Gráfico: portugueses pagam 87% do SNS, mas são dos que mais gastam em saúde privada
Um gráfico mostra que Portugal lidera o financiamento público da saúde na Europa, mas ocupa o terceiro lugar na despesa privada. Esta contradição pesa no orçamento das famílias e recorda que a tecnologia pode ser parte da resposta.
Os contribuintes portugueses financiam o Serviço Nacional de Saúde (SNS) de forma mais robusta do que qualquer outro país europeu da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e, ainda assim, continuam a ser dos que mais desembolsam do próprio bolso para aceder a cuidados de saúde.
Os dados, publicados pelo think tank português +Liberdade, revelam uma contradição difícil de ignorar.
Em 2023, o financiamento público representou 87% da despesa do SNS, o valor mais elevado entre os países europeus da OCDE com dados disponíveis.
No entanto, em 2022, a despesa privada correspondia a 38% da despesa total em saúde, colocando Portugal no terceiro lugar do mesmo grupo. Ou seja, os portugueses são os maiores financiadores públicos da saúde na Europa e, ao mesmo tempo, dos que mais pagam diretamente do bolso.
Uma conta que se paga duas vezes
O que estes números revelam é uma realidade que muitas famílias portuguesas já conhecem: pagar o SNS via impostos não chega. Consultas de especialidade com esperas de meses, exames com listas de espera intermináveis e urgências sobrecarregadas empurram os cidadãos para o setor privado.
O resultado é uma duplicação do esforço financeiro, na medida em que se paga o sistema público através dos impostos e paga-se novamente em consultas, seguros de saúde, exames e medicamentos, para ser possível aceder a cuidados em tempo útil.
Prevenção: uma arma acessível a todos
Num sistema pressionado por listas de espera, falta de médicos de família e urgências sobrecarregadas, a prevenção é frequentemente a primeira vítima.
Consultas de rotina adiadas, rastreios que não acontecem a tempo, sinais de alerta que ficam por identificar, o resultado é que muitos portugueses chegam ao sistema já doentes, quando o custo humano e financeiro é muito mais elevado.
Investir em prevenção é mais barato do que tratar, mas, num SNS focado em gerir urgências, o longo prazo vai ficando para depois.
A tecnologia pode ser uma aliada
É num vazio da prevenção que os wearables podem ser um aliado. Afinal, smartwatches ou pulseiras de fitness e bem-estar já monitorizam em tempo real métricas como frequência cardíaca, níveis de oxigénio no sangue, padrões de sono, variabilidade cardíaca e até deteção de arritmias.
O que era visto como gadget de fitness passou a ser, para muitos utilizadores, uma primeira linha de vigilância da própria saúde, não por moda, mas por necessidade. Cada vez mais, o cidadão pode monitorizar-se a si próprio.
Importa reforçar que a monitorização não é um diagnóstico, pelo que um smartwatch deteta padrões e levanta alertas, mas não substitui uma consulta médica, um exame clínico ou o julgamento de um profissional de saúde.
Contudo, dados cardíacos, de sono e de atividade física representam, pelo menos, uma vantagem. Assim, a tecnologia não resolve o problema, mas ajuda a geri-lo.






















E novidades???
Isto é o sistema instalado do socialismo!!!
Dinheiro mal gasto.
E parte da culpa também é da ordem dos médicos, acabava logo com esse organismo com velhos que só querem andar na mama, e a servir interesses pessoais e políticos.
Depois é o que dá, médicos a receber pouco e outros a defraudar o estado, isso tinha de acabar.
Tinha de acabar a vitimização do SNS.
Exato, novidade aqui e nenhuma, e o resultado das politicas de esquerda que só sabem atirar dinheiro para cima dos problemas.
Resultado, alguns médicos são mal pagos, outros ganham milhões em meia dúzia de dias (aldrabando o sistema)
O problema maior em PT e a justiça! Enquanto roubar do estado não der direito a cadeia imediata, sem prescrever! Não há nada publico que valha a pena investir, o destino e sempre o bolso de alguns.
