Pensões em risco: e se a reforma começasse a ser construída aos 6 anos?
Um grupo de trabalho nomeado pelo Governo apresentou um conjunto de propostas para o futuro da Segurança Social, defendendo maior flexibilidade na transição para a reforma e uma série de mecanismos voluntários de poupança. Algumas destas soluções têm paralelos noutros países, embora os modelos e os resultados variem.
A sustentabilidade das reformas voltou a estar em cima da mesa em Portugal, com a apresentação do relatório final "Por um Sistema Sustentável, Adequado e Justo, Um Contrato entre Gerações".
O documento foi elaborado pelo Grupo de Trabalho para a Reforma da Segurança Social, coordenado pelo professor universitário Jorge Bravo, e apresenta propostas destinadas a tornar o sistema mais flexível e a criar fontes complementares de rendimento na reforma.
O ponto de partida é o conhecido envelhecimento demográfico, que aumenta a pressão sobre sistemas de pensões em que as contribuições dos trabalhadores financiam largamente as prestações dos atuais pensionistas.
Neste contexto, o grupo de trabalho propõe alterações tanto ao funcionamento da reforma pública como à forma de incentivar a poupança complementar.
O que propõe o Grupo de Trabalho para as reformas
Uma das propostas mais significativas passa por repensar a existência de uma idade a partir da qual a reforma deixa de sofrer penalizações. Segundo Jorge Bravo, deixa de fazer sentido manter essa referência se forem implementadas as restantes medidas de flexibilização do sistema.
Entre essas medidas está o fim da aplicação do fator de sustentabilidade e a criação de uma Reforma Parcial Flexível, destinada a permitir uma transição gradual entre a vida ativa e a reforma, em vez de uma passagem abrupta entre os dois momentos.
O relatório propõe também uma série de complementos voluntários destinados a aumentar o rendimento disponível na reforma.
Entre eles estão os Planos de Pensões Profissionais de Adesão Automática, através dos quais trabalhadores elegíveis seriam inscritos num plano de pensões ou veículo financeiro equivalente, mantendo o direito de renunciar à participação.
A proposta prevê um sistema de matching, no qual as contribuições voluntárias dos trabalhadores seriam acompanhadas, dentro de determinados limites, por contribuições equivalentes de empregadores e do Estado.
O grupo de trabalho aponta para uma taxa contributiva mínima entre 8% e 12%, embora o desenho final do mecanismo e os critérios de elegibilidade dependam de decisões posteriores.
Outra proposta é o Programa Grão a Grão, uma conta individual de poupança para a reforma destinada a crianças e jovens. Entre as possibilidades apresentadas está a atribuição de uma contribuição pública mensal simbólica, entre 5 e 20 euros, complementada voluntariamente pelas famílias.
O programa poderia abranger crianças residentes em Portugal inscritas no sistema de ensino. Outra possibilidade seria permitir que famílias beneficiárias de abono de família transferissem, total ou parcialmente, esse apoio para a conta de poupança.
O mecanismo seria também apresentado como uma oportunidade para reforçar a literacia financeira desde cedo.
O grupo propõe ainda novos instrumentos de dívida pública de retalho especificamente orientados para a reforma, como as Obrigações do Tesouro-Reforma e os Certificados de Aforro-Reforma. A subscrição seria voluntária e os instrumentos poderiam ter remunerações indexadas à evolução do custo de vida.
Dirigido especialmente a famílias de baixos rendimentos, o Save-as-you-Buy procuraria criar poupança previdencial a partir de transações quotidianas. A ideia seria aproveitar mecanismos semelhantes aos programas de fidelização ou desconto existentes no comércio, sem transformar o sistema num incentivo ao consumo.
Finalmente, o relatório apresenta os Equity Release Schemes, mecanismos através dos quais os proprietários podem transformar parte da riqueza imobiliária acumulada ao longo da vida em rendimento ou liquidez durante a reforma. A proposta procura, no entanto, preservar a segurança habitacional dos proprietários.
