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Autor: Vítor M.

Google encerra o seu serviço Google Code

Actualmente são vários os serviços que permitem aos programadores armazenar os seus projectos de programação on-line. Um deles e já com nove anos de existência era o Google Code. Contudo, existem muitos outros e com muitas funcionalidades como é o caso do GitHub ou do Bitbucket.

E essa é uma das razões que levaram a Google a decidir encerrar o seu serviço.

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Podec, o primeiro Trojan a enganar o CAPTCHA

No final do ano de 2014, a Kaspersky Lab detectou que um Trojan, de nome Trojan-SMS.AndroidOS.Podec, estaria a conseguir enganar os sistemas de reconhecimento de imagens CAPTCHA, levando milhares de utilizadores Android a ficarem infectados e a subscreverem serviços de valor acrescentado sem que tivessem conhecimento disso mesmo, pois os utilizadores não recebiam qualquer notificação quanto à subscrição.

Desde então, este software malicioso não deixou de crescer, tendo sido acrescentados novos recursos e novas arquitecturas. Afinal é fácil enganar o CAPTCHA!

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Killer USB pode fazer o seu computador explodir

Cada vez mais a ficção confunde-se com a realidade. No cinema já vimos a tecnologia a ter muitos fins, perguntamos-nos mesmo se na vida real seria possível um hacker transformar remotamente um computador numa bomba, que faz explodir para matar alguém. Será mesmo possível executar tal plano?

Antes de responder, até porque poderá acertar, conheça primeiro uma história sobre um dispositivo de seu nome Killer USB drive.

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Relatório alerta para aumento de vídeos com crianças nuas

É um caso que as autoridades devem ter em consideração mas parte muito também das empresas que “controlam” a Internet no mundo.

O relatório da Internet Watch Foundation e da Microsoft revela crianças cada vez mais jovens, que aparecem nas imagens e vídeos, nuas na Web, incluindo o material sexualmente explícito. O estudo aponta ainda para uma maior percentagem de meninas exibidas.

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Xiaomi garante não ter instalado malware nos seus dispositivos

Nos últimos dias, a Xiaomi tem vindo a ser acusada de colocar propositadamente software malicioso no seu smartphone Xiaomi Mi 4. Quem o afirma é a empresa de segurança Bluebox, que depois de realizar alguns testes ao dispositivo da empresa chinesa afirmou encontrar várias vulnerabilidades, incluindo software malicioso em algumas aplicações pré-instaladas.

Mas segundo a empresa chinesa alguém usou produtos falsos para analisar!

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