Por isso e que na TEORIA valia a pena ter TAPs, CTTs, EDPs, etc.. Mas na PRATICA era deitar dinheiro ao lixo, pois já se sabe que nunca iam dar lucro.
Se esquerda??
Você já viu a quantidade de ilegais que ha por aqui??
quem é que você acha que os usa, por 2 grãos de arroz?
É a esquerda??
Até se tem tornado público fulanos queviolando a lei, legalizam ilegais, sem qualquer controlo, vindos da Asia.
Para depois receberem á cabeça, o dinheiro da negociata, e depois, pagar-lhes pouco.
O resto, Portugal, fica com o Problema em Mãos..
Ainda ha dias um sudanês, passou-se e tentou decapitar um Irlandês.
Claro, estes traficantes de escravos, vão a esses Países, vendem sonhos ás pessoas, e as pessoas acabam a pensar que isto aqui, é um Paraíso.
Pagam caro, para corromper o sistema, e veem, e depois, não ha aqui nada para eles.
A Frustração cresce,cresce, até que quem vai depois pagar é o povo Português, em todos os sentidos.
O traficante, esse já recebeu o dinheirinho, e vai repetir o feito ad-eternum, porque é extremamente lucrativo.
Fica a questão, como é possivel, estes fulanos estarem acima da lei?
Ora se a legalização, não foi efectuada por organismos legais, significa que foi crime.
Ora se foi crime, os desgraçados,
continuam a ser ilegais, mesmo já tendo pago ao burlão, que os enganou.
E a maioria das pessoas que vieram cá parar, vieram dessa forma.
Os esclavagistas teem que ser afastados, postos na prisão, e os que teem carteira profissional, tem que lhe ser retirada, porque obviamente não são idóneos.
Estamos a falar de crimes contra a humanidade.
Estar a retirar pessoas, fragilizadas, de uma zona, leva-las para um meio completamente diferente, onde eles decididamente não teem meios de subsistência, e ainda teem que pagar, alimentadas pela conversa que o monstro lhes deus, quando foi lá busca-los.
Mas depois dizes que é o Socialismo, não não é, é a extrema direita.
Esta a destruir tudo o que contruímos, nos ultimos 50 anos!
Eu acho que o problema do SNS, é burocrático, mas também de que o médico ou a funcionária pensa que está a gerir a casa dela.
Eles não entendem que aquilo é dos 10M de Portugueses, em partes iguais..
Vou-lhe dar um exemplo,
Extremamente doente, com suspeitas de problemas oncológicos, fiz o esforço, de mesmo quase a desmaiar, cheio de febre, tonturas, mau estar, vomitos, fraqueza,etc ir ás Urgências.
Porque fui ás urgências?Porque das outras vezes que lá estive, tive que entrar por ai.
Aguardei,, dei entrada, no sistema, onde disse á senhora do balcão o motivo que me levava lá, e queria efectivar a consulta, marcada pelo hospital.
Sim era uma consulta marcada.
A senhora disse-me que lhe parecia tudo bem.
Dirigo-me ao serviço, e falo com a senhora do balcão desse serviço, que me vê com uma bracelete no braço.
Diz-me vem para uma urgência?
Eu disse não, venho á consulta que está marcada.
Perguntei-lhe se tinha que tirar a senha, a senhora disse que não porque já estava registrado.
Foi o meu erro.
Devia ter previsto que ha gente tão, mas tão ruim, que para não trabalharem, arranjam esquemas, que depois levam as pessoas a perder as consultas.
Fiquei a aguradar que me chamassem.
Fui ao balcão 2 vezes.A primeira, dissera-me para ter paciencia.
A segunda disseram-me,
“Olhe você já perdeu a consulta!!”
???????????????
Como é que perdi a consulta se estou aqui????
Há, e tal, é que você em vez de se ter registrado nas urgências do hospital, deveria o ter feito aqui??
?????????
REvoltado, acabei por perceber, que era um truque para não trabalharem, qual é a explicação??
Peguei na carteira e fui ao quiosque, quando ela percebe que vou para meter o meu cartão do cidadão…
Entrou em pânico!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
“Você não coloca o cartão do cidadão, houviu, o senhor houviu, não coloca o cartão do cidadão!!!!!!”
