Escultura fantasmagórica flutuou acima da Terra e foi captada em imagens impressionantes
Um projeto artístico, uma escultura fantasmagórica, fora do comum levou uma escultura humana até à estratosfera, criando imagens que parecem saídas de um sonho. A iniciativa junta arte e ciência e mostra uma figura envolta em tecido azul a “dançar” sobre o planeta.
Uma obra entre a arte e a ciência
Uma equipa do The Dorothy Project, composta por artistas e cientistas enviou uma escultura evocativa para o espaço próximo, com o objetivo de captar imagens únicas de uma forma humana em plena estratosfera.
A figura, coberta por um tecido fluido azul, foi concebida para transmitir uma sensação etérea, quase espiritual. Suspensa acima da Terra, cria um contraste visual poderoso com as nuvens e a curvatura do planeta no fundo.
O resultado é descrito como impressionante e surreal, com a escultura a parecer “flutuar” e até a dançar no limite entre a atmosfera e o espaço.

"A Missão Taroni convida-nos a repensar a nossa relação com a criação e a questionar-nos sobre como, ao moldar a matéria, moldamos também a nossa forma de ver a vida e o nosso planeta", afirma o The Dorothy Project, que compara a Missão Taroni a Christo e Jeanne-Claude, artistas conhecidos pelas suas instalações artísticas em grande escala.
Imagens que parecem irreais
As imagens captadas mostram a escultura isolada num cenário vasto e silencioso, onde o azul do tecido se mistura com o azul da Terra. A ausência de contexto terrestre reforça a sensação de algo fantasmagórico.
Este tipo de projeto tira partido de balões de alta altitude ou tecnologias semelhantes para elevar objetos a dezenas de quilómetros de altitude, permitindo captar imagens com uma perspetiva rara sem necessidade de ir para o espaço orbital.
Um novo olhar sobre a arte contemporânea
Mais do que um feito técnico, este projeto procura explorar a relação entre o corpo humano, o planeta e o cosmos. A escultura funciona como uma metáfora visual da fragilidade e da presença humana num universo vasto.
A fusão entre arte e tecnologia continua assim a abrir novas possibilidades criativas, levando a expressão artística para territórios literalmente fora deste mundo.






















Fziam o vídeo no Kling e poupavam o balúrdio gasto…enfim…