A partir de hoje, estamos a viver “a crédito”: o que é que isto significa?
Esta quinta-feira, 30 de julho, marca o Dia da Sobrecarga do Planeta, a data em que a Humanidade esgota todos os recursos naturais que a Terra consegue regenerar num ano. A partir de agora, e até ao final de 2026, estamos oficialmente a gastar recursos que só deveriam existir a partir de 2027.
O que é este Dia da Sobrecarga?
Todos os anos há uma data que marca o momento em que a pegada ecológica da Humanidade ultrapassa a biocapacidade do planeta, ou seja, a capacidade da Terra para repor aquilo que consumimos. A partir daí, entramos em défice ecológico.
Os números, calculados pela organização internacional Global Footprint Network, não deixam grandes dúvidas sobre a tendência das últimas cinco décadas.
Em 1973, ano em que há dados disponíveis, essa linha só era ultrapassada a 3 de dezembro. Em 2026, chega a 30 de julho.
À Renascença, Susana Fonseca, da associação ambientalista Zero, explicou que estamos a usar cada vez mais cedo o "cartão de crédito ambiental", e o saldo disponível não para de encolher.
Porque é que a data este ano recuou?
O facto de a data ter avançado alguns dias face a 2025 não resulta de menos pressão sobre o ambiente, mas sim de uma revisão de parte dos dados científicos usados no cálculo do indicador.
Esse cálculo tem por base a chamada pegada ecológica, que cruza dados de agências da Organização das Nações Unidas e organizações afiliadas para comparar as necessidades humanas de recursos renováveis com aquilo que o planeta consegue realmente fornecer.
Alimentação e combustíveis fósseis como motor
Quando se fala em pressão ambiental, os combustíveis fósseis são quase sempre o primeiro tema a surgir. Contudo, há outras frentes igualmente importantes, como a alimentação.
Segundo a Zero, se reduzíssemos o consumo de carne em 50%, optando por proteína vegetal, o Dia da Sobrecarga só chegaria 17 dias depois.
Além disso, se fosse aplicada uma taxa de carbono de cerca de 90 euros a todas as atividades, o adiamento seria ainda maior, de 63 dias.
Estes números mostram que pequenas mudanças estruturais podem ter um impacto real, desde que aconteçam.

Conforme informámos, Portugal atingiu o seu Overshoot Day a 7 de maio, o dia em que os recursos naturais disponíveis para todo o ano ficaram esgotados. Fonte: Global Footprint Network
Âmbito político da sobrecarga da Terra
Para Susana Fonseca, mudar hábitos individuais não chega se não houver legislação e incentivos que sustentem essa mudança. Por exemplo, a legislação europeia que alarga o direito à reparação de equipamentos elétricos e eletrónicos.
Portugal tinha dois anos para transpor esta lei para o direito nacional e, apesar de o prazo terminar amanhã, dia 31 de julho, não há qualquer sinal de que isso vá acontecer.
Na sua perspetiva, este é apenas um exemplo de como "a falta de vontade política" impede que se aproveitem oportunidades que já estão em cima da mesa.
Uma Europa a recuar nas políticas ambientais
A Zero deixa ainda uma crítica direta ao rumo atual da União Europeia, que considera estar a perder o seu papel de referência ambiental, com recuos em várias políticas sem qualquer base científica.
Numa crítica ao Parlamento Europeu, historicamente a instituição mais progressista nestas matérias, à frente do Conselho e da Comissão, Susana Fonseca disse que é ali que agora estão a acontecer "as maiores tropelias à legislação ambiental".
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O vírus humano precisa de ser controlado a bem ou a mal.
Também concordo. Mas no meu caso penso que deveria ser os que acreditam nestas palhaçadas. Existe um “problema” a ser criado para justificar não só mais impostos, mas para controle de todos os recursos da terra. Vais ter que pagar uma subscrição para beber, comer, andar de um lado para outro, … e os pertubadores da paz são os “negacionistas” que enchergam que isto tudo não passa de uma “ciência” subornada para dar o resultado que eles querem. De notar:
– Se nada fosse feito até ao ano 2000, a Amazónia seria um deserto.
– Se nada fosse feito o petrólio acabaria
– Não teríamos água potável até aos anos 90 se nada mudasse
– ….
Todas estas coisas não se concretizaram, e todas houve uma “taxa verde” para investir no “ambiente”.
