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Análise TomTom VIO – O GPS para scooters

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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11 Comentários em "Análise TomTom VIO – O GPS para scooters"

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noone
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noone

Basicamente estás a pagar 170€ por um ecrã com bluetooth LOL

Metal
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Metal

+1000

RF
Visitante

Este equipamento tem dois problemas a meu ver…
1º – Utiliza o telemóvel, o que hoje em dia é mau, visto andarmos sempre sem bateria!
2º – O Preço, a meu ver é excessivo.. se fosse em torno dos 90/100€ ia vender bem, agora 169€…
Nota: quem tem sistema BT no capacete, é preferível ligar o GPS do tlm e utilizar este sistema para ir dando indicações vocais.. sempre se poupa 169€..

luislelis
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luislelis
Por experiência própria : Muito mais prático usar só o smartphone. (não tem custos e mais versatil) Duplica gadgets no bolso. Mais caro Q um smartphones media gama. Minha solução, depois de experimentar. Porta USB ligada à bateria 4euros smartphone do dia a dia xiaomi note 3 pro oscultadores /micro Bluetooth 6 euros, feltro+ capa para encaixe telemovel 1euro. Tempo gasto na solução 20 minutos. Custo total 11 euros Polivalência, funciona em qualquer modelo, mota, carro, bicicleta, triciclo, patins e a pé. Camera de bordo grátis. Lanterna grátis. Telephone grátis. software GPS grátis. Updates grátis mapas. Alarme grátis, se deixar… Read more »
Bolátil
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Bolátil

por esse preço compro uma scooter 😉

Miguel Nóbrega
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Miguel Nóbrega

Se precisa do telemóvel não tem interesse, a ideia do GPS é não usar o telemóvel, já que a bateria do telemóvel é contadinha para viagens longas, nunca sabemos quando precisamos de ligar para alguém ou até um taxi, não podemos dar ao luxo de gastar bateria em dois dispositivos…
Ainda por cima com duração de apenas 5h..

João MS
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João MS

+1 E também não percebo outras 2 questões: como é que a cilindrada da mota pode influenciar o funcionamento do dispositivo e como é que será possível utilizar um auricular bluetooth se o smartphone já vai estar emparelhado com o GPS.
A questão do transito também não vejo como sendo propriamente uma vantagem já que se trata duma scooter.

Sómaisum
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Sómaisum

Porque em alguns países, scooters 50cc podem andar em vias de bicicleta. E a TomTom (ou qualquer GPS acho), não garante essas “estradas” mapeadas. Dai, os 125cc, em que só é permitido em estrada.
Podes emparelhar mais que um dispositivo bluetooth com o telemóvel.
Transito, diz respeito ao código da estrada: não podes (deves) passar de motociclo (e/ou bicicleta) entre dois carros, ou filas de carros, e muitos dos sitio dentro de cidades, mesmo que com uma faixa, tem sinalização proibido ultrapassar, logo, não se pode ultrapassar dentro da mesma faixa sequer.

Miguel
Visitante
Miguel

Se andas de scooter por mais de 2 horas, ficas com um belo rabo assado…

Miguel Nóbrega
Visitante
Miguel Nóbrega

Nem por isso, recomendo-te uma Vespa GTS 300

Miguel
Visitante
Miguel

giro!
Já há de marca branca? 🙂