As soluções de reforma que já existem noutros países
Algumas destas ideias têm paralelos em sistemas estrangeiros, embora não sejam completamente equivalentes.
A inscrição automática em planos de pensões complementares tornou-se uma das principais formas de aumentar a participação dos trabalhadores na poupança para a reforma. O Reino Unido é um dos exemplos mais consolidados, com os trabalhadores a serem inscritos em planos de pensões profissionais, podendo optar por sair.
O programa público britânico NEST é um dos principais veículos deste sistema. No final de março de 2026, tinha cerca de 14 milhões de membros e 62,9 mil milhões de libras em ativos líquidos, segundo o relatório anual relativo ao exercício 2025/26.
Entretanto, a Irlanda adotou um mecanismo próprio de inscrição automática. O My Future Fund começou a funcionar em 1 de janeiro de 2026, inscrevendo automaticamente trabalhadores elegíveis que não tenham já uma pensão profissional adequada, com a possibilidade de saírem do sistema seguindo as regras previstas.
Tal como na proposta portuguesa, o modelo irlandês combina contribuições do trabalhador, do empregador e um complemento do Estado.
🇩🇪 Alemanha: poupar desde a infância
A Alemanha está a desenvolver uma solução que apresenta algumas semelhanças com o Programa Grão a Grão português: a criação de poupança para a reforma desde a infância.
A medida, conhecida como Frühstart-Rente, foi apresentada em dezembro de 2025 no âmbito de um projeto de lei mais amplo, continuando ainda a aguardar votação no Parlamento alemão.
A proposta prevê que o Estado deposite automaticamente 10 euros por mês numa conta individual de cada criança, entre os 6 e os 18 anos, podendo essa contribuição ser reforçada pelos pais, com o capital reservado, em regra, até à idade de reforma.
🇸🇪 Suécia: um sistema público ligado à longevidade
A Suécia é um dos exemplos mais conhecidos de um sistema de pensões que incorpora mecanismos de ajuste à evolução demográfica.
A componente principal da pensão pública sueca funciona através de um sistema de contribuição nocional (em inglês, NDC - Notional Defined Contribution).
As contribuições são registadas numa conta individual virtual e, quando a pessoa começa a receber a pensão, o montante acumulado é convertido numa prestação tendo em conta, entre outros fatores, a esperança de vida da geração a que pertence.
O sistema inclui ainda uma componente obrigatória de capitalização, correspondente a 2,5% do rendimento pensionável. O trabalhador pode escolher os fundos onde esse dinheiro é investido ou deixar essa parcela no fundo público por defeito, o AP7.
Importa mencionar que a Suécia não tem uma idade única de reforma aplicável a todos os trabalhadores. A partir de 2026, o país passou a utilizar uma idade de referência ligada à esperança de vida, fixada em 67 anos para o período de 2026 a 2031, que passa a orientar as várias idades do sistema.
O que estas experiências mostram
As propostas do Grupo de Trabalho português seguem, em vários casos, caminhos que já têm antecedentes internacionais, como a adesão automática a planos complementares, estímulos à poupança desde a infância, maior flexibilidade na transição para a reforma e mecanismos de cálculo ou de acesso mais sensíveis à evolução da longevidade.
Assim, Portugal tem um largo leque de exemplos para construir um sistema capaz de distribuir entre Estado, trabalhadores, empresas e famílias os custos e os riscos associados ao envelhecimento da população.
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Filhos de?)=(&/ andaram a brincar aos subsídios e aos RSi para gente que nunca contribuiu e agora vão roubar os que, como eu, descontam há décadas.
Não percebo nada…num dia, a Segurança Social tem um superavit de vários milhares de milhões e os imigrantes contribuíram muito; no outro dia, está falida e não há reformas para ninguém.
A ganância é uma coisa tramada.
A Segurança Social é um contrato entre gerações.
