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Jovens trocam em massa o iPhone pelo novo Samsung Galaxy Z Fold 8

19 Comentários

O mercado dos smartphones acaba de registar uma viragem que coloca em causa a fidelidade dos utilizadores à Apple. Dados revelam que a aposta da Samsung no segmento dos ecrãs dobráveis, em especial o Galaxy Z Fold 8 está a conseguir atrair uma faixa etária até agora quase exclusiva do iPhone. A fasquia subiu e a concorrência sentiu o embate nas vendas.

Samsung Galaxy Z Fold 8 iPhone dobrável

Segredo do sucesso do Samsung Galaxy Z Fold 8

Segundo relatórios do setor, a proporção de proprietários de smartphones da Apple que decidiram migrar para os novos modelos da Samsung duplicou face ao ano anterior. Esta mudança expressiva é liderada principalmente por adolescentes e jovens adultos entre os vinte e os trinta anos. Trata-se de um público que sempre colocou o iPhone no topo das suas preferências e ignorava o apelo dos dobráveis.

A principal razão deste fenómeno comercial assenta nas alterações aplicadas ao design do Galaxy Z Fold 8. A marca decidiu reformular as proporções do dispositivo, afastando-se do perfil mais estreito que caracterizava as gerações passadas. O novo modelo adota agora um ecrã exterior consideravelmente mais largo, tornando a utilização diária idêntica à de um telemóvel convencional quando fechado.

Jovens estão a abandonar em massa o iPhone

Esta evolução trouxe também vantagens diretas para o consumo de multimédia no ecrã interior desdobrado. Vídeos, redes sociais e navegação online tornaram-se bastante mais apelativos para o público mais novo. Este procura entretenimento visual sem as restrições de formato do passado. A barreira da habituação ao ecrã externo foi totalmente ultrapassada com esta abordagem, criando uma proposta verdadeiramente prática.

Samsung Galaxy Z Fold 8 iPhone dobrável

A resposta entusiástica do mercado criou um cenário de forte pressão industrial para a Samsung, superando as projeções internas mais otimistas. O volume inicial de pré-reservas forçou a empresa a aumentar o plano de produção em mais de um milhão de unidades adicionais face às previsões originais estabelecidas para este lançamento.

Rutura de stock e pressão na cadeia de produção

Para responder a esta procura sem precedentes e evitar atrasos nas entregas aos consumidores, as linhas de montagem tiveram de ser reorganizadas. A marca foi inclusivamente obrigada a desviar componentes estratégicos de outros equipamentos do seu catálogo para garantir o fluxo contínuo de fabrico deste dobrável.

Com este movimento, o segmento dos dispositivos dobráveis ganha um novo fôlego competitivo e obriga a indústria a rever estratégias de forma célere. Outras fabricantes já anunciaram intenções de seguir exatamente a mesma filosofia de ecrãs mais largos, enquanto o mercado aguarda com expectativa a resposta e os futuros passos da Apple neste formato.

Análise Samsung Galaxy Z Fold8: será este o formato ideal para os dobráveis?

Comentários

19
  1. PM
    PM

    2000 e tal €? Não vale o dinheiro. Depois estão á venda em sites de venda de usados por 200€ porque a tela está partida.

  2. TE
    Teófilo

    São maioritariamente os jovens que não tem noção no valor do dinheiro. Dar mais de 2.000 euros por um equipamento para redes sociais e ver vídeos como refere o artigo, só faz sentido na cabeça de acéfalos. Mas cada um gasta o seu dinheiro onde quiser, desde que depois não venham estender as mãos ao estado para os camelos como eu os ajudar a viver.

    1. SE
      SemSeguro

      tic-tac vai te preparando. É como o financiamento 100%, creche feliz, IRS jovem etc. Eu tive de aprender a gerir tudo para conseguir, agora é comprar que alguém vem ajudar.

    2. CK
      cK

      Eu acrescento. Dar mais que o ordenado mínimo para um smartphone…. Para além de ser desnecessário é uma decisão financeira ridícula e perigosa. Mas sim, há exceções para quem tira rentabilidade do equipamento, como a produção de conteúdos. Mas para a grande maioria dos comuns mortais… Não!

