Incêndios: saiba o que fazer em caso de exposição ao fumo
Com o calor a não dar tréguas e as previsões a apontarem para um perigo de incêndio rural muito elevado a máximo nas regiões Norte, Centro e Algarve, importa estar preparado. Saiba o que fazer em caso de exposição ao fumo, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Perante o perigo de incêndio rural muito elevado a máximo nas regiões Norte, Centro e Algarve e ao previsível aumento das temperaturas em algumas regiões do país, a DGS deixou recomendações sobre o que fazer em situação de inalação de fumos dos incêndios.
Em situação de inalação de fumos, a DGS recomenda retirar a pessoa do local e evitar que respire o fumo ou esteja exposta ao calor.
São sinais de alarme, a presença de queimaduras faciais, dificuldade respiratória e alteração do estado de consciência.
Conforme divulgado, existem dois mecanismos de lesão:
- Lesão pelo calor (queimadura);
- Irritação/ toxicidade pelos componentes químicos do fumo.
Assim sendo, é recomendado que as pessoas evitem exposição ao fumo, mantendo-se dentro de casa, com janelas e portas fechadas, em ambiente fresco, ligando o ar condicionado, se possível, no modo de recirculação de ar.
Dentro de casa, devem evitar a utilização de fontes de combustão, como aparelhos a gás ou lenha, tabaco, velas, incenso, entre outros, bem como evitar atividades no exterior.
A utilização de máscara/ respirador (N95) é recomendada sempre que a exposição for inevitável, assim como manter a medicação habitual "se tiver doenças associadas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crónica". Os cidadãos devem ainda "seguir as indicações do médico perante o eventual agravamento das queixas".
A DGS resume as recomendações a três conselhos: "Mantenha-se informado, hidratado e fresco".
Contactos recomendados:
- Em caso de necessidade ou para mais informações: SNS24 (808 24 24 24);
- Em situação de emergência: 112.






















Ver civis a combater incêndios em calções e t-shirt, algumas vezes em tronco nu, é de bradar aos céus.
Agora em relação ao combate, quer-me parecer que o avental monte branco não abriu os cordões à – nossa – bolsa para disponibilizar meios aéreos. É para arder que ainda há demasiada gente nas zonas rurais. O gado é para juntar todo nas cidades.
No que à prevenção diz respeito, depende sempre da câmara. Umas fazem o seu trabalho de controlo de limpeza de terrenos, outras deixam ao critério do cidadão ser chibo ou não. Querem é votos e em ano de autárquicas não correm riscos.
8550000 (8 milhões!!!) de hectares ou não tem dono registado ou estão registados, em nomes de pessoas que faleceram entre 1855 e 1950. Com isso, 99, em cada 100, notificações, não tem para onde ir.
Infelizmente, arranjaram uma forma de facilitar isso… advogados obtiveram, milhares de casas e terrenos, para seu nome, quase 80000 milhões de euros, graças a esse sistema, para, literalmente, roubarem casas e terrenos, legalmente, para venderem.
Certo!
Não é por acaso que a maior parte dos políticos são advogados e/ou juristas …
Furtar apoiado na legislação que eles próprios aprovam.
Não são os políticos que escrevem as legislações, são legisladores.
Os políticos são na sua maioria formados em direito, ciências políticas ou relações internacionais porque são cursos com médias baixas que não exigem nenhum esforço para fazer.
Direito ainda tem meia dúzia de univerdades do país que o tornam difícil, mesmo assim o Ventura saiu com 19 valores da nova
o Ventura é bem inteligente: mas se calhar tu achas que não!
Quando o combate ao fogo é negócio para o sector privado a solução está em arranjar quem o acenda.
Onde estão os activistas climáticos?
Duvido que acha algum activistas climático que seja voluntário dos bombeiros! Tudo hipócritas.
Correr a tiro os incendiários.
Hoje era só incêndios à volta do cinturão do lítio (Ponte da Barca, Arouca, Ponte de Lima…)