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ONU aprova novo mapa do mundo: o desenho que usamos há séculos estava errado?

77 Comentários

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou esta sexta-feira uma resolução histórica que vai mudar a forma como vemos o mapa-múndi. Chega ao fim o reinado de mais de 450 anos da projeção de Mercator, acusada de “encolher” visualmente continentes como África e a América Latina.

Crescemos a olhar para mapas baseados na projeção criada pelo cartógrafo flamengo Gerardus Mercator, em 1569. Apesar de ser um sistema muito útil para a navegação, mantendo os ângulos e direções constantes, tem um problema: quanto mais longe do equador, maior um território parece, mesmo que não seja.

O exemplo mais citado é a Gronelândia, que no mapa de Mercator surge com um tamanho semelhante ao de África ou maior do que toda a América do Sul. Na realidade, a Gronelândia é aproximadamente do tamanho da República Democrática do Congo, e o continente africano é cerca de 14 vezes maior do que ela.

Esta distorção não é apenas um pormenor técnico. Segundo os autores da resolução, contribui para uma “minimização simbólica” de regiões como África, a América Latina e o Sul da Ásia, reforçando ideias antigas de superioridade de países do hemisfério norte face às demais.

África no mapa-múndi tradicional baseado na projeção de Mercator (à esquerda) e no mapa Equal Earth de 2018 (à direita). Fonte: Getty Images, via The Guardian

Como foi aprovada a resolução

A proposta, apelidada de “Correct the Map” (em português, “Corrigir o Mapa”), foi apresentada por estados-membros da União Africana e pelas Bahamas, e teve uma votação esmagadora: 164 países a favor, seis abstenções e apenas um voto contra, o dos Estados Unidos.

O processo já vinha a ser preparado há meses. A União Africana adotou o novo mapa em março, e em abril o Togo pediu formalmente, em nome do bloco africano, que a Organização das Nações Unidas (ONU) fizesse o mesmo. Depois de consultas informais em julho, a resolução seguiu para votação esta sexta-feira.

A alternativa é a projeção Equal Earth

Em vez do mapa de Mercator, a ONU propõe agora a adoção da projeção Equal Earth, criada em 2018 e apresentada na conferência da North American Cartographic Information Society. Ao contrário de Mercator, esta projeção representa com maior fidelidade a área real de cada região do planeta.

Visualmente, a Europa encolhe, o Brasil ganha volume, a Gronelândia reduz-se drasticamente e África surge com a dimensão que realmente tem, sendo muito maior do que aquilo a que estávamos habituados a ver.

Há ainda variantes da Equal Earth que colocam a Oceânia, e não Greenwich, no centro do mapa, questionando outra convenção antiga, a de usar Londres como referência geográfica e horária global.

A projeção Equal Earth reflete com precisão os tamanhos relativos dos países.

Já houve anúncios sobre a adoção da mudança

Horas depois da votação, o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, confirmou que o país vai abandonar a projeção de Mercator em favor de representações mais fiéis à dimensão real dos territórios.

A justificá-lo, segundo a CNN, Barrot citou o desequilíbrio visual entre potências como Estados Unidos, Rússia e China e regiões como África, América Latina ou o Sudeste Asiático, sublinhando que estas distorções “acabam por se enraizar nas perceções” das pessoas.

Entretanto, importa mencionar que a resolução da ONU não é vinculativa, mas apela às plataformas tecnológicas para que dialoguem com os estados-membros e adotem a nova projeção.

Atualmente, serviços como o Google Maps continuam a usar uma versão baseada em Mercator, pelo que a adoção prática desta mudança deverá ser gradual, tal como aconteceu com outras normas internacionais que demoraram anos a generalizar-se.

 

Leia também:

Os mapas do mundo que temos visto ao longo dos anos estão, pelos vistos, incorretos

Comentários

77
  1. KO
    kolas

    Se repararem tanto num como no outro o país Egipto está Egypt, só a tribo de seguidores do AO.90 é que acha fino tirar o “p” a Egipto, e para esses pergunto “como ficaram as palavras daí derivadas”?

    1. MA
      Max

      Egipto ficou Egito – porque o “p” era uma consoante muda (caiu como em óptimo). Ficou a redação que já era usada no Brasil.
      Egípcio ficou egípcio – porque o “p” não é uma consoante muda, é efetivamente pronunciado.

      1. TR
        Trumpis

        Eu sempre pronunciei o p em Egipto. Mas realmente se os brasileiros decidiram assim quem somos nós para não cumprir.

        1. AS
          Asiim

          tu “pronunciares” o P não significa que fosse essa a forma normal de pronunciar em Portugal

        2. BS
          Brutus Suavis

          Pronunciavas porque não sabias melhor.
          É isso e dizer logotipo em vez de logótipo. Até os jornalistas falam erradamente.
          Ou dizerem rúbrica em vez de rubrica.
          Já agora, e antecipando os chico-espertos”, é logótipo, tal como protótipo, estereótipo, etc.
          E é arriscar rubrica, não rúbrica. Mas vão lá desencantar uma explicação errada (pseudo-atualuzada) de uma fonte qualquer para justificar a vossa ignorância, se quiserem.
          Não me chamem de arrogante, sff. Recuso-me a aceitar facadas na língua portuguesa.

          1. VE
            Veritas

            Exactamente. Tal como quando dizem e escrevem ‘despoletar’ quando se querem referir à acção contrária: ‘espoletar’.

            Quanto ao ‘P em Egipto, ele sempre foi pronuncia Se tiver um bom dicionário, vai poder confirmar na parte da fonética que o ‘P’ é pronunciado. E contra factos não há argumentos.

            Prefere usar o brasileirismo? Pois está no seu direito, óptimo, faça favor.
            Eu, pessoalmente, e as pessoas do meu âmbito, pronunciamos como sempre pronunciámos e inclusive aprendemos na escola em Geografia, e de resto, como todos os europeus: Espanhóis, franceses, ingleses, etc., com o ‘P’ bem pronunciado.

          2. BS
            Brutus Suavis

            A língua portuguesa, tão como muitas outras, não é morta. O NAO é de 1990 e passou a ser usado oficialmente passados alguns anos.
            Não sendo perfeito, na maioria dos casos faz todo o sentido, a menos que saiba seja daqueles que teima em escrever PHarmácia. Com PH grande, deve ser da acidez no estômago.

