Power bank obriga avião da easyJet a aterrar de emergência
Um voo da companhia aérea easyJet com destino a Londres foi obrigado a aterrar de emergência em Roma após uma passageira admitir que tinha feito algo que não é permitido.
Tripulação foi alertada para a presença de um dispositivo ligado a uma power bank no porão da aeronave
Segundo as informações, a passageira admitiu ter deixado um telemóvel a carregar através de uma power bank dentro da bagagem de porão. O incidente voltou a colocar em destaque os riscos associados às baterias de iões de lítio nos aviões.
Segundo as informações reveladas, o voo EZY2618 partiu de Hurghada, no Egito, com destino ao aeroporto de Londres Luton. Cerca de três horas após a descolagem, a tripulação foi alertada para a presença de um dispositivo ligado a uma power bank no porão da aeronave. Por precaução e em conformidade com os regulamentos de segurança, o comandante decidiu desviar o avião para o aeroporto de Roma Fiumicino.
A aterragem ocorreu sem incidentes, mas o episódio gerou momentos de tensão entre os cerca de 180 passageiros a bordo. Alguns relataram que apenas souberam o verdadeiro motivo do desvio já depois da aterragem, após a passageira assumir o erro perante a tripulação.
De relembrar que as power banks utilizam baterias de iões de lítio, componentes que podem sobreaquecer, entrar em curto-circuito ou até incendiar-se. Quando estes dispositivos estão no porão, um eventual incêndio torna-se muito mais difícil de detetar e combater rapidamente.
Atualmente, a maioria das companhias aéreas permite transportar power banks até 100 Wh (aproximadamente 27.000 mAh) sem autorização especial, desde que estejam na cabine. Equipamentos acima desse limite podem necessitar de aprovação prévia ou ser totalmente proibidos.
Além disso, recomenda-se:
- Nunca deixar uma power bank ligada dentro da mala;
- Evitar carregar dispositivos durante descolagem e aterragem;
- Transportar o equipamento protegido contra curto-circuitos;
- Verificar sempre as regras específicas da companhia aérea antes do voo.





















Eu para mim, devia ser proibido power banks, nos aviões. É um risco desnecessário.
Mas mais grave ainda é, esta idiota, ter deixado um equipamento a carregar dentro de uma mala, onde pode aquecer bastante, ou até explodir.
Proibir parece-me um pouco exagerado, depois cada vez que vais de férias compras uma no destino!
Depois temos de analisar que mais vamos ter de proibir que use baterias, telemóveis, portáteis smartwatches, tablets, máquinas fotográficas, auscultadores, etc…
O risco está sobretudo em baterias danificadas, produtos manhosos e mau uso.
As pessoas têm de ser responsáveis na sua utilização.
De férias? Lol.. andas com powerbank nas férias? Eu nem telemóvel uso nas férias, fica no quarto de hotel e só ao final do dia uso para devolver chamadas importantes e também responder a e-mails importantes.
As pessoas andam com as prioridades todas trocadas, as férias são para aproveitar com a família e ler uns livros e umas revistas, o máximo que me apanham é com um kindle e até isso tento evitar
Não sei quanto a ti, mas eu gosto de visitar monumentos, museus e excursões, e numa cidade que não conheço preciso sim do telemóvel para os bilhetes digitais, gps, tap&go em transportes, fotos, etc. Nem todos vamos de férias para ficar fechados num resort á beira da piscina, para isso temos bastantas piscinas e praias maravilhosas em Portugal.
100% isto
Tu é que andas com as prioridades trocadas. E-mails importantes? Em férias trabalho nem vê-lo.
Antes de fuzilarem a mulher, já vos aconteceu com certeza levarem bagagem de mão que a companhia por motivos diversos indica que tem de ser despachada para o porão.
Não sei se foi o caso, pode muito bem ter ido a bagagem para o porão e quando quis ver alguma coisa no telemóvel apercebeu-se que estava no porão.
Se uma pessoa anda com um powerbank, não deve ser para deixar o telemóvel 6 horas no porão …
Como foi detetado:
“Em pleno voo (Egito-Londres), um dos passageiros percebeu que tinha deixado um telemóvel a carregar ligado a uma powerbank, dentro da sua bagagem de mão despachada. sabendo dos riscos o passageiro alertou imediatamente os comissários de bordo. Assim que a tripulação foi informada, o protocolo de segurança foi acionado:
. O capitão tomou a decisão preventiva de desviar o avião, que aterrou em Roma.
– Na pista, a mala foi localizada e o dispositivo removido.
– Os passageiros passaram a noite num hotel em Roma fornecido pela companhia aérea e seguiram viagem no dia seguinte”:
Na Páscoa viajei para a Madeira na EasyJet e ao despachar a bagaem de porão perguntaram-me se levava certos dispositivos eletrónicos. Não fui eu que comprei os bilhetes mas pelos vistos é assim com a EasyJet:
– no check-in online (na app ou site) aparece imagens de artigos proibidos na bagagem de porão (powerbanks, baterias soltas e vapes) e é preciso clicar em “declaro que não transporto estes artigos”.
– no despacho de bagagem no balcão automático o processo repete-se antes de imprimir a etiqueta.
– se atendido por um funcionário no despacho da bagagem de porão, pergunta: “Leva alguma powerbank, bateria de lítio solta ou cigarro eletrónico dentro desta mala?” (nem percebi bem o que disse, mostrou-me uma folha com as imagens).
Ou alteraram as regras recentemente, ou a EasyJet até é mais rigorosa que as demais – mas falhou no voo do post … ou a passageira não percebeu a pergunta … ou a mala que era para ir na cabine foi parar ao porão..
E em pleno voo a passageira fez bem em alertar a tripulação ou calava-se? Por certo a tripulação teria preferido que não tivesse dito nada (do tipo, se o cinto de segurança não aperta, ponha por baixo da pança, de modo que não se veja …) mas uma vez informada, tem que seguir os protocolos.
Mas qual a distúrbio mental que alguém tem de ter para achar que faz sentido deixar um telemóvel a carregar com uma powerbank dentro de uma mala no porão??
“Em pleno voo (Egito-Londres), um dos passageiros percebeu que tinha deixado um telemóvel a carregar ligado a uma powerbank” – “dentro da sua bagagem de mão despachada”.
Inclino-me para uma mala de cabine que acabou por ser despachada como bagagem de porão. Isto acontece porque eu vi – num voo da Ryanair, no regresso de Malta. Primeiro entram os passageiros sem malas de cabine e depois os com malas de cabine – o espaço das bagageiras encheu e as que sobraram foram para o porão. Neste caso pode ter acontrecido o mesmo e a passageira só se lembrar depois.
A reter, pelo que vi agora no caso da EasyJet:
– Há produtos proibidos nas malas de porão – powerbank, bateria de lítio solta ou cigarro eletrónico, isqueiros ou fósforos.
Não são proibidos portáteis, tablets e smartphones com a bateria inserida (depende também da capacidade da bateria) – desligados e devidamente embalados e protegidos. E ainda assim, as autoridades da aviação recomendam que sejam transportados como bagagem de cabine.
– Há produtos proibidos nas malas de cabine: produtos perigosos (incluindo objetos cortantes) e líquidos a partir de certa quantidade. Não são proibidos os produtos eletrónicos que referi nas malas de porão.