Obviamente que introduzi o cartão do cidadão, em primeiro lugar, porque até o devia ter feito logo de inicio, e não ter confiado na palavra dela.
Ela estava com cara de choque, Porquê??
Porque não pode dizer que não estive lá!!!
Eu meti o meu cartão do cidadão!!
Agora vou ficar a espera de ser chamado de novo, e vai demorar meses.
E estou num processo extremamente urgente!!
Em suma, eu nem sei se são os médicos, eu acho que será mais o “estado sombra” que existe naqueles ambientes.
Muita corrupção.
Ela deu-me um “abre olhos”!!!!!!
Independentemente de efectivarem a consulta, devem sempre introduzir o cartão do cidadão no Quiosque e efectivar!!
Dessa forma não teem como corromper o sistema.
O Socrates tentou implementar um sistema de avaliação, no estado, mas acabou preso, e tudo mais.
O País só vai para a frente se houver avaliação, obviamente.
Depois as pessoas deveriam receber um questionário, depois de cada consulta, onde a pessoa explicava se foi atendido, se foi abusado, e por ai a fora.
Onde está a porra do questionário?
Dessa forma, ha excelentes médicos, e empregados administrativos que estão a ser desconsiderados, enquanto que ha muitos que estragam os serviços publico.
Estamos numa época, que os bons médicos acumulam, imensos doentes, porque será??
A mim parecer-me que são uma “raça em vias de extinção”, mas são eles o orgulho do País no SNS.
E eles teem que ser beneficiados, em detrimento dos demais.
como sempre… somos burros! “Ah o Estado trabalha mal, vamos para o privado!” Tradução: não vou resolver problemas nenhuns, vou pagar (MAIS) para ser “mais bem” servido… será? A saúde não pode ser um negócio.. e metam as ideologias de parte. Assumam os problemas. Resolvam os problemas. Lutem para a sua resolução! saiam do sofá e da porcaria das APP’s… Não se “humanizem” na internet, é nas ruas!
+1
“A saúde não pode ser um negócio”
Não deveria, mas a realidade mostra que e um negócio, um bom e grande negocio, pois cada vez se gasta mais no publico e cada vez o serviço e pior…
É, vou esperar 12 horas nas urgência pública quando em 30 mins estou a ser avaliado no privado…
É pena sim que tenhamos de pagar os dois para termos saúde… Concordo contigo que o “povo” vota nos mesmos e espera resultados diferentes…. PS = PSD… IL = Livre/BE/PCP…
IL = Livre/BE/PCP
Não poderia ser mais diferente! A IL quer saúde mais privada(concorrencia e bonita mas nao iria funcionar no pais todo), os outros querem saúde mais publica (mais dinheiro sem gestão, resultados que temos hoje no sns)
A IL sabe lá o que quer… Aliás, até sabe. Só que o L é de libertinagem…. Tal e qual como Livre/PCP/BE
A IL o Livre, PCP e Bloco não sabem o que querem? Estranho ia jurar que esses partidos até são bastante coerentes e previsíveis. Cgr postas é mais fácil e não custa absolutamente não é campeão?
Típico bot… ermmm votante do Chega, não percebe ponta de política nem nunca leu um unico programa eleitoral, por isso impossível é perceber as barbaridades que diz.
Vê-se quem é o toine… Está no nome… Toininho
É suposto estes valores dizerem alguma coisa com lógica?
É pegar no caso da Alemanha. Se dizem que apenas 21% do financiamento do Sistema público vem do Estado, o resto tem que ser do bolso das pessoas através de seguros, etc … Mas depois dizem que os gastos privados em saúde são apenas 21% do total do gasto total em saúde … Não bate certo…
Parece uma análise caída de paraquedas
Não é isso que o gráfico diz! As letras estão lá todas, está preto no branco!
Os portugueses financiam 87% do serviço nacional de saúde através de impostos.
Para além disso!
Os Portugueses gastam do seu bolso (orçamento familiar) 38% em saúde!