      2. VE
        Veritas

        Esse concito está completamente errado, caro Max
        Isso foi um falácia do AO.90. Na verdade não são consoantes mudas, são diacríticos. a função dos diacríticos´ abrir a vogal que a precede, como em todas as línguas latinas europeias . Procure por ‘diacríticos’ em português, inglês, francês, espanhol, italiano.
        Por outro lado perde-se a etimologia das palavras.
        Investigue. Se tiver dúvidas tenho todo o gosto em debater isso consigo

        1. RU
          Rui

          Ora, aí está a explicação, que pelos vistos os “linguistas” não sabem.

      3. EU
        Eu

        Max, tu calado eras um poeta.
        Tenho sempre algum prazer em ver leigos a querer contrariar os autores da língua portuguesa.
        Sabes mais alguma coisa de interessante ou ainda vais ao gemini?

      4. ?
        .

        Ou seja não tem lógica nenhuma, é um facto, ou corrigindo para o novo acordo da treta, é um fato!

        1. MA
          Max

          Também há muita ignorância nisto do AO. Em PT-PT não é fato é facto, porque o “c” se pronuncia.

          1. VE
            Veritas

            Tem toda a razão. Há muita ignorância.
            Tal como também se deve pronunciar o ‘p’ em Egipto.
            E posso afiançar-lhe que desde o tempo dos meus bisavós até ao meu tempo, sempre se pronunciou o ‘P’ em Egipto.
            E ou muito me engano, ou o senhor também deve ter aprendido a pronunciá-lo quando andou na escola, nas aulas de Geografia.

            Não lhe parece estranho que os espanhóis, franceses, ingleses, etc pronunciem o ‘P’ e que em Portugal nos media tenham deixado de o pronunciar?
            «Ai e tal… porque há 214 milhões de brasileiros que não o pronunciam, por isso, como nós somos só 9 milhões, vamo-nos adaptar e também deixar de pronunciar». WTF?
            A nossa principal ligação é com o mercado europeu ou com o brasileiro? Eu diria que quem quer se quiser tornar um ‘Expat’ vai trabalhar para a Europa e não para o Brasil.
            Digo isto com todo o respeito pelos brasileiros. O problema não são os brasileiros que defendem os seus valores e a sua língua, o problema somos nós, portugueses, que andamos a abastardar o nosso legado e a nossa cultura.

            E já agora, pronuncia-se @m[é]dia, os mass media, com pronuncia latina e não @m[í]dia, com prnuncia brasileira.

            E não se esqueça, amigo Max, quando quiser passar a escrever tal como pronuncia, vai ter de passar a escrever Portugau, pois afinal é assim que 214 milhões de brasileiros o pronunciam.
            Isto não foi gozar, foi evidenciar que o princípio subjacente na ortografia é etimológico e não a forma como se pronuncia.
            Senão, os algarvios passavam a ter uma ortografia, os alentejanos outra, os minhotos outra, os conimbricenses outra, os lisboetas outra, os portuenses outra, os madeirenses outra, os açoreanos outra, etc. etc. etc. Era só ortografias locais 😉

            Está a perceber o absurdo do conceito do Aborto ortográfico de 1990? Mandado implementar pelo Sr. Primeiro-Ministro Eng.º José Sócrates em 2012, aquando do seu encontro com o seu homólogo Lula da Silva, ainda antes dos casos Freeport e Lava-JaCto???

      5. JO
        Jose

        Ou seja, um disparate.

      6. AN
        Anacleto

        Nesse caso por que é que a palavra “egípcio” tem “p” quando deriva da palavra “Egito” que não o tem? E já agora, eu e muita gente que conheço sempre pronunciou o “p” de “Egipto” e por que não tiram o “d” de “Madrid” quando não é pronunciado?

        1. MA
          Max

          Não dizes tu o d, mas no geral em Portugal diz-se.

          1. AN
            Anacleto

            Nunca ouvi ninguém dizer. E por que é que o “c” de “comummente” se mantém?

          2. MA
            Max

            É melhor perguntares ao Gemini quanto ao comummente
            Quanto ao “d” de Madrid perguntei-lhe:
            P: Diz-me se a letra “d” de Madrid se pronuncia em Espanha e em Portugal
            R: En España y en Portugal la pronunciación de la “d” final de Madrid es bastante diferente según la norma lingüística y la región.
            En España
            • Pronunciación estándar (normativa): Se pronuncia como una consonante fricativa dental sonora [ð], un sonido muy suave (similar a la th del inglés en this) o casi imperceptible.
            • Dialecto del centro/Madrid: Es muy común que se pronuncie como una “z” española [θ] (similar a la th del inglés en think), sonando literalmente como “Madriz”.
            • Habla coloquial: En muchas regiones (como Cataluña o el sur) suele ensordecerse como una “t” (“Madrit”) o simplemente elidirse en la conversación rápida (“Madri”).
            En Portugal
            • Adaptación al español: Cuando un hablante portugués habla en español, suele pronunciar la “d” final como un sonido oclusivo claro [d] o ligeramente fricativo [ð], pero sin convertirlo en la “z” habitual de España.
            • En idioma portugués: La palabra oficial es también Madrid y la “d” final se pronuncia apoyada con una consonante sonora [d] o seguida de un leve matiz vocálico (“Madride”).”
            Aqui, o falante e os que lhe são próximos dizem “Madride”

          3. AN
            Anacleto

            Nunca ouvi ninguém dizer “Madride”. Serão os teus amigos brasileiros? E o que é que a suposta forma como os portugueses dizem “Madrid” em Espanha tem que ver com o que perguntei?

          4. MA
            Max

            R (Gemini): (…) “Em Portugal
            • O “d” final é pronunciado de forma Oclusiva (“Madri-d”), com o som natural da letra “d” encostando a língua nos dentes.
            • Em contextos de conversa rápida, o som pode soar ligeiramente mais fraco ou suavizado, mas nunca é omitido ou transformado em “z” ou “t” como em Espanha.”

