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Holandeses usam pó de ferro para aquecer as casas… sim, é energia limpa!

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Rúbens says:

    Mas precisam do hidrogénio de Sines para renovar o pó de ferro.

  2. Castro says:

    “não perde energia durante o armazenamento”
    isso não é verdade! O ferro oxida naturalmente com relativa facilidade em condições normais – chamada ferrugem.

    • Vítor M. says:

      Mas isso é um estado que se espera e por isso volta ao mesmo circuito e nunca perde energia 😉

      • Castro says:

        Se pode oxidar naturalmente perde-se energia, já que a energia que se “retira/armazena” neste processo depende do estado de oxidação/redução do ferro.
        O que não se perde é o elemento ferro por fenómenos de ebulição.

        • Vítor M. says:

          Lê o processo, fala na ferrugem. E não fala em perda nenhuma. Ou melhor, no processo completo, tudo é aproveitado e reutilizado.

          • FilipeB says:

            Não é bem assim Vitor. Como sabes não existe 100% conservação de energia nestas coisas.
            A chave neste processo é a conversão da ferrugem em pó de ferro novamente. Esta conversão pode ser feita de mais do que uma maneira, neste caso através da adição de hidrogénio, num processo que consome energia, em que o uso de energia renovável ajuda a disfarçar esse consumo.
            Sou todo a favor de eliminar os combustíveis fósseis, mas não digam que é fácil, só vantagens, e 100% eficiente.
            Como nota final, não fazia a mínima ideia que podemos queimar metais desta maneira, mesmo que apenas em pó, e só por isso valeu a pena ler este post.

          • Vítor M. says:

            Segundo o projeto, o método é sustentável e limpo. O processo completo funciona. E por isso estão a ponderar estender a mais pessoas.

        • Castro says:

          Deverias antes ler o meu comentário e reflectir.
          O que digo não tem a ver com o processo mas com a afirmação de que durante a armazenagem não há perda de energia.
          No processo de combustão, para o ferro fornecer energia ele não pode estar oxidado. Se durante o armazenamento o ferro ficar oxidado de forma natural, então houve perda de energia durante o armazenamento, já que não é capaz de fornecer a mesma energia que poderia ter fornecido antes de ser armazenado, é simples de entender.

    • Rúbens says:

      basta estar armazenado num ambiente sem oxigénio que já não pode oxidar.

      • Castro says:

        Esse basta não é assim tão simples se se quiser usar em quantidades industriais e transportar dum lado para o outro.
        Tal como com o hidrogénio, gás natural, etc, haverá sempre algumas perdas durante o armazenamento e transporte.

    • Bruna says:

      perde-se mais nas cargas e descargas! Lol
      E é maneira de acabar com muitas sucateiros/ferro velhos (pelo menos têm mais um cliente).
      O problema maior é a produção desse pó, e com as queimas o que garante que o pó continua pó?
      Não percebi é como fazem a queima limpa do pó de ferro e como depois injectam o hidrogênio para retransformar o óxido de ferro em pó de ferro?

  3. eu22222 says:

    É uma bateria de ferro em vez de lítio.

  4. Luís Silva says:

    AFINAL O QUE É PÓ DE FERRO?
    Deixa-se o ferro a apanhar pó ? Nunca tal ouvi falar 🙂

    Infelizmente os ucranianos terão lá muita energia para gastar e exportar

    • Bruna says:

      Será o metal em partículas pequenas ou mesmo em nanopartículas. Assim como há queimadores que usam pó de carvão na vez de calhaus grandes, o pó de ferro deve ser uma semelhança dimensional apenas. A dificuldade será a produção do mesmo sem que este fique oxidado antes de entrar nas respectivas caldeiras.

  5. MP says:

    Mas como funciona esta parte do processo: “O sistema funciona da seguinte forma: o pó de ferro é queimado na caldeira.”?

  6. MF says:

    esquecei-vos de que é preciso extrair da terra todo o ferro necessário e isso contamina o ambiente além de destruir floresta e outros locais

  7. Pedro H. says:

    Será que é possível aproveitar componentes de ferro em carros antigos a apodrecer nas sucatas?

  8. simao says:

    Oh sim… produzir este pó deve ser altamente sustentável..

  9. Bruna says:

    Acho bem que surjam novas formas/alternativas aos combustíveis poluentes. Já deviam saber que não vão a tempo de inventar uma energia 100% limpa e segura de um momento para o outro. QQ nova tecnologia que aparecer e que seja pelo menos mais limpa que as actuais deveria prevalecer face às piores. E quantas mais alternativas houver melhor e uma boa alternativa para uns países pode não ser tão bom ou a melhor para outros, já que as custas dos processos e da obtenção das matérias primas para esses processos dependem de várias variáveis e mercados.

  10. ToniDasFarturas says:

    Muita confusão nestes comentários.
    A ideia deles é ter uma fonte de combustão (provavelmente a gás) e usar a energia que se liberta durante a oxidação de ferro (oxidação = reacção exotérmica) para complementar o aquecimento de água (no exemplo que dão). Depois voltar a reverter o processo e reduzir o óxido de ferro a ferro (redução = reacção endotérmica) com a ajuda de hidrogénio ou outra energia qq renovável.

    O que não partilham é quanto gás poupam para produzir um determinado valor de energia, quão eficiente é o processo e qual o custo total por unidade de energia para se poder comparar com outros métodos de produção de energia (solar térmica, geotérmica, eléctrica, etc). Bastava uma estimativa tendo em conta que ainda é um piloto.

    Outra coisa que o Castro referiu é que oxidação do ferro é uma reacção que acontece muito facilmente num ambiente com oxigénio, por isso seria necessário armazenar o pó de ferro (quando não está a ser queimado) num ambiente inerte para que não haja oxidação não intencional (por exemplo num ambiente com humidade controlada e atmosfera de azoto), e isto não é trivial e acrescentaria custos de armazenamento no processo todo.

    É um conceito criativo, vamos ver a onde nos levam.

    • Daniela says:

      Além disso, tem a extração do hidrogênio, o transporte do pó de ferro, as tubulações por onde ele vai passar… E todo combustível que será usado para aquecer a caldeira, que vai ser muita coisa, já que ela vai estar sempre em funcionamento.

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