Por outro lado, se também achas que o mundo está super habitado, faz um simples calculo (isto é só uma demonstração da grandeza que estamos a falar), e se se der 1000m2 a cada pessoa no mundo, caberíamos todos na austrália, ficando o resto do planeta desabitado. Ainda achas que somos muitos, ou que fomos “enxotados” para virer encavalitados, para agora termos a precepção que somos muitos?
O resultado está a vista sejamos muitos ou poucos nas tuas contas, temos que ir pela ciência e não por comentários de caixas de comentários.
Por haver alguns apavorados com a “ciência”, que parece ser o teu caso é que conseguem o que querem. Com medo vendes até a tua mãe.
Só me pergunto é se a “ciência” dissesse deverias morrer tu e não o teu vizinho, o que farias? Acreditavas?
Pensa por ti, vive, aproveita e não vivas no medo. O que está à vista é a manipulação do clima num “espaço reduzido” (em relação ao tamanho global da terra). É impossível alterar o clima da terra em todo o lado ao mesmo tempo, então direccionam para certas áreas. Isto está documentado com testes, protocolos, patentes, … e visível a quem estiver atento.
Só para te responder à minha pergunta anterior, eu defender-te-ia se a “ciência” dissesse que tinhas que morrer para salvar o planeta, e sei que infelizmente os “medricas” (nome fofinho) que andam com medo de tudo não faríam isso nem para salvar a mãe…
Nem mais. Alterações climáticas sempre as houve! O que parece ser e verificar-se, é qie certos homens querem o climáticas exactamente ao serviço exclusivo das suas necessidades, sendo precisamente aqueles que mais consomem e prejudicam o ambiente localmente. Ouvimos esta choradeira todos anos, mas acções não se vêem nenhumas, bem pelo contrário, abandonada-se a produção em certas zonas, para beneficiar outras que secaram tudo à sua volta
Finalmente concordo contigo. Potemos começar por quem perde tempo e gasta dinheiro com esta pseudo ciência sem qualquer tipo de prova palpável e reproduzivel e pelos parasitas que nada fazem além de extorquir o dinheiro dos impostos de quem trabalha.
You are the problem!
https://www.youtube.com/watch?v=8AvnmQCFfV0
Gringo Bandido;
Como o que chamam de UNIVERSO MATERIAL, na verdade tem o MACRO FORMATO DE UM CORPO FEMININO, e vivemos dentro desse DESCOMUNAL CORPO:
Assim como também em nossos microcorpos encontram-se vírus que nos adoecem aumentando nossa temperatura… Deixando-nos febril:
Considere que também existe anti-corpos, que cobatem esses vírus.
Mas quando esses vírus, proliferam-se exageradamente…
Assim como tomamos antivirais para matar esses vírus:
O MACRO-CORPO vai proceder da mesma forma, para uma necessária eliminação.
A 3º MACRO (DES)PROJEÇÃO E RÉ-PROJEÇÃO ELEMENTAR ORBITAL ATÔMICA, encontra-se a porta de todos.
A 2º ocorrida numa época muito antiga antes do conhecimento do átomo, por ter sido precedida por fortes chuvas e grandes inundações, foi registrada por vários povos, primitivamente e equivocadamente, como DILÚVIO!
Essa 3º já em curso, será precedida por FORTES CORRENTES DE AR, que chamam popularmente de FORTES VENTANIAS.
Essa semana no BRASIL e alguns outros países, estados como Rio Grande Do Sul, Paraná, São Paulo, Rio De Janeiro e outros, cidades foram totalmente destuídas, por VENTOS que passaram dos 200 Km.
Pesquisem.
Os das ciências-ainda-a-avançar, por total desconhecimento científico avançado, estão denominando erradamente essa 3º MACRO (DES)PROJEÇÃO E RÉ-PROJEÇÃO ELEMENTAR ORBITAL ATÔMICA, como EL NIÑO.
Niños científicos.
Realisticamente não significa absolutamente nada. Talvez apenas pra futuramente os governos roubarem o cidadão com mais um impostyo “politicamente correcto”.
Cada um tem de fazer a sua parte. Eu por cada imposto ambiental que me cobram faço questão de poluir mais. Afinal pago para o poder fazer.
Onde consta destuídas: gentileza considerar destruídas.
Não percebo que raio de matemática é essa. Se todos os anos em um determinado momento os recursos do planeta foram gastos, como é que esses recursos voltam a aparecer para ter um novo período de notícias?
Magia de um tempo Wok. Até já mete nojo.
Só é enganado quem quer.
Isto é apenas um indicador não é para levar ao pé da letra…
Vai ficar tudo bem! Os negacionistas vão continuar a negar.
Querias dizer os “teóricos das coincidências”?