      7. MA
        Max

        Estou-me nas tintas se é Egipto ou é Egito.
        Noto é que num post que tem realmente significado – a perceção extremamente errada da dimensão real dos países/regiões distantes do equador na projeção de Mercator, se aproveite para discutir o Acordo Ortográfico com base no nome em inglês do Egipto/Egito. O que não falta são nomes de países muito diferentes em inglês e em português, a começar aqui ao lado em Spain/Espanha.
        A pergunta era por que é que o “p” caiu em Egipto e ficou em egípcio. A explicação é coerente, visto que a lógica era reduzir as diferenças de ortografia, objetivamente entre Brasil e Portugal. “Ah e tal, cederam de mais ao Brasil” … pois, mas são 214 milhões de falantes, face a 11 milhões.
        Agora já não há volta a dar. Habituem-se a escrever Egito sem “p”, porque é assim que que se ensina na escola e daqui a uns tempos tem a mesma relevância do “h” de pharmácia.

        1. VE
          Veritas

          Caro amigo Max, como voltou a prestar a mais um conjunto de calinadas, vamos à sua correcção:
          Na palavra: ‘percePção’ o ‘P’ pode ser pronunciado. Tal como em excePção/excePtuando-nos.

          Quanto às diferenças de ortografia entre Portugal e Brasil, elas vão sempre continuar a existir. Acompanhe o raciocínio, o estilo de música que o meu amigo ouve, é diferente daquela que os seus pais ouviam, e será diferente daquela que os seus filhos ouvirão e destes os seus netos.
          Estas diferenças ocorrem porque são uma forma de afirmação de identidade.

          E já agora, para nos rir-mos, como é que o meu amigo sabia que farmácia se escrevia com ‘PH’? Se calhar é porque tem cultura suficiente para saber que em inglês e francês é assim que se escreve, ou estarei muito enganado?

          Ou se for consultar a Tabela Periódica, vai procurar o elemento Ferro no ‘F’?
          Ou será que lhe sai o Flúor?
          E já agora, porque não faz como os amigos brasileiros e tira os ‘H’ das palavras? Como úmuidade? Sahara?
          Ou que tal colocar um hífen em microondas? Passando a escrever micro-ondas? Depois é só fazer o mesmo para os outros submúltiplos e passar a escrever quiló-metro… Que lhe parece?
          Ou deixar cair as vogais consecutivas como em amnistia? Hein, passava-se também a escrever e pronunicar: anistia, era muito mais fácil, não acha?

          Vamos em frente PortugaU, agora não há volta a dar… 😀

          Bora acordizar também o inglês e o francês nas aulas dos miúdos?
          Afinal porque é que eles iriam passar a decorar os diacríticos? Acordizava-se e pronto, bola para a frente e já não haveria volta a dar?
          Não concorda, Max?

          1. ZQ
            Zé da Quinta

            E que tal tirar o hífen do “rir-mos”? Não será antes “rirmos”?

      8. JG
        jgt

        E que dizer de ótico e óptico?

        1. MA
          Max

          Ótico (ex. nervo ótico) – olhos/visão. O “p” é mudo
          Óptico (ex. fibra óptica) – física, comunicações, instrumentos. O “p” não é mudo.
          Em Portugal usava-se óptico nos dois casos. O “p” caiu onde era mudo, relacionado com olhos/visão e manteve-se nos outros casos.

          1. JO
            Jose

            Enfim, sem querer ofender ninguém, parece ma boa medida para os mudos ou para os preguiçosos que comem letras ao falar! Tá bom.

          2. MA
            Max

            Óptimo.

          3. VE
            Veritas

            Eh pá, o Max está em grande!
            Não!
            ótico, sem ‘p’ é de otorrino. O nervo ótico é relativo aos ouvidos. Sabe, quando eu era miúdo, usávamos fibra ótica. Sabe como fazíamos? Ligava-mos dois copos de plástico de youghurt da Yoplait com um fio de algodão e tínhamos um telefone.

            Já óptico com ‘p’ refere-se a olhos/visão.
            Investigue amigo Max, investigue…

          4. MA
            Max

            “O nervo ótico é relativo aos ouvidos” – mas que grande disparate. É o que transmite a informação visual dos olhos para o cérebro.
            Os fios de algodão a ligar os dois copos de yogurte nada têm a ver com cabos de fibra ótica/óptica.
            Antes do acordo escrevia-se sempre e só óptica.
            Com o acordo:
            – com o “p” mudo, o que acontece sempre quando se trata de olhos/visão, passou a ser obrigatoriamente “ótica”
            – quando o “p” não é mudo e se quer forçar a distinção em relação a “ótica = olhos/visão) escreve-se óptica, como em cabo de fibra óptica (sendo certo que se deve escrever cabo de fibra ótica se não se quer que o “p” se leia, mas isto é uma opção dos fabricantes).
            É assim a coisa, informa-te.

          5. VE
            Veritas

            O caro Max fala daquilo que não sabe e depois espalha-se…
            Sim, ótico r4efere-se a otorrino e óptico refere-se à vista/olhos.
            Tome alguns exemplos que é para não andar a emitir disparates e aproveite e faça o que aconselhei… Investigue.

            As óticas de otorrino são instrumentos endoscópicos rígidos ou flexíveis utilizados por médicos otorrinolaringologistas para examinar o interior do nariz, dos ouvidos, da faringe e da laringe.
            Exemplos:
            * Óticas Endoscópicas
            https://doctus.med.br/categoria-produto/otorrinolaringologia/oticas-endoscopicas/
            * Faringoscópios
            https://www.medicalexpo.com/pt/cat/otorrinolaringologia/faringoscopios-GU-1463.html
            * Endoscópios Rígidos / Óticas
            https://www.medicalcenterbr.com.br/endoscopios

            Características Principais
            * Tipos: Podem ser rígidas (como os sinuscópios e óticas de ouvido) ou flexíveis (como os fibroscópios e faringoscópios).
            * Ângulos de visão: Variam habitualmente entre 0°, 30°, 45° ou 70°, permitindo visualizar áreas de difícil acesso anatómico.
            * Diâmetros e comprimentos: Os tamanhos mais comuns variam entre 2,7 mm e 4 mm de diâmetro para se adaptarem às fossas nasais e condutos auditivos.
            * Materiais: Construídas em aço inoxidável e lentes de alta resistência (muitas vezes em safira) para suportar processos de esterilização e autoclave.

