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Apple regista patente de ecrã tátil duplo para MacBook


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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28 Respostas

  1. Joao says:

    Fraco prefiro hp envy

  2. Helder says:

    Porque é que sempre que vem uma inovação da Apple, vem sempre gente a dizer mal, e até “que já saiu noutro lado”, qualquer coisa que não tem nada a ver, mas se reduzir a um telegrama, pode ser que tenha alguma coisa a ver?

    Eu vou a qualquer loja portuguesa, ver o que é que eles têm de stock.

    Não me refiro a nenhuma loja em particular, refiro-me a qualquer uma, têm montes de portáteis de baixa gama (600€, 500€ e para baixo), têm alguns Mac’s, e quase nenhuns PCs da mesma gama.

    Geralmente quando têm PC’s, são portáteis gaming para os meninos de 18 anos que “precisam” de um PC “potente” para a “faculdade”, mas tem de ter uma “GTX” para os cálculos complicados que vão fazer no Call of Duty, que passados 24 meses da garantia, estão todos avariados e partidos do calor e das baterias que já não aguentam 5 minutos…

    Vá benne…

    • Celso says:

      Txiii… Andas mesmo doente…
      Cada um compra o que quer, com o dinheiro que quiser gastar, seja de que marca for. Só pensas no que os outros fazem.
      Pareces aqueles maluquinhos que só andam bem é a dizer mal dos outros.

      • Helder says:

        Pois cada um compra o que pode e o que quer.

        Mas não me venham com banhadas.

        “Pareces aqueles maluquinhos que só andam bem é a dizer mal dos outros.”

        Acho que aqui é os que dizem mal da Apple.

        • Celso says:

          Banhadas? Nao te trates nao….

        • Bruno Pinto says:

          E tu aqui és o que diz bem da Apple….
          Cresçam malta! Cada marca tem os seus lados positivos e os seus lados negativos. Tenho 20 anos, ando na faculdade e tenho um portátil “Gaming” com uma GTX como dizes, e então? Qual o problema? Se daqui a 2 anos anda todo avariado e com problemas de bateria? Talvez, não sei, conheço quem tenha equivalente à 3 anos e ainda não se começou a queixar… Mas estou a estudar longe de casa, a minha vida 60% é a frente de um computador, seja a pesquisar, estudar, jogar ou o que for… Comprei algo que corresponde ao mais variado leque de necessidades que possa ter, coisa que certos equipamentos nomeadamente Apple não poderia oferecer. Isto não quer dizer que seja má, porque de facto é boa e até mesmo muito boa, mas para determinadas tarefas! Quem tiver dinheiro que compre um MacBook, monte Desktop e faça o que entender… Um equipamento para cada coisa até se for preciso… Mas quem não tem possibilidades para isso não vai investir uns 1500€ – 2000€ num MacBook que não corresponde a 90%+ das minhas espectativas, não concordas?
          Eu não sou contra marcas, apenas gosto de destinguir as potencialidades de cada um e assim poder perceber o custo benificio de cada para o uso que se pretende dar. Porque se eu não utiliza-se o computador para entretenimento de todo, talvez gostasse de um MacBook, é mais prático e bastante funcional para 90% do trabalho que se possa ter, mas quem quer algo mais, ou porque pretende usar para entretenimento, ou porque prefere gastar um pouco menos e ter algo equiparável, ha diferenças inegaveis…
          No século XXI sermos cegos por uma marca é mesmo muito mau… Porque nas tecnologias não devem ser as marcas que dizem se o produto é bom ou não, mas sim a sua performance para o fim pretendido e o preço que custa. Mas repara: “Performance para o fim pretendido”, porque a maior besta de computador pode não ser o ideal para as tarefas que desempenhas…
          E repara que isto acontece com qualquer tipo de equipamento, seja smartphones, tablets e afins… Depende sempre do uso que lhe dás… Se queres um equipamento funcional, mas se nao precisas de tanto apetrechos de potências e mariquices para quê andar de Iphone X na mão? Para dizer que tem? Há bem melhor custo/benefício. Porque para mim o melhor não é o mais potente… Mas sim aquele que para a sua qualidade consegue ter o preço mais favorável… Porque se assim não fosse, porque teria +1% de performance global já ia custar 200% mais e toda a gente ia considerá-lo o melhor… Mas será o melhor em preformance, mas não o melhor equipamento em si, porque perde no factor mais importante da atualidade: Equilibrar Preço perante a Performance e Qualidade Oferecida.

          Isto é apenas o meu ponto de vista, e se quiseres lê e tenta compreender, se vieres apenas dizer que estou errado porque a Apple é a melhor porque sim nem vale a pena comentar, se quiseres argumentar sem os fanatismos, estarei ao dispor!

    • Cortano says:

      Sabes porque é que não têm muitos PCs em exposição? Porque os PCs montam-se à vontade do cliente.
      É muito mais vantajoso para o cliente e loja montar um PC à medida que ter 10 versões PC, mas com mais ou menos RAM, com GPU diferentes, com caixa, diferente em exposição.
      Os Macs têm de lá estar porque não dá para montar à medida do cliente.

