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Jovens trocam em massa o iPhone pelo novo Samsung Galaxy Z Fold 8

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O mercado dos smartphones acaba de registar uma viragem que coloca em causa a fidelidade dos utilizadores à Apple. Dados revelam que a aposta da Samsung no segmento dos ecrãs dobráveis, em especial o Galaxy Z Fold 8 está a conseguir atrair uma faixa etária até agora quase exclusiva do iPhone. A fasquia subiu e a concorrência sentiu o embate nas vendas.

Samsung Galaxy Z Fold 8 iPhone dobrável

Segredo do sucesso do Samsung Galaxy Z Fold 8

Segundo relatórios do setor, a proporção de proprietários de smartphones da Apple que decidiram migrar para os novos modelos da Samsung duplicou face ao ano anterior. Esta mudança expressiva é liderada principalmente por adolescentes e jovens adultos entre os vinte e os trinta anos. Trata-se de um público que sempre colocou o iPhone no topo das suas preferências e ignorava o apelo dos dobráveis.

A principal razão deste fenómeno comercial assenta nas alterações aplicadas ao design do Galaxy Z Fold 8. A marca decidiu reformular as proporções do dispositivo, afastando-se do perfil mais estreito que caracterizava as gerações passadas. O novo modelo adota agora um ecrã exterior consideravelmente mais largo, tornando a utilização diária idêntica à de um telemóvel convencional quando fechado.

Jovens estão a abandonar em massa o iPhone

Esta evolução trouxe também vantagens diretas para o consumo de multimédia no ecrã interior desdobrado. Vídeos, redes sociais e navegação online tornaram-se bastante mais apelativos para o público mais novo. Este procura entretenimento visual sem as restrições de formato do passado. A barreira da habituação ao ecrã externo foi totalmente ultrapassada com esta abordagem, criando uma proposta verdadeiramente prática.

Samsung Galaxy Z Fold 8 iPhone dobrável

A resposta entusiástica do mercado criou um cenário de forte pressão industrial para a Samsung, superando as projeções internas mais otimistas. O volume inicial de pré-reservas forçou a empresa a aumentar o plano de produção em mais de um milhão de unidades adicionais face às previsões originais estabelecidas para este lançamento.

Rutura de stock e pressão na cadeia de produção

Para responder a esta procura sem precedentes e evitar atrasos nas entregas aos consumidores, as linhas de montagem tiveram de ser reorganizadas. A marca foi inclusivamente obrigada a desviar componentes estratégicos de outros equipamentos do seu catálogo para garantir o fluxo contínuo de fabrico deste dobrável.

Com este movimento, o segmento dos dispositivos dobráveis ganha um novo fôlego competitivo e obriga a indústria a rever estratégias de forma célere. Outras fabricantes já anunciaram intenções de seguir exatamente a mesma filosofia de ecrãs mais largos, enquanto o mercado aguarda com expectativa a resposta e os futuros passos da Apple neste formato.

Análise Samsung Galaxy Z Fold8: será este o formato ideal para os dobráveis?

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  1. Avatar de PM
    PM

    2000 e tal €? Não vale o dinheiro. Depois estão á venda em sites de venda de usados por 200€ porque a tela está partida.

  2. Avatar de Teófilo
    Teófilo

    São maioritariamente os jovens que não tem noção no valor do dinheiro. Dar mais de 2.000 euros por um equipamento para redes sociais e ver vídeos como refere o artigo, só faz sentido na cabeça de acéfalos. Mas cada um gasta o seu dinheiro onde quiser, desde que depois não venham estender as mãos ao estado para os camelos como eu os ajudar a viver.

    1. Avatar de SemSeguro
      SemSeguro

      tic-tac vai te preparando. É como o financiamento 100%, creche feliz, IRS jovem etc. Eu tive de aprender a gerir tudo para conseguir, agora é comprar que alguém vem ajudar.

    2. Avatar de cK
      cK

      Eu acrescento. Dar mais que o ordenado mínimo para um smartphone…. Para além de ser desnecessário é uma decisão financeira ridícula e perigosa. Mas sim, há exceções para quem tira rentabilidade do equipamento, como a produção de conteúdos. Mas para a grande maioria dos comuns mortais… Não!