            Vamos à sua afirmação, caro Max:
            «“O nervo ótico é relativo aos ouvidos” – mas que grande disparate.»
            Já aprendeu?? Eu não o levo a mal, porque o seu discurso é resultado de anos de desinformação, relativa ao Aborto Ortográfico de 90.
            Mas repare, a única forma que temos de o denunciar é expondo ao ridículo não as pessoas, mas prestando-lhes factos, informando-as para que se consciencializem da desinformação e do chorrilho de mentiras continuadas a que têm sido sujeitas.
            * óptica: visão
            * ótica: otorrino

          6. MA
            Max

            Não armes mais confusão – nervo ótico ou nervo óptico, conforma ortografia, – é o mesmo nervo, que liga a retina ao cérebro.
            Não há nenhum nervo ótico relativo ao ouvido. Já conseguiste baralhar a IA.

          7. VE
            Veritas

            Max, o gemini é uma máquina. Se o Max não a souber dominar ela pode-lhe responder sem rédea, i.e. de forma incoerente.

            «O canal ótico é uma estrutura anatómica óssea crucial que dita os limites de segurança em intervenções cirúrgicas endoscópicas complexas.

            Anatomia e Relação com a Otorrinolaringologia
            O canal ótico localiza-se no osso esfenóide (na asa menor). Embora transporte o nervo da visão e a artéria oftálmica para o interior da órbita, a sua parede interna faz parte do limite lateral do seio esfenóidal — uma cavidade aérea situada no fundo das fossas nasais, cuja patologia e abordagem cirúrgica competem inteiramente à Otorrinolaringologia.

            Relevância Cirúrgica em ORLDurante a Cirurgia Endoscópica Nasossinusal (CENS) ou em acessos alargados à base do crânio por via transnasal, o otorrinolaringologista opera directamente junto a esta estrutura. O canal ótico constitui um dos principais marcos anatómicos de alto risco:
            * Descompressão do Nervo: Em casos de traumatismos crime-faciais com fractura do canal ótico, ou em situações de tumores expansivos (como mucocelecites esfenoidais), o otorrinolaringologista realiza a descompressão cirúrgica por via endoscópica através do nariz para aliviar a pressão na estrutura vascular e nervosa.
            * O Processo Clinóide Anterior: O canal delimita esta região óssea. Em cirurgias de remoção de tumores da hipófise ou do recesso esfeno-etmoidal, o cirurgião de ORL necessita de identificar com precisão o relevo do canal ótico para evitar lesões iatrogénicas catastróficas (como a amaurose pós-operatória)
            * Recesso Ótico-Carotídeo (ROC): Espaço anatómico fundamental e exíguo que separa o canal ótico do relevo da artéria carótida interna no interior do seio esfenoidal. É um ponto crítico de orientação em cirurgias de ORL na base do crânio.
            * Outra Aceção Técnica em ORL (Instrumentação)Se a questão se referir ao equipamento clínico, a designação aplica-se ao canal de luz ou canal de trabalho das óticas rígidas de ORL (endoscópios de 0º, 30º, 45º ou 70º):Trata-se do feixe interno ou canal cilíndrico por onde viajam as fibras de vidro condutoras da luz gerada pela fonte de iluminação externa, indispensável para a visualização das cavidades profunda do nariz e da laringe.

            ‘Tá percebido, caro Max?
            São €90 pela consulta! 😛

      9. NI
        Nii

        “o “p” era uma consoante muda” mas é só para os surdos, porque algumas regras foram feitas para serem quebradas e no caso do Egipto, Lê-se o P também, só os analfabetos BR que parecem crianças da segunda classe a aprenderem a ler quando falam, é que não dizem Egipto e dizem Egito, Valeu… Tamos Junto…

    2. SA
      Sacadura

      A verdade é que se continua a escrever egípcios e não “egícios” ou “egítios”, o que diz muito da lógica de remover o “p”.

      1. MA
        Max

        Mas se sempre se disse e-gí-pci-os, por que é que agora se ia dizer “egícios” ou “egítios”?
        O “p” foi removido de Egipto porque se dizia E-gi-to e não E-gi-pto.
        Simples.

        1. VE
          Veritas

          Cada tiro, cada melro!
          sempre se disse e-gí-pci-os, com ‘P’
          Tal como sempre se disse Egipto com ‘P’.
          Investigue amigo Max, investigue…
          Vá perguntar aos mais velhos, ou vá ligar a televisão na RTP Memória…
          Investigue…
          Mas cuidado, alerto-o já, quanto mais escavar nesta temática, mais vai ver com clareza ” how deep the rabbit hole goes” [SIC] (by Lewis Carroll)

          Mas cuidado, pois a determinada altura vai chegar a nomes como João Malaca Casteleiro (responsável a nível linguístico e científico) e que nem sequer português é/foi. E os milhões de subsídio que ele obteve para as suas escolas com o AO90. 😉
          E se for investigar isto a sério, corre o sério risco de se tornar um fervoroso lutador contra a corrupção implementada com o AO90… Cuidado, muito cuidado…
          Fica a dica… Antes de atravessar, ‘pare, escute e olhe’

  2. AN
    AntonioS

    E porque é que a Europa está em cima a pisar África ?

    A seguir a ONU vai propor a rotação a 180 graus.

    1. JO
      Jose

      Qualquer dia impõem a representação apenas de África no planeta!

    2. AU
      aubing

      Se considerarmos o efeito da gravidade e o atrito da crosta terrestre sólida dos continentes na manto do planeta, que é semi-liquefeito ou plástico (feito de magma a altas temperaturas) podemos concluir que África é o continente que “suporta” ou “sustenta” a Europa de cair mais para Sul do Planeta e mergulhar nas temperaturas negativas da Antártica, que como toda a gente sabe, a vida é muito difícil (ou impossível) para nós humanos.

      Por isso, só podemos estar agradecidos por “África” não deixar cair a Europa pelo efeito da gravidade na direção da Antártida ou Polo Sul.

      Quanto à imposição de apenas África no Planeta (como alguns gostariam que assim fosse) – homens inteligentes não impõem apenas a representação de apenas um continente no Planeta QUANDO o próprio Planeta defende a representação de todos os continentes no Planeta sustentando-os acima do nível do mar, o qual as fotografias via satélite (cientificas)) assim confirmam o desejo do Planeta.