      • Helder says:

        Falo de portáteis que é o que a esmagadora maioria de PCs vendidos hoje são.

        Mesmo desktops, a maioria deles, são pre-configurados das marcas, os “à medida” são uma minoria, por muito que te custe a acreditar.

        • Cortano says:

          Estás a falar de lojas de informática ou de “Wortens”?
          Portáteis encontras aos molhos nas “Wortens”, para todos os preços – até os Surface costumam ter uma bancada de destaque e tudo. E como sabes, os Surface custam tanto ou mais que um MacBook.
          Também os Lenovo, HP, Asus, e outros, vejo topo de gama em todo o lado.

          Ou tens palas nos olhos ou estás em negação.

          • Toni da Adega says:

            Ele essas coisa não sabe, se não tiver o símbolo da Apple ele simplesmente não olha.
            Para o Helder só existe uma loja de informática: a Apple Store. Esta frustacão é por não existir nenhuma em Portugal.

  3. Toni da Adega says:

    É um conceito bastante interessante, versátil e com bastantes potencialidades, basta olhar para o Lenovo Yoga Book.
    Mas teclados tacteis por muito bom que sejam não me convencem por serem muito propícios a “erros”

    • Douglas Ferreira says:

      Exatamente, se teclado touch fosse bom não teriam lançado aquela capa/teclado para o iPad Pro.

      Seria muito melhor transformar o trackpad numa tela touch que pudesse exibir mais atalhos em complemento (ou mesmo substituição) à touch bar.

  4. carlitos says:

    Parece um conceito interessante mas o uso é frustrante.
    Gostaria mais de ter teclados tradicionais com tecnologia que permita configurações personalizáveis, fazendo uso da tecnologia de e-paper.

  5. Cortano says:

    Então mas isso do ecrã duplo não é o que o Lenovo Yoga Book tem?

  6. Filipe F. says:

    E preparar o MacOS para Touch? O sistema ainda tem um design muito à là windows 3.1 e linux, pouco preparado para touch. Veremos que mudanças virão aí para melhor no SO

    • Helder says:

      Ah! Ridiculo!

      Ninguém quer touchscreens nos portáteis!

      • Carlos says:

        Atenção pessoal, lembrem-se disto quanto a Apple lançar um laptop com touchscreen e o Hélder aqui vier dizer que foi a melhor ideia desde a invenção do pão de forma sem côdea.

    • Douglas Ferreira says:

      Nunca usei desktop ou notebook com touch, mas acredito que usar num computador de mesa talvez seja meio cansativo: levantar a mão toda hora para tocar em um ícone exige mais esforço (sim, talvez eu seja um pouco preguiçoso, kkk) do que usar um mouse ou trackpad, em que a mão fica confortavelmente apoiada na mesa. Outro problema também são as manchas na tela.

      Até entendo a resistência Apple em transformar o MacOS em um sistema touch: diminuiria o mercado do iPad e teríamos um “MacBook conversível” que não seria tão leve e confortável de usar quanto o tablet. Aliado a isso, existe ainda o risco de os apps touch não ficarem tão bem integrados com a versão “normal”. Como tem ficado a interface/usabilidade dos aplicativos no Windows para uso com o touch?

      Mas, sinceramente, acredito que a tendência é que os desktops e os notebooks se tornem dispositivos de nicho, se é que isso já não aconteceu e eu nem percebi… 95% das coisas que faço hoje no notebook em casa pode ser feita no iPad.

      Talvez eu nem tenha um próximo MacBook (o meu é de 2012, e acho que ainda vai me servir por mais uns 4 anos), estou pensando se seria possível substituir a dupla MacBook Air + iPad Air 2 por um iPad Pro de 10,5″ e um teclado bluetooth.

      PS: Post digitado confortavelmente no sofá da minha sala, em meu MacBook Pro.

      • Cortano says:

        Estás aí a misturar um pouco as coisas.
        Desktops: existem poucos com touch, mas existem e têm funções específicas, p.ex., se não conheces, vai ver o Surface Studio.
        Também existem monitores com touch, que podem ser usados com touch ou não. Se não te apetecer não precisas de usar o touch do screen, tão simples como isso – o Windows tem tem 2 modos para trabalhares melhor: modo tablet e modo desktop

        Grande parte das apps da store para Windows funcionam muito bem com touch, então as recentes criadas em UWP ainda melhor.

        A Adobe tem já em algum software a opção Touch que pode ser ativada.
        Tal como o Office da MS também tem a opção para touch.
        É verdade que não tem a mesma usabilidade que uma app da loja, mas facilita – até porque estamos a falar de interfaces complexos.

        Mas a ideia que tens de reter, é que no Windows tens a opção de usares com touch ou não. 😉

      • Carlos says:

        Os únicos dispositivos que te obrigam a usar o touchscreen para usar são os…

        iPads.

        Em todos os outros, incluindo boa parte dos tablets com Android, podes muito bem usar ou um rato (ligado por USB, coisa que os iPads também não têm) ou o touchpad.

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