Acho que não é preciso tirar um curso superior para perceber um gráfico.
Os alemães financiam 21% dos custos do serviço nacional de saúde deles, através de impostos.
Para além disso!
Os alemães gastam do seu bolso (orçamento familiar) 21% em saúde!
Nem o serviço nacional de saúde, nem o serviço privado de saúde são financiados a 100% pelos utilizadores/contribuintes diretamente. Essas organizações de saúde têm a suas próprias fontes de receita.
o gráfco diz “Despesa privada em saúde (% da despesa total em saúde)” – ou seja 38% dos gastos em saúde!
Não diz que são 38% das despesas familiares…
Uma pesquisa rápida permite confirmar a minha interpretação, onde os mesmos dados são citados.
Nenhum serviço de saúde é financiado por um benfeitor desconhecido. Ou é o Estado ou são as pessoas através dos seguros, do bolso, etc…
Na Alemanha as pessoas têm que ter seguro de saúde e pagam por ele para aceder ao sistema público.
Os teus comentários revelam um ensino de escolaridade muito pouco avançado!
Despesa privada em saúde, neste grafico, significa despesa familiar!
“Nenhum serviço de saúde é financiado por um benfeitor desconhecido”
As Parcerias Público-Privadas representam uma das principais formas de obter recursos sem onerar o orçamento de estado ou o utente final (seguros).
Exemplos:
-Concessão de Serviços Auxiliares: Estacionamento, alimentação, lavandaria e lojas comerciais dentro das suas instalações. As empresas privadas pagam pelo direito de exploração.
-Infraestruturas de Telecomunicações: A instalação de antenas de telecomunicações em torres e telhados de unidades hospitalares pode gerar receitas de arrendamento significativas com operadoras de rede.
-Licenciamento de Dados Anonimizados: A venda ou licenciamento de bases de dados clínicos anonimizados para empresas farmacêuticas, seguradoras ou instituições de pesquisa para estudos de mercado e desenvolvimento de medicamentos. É crucial que este processo respeite rigorosamente a privacidade e as leis de proteção de dados.
-Ensaios Clínicos: Hospitais universitários e centros de referência podem cobrar taxas de gestão e infraestrutura para a realização de ensaios clínicos patrocinados pela indústria farmacêutica.
-Propriedade Intelectual: A patenteação de novos tratamentos, dispositivos ou protocolos desenvolvidos internamente pode gerar receitas através de royalties quando licenciados para terceiros.
-Consultoria e Gestão: Sistemas de saúde eficientes podem exportar o seu know-how, vendendo serviços de consultoria, formação de profissionais ou gestão para outros países que estejam a reformar os seus próprios sistemas.
-Investimento em Startups de Saúde: Sistemas de saúde podem atuar como venture capital, investindo em startups de biotecnologia ou dispositivos médicos. O retorno sobre o investimento (lucro na venda de ações ou patentes) reverte para o sistema.
é delirante achar que “familiar” tem como sinónimo “privada em saúde” .
https ://www.e-konomista.pt/portugueses-gastam-cada-vez-mais-dinheiro-com-a-saude/
“Em 2022, esse peso situava-se em 37,5% da despesa total em saúde, um valor acima da média internacional comparável. Na prática, isto significa que quase quatro em cada dez euros gastos em saúde foram pagos diretamente pelos portugueses.”
“Parcerias Público-Privadas” são sempre por ser pagas pelos contribuintes… Os privados participam para ter lucro, não para dar dinheiro. Apenas “adiantam” dinheiro para construir infraestrutura, mas as despesas correntes (sáude das pessoas) são pagas pelo Estado com uma margem de lucro para a empresa, permitindo cobrir os custos iniciais.
Quantos aos exemplos que dás – que nada têm a ver com parcerias Público-Privadas – são irrisórios em termos de contribuição para as despesas do sistema nacional de saúde.
@portuga sabes ler certo?
O início do artigo que referes começa assim:
“Em Portugal, a despesa direta das famílias com saúde tem vindo a ganhar peso”
…
“Em 2022, esse peso situava-se em 37,5%”
Estranho como der repente passas-te de “benfeitor desconhecido” para “exemplos irrisórios”.