      Só temos todos de respeitar o “Planeta” pois quando o Planeta se fartar de nós e zangar-se de nós por estarmos muitas décadas sem o respeitarmos, garantidamente “coisa boa” NÃO surgirá do Planeta e todos nós iremos “apanhar por tabela” por alguns poucos terem decidido não respeitar o Planeta por muitas décadas…

      🙂

  3. MA
    Max

    Isto percebe-se bem vendo a famosa animação de Neil Kaye, gif que mostra a Projeção de Mercator deslocando países/regiões para o equador, eliminando a distorção, para se perceber o seu tamanho real
    Gronelândia, Rússia, Canada e EUA encolhem que é uma coisa parva (a diferença entre a projeção de Mercator e no globo terrestre).
    https ://www.designboom.com/design/real-world-map-niel-r-kaye-12-14-2020/

  4. JB
    José Bonifácio Boni.

    Nos meados de 1.500, os portugueses, eram os que mais conheciam sobre mapeamento do nosso Planeta.

    Portugal nessa época, dominava tantos conhecimentos dentre esses os de construções navais, que vendiam naus e caravelas, até mesmo para a marinha inglesa.

    Todos temiam, a marinha portuguesa.

    Portugal necessita urgentemente, a tornar-se uma potência mundial.

    O que aconteceu com Portugal?

    1. MA
      Max

      Acima falei na animação de Neil Kaye. Não é bem o mesmo, mas há ferramentas que permitem deslocar um país na projeção de Mercator para a sobrepor a outro país/região – ficam ambas com à mesma escala (com as mesmas distorções da projeção Mercator). Um deles é o thetruesize.com. À esquerda escolhe Portugal e depois desloca a sua “sombra”pelo mundo e vai vendo se ainda aparece.
      Com que então: “Portugal necessita urgentemente, a tornar-se uma potência mundial.” Há quem não se enxergue mesmo.
      Quanto à marinha portuguesa dos séculos XV e XVI, de facto era notável face à dimensão do país. Que todos a temessem é um completo exagero.

      1. JO
        Jose

        Um exagero? Aonde vai buscar essas “tiradas”! Durante mais de um século, ninguém se atrevia a defrontar a Marinha Portuguesa quer no Atlântico quer no Indico! Podiam dar luta, mas acabavam invariavelmente derrotados. Foram os portugueses os primeiros a criar a globalização após a Batalha de Diu – estude como ocorreu -, e nas águas portuguesas de então, ninguém navegava sem autorização de Portugal, quem arriscasse andar por ali, sem autorização e fosse descoberto, pagava cara a brincadeira. Não foi por acaso que na parte final da viagem de Magalhães por “Del cano”, foi um exercício de fuga às patrulhas portuguesas após as Filipinas, não adiantou, acabaram presos na mesma. Note-se que muitas vezes os portugueses, com uma armada de apenas dez navios defrontavam armadas de 120 e venciam! As coisas só começaram a mudar no final do século XVI, quando os outros começaram a ter acesso ao modo de construção naval português e este por, entretanto, ter ficado sob a dinastia filipina parado, deixou-se de desenvolver os navios mantendo as técnicas antigas – nem o rei queria um Portugal demasiado forte aonde ele não o era. Os Países baixos, mais concretamente a Holanda, copiou e aprendeu como construir navios rápidos e ligeiros – mais tarde, foram secundados pelos ingleses -, mas jamais enfrentavam um navio português junto à costa, o que durou até quase ao século XIX, quando a Armada portuguesa já era uma sombra de si mesma. Mesmo assim, no início do reinado de D. Filipe I, o navio pais poderoso do mundo era o “Botafogo” que nunca foi derrotado em batalha, mesmo na tentativa falhada do rei em tentar invadir a Inglaterra, aliás muitas das baixas portuguesas nessa batalha aonde certos nobres foram em busca das graças do rei, deveram-se a naufrágios já nas costas da Irlanda onde a população aproveitou para matar e roubar tudo o que ia dar à costa. Foi essa a razão da grande maioria das perdas – um caso já perfeitamente estudado -, e não o mito (“hollywodesco”) dos navios em fogo dos ingleses, que apenas conseguiram poucos efeitos! Agora vá estudar e ver quantas batalhas navais perderam os portugueses desde 1415 até então?

        1. AS
          Asiim

          tens noção que a Marinha portguesa foi quase sempre derrotada pelos Chineses?
          tens noção que a costa portuguesa era periodicamente atacada por piratas nos séculos XV e XVI?
          Não havia nada de extraordinário nos navios de guerra portugueses quando comparado com Espanha e outros países europeus. A vantagem portuguesa foi ter evitado se envolver em conflitos na Europa. Isso permitiu investir na marinha e chegar a outros pontos do planeta, onde tinha vantagem sobre os poderes locais por causa dos canhões e das táticas usadas.
          A partitr do momento que começaram a ter a concorrência de outros países europeus, que tinham acesso à mesma ou melhor artilharia, os portugueses perderam relevância. Lembrar que muita da tecnologia de artilharia portuguesa foi desenvolvida contratando engenheiros e fundidores da região da Alemanha e Holanda.
          Depois do século XVI Portugal perdeu a grande maioria das batalhas navais contra outras potências.