      1. Avatar de Paula Vadinho
        Paula Vadinho

        Acho que o salário mínimo é irrelevante e não serve como base para comprar um smartphone ou seja o que for. O que tem de servir de base são os rendimentos mensais de cada pessoa. Se consegues render 5.000€ mensais, qual a relevância do salário mínimo? Compras um telemóvel de 2.000 com facilidade.
        O teu comentário faz sentido para quem aufere apenas o salário mínimo como rendimento, aí sim, gastar um salário no telemóvel é parvoíce, para a maior parte das pessoas que não vão rentabilizar o telemóvel

        1. Avatar de cK
          cK

          Sim, é verdade. Tem sentido. Fui eu que me exprimir mal. Peços desculpa. Mas isto tudo para dizer que a maioria das pessoas, e certamente rondam os 90% não utilizam nem vão utilizar no dia a dia o potencial de tanta funcionalidade que está implementada nos telefones atualmente. Até porque ainda há uma agravante que é o caminho das subscrições para disponibilização dos serviços. A ideia é as pessoas dependerem dos mesmos para mais tarde cobrar….

  3. Avatar de Max
    Max

    Ao menos podiam ter dito que o “relatório do setor” (link por baixo da primeira imagem) é uma notícia de um site sul coreano sobre o sucesso do Samsung Galaxy Z Fold 8 – única e exclusivamente na Coreia do Sul.
    Lendo as notícias em destaque, não se encontra mais nenhuma do setor, nem sobre tecnologia, são notícias genéricas sobre a Coreia do Sul. Eu diria que a notícia do post é para aquecer o coração dos sul coreanos como o sucesso da sua bem amada Samsung, contra a rival americana.

  4. Avatar de Miguel A.
    Miguel A.

    A quantidade de equipamento informático que eu compro com o dinheiro do Samsung Fold 8 é de doidos. Triplicava a capacidade do meu homelab e ainda trocava de portátil. E se calhar ainda dava para comprar um telemóvel de gama media, decente. O custo/beneficio destes equipamentos é ridículo. Com 2000€, a minha mulher comprou um iPhone 14 Pro Max e um iPad Pro 13 M4, há mais de um ano (e não queiram comparar o iPad Pro M4 com um Z Fold).

    1. Avatar de pedrodream
      pedrodream

      Plenamente de acordo.

  5. Avatar de Filos
    Filos

    Afinal, os jovens portugueses já são bem remunerados…ou então andam muito poupadinhos….

    1. Avatar de B@rão Vermelho
      B@rão Vermelho

      É de andarem ao lixo em busca das garrafas do volta. 🙂
      Para quem utiliza para trabalhar é bom, muito bom, tenho dois familiares que utilizam para trabalhar e estão super satisfeitos, responder a e-mail abrir ficheiros em Excel ou Word, para fotografia não é nada de especial, mas ambos queixam-se da qualidade do écran durante a garantia tiveram problemas com o mesmo e um dos meus familiares está novamente com os mesmo problema pela 2ª vez.
      Mas creio que esta nova geração mais quadrada é ainda mais pratico de se utilizar.

      1. Avatar de Filos
        Filos

        Se tu o dizes…quem sou eu para te contrariar! 😉

    2. Avatar de darth
      darth

      alguem falou em portugueses?

  6. Avatar de RPS
    RPS

    Vamos de vez ser claro com as palavras. Não é o Estado são os CONTRIBUINTES!!!!!

  7. Avatar de TogasPacho
    TogasPacho

    calma malta, este artigo não se foca em Portugal…. já agora, só conheço duas pessoas que usam dobráveis, e dessas, apenas uma tem um fold, a outra tem um flip (bem mais interessante imo)

  8. Avatar de Nao Sejas Fonseca
    Nao Sejas Fonseca

    acho que é mais um copianço da Samsung à Apple segundo o mestre Fonseca ahhahaHAhAHHAhAHhaHAH

  9. Avatar de darth
    darth

    claro que sim. claro que sim

  10. Avatar de Ze
    Ze

    Fonte dessa informação? Quantidades? Boa publicidade da Samsung, esta notícia é de rir.

    1. Avatar de Vítor M.

      Espera, antes de te rires (até porque rires dessa forma pode prejudicar), lê o texto. 😉 Está tudo lá, e no país em causa, tem uma razão de ser. Eu estive na Coreia do Sul neste início do ano, e percebe-se bem por que razão a Samsung lá tem tanta influência, apesar da Apple ter invertido o gap entre ambas, que era bem maior. Contudo, mesmo assim, a marca sul-coreana detém 78,7% do mercado, e a Apple (iPhone) apenas 20%.

      Na Coreia do Sul, o valor líquido da aquisição dos smartphones “nacionais” é muito mais baixo que qualquer outra marca estrangeira. E há uma “promoção” do que é nacional em todo o lado, 100x mais que qualquer outro dispositivo estrangeiro. Mas quem diz smartphones, diz carros, diz marcas de vestuário deles, etc. etc. etc.