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Megapack: A bateria gigante da Tesla com mega capacidade


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Sc says:

    Este artigo dá uma sensação daquilo que parece ser uma boa notícia, não e bem assim. Isto porque as baterias actuais esgotam os recursos naturais e destroem o ecossistema, não são sustentáveis a curto prazo. É o que vai acontecer em tras-dos-montes quando a mina a céu aberto for construída, onde os únicos que estão a lutar são os habitantes locais que vão perder a causa a favor de interesses de empresas que nada trazem a não ser o sofrimento e a destruição. O senhor Elon não e um visionário e um destruidor, futuro? Pplware existe mundo para além de Teslas, Huaweis, Xiomis e Apples.

    • Paulo says:

      Por oposição temos a indústria do petróleo, que não destrói nada, ou voltarmos ‘a idade da pedra.

      • Sc says:

        Meu caro, não desconverse. No texto apenas limitei-me a falar das baterias, conheço bem o processo. Tambem era para chamar atenção que as coisas nem sempre são coloridas como fazem estes artigos parecerem. Também podíamos falar nos malefícios do petróleo. É tudo muito bonito vermos uma central a produzir GWh e o resto? O que fazem as baterias? Essa é resposta que muitos já fizeram, porque reciclar este tipo de material é caro. O mais provável e parar a inceneradora da sua região ou então a um país do terceiro mundo. Podíamos escrever livros sobre este tema. Pego na sua expressão, por este andar vamos todos parar a idade da pedra daqui a uns anos.

        • anonimo says:

          A tesla faz reciclagem das suas baterias!

        • Ruy Acquaviva says:

          Sua colocação é mal formulada e inclui alguns equívocos.
          É natural que se coloque a questão do custo ambiental do investimento em baterias comparada com o custo ambiental do petróleo, afinal uma tecnologia propõe-se a substituir a outra. É incorreto analisar o custo ambiental da tecnologia substituta sem comparar com a que está sendo substituída pois aquela não se propõe a ser perfeita, as apenas menos custosas que aquela que se propõe a substituir.
          Em relação à reciclagem das baterias além da questão anterior referente a questão de comparações (qual a reciclagem do petróleo ou do carvão?), há um grande equívoco. A reciclagem das baterias de lítio é perfeitamente possível, só não é economicamente viável AINDA devido à questão de escala.
          Na escala atual o custo do material reciclado é maior que o custo do material mineirado, a medida em que haja maior uso, haverá volume suficiente para inverter-se a equação e permitir a reciclagem com viabilidade comercial. Até lá algumas empresas, como a própria Tesla, promovem a reciclagem por questões ambientais, mesmo incorrendo em um aumento de custo. Outras empresas, sem escala suficiente para bancar essa reciclagem preferem armazenar as baterias usadas, que vão adquirir valor comercial à medida que a viabilidade econômica da reciclagem seja obtida pelo aumento da escala, aliado a avanços técnicos nos processos de reaproveitamento.

      • O novo do restelo says:

        O que ele diz tem sentido no sentido que o menino dos iões de lítio está apenas a dar um destino a curto prazo para as células meio decadentes; a médio prazo este lítio vai esgotar já que as necessidades do mundo são muito superiores às reservas.

        Ele seria um visionário (neste aspeto) se desenvolvesse uma bateria “renovável” que não fosse para deitar fora em 1000-2000 ciclos. E depois que acontece?

        É o mesmo que os “gênios” da energia atômica: no início era tudo rosas mas só porque há países pobres que aceitam receber por guardar os “dejetos” radioativos. Após umas décadas ninguém sabe o que fazer com tanto lixo e alguns países pobres até querem devolver esse material…

        • IonFan says:

          Faz sentido. Bora viver numa caverna outra vez então. Assim talvez não tenhamos impacto no ambiente. Tudo o que fazemos tem impacto. Trata se aqui de minimizar o mesmo.
          Além de estas baterias não terem a mesma química do automóveis e, por isso sacrificarem a densidade energética em prol da durabilidade (A Tesla power Wall tem garantia de 5000 ciclos), as baterias de Iões de Lítio são 100% recicláveis.
          Quanto ao mito do Lítio esgotar, parte de três premissas erradas:
          1. Apesar do nome, estas baterias têm pouco lítio (que é o electrólito e normalmente não é mais de 10~15% da bateria);
          2. O lítio é relativamente abundante na terra, incluindo na agua do mar;
          3. Não precisamos de ficar vinculados para sempre com o lítio. A electricidade e electricidade e certamente serão desenvolvidas novas e melhores soluções.

        • jaugusto says:

          Tem que se começar por algum lado…
          Depois existe pessoal que só vê problemas logo não vale a pena fazer nada e ficamos á espera do lusco-fusco da vida cor-de-rosa e afins…curiosamente o maior importador e reciclador de lixo nuclear é o Japão.
          De seguida este tipo de estrutura serve como backup para equilibrar a rede em momentos de picos ou baixos quando curiosamente em portugal tivemos que importar energia de espanha que por sua vez importou de marrocos com centrais a carvão!!!
          https://leitor.expresso.pt/diario/sexta-26/html/caderno1/temas-principais/governo-portugues-preocupado-com-importacao-de-eletricidade-de-marrocos

    • Joao Pequeno says:

      Sc, se quer escrever um comentário e tentar convencer quem quer que seja, do que quer que seja… convém articular a sua resposta de forma inteligível.
      Em relação a “esgotam recursos naturais e destroem o ecossistema, não são sustentáveis a curto prazo” essa argumentação pode aplicar-se aos combustíveis fósseis. Logo esse argumento é imediatamente deitado por terra. Alías todos os argumentos que utilizou podem se aplicar à indústria do petróleo. Se acha que o Elon não é visionário, aconselho-o a fazer uma pesquisa sobre a vida dele. Forte abraço

  2. André says:

    Pollution is a metaphor for Evolution

  3. ANTONIO MANUEL says:

    ANTONIO DIZ QUE A UM ENTRAVE MUITO GRANDE NA INOVACAO E QUE TECNOLOGIA FICA BARRADA 40 ANOS ONDE ACONTECE COM FIBRAS OPTICAS ENERGIA SOLAR HOJE TEMOS TRANSDUTORES PARA MUDAR O MUNDO E NAO DEIXAM DESEVOLVER PORQUE E O SISTEMA.

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