa que vai ganhar o prémio Nobel por o fazer.

          Aviso já que, pelo resto do teu comentário, o argumento de incredulidade pessoal é uma falácia lógica e não prova.

          Entretanto quanto ao big bang, provas que este aconteceu são o desvio para o vermelho das galáxias, e quanto mais afastadas maior o desvio, ou seja o universo está a expandir. A descoberta do CMB, prevista pela teoria do brig bang é outra prova que aconteceu. A abundância de elementos leves, hidrogénio, hélio, lítio é outra prova. A estrutura em larga escala é outra prova. Se quiseres posso listar mais.

          • Jo says:

            Prova que Deus existe. Ok, O Universo, é o Próprio deus. POR ISSO MUITOS DIZEM: QUE O UNIVERSO SE COMPORTA COMO UM SER VIVO. SATISFEITO? Se porventura fores dos escolhidos, te lembrarás do que aqui acabo de escrever. A ciência é uma invenção de nós, não tem qualquer significado. Agora nós também inventamos IA, mandamos carros para o espaço, e nunca satisfeitos, querem ir viver para Marte. Santa ignorância.

          • Jo says:

            O Universo, é o próprio Deus. Por isso se diz que o Universo se comporta como um ser vivo. Ele está em todo lado.

          • Nuno says:

            Mais uma vez o argumento de incredulidade pessoal é uma falácia lógica e não é prova de nada. Fail.

            Depende daquilo que queres dizer com significado. Se quiseres dizer que a ciência não tem qualquer tipo de significado pessoal, esotérico, místico, não não tem. Se não o significado da ciência é o estudo do mundo natural. Ora sendo Deus um ser super natural a ciência não pode dizer nada sobre este por saí fora do seu âmbito. Mas é altamente hipócrita de tua parte negares a ciência, no entanto utilizares tecnologias que apenas existem por causa da ciência.

  28. João Faria says:

    Para existir uma singularidade, necessita de existir matéria. Essa matéria esteve numa forma diferente, da que se encontrava, aquando da singularidade, por isso nada, é tudo e tudo é nada.

    O Universo funciona como se tratasse de um ser vivo.
    Para viver, terá que atingir, em determinadas alturas, singularidades necessárias ao renascimento da velha matéria.
    Aquilo que Stephen Hawking, fala é precisamente antes dessa singularidade.

    Assim, o Universo conhecido, e aquele que desconhecemos, derivou precisamente de um antigo universo que esgotou a totalidade da sua energia.

    Uma Infinidade de situações acabam por dar a esse mesmo Universo a possibilidade de reviver, para isso, terá que se encontrar numa nova singularidade, para que possa de novo nascer.
    O que todos exclamamos de Big Bang!
    Quantos existiram antes…
    Quantos existirão depois deste Universo que conhecemos….

  29. Sacristão says:

    Segundo a bíblia a estátua de vários tipos de metais simboliza as potências existentes na terra e se repararmos a parte da estátua mais fraca é os pés, formada por argila e cobre e equivale a última potência anglo americana e no momento. Todas as outras já foram destruídas, por isso ainda aqui vamos. Retrata ainda muito bem que nos últimos haveria terramotos num lugar após outro e catástrofes naturais e homens que são mais amantes do dinheiro do que a si mesmo, homens deitar-se-ão com homens…e por aqui vai. Ou seja é o espelho do que vemos estes dias infelizmente!

    • Hugo says:

      Lamento informar, mas tudo o que referes já acontecia antigamente.
      Homosexualidade existe desde sempre e lamento desde já que vejas isso como um “problema”. A prática da violação e abuso de crianças e mulheres também não foi propriamente invenção deste século.
      Corrupção então é para rir. A diferença é que agora os corruptos, a pouco e pouco, são julgados e condenados e há umas centenas de anos atrás se alguém tivesse a ousadia de sequer fazer uma acusação à realeza era automaticamente executado em praça pública.
      Somos muito pequenos para a dimensão deste mundo. Vamos deixar de ser hipócritas, acreditar nos factos e compreenderemos muito melhor a razão da nossa existência.

  30. Universo.Consciente says:

    Após os vossos comentários, aqui fica a teoria mais revolucionária e aceitável para o nada e conceito de universo. O universo é fruto do nosso subconsciente. Tudo ao nosso redor é criado pelo nosso subconsciente, se não tivermos consciência, então o universo não existe, daí o conceito do “nada”. Se estivermos conscientes então temos o universo à nossa volta, conseguimos, vê-lo e senti-lo. E todos os animais inclusive humanos estão programados para ver o universo da mesma forma em posições/locais diferentes, mas o universo é o mesmo. É simplesmente fenomenal pensar que o universo é o nosso subconsciente e de todos os humanos que o molda. O universo é meramente uma ilusão assim como o espaço/tempo. O universo deixa de existir se um animal ou humano deixar de olhar para ele.

