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Extrair urânio do mar poderá permitir eletricidade ilimitada


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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22 Respostas

  1. Nuno says:

    Não existe tal coisa como energia infinita ou ilimitada.

  2. Asdrubal says:

    Se fosse fusão nuclear, isso sim. Mas fissão nuclear seria de evitar. 😐

  3. Ok says:

    Estão lá as palavrinhas todas no fim: “encontrar financiamento”.

  4. JP says:

    Realmente se é para fissão nuclear… não vejo boas notícias…

    • lmx says:

      As centrais mais desenvolvidas actualmente são de ciclo fechado,
      O que quer dizer que consomem os próprios resíduos são essencialmente chamadas de 3ª Geração também devido as medidas de segurança pós Fukushima.

  5. Marco says:

    Comecem mas é a retirar o Cesium-137 e 134 que Fukushima está a mandar para o oceano há anos…

  6. Adegas says:

    Precisamos é de ter Centrais de molten sal a consumir Thorium (MSNR – Molten Salt Nuclear Reactors)
    100% seguras usam Thorium que ha as peletes na terra, o ciclo e tao bom que apenas sobras menos de 10% de lixo que tem uma vida útil radioactiva de 7 anos.
    Esta tech ja existe desde o inicio da guerra fria mas como nao serve para fazer Nukes foi posta na gaveta.
    O chineses em principio vai ser os primeiros a ter uma destas a trabalhar a topo.
    Além do mais pode ser adicionado algum lixo nuclear neste processo, reduzindo a vida util desse lixo de milhares de anos para 7, o unico se nao desta central e que para o jump start precisa de material nuclear, depois de estar a queimar e só juntar pellets de thorium.

    • Miguel says:

      Thorium? Mas isso dá para enriquecer para armas nuclear? Se desse já era utilizado à muito.

      • Rui says:

        Pois o problema é mesmo esse. Mas é bem mais comum que o urânio. Mais seguro e amigo do ambiente. Este artigo é inútil, é desinformado.
        Acho que os indianos tb estão à frente na pesquisa destes reactores.

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