          Os Holandeses ultrapassaram os portugueses porque desenvolveram muito melhor tecnologia de construção naval, que lhes permitia construir em maior número e mais rápido. Não copiaram os Portugueses… E melhor nem falar na filosofia de organização e investimento

          1. JO
            Jose

            Mentira! Os juncos eram difíceis de derrotar, mas foram-no. Há registos, que você não conhece, onde se levou mais de três dias a derrotar uma armada pirata de juncos chineses, mas foram derrotados, mal deles, era ficarem ao nosso alcance! Caso contrário, como explica o facto de termos o tido Macau? Não foi por que os portugueses limparam as costas chinesas, ecpretendiam 5er ali um entreposto para comerciar? Ou acha que foi por causa dos nossos lindos olhos que os chineses alinharame ofereceram o território? Mas o que os ataques às nossas costas por parte de esclavagistas e piratas tinham a ver com o poderio naval português? Acha que eram fácil atacar Portugal? Estudou como ocorreram tais ataques? No “episódio” da Ericeira, por exemplo, eles vigiavam os movimentos da nossa marinha, ao ponto de terem fugido com os cativos, ficando os nossos navios impossibilitados de poder dar-lhes caça devido ao facto de simplesmente não haver vento favorável, acha que a Anada estava toda por aqui? Leu algo sobre isso? Eu li o original. Conhece a única fraqueza da marinha nacional na época? Aposto que não. E fala sobre disparates sobre os quais, não conhece nada. A artilharia portuguesa à época disparava mais de cem tiros em vez dos 20/30 de outros todos! Nem ingleses nem neerlandeses, holandeses, nrm espanhóis tinham artilharia melhor, pelo contrário, tentavam a todo o custo copiar a portuguesa! Olhe para os navios da época são parecidos com o quê, com barcos egipcios, com os venezianos? Estudei com um maior especialistas do mundo, que infelizmente, já faleceu, e ele nunca me veio com essa sua conversa, bem pelo contrário. Leia de Contente Domingues, que só era professor investigador da U. De Lisboa e da Escola Naval no Alfeite. Não foi por acaso, que um país tão pequeno e com tão pouca população, teve tanto impacto na História. Os resto é conversa fiada e desconstrução da História! O facto, é que ninguém se opós a Portugal no mar, durante cento e tal anos, fossem quem fossem, foram sistematicamente derrotados. A prova? Éramos nós que andou e quem passava cartas de navegar no Atlântico até ao Japão, não outro! Isso, durou até à dinastia filipina. Estudei, não lhe faz mal, pois até Colombo foi às Américas em navios que eram na prática más cópias portuguesas.

          2. AS
            Asiim

            Jose,
            piratas não são a marinha Chinesa, repara bem no que disse e como capitalizei “Chineses”!
            Houve vários confrontos com a marinha Chinesa, com Portugal a sair derrotado, até que Portugal mudou de tática e entrou em acordos com os Chineses. Portugal assegurou Macau com esses acordos, lutando contra piratas, não foi porque os Chineses tinham medo dos portugueses.
            Os ataques de piratas e sofrimento de várias povoações ao longo da costa portuguesa está bem documentado, levando ao aparecimento de muitas das fortificações costeiras. Não foram casos isolados, o que demontra o exagero das suas afirmações sobre todos terem medo da marinha portuguesa, como se ela fosse omnipresente…
            Também está bem documentada a origem dos muitos especialistas de artilharia recrutados para as fundições portuguesas. O conhecimento não era exclusivo aos portugueses ou um segredo, pelo contrário.

            Os holandeses e ingleses não tiveram grandes problemas em ultrapassar a marinha portuguesa na India quando passaram a navegar para aqueles lados.
            E já agora, a marinha de guerra inglesa ou holandesa não tinha barcos parecidos com os venezianos ou egipcios. As galês eram barcos do mediterrâneo, não era navios de guerra feitos para o mar do Norte. Está bem documentado o salto tecnológico na construção naval holandesa.

        2. MA
          Max

          Nem me dou ao trabalho de responder ao resto, fico-me pela admiração por Sebastián Elcano querer evitar contactos com a marinha portuguesa:
          “Navio solitário: A Victoria era a única embarcação restante da frota original que conseguiu concluir a travessia pelo ocidente, cruzando o Oceano Índico e contornando a África. Elcano comandou um grupo de apenas 18 sobreviventes, que chegaram a Espanha no Victoria, exaustos e doentes, dos mais de 230 homens que tinham partido anos antes.
          Fome e doença: A tripulação enfrentou meses de privação severa, sofrendo com a falta de água potável, escassez de alimentos e surtos graves de escorbuto.
          Para evitar a captura por frotas portuguesas — que dominavam as rotas do Índico e consideravam a viagem uma invasão do seu monopólio —, a nau teve de se manter em mar aberto e afastar-se das rotas comerciais normais. A escala forçada em Cabo Verde: Pressionados pela fome extrema, tiveram de parar no arquipélago de Cabo Verde (território português). Tentaram esconder a origem da viagem, mas 13 marinheiros acabaram descobertos e presos pelos portugueses, forçando Elcano a fugir imediatamente com o restante da tripulação”. (Os 13 marinheiros foram depois entregues por Portugal a Espanha).
          Vejam bem – a poderosa frota de Elcano andou fugida para nãoi se cruzar com a fota portuguesa! ;-).

          1. JO
            Jose

            Sim, andou a fugir da portuguesa! Nesse caso, porque razão a evitou e meteu-se nesses sarilhos? Os vossos argumentos caem pela raiz. A coisa não dá para mais, teve de andar a perguntar à inteligência artificial. Eu não preciso disso, estudei.

          2. MA
            Max

            Estudaste pouco. senão tinhas mais respeito por Elcano. E não, Elcano não fez “a parte final da viagem de Magalhães”. A viagem que estava no contrato de Magalhães era no regresso seguir a rota de ida. Foi em situação de desespero, já com a frota reduzida oma nau, que Elcano decidiu seguir a rota do Índico e contornar África.
            Quem sabe não diz “viagem de Magalhães”, diz viagem de “Magalhães~Elcano”, a primeira viagem de circum-navegação (e que não estava prevista).