Lamento muito que a tua formação e/ou a tua criatividade seja limitada, os exemplos que dei são apenas alguns!
Eu não tenho que te explicar nada, nem ensinar nada, tens que ser tu a traçar esse caminho. Um bem-haja!
Exato. Pagamos nós os portugueses o SNS para os estrangeiros e invasores usarem… E ainda por cima temos de recorrer ao privado e pagar 2a vez.
A isto se resume o socialismo que ainda hoje vivemos com o PSD… Votem nos mesmos, votem, e esperem mudanças…
Continuem a votar nos mesmos, os estrangeiros que vem para cá ser tratados a pala no SNS agradecem…
100% correto
Alguém explique a este trolha que a percentagem de pessoas que mudam de país para se “tratar” é absurdamente baixa.
Imagina haverem portugueses a ir à turquia meter cabelo, alguns deles xenófobos como tu mas incentivar a economia nacional tá quieto.
Vocês são nacionalistas para o que vos convém. Cambada de ignorantes hipócritas.
Aparentemente gostas do turismo de saúde.
Diz-me, que tal é a Tailândia? Como te correu a transição?
Proxeneta inútil
Oupa…meteste a carapuça e quase me senti ofendido com o teu comentário LOOOOL
Tenta outra vez…
Ahahahahhhahaha és muito engraçado
Tenho ideia que ir meter cabelo à Turquia é pago do próprio bolso, não é o estado Turco que financia!
100%
Ignora, há gente que só está bem a dizer asneiras…
Factos: eu disse algo. Pelo menos gerou discussão. Uns compreenderam outros não.
Já tu o que disseste nestes 4 comentários bonequito? Eu respondo: ZERO. Sim, FACTOS.
Ó senhor calvo, é preciso fazer um desenho? E que tal meter o cabelo em Portugal? Não falta oferta porque até o Ronaldo tem uma empresa que presta esse serviço.
Ui ui sou um carneirinho, vou com a carneirada… Isto porque o Ronaldo….
Desde quando os implantes capilares na Turquia são financiados pelos Turcos?
Que comparação mais absurda e ignorante!
E desde quando os imigrantes que cá temos vêm para por cabelo?
Era uma comparação para pessoas com 2 neurónios… não me culpem por não conseguirem chegar lá…
Desculpe, não tinha percebido que a vossa excelência tinha 2 neurónios.
Faz sentido sim, senhor, como tem 2 neurónios deve pagar a dobrar pelos serviços de saúde! Obrigado pelo esclarecimento!
Deve pagar a dobrar? Não dizes coisa com coisa.
“Alguém explique a este trolha que a percentagem de pessoas que mudam de país para se “tratar” é absurdamente baixa.” – Faz lembrar o outro, legalizou 56 pessoas mas o ponto fundamental era que tinham dito centenas mas foram só 56….
Tiveste a pior vergonha nacional á 2 anos com as gêmeas e tens a decência de vir dizer que a taxa é baixa???? Deveria ser 0!
Os comunistas são todos iguais é impressionante….
Porquê 0? Sabias que Portugal e o Brasil (entre outros países) têm acordos de acesso à saúde?
Podemos discutir os limites ou o tráfico de influências mas ZERO é só mesmo de quem pensa que vivemos isolados no mundo
Acordos unidireccionais de 4 milhões… Mas só se forem gémeas!!!!
Nem que fosse um estrangeiro a tratar-se à custa dos meus impostos eu aceitaria. Tenho todo o direito de saber e aceitar ou não o destino que dão aos meus impostos. Que façam seguro de saúde como eu. Além disso, vou à USF da minha terra e aquilo está cheio de brasileiros e venezuelanos. A minha mãe com quase 80 anos foi-lhe recusada consulta pelo seu médico de família por ter chegado 2 minutos atrasada. Sim, seu comuna, DOIS MINUTOS!
