Microsoft não queria, mas este programador levou o Copilot ao Linux
A disponibilização da IA tem estado focada nos canais mais comuns e que têm maior visibilidade. Isso muda com esta novidade, ainda que não oficial. O Copiloto já pode ser usado no Linux, mas desta vez não foi a Microsoft a tratar disso.
O Copilot e a IA já chegaram ao Linux
O ecossistema Linux continua a não receber a atenção oficial da Microsoft no que diz respeito à inteligência artificial. Sem uma versão do Copilot desenvolvida pelos criadores do Windows para o Linux, a comunidade de código aberto decidiu resolver o problema pelas próprias mãos.
O programador Hayden Barnes lançou um novo projeto independente que permite executar o assistente de IA da Microsoft diretamente no ambiente de trabalho Linux. A solução destaca-se por não se tratar de um mero atalho de navegador, mas sim de uma aplicação construída em GTK.
— Hayden Barnes (@unixterminal) August 4, 2026
Como funciona o Copilot para Linux
A grande diferença desta ferramenta reside no nível de integração com a interface do utilizador. Em vez de depender do Microsoft Edge ou de outro navegador para criar uma aplicação web progressiva, o software funciona como um programa independente do sistema.
Apesar de utilizar a versão web do Copilot como base técnica, a estrutura GTK traz vantagens práticas imediatas. A aplicação consegue arrancar com o sistema operativo, integra o lançador de programas e pode permanecer ativa em segundo plano na barra de tarefas. Além disso, os avisos do assistente surgem através do sistema nativo de notificações da distribuição Linux.
Wanted to give it its own icon, play with .NET 11 & Flatpak. You would equally likely better served creating an "App" of Copilot from GNOME Web. But: wslc/Reactor PoC>bare metal Poc>let me make a fun little Copilot app>discover intriguing bug in WebKitGTK I am now locked in on.
— Hayden Barnes (@unixterminal) August 7, 2026
Instalação e disponibilidade no GitHub
O projeto já se encontra disponível para consulta e transferência na plataforma GitHub, marcando a primeira versão pública do utilitário. Esta abordagem permite aceder ao assistente de forma rápida e sem ter de manter um browser aberto a consumir recursos.
Por ser um projeto recente e gerido de forma independente, o software continuará a receber ajustes para garantir maior estabilidade. A iniciativa demonstra como a comunidade de software livre consegue colmatar a ausência de suporte oficial por parte das grandes empresas de tecnologia.





















LLM inútil