    2. AS
      Asiim

      ??
      Portugal só foi uma potência mundial (pequena potência) quando não tinha grande concorrência para chegar a outros pontos do mundo, e quando muitos dos outros países estavam envolvidos noutros conflitos. Portugal teve sorte, e as circunstâncias para tal nunca mais se repetem.
      Mas és livre de achar que seria bom construir uma grande marinha e ir para a guerra com dezenas de outros países, para reviver os “bons” velhos tempos…

      1. JB
        José Bonifácio Boni.

        Nobre Asiim;

        Como brasileiro discordo de ti, pois na minha opinião e estudos que fiz, nos meados de 1.500, Portugal, era a maior potência do Planeta. Poucos países conseguiram manter o domínio sobre o Brasil, um país continental, de norte a sul e leste a oste, falando a mesma língua portuguesa. Os portugueses expulsaram do Brasil franceses e holandeses, dando cacete nos dois. Pra tu teres uma ideia, só o estado que nasci a Bahia, um dos 26 estados do Brasil: é maior que a França. O estado do Pará 2º maior estado do Brasil, é muito maior que Espanha, Portugal e Suíça juntos. O território brasileiro, é muito maior que todo território da União Europeia… Os portugueses dominaram de ponta a ponta, enfrentando e derrotando, os bravos nativos de Pindorama. Como descendente de nobres portugueses, só os critico, por terem desistido do Brasil, baseados apenas numa visão totalmente equivocada de 1ª mundo europeu, visão não de D. João VI, e sim, da descompensada Carlota Joaquina. O estado da Bahia onde meu parente Pedro Álvares Cabral chegou, em se tratando de riquezas naturais, é o mais rico do mundo. Como tudo que digo provo, segue provas: https://www.youtube.com/watch?v=L9kh8zrIAd8 . pergunto-te: Em qual país do mundo, tu encontras riquezas como essas? Sei mas não direi, que conheço uma região da Bahia meu estado, onde existe um Diamante Negro, pesando milhões de toneladas! Como descendo do nobre Dom Nuno Álvares Pereira, conclamo meus queridos irmãos portugueses, a abandonarem essa Europa falida e pobre, e virem para o Brasil, país que eles conquistaram com muito suor e sangue. O Brasil, foi o maior presente que o Ser Criador deu a Portugal, e Portugal, não valorizou. Lamentável!

        1. AS
          Asiim

          pois… mas nós aprendemos História em Portugal…
          Portugal nunca foi a maior potência mundial. Dizer isso é desconhecer a história mundial, e a dimensão do poder de Portugal nos séculos XV e XVI.
          Portugal terá sido a primeira potência global, mas isso não tornou o país na maior potência, nem no mais rico.
          A presença dos franceses no Brasil foi minúscula e efémera.
          Os Holandeses foram expulsos do Brasil por também estarem em minoria na área que tinham conquistado apenas algumas décadas antes… O mesmo já não se diz de muitas outras regiões do planeta que os Holandeses conquistaram aos Portugueses.
          O Brasil não é parte de Portugal há mais de 200 anos, por livre vontade dos Brasileiros, e, no entanto, está longe de ser uma potência mundial, de modo que, faziam bem em deixar de culpar os portugueses pelas suas maleitas.

          1. JB
            José Bonifácio Boni.

            Não estou culpando os portugueses. Apenas lamentando, porque gostaria de ver mais portugueses por aqui, do que estrangeiros.

      2. JO
        Jose

        Essa deve ser piada! Já estudou batalhas como as de Diu? Leia algo sobre o assunto. A partir daí e com os portugueses foi possível contactar com todo o mundo pela primeira vex. Foram mais de cem anos com dominio absoluto. Vou contar então um segredo: o nosso maior problema foi sempre a falta de gente daí João Paulo Oliveira e Costa ter escrito uma obra com um nome curioso a que chamou de “Império das pulgas”, por crianos um Império imenso para a gente que tínhamos! Vou contar outra, curiosidade, estivemos nas ilhas Barbados, a quem demos o nome. Save quantos homens colocamos lá para as ocupar? Eu digo 6, sim leu bem seus homens estiveram ali dois anos, até as condições não serem mais suportáveis, faltava tudo e as atenções portuguesas iam para locais onde os proveitos comerciais dessem a um país pobre, mais capacidade para trocar produtos. Já agora, pergunto: porque só sou eu a citar especialistas? Se quiserem estudei mais e mais documentos. Dou aqui dois nomes mais curiosos um deles foi um daqueles com quem tive a honra de estudar: John Disney, que escreveu sobre a decadência do “Império da Pimenta” e Anthony Disney que se debruço sobre o estudo do Império Português e da forma ardilosa de como os portugueses geriram, pois ha quem diga que tivemos dois: um para Atlântico e outro no Índico com processos de trabalho e administração distintos. Nrm precisei de usar Gemini ou coisas do tipo.

        1. AS
          Asiim

          nada disso contradiz o que disse.
          Portugal tirou vantagem de ser primeiro quando outros andavam em conflito, evitando entrar em guerra contra outras nações na Europa. A guerra teria retirado recursos vitais para o investimento na expansão marítima.
          Portugal nunca foi o país mais rico ou mais poderoso na Europa, ao contrário do que muitos cegos querem fazer crer.
          Teve sorte pelo conjunto de circunstâncias, que lhe permitiram ser o primeiro quando outros não podiam fazer o mesmo, e por ter conseguido obter financiamento e conhecimento para as expedições, aliando-se a comerciantes e banqueiros de Genova e Florença. Nada disto aconteceu no vazio, ou achas que eram só “cidadãos” portugueses a andar nos barcos e a capitaniar?

    3. AN
      Analista

      Portugal tinha superioridade no mar pois os navíos tinham canhões até ao crl

      1. JB
        José Bonifácio Boni.

        Onde consta conseguiram: gentileza considerar conseguiriam.

      2. JO
        Jose

        Foram os primeiros a colocar nas laterais dos navios. Como resultava, todos copiaram.

        1. AS
          Asiim

          Não há qualquer prova absoluta que tenham sido os portugueses os primeiros, já que estão documentados navios noutros países mais ou menos na mesma altura. Mas Portugal terá sido o primeiro a desenvolver táticas com formações navais para tirar proveito dos canhões

  5. CM
    CMFV

    Realmente, isto é um trabalho bastante interessante e necessário para ocupar uma pseudo-organização daquelas. Será que serve para justificar os biliões de euros desaparecidos????

    1. JO
      Jose

      Nem mais.

  6. JP
    JP

    Até o Mapa Mundo virou woke!

    1. JO
      Jose

      É, não sabem que aquela representação, não foi um erro, mas uma representação de como o mundo se apresentou para quem viajava à vela e não tinha relógios com grande exactidão! A ignorância dá nisto! Como não sabem que antes de se porem a navegar os portugueses estudaram apenas os ventos durante 20 (vinte) anos, continuando a fazê-lo à medida que avançavam no Mundo! Mas o que se pode dizer, numa altura, em que há tanto conhecimento disponível, mas o que vinga é uma ignorância militante, feita e criada muitas vezes nas telas de cinema? As nossas crianças e jovens estudam isto? Nunca. Fica mal, parecer que já fomos mesmo muito bons em algo, e que a nível mundial eramos até os únicos! O que convém, é sermos humilhados e rebaixados sistemáticamente, sabe-se lá bem o porquê – até sabemos, mas não se pode falar disso.

