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Investigador sugere que os OVNIs são pilotados por humanos do futuro

Esta poderá ser uma ideia um pouco excêntrica demais nos cânones atuais. Contudo, poderá ter pontos verosímeis se pensarmos “fora da caixa”. O fenómeno OVNIs tem ganho nos últimos anos, uma força diferente. Alguns avistamentos já foram desmascarados, afinal eram testes militares, ou meteoritos, outros, os mais intrigantes, estão a deixar a discussão acesa, inclusive em organizações sérias, como a Força Aérea dos Estados Unidos.

Surgiu agora um livro interessante, recém-publicado por Michael Masters, professor de antropologia da Universidade Tecnológica de Montana. Este deixa e sustenta uma questão muito peculiar: será que os OVNIs poderiam ser pilotados por seres humanos vindos de um futuro distante?


O tema jamais reunirá consenso e nunca vagueia pela orla da lógica. No entanto, há ainda muita coisa a explicar e muitas questões sem qualquer resposta, neste mundo da lógica científica.

Este tema tem agarrado a atenção de milhares de pessoas ao redor do mundo. Foram vários os avistamentos de objetos voadores não identificados (OVNIs). É tema para prender a mente. Com a evolução da tecnologia, com a própria evolução das sociedades, foi percebido com muitos avistamentos, sequestros misteriosos atribuídos aos “discos voadores”… afinal tinham outras explicações. Há, no entanto, mais a debater!

 

Fenómeno OVNI

No planeta que conhecemos, quase tudo tem uma explicação com base na ciência. Do quase ao tudo, contudo, há uma franja de factos que têm permanente discussão como algo “fora da Terra”. Nesse sentido, a própria Ciência, sempre pragmática e incrédula, começou a deixar a porta aberta para a existência de outras civilizações inteligentes.

Aliás, o facto de já termos descoberto milhares de planetas em torno de outras estrelas, alguns com os ingredientes básicos da vida, mesmo nos cantos mais remotos do Universo, levou os cientistas a considerar seriamente a possibilidade de que, afinal, talvez não estejamos tão sozinhos no Universo.

 

Milhões de mundos estão espalhados pelo Universo… e os Extraterrestres?

Conhecemos hoje novos planetas, as suas realidades, o que nos trouxe uma visão muito mais abrangente sobre vida extraterrestre. No entanto, esta abertura de mente não facilita a adoção da ideia que somos visitados regularmente por alienígenas. Torna-se egoísta e até absurdo pensarmos que nesses milhões de mundos, apenas a Terra tem vida. Mas daí até essa vida de outro planeta estar entre nós, é outra coisa.

Assim, podemos remeter a nossa dúvida a uma resposta em jeito de pergunta: se há, ao que parece, tão provável que a vida se tenha enraizado noutros planetas, e mesmo que nalguns deles tenha evoluído para a inteligência, onde estão todos? Por que não conseguimos ver ninguém?

Bom, este foi o silogismo do físico italiano Enrico Fermi no início dos anos 50. Resumidamente, se os extraterrestres existem e estão no Universo, como é que nunca os vimos?

Desde então, muitos contribuíram com todos os tipos de soluções para o chamado “paradoxo de Fermi“. Neste paradoxo é referido que as inteligências surgiram nos mundos oceânicos sob camadas espessas de gelo (como é o caso de Encélado ou da Europa no nosso Sistema Solar) e sem acesso às estrelas.

Além disso, é referido também que essas espécies serão muito avançadas e que evitam o contacto para não “contaminar” o nosso desenvolvimento.

 

Serão humanos a pilotar os OVNIs?

Numa linha de teoria mais evoluída, foi lançado um livro, por Michael Masters, professor na UMT, que sugere uma nova e interessante possibilidade:

Os OVNIs poderão ser pilotados por seres humanos vindos de um futuro distante?

Poderiam aquelas criaturas estranhas com quem muitos afirmam ter-se encontrado, quase sempre em formas humanóides, ser realmente os nossos descendentes distantes, voltando do futuro para estudar o seu próprio passado evolutivo?

Não, a ideia não é nova. No entanto, o professor de antropologia, no seu livro, estuda esta possibilidade com “outro olhar” e oferece uma perspetiva interessante que convida à reflexão. Por exemplo, Masters está convencido de que, dado o ritmo acelerado dos avanços na ciência e na tecnologia, seria plausível pensar que os humanos do futuro puderam desenvolver as máquinas necessárias para viajar no tempo. O objetivo do livro, diz o seu autor, não é convencer ninguém, mas estimular uma nova discussão entre os crentes e os céticos.

 

Segundo as suas declarações ao site “Space.com“, o autor garante que decidiu adotar uma abordagem multidisciplinar para tentar entender as esquisitices desse fenómeno.

O nosso trabalho como cientistas é fazer grandes perguntas e tentar encontrar respostas para perguntas desconhecidas. Algo está acontecer aqui, e devemos conversar sobre isso. E devemos estar na vanguarda quando se trata de descobrir o que é.

Frisou Michael Masters.

 

Então, os “visitantes extraterrestres” somos nós mesmos?

Pelas palavras do investigador, a possibilidade de sermos nós mesmos esses tais visitantes é de longe a mais plausível.

Sabemos que estamos aqui. Que os humanos existem. Sabemos que tivemos uma longa história evolutiva neste planeta. E sabemos que a nossa tecnologia será mais avançada no futuro. Eu acho que a explicação mais simples é que somos nós. Só estou a tentar oferecer o que provavelmente é a explicação mais parcimoniosa.

Disse Masters.

O professor deixa bem claro que o livro tem como objetivo unir aspetos bem conhecidos da nossa própria história evolutiva. Adiciona, contudo, outros factos ainda não comprovados ou desconhecidos, como os OVNIs e alienígenas.

 

Alienígenas que nos visitam são turistas e cientistas vindo do futuro

Como antropólogo, Masters trabalhou em inúmeros sítios arqueológicos na África, Europa e Estados Unidos. Este refere que se tivesse a possibilidade de viajar para o passado para entender melhor os nossos ancestrais, que o faria sem hesitação.

Além disso, os supostos relatos de sequestros são principalmente de natureza científica. Poderiam ser futuros antropólogos, historiadores ou linguistas, que viajam ao passado para obter informações de uma maneira que hoje, e sem a tecnologia necessária, não podemos ter acesso.

A parte do turismo, é um fator que está sempre ligado ao retorno do investimento. Aliás, vemos que atualmente já estão em andamento projetos de turismos espacial como complemento de rentabilizar o investimento em estruturas de viagens espaciais.

 

Mas viajar no tempo não é possível!

Obviamente, a abordagem de Masters na sua investigação é a de “um projeto em evolução”. De facto, ainda existem peças importantes no quebra-cabeça. Por exemplo, ainda não se entende exatamente o que é o tempo e ainda não se consegue combinar a relatividade geral, o que explica o mundo no nível macroscópico, com a mecânica quântica, o que ocorre no domínio das partículas subatómicas.

Muitos investigadores, na verdade, acreditam que a viagem no tempo nunca será possível. O próprio Stepen Hawking dedicou uma das suas frases lapidárias à questão:

A melhor prova de que las viagens no tempo são impossíveis é não estarmos invadidos por uma legião de turistas do futuro.

Mas e se realmente estivermos invadidos por esses tais turistas?

O autor quer apresentar o que será o melhor modelo para o debate. No entanto, este tema, representado em livro, suscitou já muitas opiniõess contra e muitas a favor. Para já, resultou o pretendido, há debate.

 

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