  31. anonymo says:

    Perdi tempo a escrever o meu comentário. Onde está o meu comentário???

  32. Jo says:

    Se houve um Big Bang, então teremos que admitir, que foi realmente um Big Bang muito inteligente, pois desse Big Bang, tudo saiu perfeitinho, não há erros, nem mal formações. Se não vejamos: Descubram aqui na Terra, ao que chamamos Natureza, as perfeições, ao ínfimo pormenor, por exemplo: a perfeição de uma simples Flôr. A conjugação das distancias da Terra à Lua, da Terra ao Sol, para que possa haver vida. Puxar pela cabeça, e descobrir biliões, do que chamam coincidências. Não serão demasiadas coincidências perfeitinhas. Se não foi obra de Deus, o que terá sido? Porque razão teriam os Romanos, tanto medo dos Cristãos? Porque terão os cientistas tanto receio em admitir Deus? Porque é a ciência o seu ganha Pão, e a religião, não lhes daria nada. Porque é a verdade inquestionável.

    • dajosova says:

      Os evolucionista ir-te-ão responder que isso aconteceu ao longo de milhõõõõões de anos.
      e depois aparecem “provas” desde a Lucy entre outros que justificariam o elo perdido, ainda que já completamente desmentidas, inclusivamente assentes em métodos de datação falaciosos, nomeadamente Carbono 14, petrificação, camadas de gelo, etc.
      O ser humano é um ser inteligente mas acha-se tão inteligente e poderoso que não consegue ver a simplicidade de certas coisas… e sim, a natureza possui belos exemplos de conceção, de design.. como por ex. o olho humano… mas cada um acredita no que quer. Deve é haver respeito pelo próximo.

      • Jo says:

        Muito bem escrito. Os desígnios de DEUS, Só a Deus pertence. Mas a raça humana, realmente como se julga superior a tudo, nada mais faz que complicar, causas tão lógicas e simples. Enfim, é caso para dizer: Desculpai-os Deus, pois não sabem o que dizem nem fazem. Está mais que provado, que realmente os desígnios de Deus, são muito complexos, para a nossa inteligência. Dizer que tudo surgiu do nada= como assim???? dizer que começou, algo,, surge de imediato a pergunta: então que havia antes?? e aí por diante, infinitamente. Solução Lógica e simples. Deus está em todo o lado, Deus foi, Deus É: Deus será sempre, e durante. Para que eu não enlouqueça: É isto que me satisfaz, sem mais delongas. O Nuno, sim é um Senhor por demais Ateu, mas aqui fica a minha compreensão, Leu demais sobre a Ciência, que é formação da Raça Humana, com todas as suas virtudes, e muitos defeitos.

        • Jo says:

          Aliás, não preciso saber, como?? Mas sim saber, que existo, por alguma razão, que também não preciso com urgência, saber da minha existência, vou sabendo, à medida que o tempo passa.

  33. dajosova says:

    Ao contrário de um cientista, um crente em Deus não precisa de provas, precisa de fé.

  34. Jo says:

    E pronto: Para terminar, estes chorrilhos de disparates. Fica tudo na mesma. SE HOUVE BIG BANG, O QUE TERÁ SIDO, QUE O FEZ DESPOLETAR??????????????????além de se poder continuar indefinidamente, perguntando: E antes, e antes, e antes, etc., etc.…………………………………………….. . Já há muitos anos que tinha dito a mim mesmo, que não voltava a tocar neste assunto, por pensar, que me deixaria louco. Caí nesta asneira agora com este dito bem parvo do Senhor Stephen Hawking. Mas chega. Creio em DEUS, como sempre. Passem todos muito bem.

  35. Correia says:

    Esta teoria do Big Bang é um disparate. E Deus também não é argumento.
    O que há é um conjunto de elementos (Tabela Periódica) que integram moléculas em quantidades diversas que reagem a temperaturas e radiações diversas e se aglomeram constituindo planetas, estrelas, cometas, asteróides, etc.. Estes elementos existiram sempre no universo, “nada se cria, tudo se transforma”. O tempo vem do infinito e vai para infinito, só nós seres vivos nascemos, vivemos e morremos.
    Quando a Terra deixar de ser habitada, por alguma colisão fatal, ou o Sol deixar de nos iluminar, este planeta não será diferente da Lua ou Marte.
    Temos sempre tendência para encontrar justificações para isto ou aquilo que desconhecemos (religião, etc), eu opto sempre pela explicação simples, objectiva e à luz dos conhecimentos científicos que temos.

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