  7. SA
    Sacadura

    A ONU só faz disparates agora. Esperava mais inteligência. Gostava que comparassem com fotografias de satélite, a ver se faz sentido…

    1. MA
      Max

      Usa o Gemini, hoje em dia só é ignorante quem quer.
      A representação (quase) exata dos países/continentes é a do globo – mas é impraticável para uso no dia a dia e na comunicação.
      Há uma forma de criar um planisfério aos gomos, contínuo no equador e com grandes espaços perto dos polos, que recortados e colados desse um globo, mas também não é utilizável.
      Há várias projeções, com mais ou menos defeitos e virtudes, mas a Equal Earth é a que oferece mais vantagens. Pergunta ao Gemini que explica quais são – uma delas é a comodidade: não se estranha em relação à projeção de Mercator, mas elimina as grandes distorções. E finaliza o Gemini com: “Adoção científica: Foi rapidamente adotada por instituições como a NASA e instituições de climatologia por ser ideal para mapear dados globais (como temperatura, vegetação e precipitação) sem distorcer a densidade dos dados”.
      A ONU só é chamada a pronunciar-se da mesma maneira que o faz para fixar os nomes geográficos aceites internacionalmente. Já tinha sido adotada pelasr instituições científicas (acho difícil que alguém não a tivesse já visto).

      1. JO
        Jose

        Ó meu caro, prove como mostrar aos homens da Idade Moderna como representar um globo um plano? Acha que tinham o Gemini? Ou tretas do tipo? Claro, que nestes últimos anos aprendeu-se que o aspecto é diferente. Mas vá dizer aos homens do século XV, XVI até ao XIX, que enfrentavam os mares, para representarem esses gomos num plano devidamente feito à escala, quando na realidade, a eles aparecia diferente? Hoje, temos imensa tecnologia ao dispor e que mesmo assim, está sempre a corrigir-se. O planeta nem sequer é uma esfera perfeita, longe disso. Ora, será que mesmo hoje irão representar o Oceano Indico quando esse mesmo Oceano ficaria quase cem metros abaixo do Atlântico e até muda ao longo do tempo, pois tais diferenças nem sequer são estáticas? Até há cem anos o mapa que Mercator servia perfeitamente para o fim que se destinava. Se hoje entendem representar de forma diferente que o façam, mas que se lembrem sempre que o mundo muda, e a África, por exemplo, está a dividir-se ao nível do do Vale do Rift, na sua placa Somali, e depois? Irão berrar para a ONU, só porque por questões práticas África está representada com um tamanho menor, por sinal, encolhido longitudinalmente, pois está tem muito do seu espaço continental no Equador, que outros espaços a Norte? Ai a bola, tantos problemas traz.

        1. MA
          Max

          Isso de dar a enter que a Terra “está longe” de ser um uma esfera quase perfeita, enfim …
          “O diâmetro da Terra é:
          • No Equador (Diâmetro Equatorial): cerca de 12 756 km
          • De Polo a Polo (Diâmetro Polar): cerca de 12 714 km
          A diferença entre o diâmetro equatorial e o polar é de aproximadamente 42 km”, uma coisita de nada. Por isso se diz que a forma da Terra é uma esfera ligeiramente achatada nos polos (devido à força centrífuga da rotação).

          1. JO
            Jose

            Não consegue sair do Gemini? Livra!

          2. MA
            Max

            Como costumo dizer, evita muito disparate.

  8. ZE
    Zec

    Só podem estar a gozar. A única coisa que fizeram foi esticar o mapa e o óbvio simbolismo ficou ainda maior. Só falta criar umas novas ilhas a sul da ponta.

    1. MA
      Max

      Achas isto normal: “Numa projeção de Mercator, a Groenlândia parece maior que toda a África, mas possui apenas 7% da área terrestre total da África” ?
      No mapa Equal Earth as proporções estão corretas (todas as proporções estão corretas). E dizes a única coisa que fizeram foi esticar o mapa (e mais não sei quê que não se percebe sobre o simbolismo e ilhas a sul da ponta) …

  9. IN
    Indignado

    A ONU é inútil, nem sequer consegue obrigar os países a adotar um mapa. Nunca vão mudar o mapa da rosa dos ventos no padrão dos Descobrimentos. A projeção de Mercator serviu para a navegação durante 500 anos. Não serve agora?

    1. MA
      Max

      A ONU não foi feita para obrigar os países a adotar um tipo de mapa ou nomes de países ou acidentes geográficos reconhecidos internacionalmente. Tem essa função porque é a única entidade com competência para o poder fazer.

  10. JO
    Joõa

    Engraçado…. o mapa de satélite da NASA e do Google Earth também estão mal, que chatice! 😛
    Alguém os informem que o satélite anda a tirar mal as fotos 😛

    1. MA
      Max

      Vais pendurá-los numa sala de aula ou usá-los na publicação de um artigo científico?
      É claro que os promotores do mapa Equal Earth (penúltimo do post), foram buscar o exemplo mais extremo – comparar a Gronelândia com África nas duas projeções (imagens do link do Expresso), quando, como eles dizem, “em África cabe a China, os EUA, a Rússia e grande parte da Europa e ainda sobra algum espaço.”
      O que é facto é que corrige as distorções da projeção de Mercator, feitas para a navegação, não para representar adequadamente a extensão dos países e continentes. https: //expresso.pt/internacional/2026-09-04-corrigir-o-mapa-onu-aprova-adocao-de-novo-mapa-mundo-para-mostrar-dimensao-real-de-africa-b62b079d

  11. ET
    etrusco

    Toda a utilidade da ONU resumida num artigo.
    Por acaso mandaram alguns capacetes azuis para a Ucrânia em 2022?
    Ou responsabilizaram o Tedros, esse fantoche da China na OMS em 2020?

  12. UT
    utherzzao2

    Tirem printscreen no Satélite e imprimam.

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