Fármaco experimental foi capaz de retardar o declínio cognitivo provocado pelo Alzheimer
Pela forma como afeta o paciente e pelo impacto que tem naqueles que o rodeiam, a procura pela cura do Alzheimer tem sido incessante. Em mais um momento histórico neste sentido, um fármaco experimental conseguiu retardar o declínio cognitivo.
Os investigadores referem-se a ele como “game-changing”.
A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, provocando a deterioração global, progressiva e irreversível de um conjunto de funções cognitivas, desde a memória, atenção e concentração, até à linguagem e pensamento. Aqueles que a desenvolvem, bem como os que estão à sua volta, assistem a alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional.
Por poder chegar a qualquer pessoa, de forma silenciosa e quase indetetável, é objeto de estudo muitas investigações que, aos poucos, têm dado frutos.
Mais um passo contra o Alzheimer
De acordo com o Sky News, uma equipa de investigadores encontrou um novo medicamento que, conforme revelado, reduz o declínio cognitivo na fase inicial da doença de Alzheimer. Durante os testes, em 18 meses, verificou-se que o fármaco retardou o declínio da memória e do pensamento das pessoas em 27%, , comparativamente ao placebo.
Alzheimer Research UK referiu-se a esta descoberta como um “momento histórico para a investigação da demência”, sendo este o primeiro ensaio de uma fase posterior de um medicamento que, com sucesso, retardou o declínio cognitivo provocado pelo Alzheimer.
Os resultados da fase três dos testes clínicos foram relatados pela empresa farmacêutica japonesa Eisai, que estava a trabalhar com a empresa americana Biogen, para desenvolver o Lecanemab, nome do novo medicamento que funciona através da limpeza de depósitos de amiloide – uma proteína que se acumula no cérebro dos pacientes com Alzheimer durante as fases iniciais da doença.
Depois do ensaio que envolveu 1795 participantes com Alzheimer precoce ter concluído uma redução do declínio cognitivo evidente seis meses após o estudo, a empresa japonesa Eisai revelou que planeia discutir os resultados com os reguladores médicos, por forma a apresentar a sua aprovação no mercado antes do final de março.
Este é o primeiro medicamento a demonstrar não só que consegue remover a acumulação de uma proteína chamada amilóide no cérebro, mas também ter um impacto pequeno, mas estatisticamente significativo, no declínio cognitivo das pessoas com doença em fase inicial.
Se o medicamento for aprovado, é essencial que chegue às pessoas que dele possam beneficiar o mais rapidamente possível.
Garantiu Susan Kohlhaas, diretora de investigação na Alzheimer Research UK.
Além dos especialistas envolvidos na investigação, houve outros a aplaudir a descoberta, referindo-se a ela “game-changing” e aclamando-a por já terem esperado muito por ela.
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Causas do Alzheimer que a ciência se recusa a estudar apesar de haver indicios e alguns estudos.
Metais pesados (mercurio)
EBV (Epstein Bar vírus)
Ta ai a resposta.
As pessoas também se recusam a parar de inventar…
Essa e boa. A minha avo morreu de alzeimer e não comia atum nem peixes com metais pesados. Essa teoria acaba ja ai. Agora a vacina do covid tem sido relacionada a isso mas eu não a tomo
Metais pesados não vêm só dos alimentos que mencionaste. E é uma das possíveis causas, não a única causa. Obviamente leitura e compreensão não é o teu forte.
Já era retratado na serie de TV Doctor House por isso custa-me a crer q a ciencia nao estude essas tematicas, alias, o trabalho deles é estudar estudar e estudar por isso enquanto vc esta aqui a escrever a sua duvida alguem no mundo provavelmente esta a contribuir para que alguem um dia ache a solução.
Eu acho que ler certos comentários que se encontram aqui contribui mais para o Alzheimer do que os “metais pesados”, mas tu é que és o especialista…
lol
Sem duvida… lol