Meta lança o Muse Code para competir com a OpenAI e a Anthropic em programação
A Meta acaba de apresentar o Muse Code, o seu primeiro agente de IA focado em programação, com o objetivo claro de rivalizar diretamente com as propostas da OpenAI e da Anthropic.
O novo trunfo da Meta na programação
Sob a liderança de Alexandr Wang, que assumiu a direção do Meta Superintelligence Labs em junho do ano passado, o Muse Code surge como uma peça fundamental na estratégia de IA de Mark Zuckerberg. Este agente foi concebido para simplificar todo o ciclo de desenvolvimento de software.
Com apenas uma instrução, o sistema é capaz de planear alterações, escrever código e validar os resultados de forma autónoma. Esta abordagem integrada procura aumentar a produtividade das equipas de engenharia, posicionando a Meta como uma forte concorrente no mercado dos assistentes virtuais de programação.
O lançamento surge num momento importante para a empresa, que tem investido fortemente em infraestruturas de computação e centros de dados. Ao disponibilizar o Muse Code, a Meta quer criar novas fontes de receita no setor empresarial e competir com soluções consolidadas como o Claude, da Anthropic, e o Codex, da OpenAI.
O novo agente funciona em paralelo com o modelo de linguagem Muse Spark 1.2. Embora a tecnológica não tenha revelado dados específicos sobre a adesão, Wang garantiu que a receção por parte da comunidade tem sido extremamente positiva.
Preços competitivos e privacidade de dados
Para atrair programadores, a Meta decidiu apostar numa política de preços agressiva. Além do modelo de pagamento por utilização, existe um nível de subscrição focado na comunidade que chega a ser bem mais barato.
Para aceder a esta tarifa reduzida, os utilizadores devem aceitar partilhar dados para ajudar a melhorar a tecnologia, embora a empresa também já esteja a disponibilizar opções de retenção zero de dados para garantir a privacidade das grandes empresas.
O Muse Code, o Muse Spark 1.2 e as suas APIs associadas podem ser acedidos através do portal de programadores da Meta e também na plataforma OpenRouter, facilitando a integração com outros modelos open-source do mercado.
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Depois de alguns testes, infelizmente fica atrás dos modelos chineses Kimi 3 e GLM-5.2.
Oferece privacidade? Privacidade??? A mesma Meta que força os funcionários a ter keyloggers nos PCs de trabalho para treinar a sua “IA” oferece privacidade? É certo que a privacidade oferecia pelos outros também é duvidosa mas a Meta nem se devia meter por aí pois revelar que estão a mentir sofre o serviço.