Não fazes a menor ideia do que dizes e aos ignorantes eu dou o desconto 🙂
Tão simples de resolver , bastava que o SNS funcionasse da mesma forma que os privados : por seguros de saude , e quem nao os pudesse pagar , o estado pagava por eles . Assim os médicos e mfermeiros ganhariam o mesmo que nos privados e se as pessoas nao ficassem bem servidos , e deixassem de la ir o serviço fechava . Assim desta forma simples , o estado financiava quem precisa mesmo e deixava de financiar todos …e aqueles médicos e enfermeiros que tão mal servem as pessoas no SNS , alem da corrupção ,que reina no SNS , acabava tudo . É tão simples mas ninguem tem coragem para o fazer
Teria que se mudar a constituição pois o estado tem que garantir o acesso livre dos cidadãos à saúde, e não pode discriminar entre quem tem em quem não tem.
“Teria que se mudar a constituição” Só esta frase já deixa 90% dos pseudo-nacionalistas a navegar na maionese.
Pagamos muitos impostos para ter uma saúde má, sendo obrigados a pagar uma segunda vez no privado para não morrer nas listas de espera.
As vantagens de um sistema público são inquestionáveis (que eu defendo ablsolutamente):
garante que ninguém vai à falência para tratar um cancro, divide os custos por todos e foca-se em prevenir a doença, não em lucrar com ela. O modelo americano, onde a saúde é um negócio e as pessoas se endividam para pagar uma ambulância, é o pior caminho possível.
E porque é que isto acontece em Portugal? Perguntam Vcs…
Porque, primeiro, os políticos são uns vendidos ao privado. Em vez de fixarem os médicos no SNS com salários dignos, o subfinanciamento é crónico. E quando os governos anunciam “aumentos recorde” no orçamento da saúde, esse investimento não vai para resolver os problemas estruturais, serve apenas para alimentar interesses. O dinheiro público é desviado para pagar exames, consultas e cirurgias nos grandes grupos privados e para contratar médicos tarefeiros a preço de ouro. O SNS foi deliberadamente transformado num fornecedor de clientes e de capital para o negócio da saúde privada.
Depois, o corporativismo da Ordem dos Médicos. Anos de bloqueios na formação de novos especialistas e resistência a novas formas de gestão criaram uma escassez artificial de médicos. Isto inflaciona o preço deles no mercado e rebenta com as escalas das urgências públicas.
E isto está clarissimo, á vista de todos, o objectivo é degradar o SNS até que a classe média seja obrigada a pagar seguros privados, deixando o sistema público apenas como uma rede miserável para os mais pobres. A saúde pública está claramente a ser desmantelada por interesses económicos e cumplicidade política.
Finalmente alguém com um comentário com mais substância.
Estas guerrinhas esquerda vs direita e discursos simplistas já cansam
Podes emigrar.. Olha, o irão parece-me bem. Lá de certeza que não tens a guerrilha esquerda direita, tão enfadonha…
Excelente comentário!! Concordância absoluta.
Discordo , o SNS , tal como está a funcionar é uma estupidez completa , deveriam voltar as taxas moderadoras , mas eram mesmo para pagar , nao para fugirem sem pagar como quase todos faziam e outros nao pagavam porque nao declaravam os rendimentos . Tal como está vai á falência , e nao se resolve so por acabar a corrupção , têm de mudar o sistema por completo
Por isso uma conhecida minha veio da alemanha cá com a familia visitar os amigos e o marido sentiu-se mal… foi para um hospital público e ela disse… se na Alemanha fosse como cá, estávamos bem. O meu marido numa urgencia de hospital na Alemanha nem comida tem direito.
Novidades? Eu vou a um medico no serviço publico sou tratado de uma forma, vou ao privado o mesmo medico já trata de outra forma. Qual é a diferença para haver 2 tratamentos diferentes do mesmo medico? Esqueci para o governo está tudo bem, nem sabem, mas sabem mandar fazer cortes e dificultar o trabalho aos médicos de forma a que sejam passado menos exames. Agora o medico passa o exame que diz que é pago pelo SNS, ups alguém vai descobrir que não é bem assim! Porque? porque não existem empresas que façam o exame as ser pago pelo SNS e quando existe, são poucas e ficam a km muitas vezes. Uma gravida que está com dificuldades para trabalhar adivinhem muitos médicos de família não passam baixa de risco, só a normal, a lixar o rendimento de uma família que já por si vai ter gastos extra. Mas devinham como se obtém essa baixa risco, num obstetra privado. Como não se vai pagar 38% extra na saúde se o SNS não funciona.