A curto/médio prazo temos um saldo contabilístico positivo (receitas superiores à despesa, daí o superavit que referes), mas ao ritmo corrente vai chegar a um ponto em que as receitas não vão ser suficientes para custear as despesas. Daí se dizer que o sistema atual não é sustentável.
É como teres um gráfico representativo ao longo dos anos em que a linha da receita tem uma trajetória descendente e a das despesas uma trajetória ascendente. Por enquanto a das receitas está acima da das despesas, mas vai chegar a um ponto, a médio prazo, em que se vão cruzar. A partir daí as receitas não vão ser suficientes e a diferença vai ter de ser suportada pelo orçamento de estado ou seja, mais impostos. E quem é que vai pagar esses impostos? A atual geração mais nova, uma vez que a atual mais velha já vai estar reformada nessa altura. Daí ser um contrato entre gerações e quem vai pagar os desvaneios populistas de quem diz que não há um problema vão ser os mais novos.
Para adiar esse ponto de inflexão é que foi criado o “fator de sustentabilidade” em 2007, pelo governo de Sócrates. Por isso é que até 2008 as pessoas reformavam-se aos 65 anos e atualmente já vão quase nos 67. A fórmula de cálculo das reformas também mudou. Até à altura contavam-se as contribuições dos 10 melhores anos dos últimos 15 e depois passou a contar a carreira contributiva total. Enquanto que hoje quem se reforma recebe em média uns 65% do último ordenado (salário bruto), prevê-se que em 2050 irão receber apenas 40%.
Daí este estudo. Para fazer um ponto da situação atual e sugerir pilares alternativos para complemento da miséria de reforma que as pessoas vão receber no futuro se não se fizer nada.
A SS é um esquema de pirâmide só que legal. Tu não descontas para pagar a tua reforma, mas sim para pagar a reforma dos que estão aposentados. E o esquema só dura enquanto houverem novos a entrar suficientes para pagar os que já lá estão, tal como nos esquemas de pirâmide trafulhas.
Nunca houve tanto dinheiro no mundo, 70% da população mundial é pobre, 1+1=2, é ir buscar onde ele anda e distribuir.
O esquema de pirâmide da Seg. social e assim por causa do capitalismo neo liberal, como toda a gente sabe xD
Até ao mealheiro das crianças querem ir!!!
Basicamente o conceito é andarem a descontar é meter muito dinheiro numa segurança social para os que fazem menos poderem usá-la à vontade daqui a uns tempos querem irritar os pais da classe média a descontar pelos filhos desde o dia 0 para estes mesmos filhos um dia praticamente não terem reforma mas os filhos dos outros que andam a tocar viola não querem estudar nem trabalhar poderem ter direito a tudo. Atenção que isto que eu digo é com o sentido totalmente objetivo e neutro, e com zero idealismo político. A visão de um político é dar o máximo possível à maior parte do grupo votante, e estes atualmente o que querem é ter coisas para as quais não trabalharam. No meu caso de classe média a mim cobram muitas taxas e tentam cobrar multas injustamente, mas no entanto há minorias que andam com os carros todos espatifados a passar à frente da polícia e não lhes acontece nada.
Eu não diria melhor. E acrescento que o grupo de trabalho referido no artigo, é inteiramente composto por pessoas ligadas à política, nomeadamente de direita liberal. Não se trata de um grupo de trabalho isento.
Apenas para abrir os olhos aos portugueses, que nunca foram bons em contas:
Considerando o atual salário mínimo, a segurança social recebe todos meses relativo a um trabalhador 319,70 euros (101,20 do trabalhador + 218,50 da entidade patronal).
Num ano (com subsídio de Natal e de férias) são 4.475,80 euros!
Se o salário mínim se mantivesse inalterado nos próximos 40 anos, sobre o trabalho de um jovem que começa hoje a sua atividade profissional, e considerando que iria auferir este mesmo salário durante 40 anos, teríamos um total de descontos para a SS: 4.475,80 x 40 anos = 179.032 euros!