      1. PV
        Paula Vadinho

        Acho que o salário mínimo é irrelevante e não serve como base para comprar um smartphone ou seja o que for. O que tem de servir de base são os rendimentos mensais de cada pessoa. Se consegues render 5.000€ mensais, qual a relevância do salário mínimo? Compras um telemóvel de 2.000 com facilidade.
        O teu comentário faz sentido para quem aufere apenas o salário mínimo como rendimento, aí sim, gastar um salário no telemóvel é parvoíce, para a maior parte das pessoas que não vão rentabilizar o telemóvel

        1. CK
          cK

          Sim, é verdade. Tem sentido. Fui eu que me exprimir mal. Peços desculpa. Mas isto tudo para dizer que a maioria das pessoas, e certamente rondam os 90% não utilizam nem vão utilizar no dia a dia o potencial de tanta funcionalidade que está implementada nos telefones atualmente. Até porque ainda há uma agravante que é o caminho das subscrições para disponibilização dos serviços. A ideia é as pessoas dependerem dos mesmos para mais tarde cobrar….

  3. MA
    Max

    Ao menos podiam ter dito que o “relatório do setor” (link por baixo da primeira imagem) é uma notícia de um site sul coreano sobre o sucesso do Samsung Galaxy Z Fold 8 – única e exclusivamente na Coreia do Sul.
    Lendo as notícias em destaque, não se encontra mais nenhuma do setor, nem sobre tecnologia, são notícias genéricas sobre a Coreia do Sul. Eu diria que a notícia do post é para aquecer o coração dos sul coreanos como o sucesso da sua bem amada Samsung, contra a rival americana.

  4. MA
    Miguel A.

    A quantidade de equipamento informático que eu compro com o dinheiro do Samsung Fold 8 é de doidos. Triplicava a capacidade do meu homelab e ainda trocava de portátil. E se calhar ainda dava para comprar um telemóvel de gama media, decente. O custo/beneficio destes equipamentos é ridículo. Com 2000€, a minha mulher comprou um iPhone 14 Pro Max e um iPad Pro 13 M4, há mais de um ano (e não queiram comparar o iPad Pro M4 com um Z Fold).

    1. PE
      pedrodream

      Plenamente de acordo.

  5. FI
    Filos

    Afinal, os jovens portugueses já são bem remunerados…ou então andam muito poupadinhos….

    1. BV
      B@rão Vermelho

      É de andarem ao lixo em busca das garrafas do volta. 🙂
      Para quem utiliza para trabalhar é bom, muito bom, tenho dois familiares que utilizam para trabalhar e estão super satisfeitos, responder a e-mail abrir ficheiros em Excel ou Word, para fotografia não é nada de especial, mas ambos queixam-se da qualidade do écran durante a garantia tiveram problemas com o mesmo e um dos meus familiares está novamente com os mesmo problema pela 2ª vez.
      Mas creio que esta nova geração mais quadrada é ainda mais pratico de se utilizar.

      1. FI
        Filos

        Se tu o dizes…quem sou eu para te contrariar! 😉

    2. DA
      darth

      alguem falou em portugueses?

  6. RP
    RPS

    Vamos de vez ser claro com as palavras. Não é o Estado são os CONTRIBUINTES!!!!!

  7. TO
    TogasPacho

    calma malta, este artigo não se foca em Portugal…. já agora, só conheço duas pessoas que usam dobráveis, e dessas, apenas uma tem um fold, a outra tem um flip (bem mais interessante imo)

  8. NF
    Nao Sejas Fonseca

    acho que é mais um copianço da Samsung à Apple segundo o mestre Fonseca ahhahaHAhAHHAhAHhaHAH

  9. DA
    darth

    claro que sim. claro que sim

  10. ZE
    Ze

    Fonte dessa informação? Quantidades? Boa publicidade da Samsung, esta notícia é de rir.

    1. VM

      Espera, antes de te rires (até porque rires dessa forma pode prejudicar), lê o texto. 😉 Está tudo lá, e no país em causa, tem uma razão de ser. Eu estive na Coreia do Sul neste início do ano, e percebe-se bem por que razão a Samsung lá tem tanta influência, apesar da Apple ter invertido o gap entre ambas, que era bem maior. Contudo, mesmo assim, a marca sul-coreana detém 78,7% do mercado, e a Apple (iPhone) apenas 20%.

      Na Coreia do Sul, o valor líquido da aquisição dos smartphones “nacionais” é muito mais baixo que qualquer outra marca estrangeira. E há uma “promoção” do que é nacional em todo o lado, 100x mais que qualquer outro dispositivo estrangeiro. Mas quem diz smartphones, diz carros, diz marcas de vestuário deles, etc. etc. etc.

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