Há uma certo populismo/demagogia, da iniciativa Liberal, nisto: “Contribuintes pagam 87% das despesas do SNS … e ainda pagam à parte 38% da despesa total em saúde (Despesa privada em saúde)”.
Dá-se a impressão de que os dois valores se podem somar – e não podem. O que é cada um:
– Gráfico do lado esquerdo: “Contribuintes portugueses pagam 87% das despesas do SNS” – ou seja, 87% são pagas por impostos e os restantes 13% por: 8 a 9% por cobranças a subsistemas de saúde (como a ADSE),a seguradoras (por exemplo, no seguro automóvel e de acidentes de trabalho, quando são levados para as urgências) e a países estrangeiros; 3 a 4% por venda de serviços (como ensaios clínicos) e receitas comerciais (como o aluguer de espaços comerciais); e 0,5% a 1% de taxas moderadoras.
Todos os países que seguem o modelo de saúde Beveridge estão no topo do gráfico do lado esquerdo (e os de modelo Bismarck) no fim. Portugal ter uma percentagem ligeiramente maior que os seguintes não quer dizer praticamente nada.
– Gráfico do lado direito: “Despesas privadas em saúde (em % do total)” – em Portugal, 37,5%
“Os 37,5% de despesa direta das famílias com saúde em Portugal, em 2022, dividem-se entre 7,9% provenientes do pagamento de seguros voluntários e 29,6% relativos a pagamentos diretos (out-of-pocket). Esta última componente inclui sobretudo cuidados curativos e de reabilitação que representam 16,4% da despesa total em saúde, bem como despesas com bens médicos, incluindo medicamentos, que correspondem a 9,2%.” (Conselho de Finanças Públicas).
O problema é juntar os dois gráficos. Separados a leitura é fácil:
– Gráfico da esquerda: O SNS é altamente dependente do financiamento público.
– Os portugueses são dos mais desprotegidos em matéria de saúde (ou seja, mais têm que pagar do seu bolso).
–
Então a solução é descontinuar o SNS e passar a utilizar os serviços privados? Acham mesmo que o sistema americano é mais justo? Será que as pessoas que trabalharam uma vida toda a ganhar o ordenado mínimo, vão ter capacidade para pagar uma cirurgia relativamente simples, mas que com 4 dias de internamento fica a 10000€? Para pagar 85€ de uma consulta, ou 100€ de um raio x? Ou ter um plafond de 50000€ de um seguro de saúde, que se esgota em 10 dias de internamento para as situações mais graves?
Pessoalmente eu tenho seguro de saúde, com uma boa cobertura, mas saber que o SNS está lá para mim, se um dia o privado falhar porque excedi a cobertura, e para outros que não tem a mesma sorte do que eu, acho que é o mínimo.
Não pensem que são mais ou melhores do que alguém, e que merecem mais do que os outros… Basta um dia terem um AVC, um cancro, ou um qualquer problema grave, para perceberem o quão vulneráveis são, e quem possivelmente vos acabará por dar a mão, será a pessoa que está a ganhar o ordenado mínimo e que não tem dinheiro para pagar um seguro de saúde…
solução para o SNS seria segundo a IA de forma resumida:
SNS universal para cuidados essenciais, urgentes, crónicos e caros.
Privados contratados para reduzir listas de espera, com preços e regras públicas.
Taxas moderadoras reais para abuso de urgência, com isenções rigorosas.
Equipas de família em vez de depender tudo do médico.
Mais cuidados continuados para libertar hospitais.
Gestão profissional, autonomia real e responsabilização.
Pagar melhor aos profissionais, mas comprar desempenho, não apenas presença.
O SNS não precisa de ser destruído. Precisa de deixar de ser uma estrutura onde tudo é direito, quase nada é responsabilização, e a solução para cada falha é apenas “mais orçamento”. Isso já não chega.