Mas vamos a mais algumas contas…
Imaginem que em vez da Segurança Social esbanjar o nosso dinheiro em p*tas, o investia gradualmente ao longos dos 40 anos, a uma taxa média de 8%. Esta rentabilidade embora pareça algo absurdo, é bantante conservadora para quem investe nos mercados financeiros. Mas vamos a contas…
4475,80 anuais, durante 40 anos a uma taxa e 8% = 1.185.000,00 euros!!
Este é o valor que um cidadão comum pode conseguir poupando 317,70 euros/ mensais durante 40 anos. E mesmo se descontarmos 28% que o estado nos ROUBA nos juros das nossas poupanças, ainda assim temos:
Capital APlicado: 179.032,00 euros
Juros: 1.006.000,00 euros – 28% = 724.320,00 euros (juros líquidos de impostos)
Capital final: 179.032,00 + 724.320,00 = 903.352,00 euros!!
Considerando a nossa esperança média de vida, é capaz de proporcionar uma velhice tranquila e ainda ajudar os filhos.
É caso para perguntar, o que o estado faz com o nosso dinheiro. Porque quem ganha o salário mínimo ao longo de 40 anos, o pode esperar na velhice é uma reforma de miséria.
E para terminar, não poderia ir sem deixar-vos com mais um choque de realidade: estão à espera que as pretenções do atual governo sejam as de proporcionar uma velhice tranquila aos portugueses? Desenganem-se. O objetivo é apenas desviar as constribuições da segurança social para o setor privado, porque o negócio é de milhões, para no fm nos entregarem tostões, com o risco inerente a empresas privadas que podem falir. A intenção é exatamente a mesma que tem sido concretizada no SNS ao longo dos últimos 20 anos: uma privatização lenta e dissimulada, ficando com o dinheiro do contribuinte para encher o rabo dos mesmos gatunos de sempre, e proporcionando ao cidadão cada piores serviços.
Os comentários a mostrar que €€€ é com os portugueses 😀
E se acabassem com as reformas vitalicias???
E se o estado não ficasse com 28% dos juros das poupanças das pessoas?
Essas ninguém questiona…
Nos outros países poupam desde a infância mas lá o estado e os bancos não ficam com grande parte.
> E se acabassem com as reformas vitalicias???
A nossa constituição não o permite. Ter-se-ía de mudar a mesma.
> E se o estado não ficasse com 28% dos juros das poupanças das pessoas?
Começa-se a falar nisso. Espero que não passe apenas de conversa
se tiveres investido no ETF (tipo s&p500) ao fim de 10 anos o imposto passa a 20%
Mesmo assim é muito. Noutros países existem contas de investimento com fiscalidade muito melhor.
aos 6 anos ??? é tarde !!! mais vale ser logo no momento do nascimento 😉
Se tiveres filhos, independentemente da idade, e se puderes, faz isso. Mas faz mesmo e aconselha-os a manterem esse hábito de investimento ao longo da vida porque senão vão ter uma vida desgraçada quando foram mais velhos.
Ou então prepara-os para sairem deste país que não se recomenda a ninguém. A questão é para onde…
Exatamente. De pequenino é que se torce o pepino. PPR, seguros de vida, contas-poupança, etc.
O Buraco não está na Segurança social, eles o que querem e enfiar tudo no mesmo saco, a CGA é que tem o rombo pelos vistos todo o Funcionário Público tem pensão acima dos 1100€ e são volta quase de 500000 a receber então fazer as contas.
Por isso Andam a tentar dar a volta ao texto para enfiar tudo junto e no final privatizam e o contribuinte é que se lixa a pagar o rombo da CGA e alimentar o funcionário público.
E um aparte também estão a fingir o que prometeram o ano passado, onde o Sr. Marcelo assinou, um suplemento extraordinário de pensões de 2026
> O Buraco não está na Segurança social
Sim, mas vamos chegar lá e médio prazo.
> CGA é que tem o rombo
A CGA já atingiu o ponto de inflexão em 2014, data em que as receitas começaram a ser inferiores à despesa. Só em 2024 sairam do Orçamento de Estado 800 e tal milhões de Euros para colmatar a diferença. Não encontrei os valores de 2025.
O orçamento de estado vai ser feito relativamente aos anos de 2022 e 2024, estes últimos por aquilo que parece vão ficar em Branco, é as Notícias que vão saindo se é Verdade ou mentira não sei, mas a maior parte dos problemas do mundo é criada por notícias falsas que depois só dá asneiras
Ambas já têm rombo.
https ://eco.sapo.pt/2026/08/18/afinal-seguranca-social-tem-defice-de-19-mil-milhoes-grupo-de-trabalho-alerta-para-ilusao-dos-excedentes/
calma que a CGA é só para os funcionários públicos admitidos até 2005.
Desde de 2014 que os novos funcionários públicos não descontam para a CGA mas para a Segurança Social. O resultado é que a CGA tem neste momento saldo negativo, e esse resultado será cada vez maior à medida que quem desconta para a CGA se reformar, até que, quando as pessoas comecem a morrer, o saldo negativo comece a diminuir até desaparecer.
Podiam aprender com o sistema Suíço.
Se puserem as crianças as crianças a trabalhar aos 6 anos! Ou será que lhes querem dar, e tirar logo a seguir os abonos?
E se as empressas descontasem mais para esse efeito,já que em muitos locais já somos nós como que seus funcionários!?
Tu para seres burro só te falta teres duas orelhas.
Por acaso sabes quanto descontam as empresas para a Segurança Social?
Dito de outra maneira: Quando uma empresa prescinde de empregados, quem descontará para a reforma na vez dos empregados que já não são necessários? Com a automação irá sendo cada vez pior.
Cada criança já nasce com -30.000€. É divida publica. Querem é jogar na bolsa com o dinheiro das pessoas. Americanices, a blackrock e os abutres de funtos/seguradoras já estão a precionar. A ‘literacia financeira’ é a droga de entrada. Tudo fachada para jogar na bolsa. A america cresce à conta dos velhinhos.
Portugal precisa é de um fundo soberano, aumentar as reservas de ouro, e deixar as engenharias financeiras da classe epstain. Pensão individual, cada um por si, é um plano fascista. Já usado no Chile. Não pasarão!
Ora aqui está mais uma “noticia” fabricada, com o intuito de agitar e criar preocupação.
Então a integração da Caixa Geral de Aposentações (Sector Público) na Segurança Social? Pois é…
O Estado TEM A OBRIGAÇÃO de assegurar essas reformas, não a Segurança Social. Aí já não haver déficit.
Pior é a intenção de utilizar as verbas da Segurança Social para investimentos de risco (sem capital garantido ). Com interesses duvidosos envolvidos.
Acorda Zé,
Mas mas, então os milhões de doutores e engenheiros que a Europa chamou e chama não vieram salvar a segurança social?
Mas não era o que se dizia?
Oh não, e eu que acreditei nisso.
Oh pá, queres ver que afinal em vez de salvar ainda a vieram enterrar mais?
Não estava nada à espera disto…
Mandem vir mais 80 milhões.
Desta vez é que é…
Uma forma fácil de financiar a SS era o dinheiros dos parquímetros reverter para a SS, portagens e multas, idem, mas infelizmente este dinheiro vai para pagar os boys e favores políticos e criação de tachos muitos tachos em empresas municipais.
Dar o nosso dinheiro para boys brincarem com ele em fundos e coisas parecidas, não me parece grande ideia, alias há vários países Europeus que apostaram nisso e já se arrependeram e voltaram atrás na decisão.
Conhecendo o nosso país como conheço era velos a saltar do governos para esses fundos.
As pessoas deviam ser incentivadas a investir, visto estar claro que o conceito de reformas tá condenado